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Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira, por Léa Maria Aarão Reis

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

no Conversa Afiada

Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira

por Léa Maria Aarão Reis

Quando o apresentador da CBS, Stephen Colbert, entrevistou o cineasta Oliver Stone, há três meses, procurando desqualificá-lo com ironias baratas e criticando-o pela primorosa série de quatro episódios, Putin’s Interviews, que acabava de estrear nos Estados Unidos, a ignorância americana foi desafiada e exposta em um dos seus momentos mais ridículos.

Bastante semelhante ao que ocorre aqui com a audiência controlada dos programas de auditório tipo hulks, faustos, silvios et caterva locais: indivíduos rindo histericamente, sem saber exatamente do que gargalham. Leia mais »

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Conservadorismo impede que militares identifiquem reais inimigos do país, diz coronel

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

no Brasil de Fato

Conservadorismo impede que militares identifiquem reais inimigos do país, diz coronel

Em entrevista, Sued Castro Lima avalia que eventos recentes têm potencial de gerar conflitos no seio da cúpula militar

Rafael Tatemoto

Manifestações de altos oficiais das Forças Armadas brasileiras tomaram o noticiário recentemente, gerando uma polêmica em torno das posições e do papel dos militares no atual cenário político nacional.

Sued Castro Lima é coronel-aviador reformado da Força Aérea. Com 5.500 horas de voo, deixou o serviço em 1998. Ele fez parte do grupo inicial que compôs o Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF), entre 1992 e 1993, e é membro fundador do Observatório das Nacionalidades, vinculado à Universidade Estadual do Ceará (UECe).

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A Guerra do Pacífico no futebol, por Ricardo Cavalcanti-Schiel

A Guerra do Pacífico no futebol

por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Em 1879, quase uma década depois de terminada a Guerra do Paraguai, que opôs Brasil, Argentina e Uruguai a este país, e exército do Chile invade a cidade boliviana de Antofagasta, na costa do Pacífico, sob pretextos espúrios, mas com o objetivo de se apoderar das ricas jazidas de salitre e cobre da região do deserto de Atacama e seu litoral.

Ao cabo de 4 anos, a depauperada e frágil Bolívia perdia todo o seu litoral numa guerra fratricida, mesmo que contasse com a aliança militar do Peru, seu constante aliado e assemelhado cultural.

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Crise de representatividade: 70% não vê diferenças entre PT e PSDB


Foto: Paulo Pinto/Agência PT

Sugerido por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Maioria dos eleitores não vê diferenças entre PT e PSDB

Do Brasil 247

Levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas apontou que 70,1% dos eleitores não veem diferença entre PT e PSDB, contra 26,9% que enxergam diferença, e 3% não opinaram ou não souberam responder.

Sobre o fundo público que está sendo criado para financiar campanhas eleitorais, 90,7% dos entrevistados disseram ser contra a medida; 6,5% a favor, e 2,8% não opinaram ou não souberam responder.

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Da esquerda e outros demônios, por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Boulos tem razão quando diz que todo o sistema político pós-ditadura faliu. Mas falta dizer que não foi apenas por culpa dos “golpistas"

Guilherme Boulos em ato do MTST em São Paulo em novembro de 2015 (Foto: Mídia NINJA)
Foto: Mídia NINJA

Por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Publicado também no Outras Palavras

No dia 6 de setembro, o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz publicou no seu site o texto da palestra que dois dias antes o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, havia pronunciado nessa instituição.

Boulos tornou-se, com justiça, uma figura proeminente no debate político brasileiro atual, não apenas como ativista, mas também como formulador (ou, ao menos, sintetizador) de discurso, pontuando possibilidades alternativas, na perspectiva das esquerdas, à discursividade hegemônica do progressismo lulista.

Nesse sentido, o presente artigo visa expressar uma certa inquietação sobre a efetiva alternativa que as proposições políticas de Boulos pretendem anunciar, e se os recursos discursivos de que ele lança mão, a partir do texto publicado, não se circunscreveriam ainda a velhos estratagemas discursivos da esquerda, inclusive aquela da qual ele parece querer se distanciar.

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Estados Unidos ataca população civil da Síria com fósforo branco

No RT Noticias

Estados Unidos ataca população civil da Síria com fósforo branco

Tradução de Ricardo Cavalcanti-Schiel

A coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realizou ataques aéreos nesta quarta-feira (27/09)  na região de al-Suwar, província de Deir ez Zor, Síria, utilizando munição de fósforo branco, proibida pelas convenções internacionais. O ataque aéreo foi realizado sobre uma zona residencial dessa província síria.

Nesse ataque morreram três civis e outros cinco ficaram feridos. Além disso, propriedades públicas e privadas sofreram danos significativos.

