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Desistir nunca! Apenas menos seriedade a quem não merece, por Rui Daher

Desistir nunca! Apenas menos seriedade a quem não merece

por Rui Daher

Não sei quanto tempo ainda poderei continuar a escrever para o GGN e CartaCapital. Até mesmo continuar um projeto de livro sobre causos curiosos que recolhi em mais de 40 anos no mundo agropecuário. A tudo penso desistir ou adiar.

Já tentei, mas não consigo abandonar publicações como essas. Hoje em dia, além de escrever amiúde, como “sócio” ou assinante disso e daquilo, não sei quanto tempo conseguirei ainda aguentar. O tempo que elas me tomam, começa a fazer falta para a fatura.

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1º Esalq-Show na casa do Lulinha, por Rui Daher, em CartaCapital

1º Esalq-Show na casa do Lulinha

por Rui Daher

em CartaCapital

Idoso não, velho mesmo, que se mete com editores jovens, precisa ser safo para se livrar de certas situações. Chamam-me:

- Lulinha quer nos dar entrevista exclusiva, mas não aceita falar com nenhum dos medalhões da impressa ou do site. O que tem a revelar é de importância vital para o País. Quer alguém neutro.

- Entendi, alguém para quem ninguém dê bola. Onde será?

- Na casa dele, em Piracicaba, SP.

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Dominó de Botequim, o Retorno - Capítulo 2, por Rui Daher

Por Rui Daher

O que são dois anos em nossas vidas? O tempo passa voando ou não passa. A cada momento e situação pensamos de um jeito. É comum achar que, afastados 24 meses de pessoas ou locais, ao voltarmos, os encontraremos mudados. Nem tanto, mas que nada. Nos hotéis antigos os mesmos velhos recepcionistas, em restaurantes os solícitos garçons de sempre. Meus médicos só mudaram quando se puseram a copiar os advogados e se determinaram o uso obrigatório da gravata sob o jaleco branco.

Passei uma semana pensando nisso, depois de instado pelos amigos Fernando e Manoel, e a incisiva carta do Conselho Consultivo, os membros incrédulos com minha prolongada ausência.

Poderia relutar? Dois amigos e coautores do livro, e quem muito inspira meu escrevinhar, Darcy, Ariano e Melodia. Além do potencial financiador Walther.

Mas quem me conhece já percebeu. Sou tímido, inseguro em algumas situações, temo ouvir “não”, motivo de pouco pedir ou exigir. Aliás, pode ser isso a fazer encalharem alguns exemplares do livro. Mesmo às livrarias que ainda não me devolveram os saldos, evito cobrar. Para quê? Mais decepção?

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Busca e apreensão, eu quero, por Rui Daher

Busca e apreensão, eu quero

por Rui Daher

Estou num hotel delicioso à beira do Rio Piracicaba. Dois dias intensos no 1º ESALQ-SHOW, de que tratarei em CartaCapital, na próxima terça-feira, enquanto Ronaldo Caiado continuará expondo na Folha de São Paulo articulações políticas fascistas, sem ir ao âmago do agronegócio, não estivesse rico depois de tantos mandatos. Aliás, parêntesis, vocês pagam para ele escrever? Caso positivo, vai mal a empresa, hein?

Confesso-me indignado. Não com isso, que o suspeito jornal não desconfia ou se aproveita. Mas, com a absurda ação de busca e apreensão na casa de Marcos Lula, filho de um presidente que o Brasil ousou ter no passado e de quem os pobres devem-se lembrar.

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Os ruralistas e a preservação do meio ambiente, por Rui Daher

Os ruralistas e a preservação do meio ambiente

por Rui Daher

em CartaCapital

Sempre que a consciência nacional é alertada para a preservação ambiental, sobretudo no que se refere ao trato das águas, bom uso do solo, respeito aos biomas, valorização da biodiversidade, e a necessidade de frear o uso de princípios tóxicos prejudiciais à saúde, um imediatismo imbecil e interesseiro toma de estatísticas distorcidas, velhas e carcomidas, sem qualquer fundamento científico ou da pesquisa, para esfregar em nossas caras que, sem esse bacanal químico, nada teríamos para comer. São vítimas e nos fariam vítimas.

