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Lawfare como projeção de poder dos EUA, por Bruno Lima Rocha

Por Bruno Lima Rocha

Análise dos efeitos políticos da operação Lava Jato no Brasil e no continente

Neste comentário eletrônico, debatemos o emprego dos sistemas legais e os acordos de cooperação como uma estratégia dos EUA e aliados para projetar poder no Sistema Internacional e angariar lealdades dentro de relevantes setores das tecnocracias jurídicas de países semi-periféricos. 

*Bruno Lima Rocha é cientista político e professor de relações internacionais.

4 comentários

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o país da lava jato é a fé...

a fé aliada a necessidade de trair............................

Brasil tornou-se, com elas, um território que precisa ser invadido, culpado e ocupado

jovens adoram jogos de guerra

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Para os EUA a Lava Jato caiu

Para os EUA a Lava Jato caiu do céu, o estrago continua e depois de ter detonado pesquisa eletronuclear, submarinos, cadeia do petroleo e gás, as estrangeiras estão levando tudo de graça graças a Moro que planejou tudo isso, conforme ele escreveu em 2004, pesquise por A Lava Jato pensada como operação de guerra

DCM:  3 anos de Lava Jato não melhorou em nada o Brasil, apenas piorou

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/tres-anos-de-lava-jato-um-balanco-sobre-uma-das-maiores-imposturas-da-historia-nacional-por-paulo-nogueira

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...spin

 

 

Parabéns

Muito boa a iniciativa, professor. E se cabe um pedido, desenvolva as ideias que você traz, traga fatos, mostre hipóteses e suas construções. Por exemplo, o juiz Sérgio Moro já mostrou um medo muito grande de que sejam investigados os acordos de colaboração entre a Lava Jato e órgãos estatais dos EUA ligados à iniciativa privada daquele país, indeferindo questionamento dos advogados de defesa de Lula, se não me engano. Mas se esses acordos fossem o que "oficialmente" são, porque Moro temeria tanto que viessem à luz? E se tais acordos são apenas escritos, como são os acordos que efetivemente são cumpridos? Um outro ponto que me deixa curioso: os EUA assinam tratados internacionais de direito? Aceitam que suas firmas privadas instaladas em outros países submetam-se ao direito desses outros países? Se não, o que se teme, o poder bélico dos EUA? O poder econômico? Algum desses poderes são efetivamente utilizáveis? A tentativas de utilizá-los não seria um tiro no próprio pé daquele país? E se forem esses os poderes, há como netralizá-los? Por fim gostaria, se essa for sua linha de trabalho - pois trabalho puramente investigativo é também de enorme e fundamental valor - de propostas, talvez baseadas em experiências de outros países (Islândia, por exemplo) de como se safar dos problemas que drenam as iniciativas brasileiras de independência, prosperidade e soberania.

Obrigado!

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Detalhes e materialidade dos conceitos

Caro Renato, grato por tuas palavras. JUstamente as ausências ou carências que tu apontas foram de caso pensado. Minha ideia é ofertar conceitos-chave, bases de análise, ajudando, colocando um grão de areia na munição intelectual de quem assiste ou lê o que produzo de modo a chegar nas próprias conclusões. Um forte abraço, novamente grato pelos comentários.

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Bruno Lima Rocha 

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