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Forças especiais dos EUA estão combatendo juntas com o Daesh

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

na Sputnik News

Moscou revela fotos de material bélico dos EUA nas posições do Daesh

O Ministério da Defesa da Rússia publicou na sua conta no Facebook fotos aéreas de posições do Daesh (Estado Islâmico), perto da cidade de Deir ez-Zor, nas quais se vê material bélico dos EUA.

"Graças às fotografias aéreas captadas entre 8 e 12 de setembro de 2017, junto das posições do Daesh foi detectado um grande número de veículos blindados norte-americanos Hummer que estão a serviço das forças especiais dos EUA", informou o ministério. Leia mais »

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O último disco de Jorge Drexler

Sugerido por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Há vários anos radicado na Espanha e casado com a bela e almodovariana Leonor Watling, Jorge Drexler, o gênio uruguaio musical contemporâneo, autor da premiada "Al otro lado del río" e do belíssimo soneto musicado (em homenagem a Lope de Vega) "Que el soneto nos tome por sorpresa", acaba de lançar novo disco, depois de três anos em silêncio: "Salvavidas de hielo". Uma palhinha do disco:

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A nova geopolítica russa do petróleo

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Por F. William Engdahl, no New Eastern Outlook. Tradução do Coletivo Vila Vudu para o blog do Alok


Desde o Acordo Linha Vermelha de 1928 entre as gigantes britânicas, francesas e norte-americanas do petróleo para dividir as riquezas do Oriente Médio para o mundo do pós-1ª Guerra Mundial, o petróleo, ou mais precisamente, o controle sobre o petróleo passou a constituir a tênue linha vermelha da moderna geopolítica. Durante o período soviético, as exportações russas de petróleo visavam a maximizar a renda em dólares em todos os mercados possíveis. Hoje, com as ridículas sanções de EUA e União Europeia contra a Rússia, e as guerras instigadas por Washington no Oriente Médio, a Rússia está desenvolvendo novo quadro estratégico para sua geopolítica do petróleo.
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Derrota militar dos EUA na Síria: gatilho para o colapso financeiro, por Dmitry Orlov

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

Derrota militar dos EUA na Síria: gatilho para o colapso financeiro

por Dmitry Orlov

no seu blog. Tradução do Coletivo Vila Vudu, para o blog do Alok

Nos idos de 2007, escrevi Reinventing Collapse, onde comparei o colapso da URSS e o iminente colapso dos EUA. Há dez anos passados escrevi o seguinte:

"Os EUA que continuem imaginando que levar ao colapso uma moderna superpotência militar-industrial seria como fazer sopa: pique alguns ingredientes, aqueça e mexa. Os ingredientes que gosto de usar na minha sopa de colapso de superpotência são: déficit severo e crônico na produção de petróleo cru (esse elixir viciante mágico das economias industriais); severo e sempre crescente déficit na balança de pagamentos; orçamento militar descontrolado e crescente dívida externa. Obtêm-se o aquecimento e a mexida, muito eficientes, com alguma humilhante derrota militar e medo disseminado de catástrofe que se aproxime" (p. 2). Leia mais »

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Mapa da derrota da direita na Venezuela

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Por Marco Teruggi, no blog do Alok.

Originalmente em La Tabla.

Tradução do Coletivo Vila Vudu

A essa hora a direita estaria, pelos cálculos dela mesma, numa posição de força totalmente diferente da atual. Ou sentada no Palácio de Miraflores, ou tratando de um governo paralelo combinado com movimentos de massa e ações violentas, inclusive militares. Apostou no tudo ou nada/agora ou nunca, e hoje está enredada numa disputa interna para ver como seguir, tentando para não acabar pior que ao começar a escalada dos 100 dias.

Aconteceu o que tantas vezes acontece à direita: erraram nas análises. Superestimaram a própria força, subestimaram o chavismo, leram de maneira errada o estado de ânimo das massas, calcularam mal as coordenadas do campo de batalha. E nas batalhas as responsabilidades são coletivas, mas diferenciadas: o peso maior cai sobre os generais – como ensina, dentre outros livros, A Estranha Derrota, de Marc Bloch.

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O real significado da ameaça da Coreia do Norte à Ilha de Guam, por Richard Parker

no Politico Magazine, de Arlington, VA

O real significado da ameaça da Coreia do Norte à Ilha de Guam

Por Richard Parker

Tradução de Ricardo Cavalcanti-Schiel

Os trechos entre colchetes são esclarecimentos do tradutor.