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Jair Bolsonaro arrasa nos EUA, por Rui Daher

Jair Bolsonaro arrasa nos EUA, por Rui Daher

Sabendo que o “Dominó de Botequim, o Retorno” estava em aproximados e acelerados passos de ressurgimento, os velhos repórteres, Nestor e Pestana (hoje atuando apenas no Facebook), me procuraram:

- E daí?

Respondo:

- Uai, e daí e daí, como canora Isaurinha Garcia, ou, mais macho, Miltinho, bem cantavam.

- Não vai mesmo mais tratar de política nacional?

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Dominó de Botequim, o Retorno - Capítulo 1, por Rui Daher

Dominó de Botequim, o Retorno - Capítulo 1

por Rui Daher

Encontro os amigos Fernando Juncal e Manoel Vieira, coautores do “Dominó de Botequim”, livro por mim lançado em dezembro de 2016.

Marcamos no Bar do Ceará, em Vila Buarque, São Paulo, pertinho da Rua Maria Antônia, onde eu frequentava as leituras e discussões das obras de Karl Marx com orientação dos professores Bento Prado Jr. e Antonio Benetazzo. Descendo a Vilanova, olhava para a portinha onde ficava o “Bar sem Nome”. Quem sabe sobrara um banquinho para nos sentarmos ao lado de Chico Buarque e Maranhão, vindos da FAU para bebericar cachaça, poesia e política?  

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Dominó de Botequim, o Retorno - Prólogo, por Rui Daher

Dominó de Botequim, o Retorno - Prólogo, por Rui Daher

No início de dezembro fará um ano do lançamento do “Dominó de Botequim, na Livraria da Vila, da Fradique Coutinho, São Paulo. Foi uma glória, logo transformada em crescentes decepções. Antes, todas as dificuldades com gráfica, ISBN, convites. Muitos me ajudaram, o que foi reconhecido nas primeiras páginas do livro. Mas fui em frente, mesmo em prejuízo da atividade que me traz a sobrevivência.

Vivo a me questionar se valeu a pena transformar essas crônicas em um livro, publicado de forma independente, com investimento pessoal total. Certamente, não. Perdi uma grana que não tenho para poder, por exemplo, visitar amiúde o mar.

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Descarados, por Rui Daher

Descarados, por Rui Daher

Quando criança, sempre que meu pai se referia a alguém como descarado, imaginava o dito sem os contornos faciais. Logo corria ao espelho e, sorte, estava tudo ali. Como na música, todos poderiam entrar em mim “pelos sete buracos da minha cabeça”. Não preciso citá-los, vocês os conhecem bem.

“Isto é um descaramento”. Pronto, lá ia eu procurar pelos cômodos da casa onde estava sendo feita a cirurgia. Não encontrava sangue e logo pensava em massa de pedreiro e ferro de passar.

“João Alfredo? O maior descarado”. Seria pela altura do pobre João ou mereceria ele tratamento rápido. Degola, por exemplo.

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Roberto Freire, o PPS descarado, por Rui Daher

Foto: Agência Brasil

Por Rui Daher

Mais do que escrever para o GGN e CartaCapital, sem nada receber, tenho pouco a fazer. Depois do neo-Mourão, minha AK-47 tem pouco a fazer. Depois da GV e da USP, elite que somos, ganhei bem. Até que uma grande empresa, em que era vice-presidente, depois da privatização, faliu, e lá deixei minhas economias, obtidas com salários e poupanças. Há vinte anos, perdi tudo, só mantenho o bem de família, onde moro com mulher e filho. Com apenas isto, não há semana em que o corrupto Judiciário brasileiro não me ataque. Defendo-me graças a dois jovens advogados amigos.

Não nego ser um inferno, mas assim continuarei enquanto puder.

Além de assinar os dois sites que me acolhem, pago para receber “Caros Amigos” e outas publicações de esquerda. Não posso, entretanto, além de trabalhar para a direita, sempre de olho em mim, ir além. Em nada mudarei, até porque o status 7.2 não me acrescente grandes esperanças.

