Revista GGN

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Profissão Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias na Internet.
Formação Graduanda em Gestão Ambiental - UNOPAR. Especialista Técnica em Gestão Contábil - CNEC, Marketing - SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS. Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação.

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

O paraíso perdido dentro de cada um de nós, por Régis Mubarak

              Tenho a capacidade extraordinária de divagar e viajar para longas distâncias sem sair do lugar. Cinco minutos de prosa espontânea e já desenho qualquer cena no ar. Capto a essência, às vezes até a mensagem subliminar e repasso adiante (fracionado), somente o que precisa ser repassado, em pedaços saborosos de pizza quentinha. Graças à participação voluntária em projetos de pesquisas, descobri recentemente outra tribo da qual também faço parte: a dos desenhos animados, só que “com muita noção!” Leia mais »

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Não existe sangue igual ao nosso, por Régis Mubarak

Não existe sangue igual ao nosso

por Régis Mubarak

Não é sobre o orgulho de ser gaúcho. Não é sobre nosso sangue gaudério, metade Chimango, metade Maragato. Metade Gremista, metade Colorado. Não é sobre as raízes da Bacia do Prata que abraçam na memória vastas extensões do Pampa Rio Grandense e nos mesclam aos nossos meio irmãos Argentinos, ora do lado da mãe, ora do lado do pai, derrubando fronteiras num ritmo tão contagiante quanto ao do chamamé. Pois no íntimo, alguns de nós, os fronteiriços, por sermos “meio bastardos” nos desafiamos a todo instante uns aos outros por insignificâncias, justamente por carregar esse peso, da falta de reconhecimento dessa paternidade atávica sob nossos ombros!

Não é sobre nossos primos Catarinenses e suas praias abençoadas. E também não é sobre nossos primos mais distantes, os simpáticos Paranaenses. É sobre o sangue vermelho, ora tinto como o mais excitante dos vinhos envelhecidos, ora marrom e arrebatador como a terra sagrada, onde nossos antepassados pisaram aqui séculos atrás.

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Por todas as poesias ainda não escritas, por Régis Mubarak

Por todas as poesias ainda não escritas

por Régis Mubarak 

Falar sobre Paulo Leminski é recordar com doses homeopáticas de angústia existencial, que temos escondidos na memória amores mal resolvidos, sentimentos contidos, palavras não ditas, poesias perdidas e muitas, muitas poesias que ainda não foram escritas e mentimos para nós mesmos os reais motivos de não sabermos por que.

Professor e tradutor, Paulo Leminski (1944-1989), descendente de poloneses e africanos, por si só mistura étnica explosivamente encantadora, viveu tão intensamente quanto escreveu em suas metáforas os desejos dos corações partidos. E em suas obras, as dores, as expiações e os infinitos desconcertos da existência humana. Pintando tais sentimentos com pincéis mui dançantes por entre delicados objetos de cristais.

Paulo Leminski escrevia com a própria alma. E a alma não nos deixa mentir.

Também músico e letrista, pesquisador da cultura e língua japonesa, o poeta paranaense dominava idiomas que iam do francês, inglês, espanhol, grego e latim e não recebeu acolhida e tratamento dignos. Aos poucos eis que a história tendo por obrigação reescrever-se reconhece envergonhada que grandes gênios inexplicavelmente em sua passagem pela terra são maltratados ou ignorados. Recebendo mínimas doses de afeto, como se invisíveis fossem mesmo ao cruzar esquinas abertas em dias de céu azul.

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Estradas ligam pessoas e músicas, emoções... por Régis Mubarak

Estradas ligam pessoas e músicas, emoções...

por Régis Mubarak 

De 2007 até por volta de 2010 (não faz tanto tempo assim), atravessei a região sul várias vezes de mochila nas costas, ansiedade sufocante, esperança na altura das nuvens sombreadas dos meses de outono e pouquíssima grana no bolso. Com o único propósito de apresentar meu currículo ainda bastante minguado naquela época a Jornais e Portais de Notícias, (alguns que inacreditavelmente não sobreviveriam ao quinto ano de existência), no desejo de publicar textos engavetados desde a adolescência.

Já contei em outras oportunidades algumas raladas que levei, os dissabores, as entrevistas fajutas, maus tratos, rispidez em algumas circunstâncias, até cantadas de mau gosto. Em outras situações, conheci pessoas incríveis, que mantenho contato até hoje, homens e mulheres brilhantes, de uma generosidade quase maternal. Dessas raladas não guardo mágoas. Eis a frase que todo mundo conhece e me define: “Se não guardo nem dinheiro no bolso, como é que vou guardar mágoa e rancor?” Simples assim...