Kim Jong-un sabia o que estava dizendo quando ameaçou atacar a Ilha de Guam. Antes que mero blefe na escalada de hostilidades verbais entre Estados Unidos e Coreia do Norte, a declaração agressiva do líder norte-coreano mirava o calcanhar logístico das forças militares norte-americanas no Pacífico, como se dissesse: “nós conhecemos muito bem os seus pontos nevrálgicos, e eles estão ao nosso alcance de tiro”.

Numa tarde úmida de maio na base de Anderson da Força Aérea, na Ilha de Guam, o tráfego aéreo militar parece convergir de todas as partes: [bombardeiros] cinzentos B-52, vindos da Dakota do Norte; KC-130 [Hércules de abastecimento], vindos da Pensilvânia; e C-130 [Hércules de transporte], vindos da Coréia do Sul.

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Trump a caminho do cadafalso, por James Petras

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

Trump a caminho do cadafalso

por James Petras

no Global Research. Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu para o blog do Alok

Nos últimos meses, vários setores políticos, econômicos e militares concorrentes – ligados a diferentes grupos ideológicos e étnicos – emergiram bem claramente nos centros do poder nos EUA.

Pode-se identificar alguns dos diretorados chaves que competem entre si e se interconectam na 'elite' do poder dos EUA:

1. Adeptos do 'livre mercado', entre os quais se vê, por todos os lados, a multidão ubíqua dos 'Israel-em-Primeiro-Lugaristas'.
2. Capitalistas norte-americanos nacionalistas, ligados a ideólogos de direita.
3. Generais, ligados ao aparato de segurança nacional e Pentágono, e à indústria da defesa.
4. Grupos do business, ligados ao capitalismo global. Leia mais »

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Ouro, petróleo, dólares, Rússia e China, por F. William Engdahl

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

no New Eastern Outlook

Ouro, petróleo, dólares, Rússia e China, por F. William Engdahl

Tradução do Coletivo Vila Vudu para o blog do Alok

O sistema monetário internacional de 1944, de Bretton Woods, como foi desenvolvido até o presente tornou-se, dito claramente, o maior obstáculo à paz e à prosperidade do mundo.
Agora, a China, cada vez mais apoiada pela Rússia – as duas grandes nações da Eurásia – começam a dar passos decisivos para criar uma alternativa muito viável à tirania do dólar norte-americano sobre o comércio e as finanças mundiais.
Wall Street e Washington não estão gostando, mas são impotentes para deter o movimento.


Pouco depois do fim da 2ª Guerra Mundial, o governo dos EUA, aconselhado pelos grandes bancos internacionais de Wall Street, projetou o que muitos interpretam erradamente como um novo padrão ouro. Na verdade, foi um padrão dólar, no qual todas as demais moedas dos países do Fundo Monetário Internacional fixaram o valor das respectivas moedas em relação ao dólar. Em troca, o dólar dos EUA foi ancorado ao ouro, num valor igual ao de 1/35 de uma onça de ouro. Ao mesmo tempo, Washington e Wall Street puderam impor um sistema pelo qual o Federal Reserve ficava com cerca de 75% de todo o ouro monetário mundial, como consequência da guerra e desenvolvimentos a ela relacionados. Bretton Woods estabeleceu o dólar, o qual então se tornou a moeda de reserva do comércio mundial, dos bancos centrais. Leia mais »

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Ao perderem na Síria, EUA terão Rússia como alvo mais do que nunca

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

na Sputnik Brasil

Ao perderem na Síria, EUA terão Rússia como alvo mais do que nunca

A vitória espetacular das forças governamentais da Síria e de seus aliados na cidade de Deir al-Zur "pressagia o fim da guerra", mas, por enquanto os inimigos do país árabe "mudaram sua agenda" para focalizar nos conflitos de outras regiões.

Assim assinalou em seu artigo para a Sputnik o jornalista e analista britânico Finian Cunningham, prevendo que "ao perderem na Síria, EUA terão Rússia como alvo mais do que nunca".

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Fotos

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Vídeos

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Documentos

A política indigenista, para além dos mitos da Segurança Nacional

Cavalcanti- Schiel, Ricardo. 2009. “A política indigenista, para além dos mitos da Segurança Nacional”. In: Estudos Avançados 23(65): 149-164. (São Paulo: Instituto de Estudos Avançados- Universidade de São Paulo). Disponível em:  http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142009000...

Quando nem todos os cidadãos são pardos

Artigo que publiquei na coletânea Divisões Perigosas: Políticas Raciais no Brasil Contemporâneo (sobre ela: http://pt.wikipedia.org/wiki/Divis%C3%B5es_Perigosas:_Pol%C3%ADticas_Rac... ). A revisão editorial (não a dos organizadores do volume), a pretexto de "corrigir" o texto, realizou pequenas adulterações semânticas, que aqui nesta versão corrijo.

Áudio

Sem colaborações até o momento.