Viajo muito e sei do Brasil que não está nas redes sociais (êpa, sociais, Joana, Julião, Severino, vocês estão nessa?). Não? Então não perdem nada. Inclusive a mim, que durante 50 anos pensei escrever e ajudá-los sem nada conseguir.

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Bancada ruralista força medidas menos restritivas aos agrotóxicos, por Rui Daher

Bancada ruralista força medidas menos restritivas aos agrotóxicos

por Rui Daher

em CartaCapital

Não foi a primeira vez, mas várias. Muitas delas reportadas em colunas passadas: “ANVISA divulga lista de vegetais com maiores índices de contaminação por agrotóxicos”. Poderá ser a última, pelo menos enquanto honesta. A bancada ruralista, em troca de apoio ao usurpador Michel Temer e quadrilha, força medidas menos restritivas ao uso de agrotóxicos.

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História para não se contar II, por Rui "Esforçado" Daher

História para não se contar II

por Rui "Esforçado" Daher

Esforço-me para lembrar o que aconteceu naquela madrugada de 26 de setembro. Ontem, parecia tudo tão claro. Mas, como já explicado, acabei perdendo o texto. Sei que o infernal barulho que faziam os cruzeirenses não me deixava dormir. A conversa que mantive com Darcy, Ariano e Melodia sobre os caminhos futuros do “Dominó de Botequim, o Retorno” confundia-se com a dúvida em parar de escrever e apenas dedicar-me à administração, que odeio, mas necessária à sobrevivência, havia 20 anos fartamente conquistada, e hoje surrupiada entre ingenuidade, dever ético e promessas não cumpridas. 

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Desculpem-me. História para não se contar -Parte II, por Rui Daher

Amigos, é meia-noite. Creio ter feito um ótimo texto. Demorei três horas para escrevê-lo. Seria um suposto diálogo entre mim e Walter Moreira Salles. Escrevi direto aqui. Quando estava pronto, fui colocar os tags e apareceu um anúncio que havia ocorrido um erro. Quando isso acontece, não tem volta. Não tem como recuperar, Pelo menos para um ignorante como eu. Juro que era bom. Mas não tenho condições físicas nem memória para recuperá-lo. Ando cansado. Assim, ficamos apenas na parte I. Sinto. Abraços.

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História para não se contar I, por Rui Daher

Por Rui Daher

História para não se contar - Parte 1 

Na noite de 27 de setembro deste ano da desgraça de 2017, estiveram reunidos no espetacular Hotel Casino Palace, em Poços de Caldas, construído em 1930 e restaurado à perfeição, em 2014, as seguintes almas e pessoas: Darcy Ribeiro, Ariano Suassuna, Luís Melodia, e este pobre escriba militante, para formular a linha editorial futura de “Dominó de Botequim, o Retorno”.

As diretrizes serão imediatamente repassadas à Diretoria Executiva, conforme eleita e informada no último texto do BRD, Blog-Boteco Rui Daher.

Muito importante citar, a certa altura, a passagem pelo salão de Walter Moreira Salles (1912-2001). Perguntou:

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Folha de S. Paulo, não apenas mau jornalismo. Marotagem, por Rui Daher

Folha de São Paulo, não apenas mau jornalismo. Marotagem. 

Por Rui Daher

em CartaCapital

GGN.

Puta saudade de Ariano Suassuna. Darcy, não. Visita-me todas as noites. Tento falar com Ariano e não consigo. Sei ele, lá no céu, menos ocupado do que Darcy e suas mulatas. Mas como reabrir o Dominó de Botequim, (saldo de exemplares em liquidação, acionem e-mail) sem saber o que pensa Ariano. Primeiro, recorri às cabras, agora a Elomar. Ambos são, e sempre serão melhores do que os meus textos. E, se forem humildes, de muitos de vocês. A sagaz fala e escrita de Ariano é a que gostaria de ter. A poética e musicalidade de Elomar, também. Não tenho porra nenhuma disso, apenas 10 fiéis amigos que me leem. Moro me chamou a Curitiba. Conto no primeiro capítulo do Dominó. Se o Serafa deixar.

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