Infinitas vezes precisei ficar dias a mais do que previra, porque alguns diretores desses Jornais ou Portais insistiam numa segunda ou terceira entrevista e bate papo inútil, numa enrolação sem precedentes e eu como não tinha sacado “as más intenções,” me iludia achando que dali sairia contratada direto para no mínimo, a Editoria! Hoje acho graça de tamanha ingenuidade, mas na época, que angústia, que agonia, esperar a tal resposta, não conseguia almoçar direito, dormir direito, um drama de vários capítulos de uma interminável novela mexicana! Não conseguia ligar pra casa, o sinal de celular uma desgraça, a internet dez vezes pior... nem sinais de fumaça davam certo!

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Erva mate, prestígio e duas cartas extraviadas, por Régis Mubarak

              Quando as pessoas passam por situações de extrema dificuldade, sejam elas financeiras, emocionais, profissionais, familiares e até sexuais, ocorre uma mudança significativa no seu modo de agir, pensar, reagir, encarar a vida. Não deveria ser assim, o ideal – a grande utopia - seria crescer aos poucos, aprender com pequenos erros e obviamente não voltar a repeti-los, seguindo em frente. Nossa vida desde o nascimento até a morte, aliás, não morte e sim a cada passagem, é uma longa estrada, com curvas, atalhos, trechos pedregosos, outros iluminados, sol, chuva, ventania, pontes quebradas, pontes refeitas, sinais, pensamentos, relacionamentos, aprendizados, vastas emoções e decepções. E todos nós, indistintamente todos, sem nenhuma exceção iremos acumular essas experiências, em enormes quantidades as boas e também infelizmente, as ruins. Leia mais »

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As ditas tilápias e o teu guri, por Régis Mubarak

             Eis que “um milagre” se sucederá em 2017 e finalizarei minha Graduação em Gestão Ambiental. Sem arrefecer (na sequencia) meu entusiasmo, darei início à Pós-Graduação. Já escrevi em outros textos os reais motivos (não preciso repeti-los), que me fizeram adentrar e não completar (pois é...) os outros cursos: História, Psicologia e Administração nessa ordem. Entretanto conheci professores fantásticos e fiz amigos estimados que hoje mantenho contato e vez por outra, nos cruzamos em alguma parte desse maravilhoso Estado do Rio Grande do Sul e logo ali, na magnífica Santa Catarina. Leia mais »

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Um olhar além da alma, por Régis Mubarak

               Venho pesquisando o trabalho do cientista Robert Lanza, desde o final de 2015. Magnífico, nada menos que isso. Imensamente perturbador dependendo do seu ponto de vista, sua religião ou da falta dela, principalmente se considerarmos sua efetiva participação nos primeiros trabalhos sobre clonagem de embriões humanos. Sem deixar de citar Ian Stevenson (1918-2007), que por anos foi psiquiatra chefe do departamento de Estudos da Consciência da Universidade de Virgínia, o americano Robert Lanza vai além, explorando as questões do tempo, da morte, da vida após a morte e da consciência, consciente de sua própria atemporalidade num universo sem fim. Leia mais »

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Seu primo ou seu irmão para toda vida, por Régis Mubarak

                 Vou contar essa história omitindo o nome do personagem principal por uma questão de ética, respeito e profunda admiração. Existe uma qualidade fantástica que as pessoas não fazem a mínima ideia, ser parte intrínseca da cultura árabe: estender a mão sem pedir nada em troca. Um amigo árabe vai ser seu primo, ou mais que isso, vai ser seu irmão para vida toda. E esqueça os estereótipos de tudo o que já falaram por aí. Leia mais »

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Por um sorriso francês e meu chapéu do Indiana Jones, por Régis Mubarak

           “Sentimos saudade de certos momentos de nossa vida e de certos momentos de pessoas que passaram por ela.” Foi o poeta e escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) quem criou essa belíssima citação. De amplo domínio público e cujo autor desconheço há outra que diz o seguinte: “Todo poeta é um filósofo, mas nem todo filósofo é um poeta.” Discordo, há muita Poesia na Filosofia, basta procurar.

             Em um único parágrafo Drummond consegue transpor sentimentos de uma vida toda... só por isso os escritores merecem o céu. Não há o que discordar quando os poetas falam de amor, quando os filósofos se debruçam e atravessam noites insones tentando explicar as dores da humanidade ou quando além dos livros, o conhecimento popular eterniza-os através da tradição oral que vai sendo passada de geração a geração. Leia mais »

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Sol Nascente e Sauti Sol, por Régis Mubarak

              Desde que conheci Oishi e Akio num Fórum tri bacana sobre Ufologia, nos comunicamos no idioma espanhol e isso para mim fez toda diferença, por tratar-se do meu idioma nativo. Entretanto Oishi me surpreende positivamente com avanços significativos no aprendizado da língua portuguesa, enquanto eu o decepciono.

              Já carreguei meu tablet com PDFS de gramática japonesa, que permanecem abandonados em meio a dezenas de pastas arquivos. Assim como baixei outras obras, indo de romances a ficção científica para ler em trânsito, sem lograr o êxito almejado. Eis que o cheiro, a textura e o prazer de manusear as folhas de um livro, são indescritíveis e insubstituíveis. A satisfação de poder presentear “um livro vivo” a um (a) amigo (a) querido (a), me encanta por demais. No “dito tablete” somente apostilas especificas de saúde pública cuja leitura faço, cronometrando o tempo. Leia mais »

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Liberdade e existência inútil, por Régis Mubarak

              Em 2010 escrevi um artigo cujo título “Encantos Escondidos” reverenciava o canto dos pássaros a nossos sonhos escondidos. Também escrevi em épocas distintas vários outros textos detalhando múltiplos sentimentos que fazem parte da nossa odisseia humana rumo ao desconhecido... E centenas de outros artigos sobre centenas de outros assuntos: política, literatura, esporte, ciência, esoterismo, etc, etc, etc. Entretanto a facilidade de expressão através da escrita, esse dom além do ordinário, o talento fora do comum não me torna um ser humano “um degrau” acima dos demais. Leia mais »

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Confusão mental no mês de Outubro, por Régis Mubarak

por Régis Mubarak 

A literatura médica descreve “confusão mental” como uma espécie (tipo) de ataque neurológico, onde “se encaixam” alucinações e desorientações, num estado temporário de caos e desequilíbrio, quando o indivíduo não consegue agir com clareza. Caso esse período se prolongue indefinidamente surge outra situação (ainda mais negativa) denominada de “demência”, cujo prejuízo cognitivo é avalassador.

Quanto ao estado de “insanidade,” a psicologia também atribui algo (digamos identificável) similar a “confusão mental,” que oriunda de acontecimentos traumáticos (temporária) ou advindo de transtornos psicológicos (permanente), apresentando consequências (estragos) dificilmente previstos em análises meramente superficiais.

Devido à tamanha complexidade e abrangência, podem causar (inclusive) interpretações divergentes no discernimento de psiquiatras, psicólogos e demais profissionais da área do direito, quando relacionados a réus em processos penais, só para citar um exemplo mais visível ao nosso entendimento cotidiano.

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Escute os conselhos da sua avó, por Régis Mubarak

              O título que escolhi para esse artigo é “Escute os conselhos da sua avó” porque se tivesse uma para chamar de minha com certeza seria mais feliz do que sou. A mãe de meu pai por incrível que pareça não gostava de crianças por perto. Detentora de um caráter dúbio, nem ao menos fingia para manter as aparências ou criar laços mais profundos. E a mãe de minha mãe, mulher inteligente e mui bonita, tinha um defeito que na época eu não compreendia, demonstrando maior atenção aos filhos dos seus filhos preferidos em detrimento aos demais e nunca procurou disfarçar tal atitude. Leia mais »

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Uma história muitas versões, por Régis Mubarak

              Trata-se de uma piada cuja autoria infelizmente desconheço. Foi em 2011 quando a ouvi pela primeira vez “da boca de um dos Gnomos Mágicos” da Lan House que frequentava e a mencionei no meu texto “Algo que a gente não sabe.” Semana passada novamente deparei-me com essa anedota, dessa vez em uma palestra acadêmica, narrada pela boca de um nobre Sociólogo e Mestre em Comunicação.

              O real valor dessa experiência (reproduzirei a piada a seguir), é que chegou até mim de duas fontes distintas em épocas distintas: por um aprendiz de hacker no auge dos seus 16 anos de existência e por um grande professor no auge dos seus 63 anos de sabedoria, provocando igual resultado: a compreensão da mensagem subentendida nas entrelinhas, aliás, o grande objetivo das piadas, parábolas e charges de um modo geral. Leia mais »

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A teoria dos 10 quilômetros e meio, por Régis Mubarak

Sinceramente sobre “minha teoria dos 10 quilômetros e meio,” preciso avisá-lo “de pronto” nesse parágrafo inicial, que não revolucionaria nada no campo científico, nem causaria celeuma, dissidência ou desapontamentos aos lados opostos, caso fosse efetivamente implantada. É uma teoria simples, sem retoques, que confesso ser de uma característica placidamente infantil. Infantil no sentido de que quando éramos pequenos e ingênuos, estávamos convencidos de que quando nos tornássemos adultos, princípios como união e solidariedade permaneceriam intocados, jamais sendo substituídos por distorções maléficas as nossas almas tais como a arrogância e a prepotência.

Minha teoria, aliás, vamos corrigir o termo “minha” por “essa” pode ser explicada didaticamente da seguinte forma: imagine que o próximo gestor e sua equipe democraticamente eleitos no seu (nosso) município, independente de sua sigla partidária representar a continuidade ou a mudança do governo anterior, continuasse a pavimentar a sua (nossa) estrada rumo ao futuro, a partir dos 10 quilômetros e meio já asfaltados!

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Vídeos

Despacito Sapateado Trio Pacito - Ijuí RS, por Régis Mubarak

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