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CONTEÚDOS DO USUÁRIO

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Temer não cai porque temos um golpe tipo Coitus interruptus.

 

Não pensem que o bjetivo do Golpe era a colocação de Temer para ganhar tempo e com as "reformas" relançar a economia brasileira e posteriormente ganhar as eleições.

O problema deste golpe é que o mesmo está como o método de anticoncepção do tipo Coitus interruptus, ou seja, antes de se chegar ao gozo final estão tendo que interrompê-lo, porém como todo o final do método resta à necessidade de aliviar as tensões resultantes do coito.

Mesmo não querendo ser chato e repetitivo, vou ter que ser chato e repetitivo na posição que mantenho desde mais de dois anos, os golpistas e seus assessores da CIA simplesmente são AMADORES, agora podemos citar os assessores nominalmente com as benesses do General Etchegoyen, que até nos deu o nome dos personagens.

Como amadores em termos de golpes procurando inovar em termos de base de sustentação, tentaram realizar um golpe com uma base no judiciário, com isto os mesmos entraram numa enrascada, pois, como sempre, quando se tenta inovar a chance de erro aumenta em muito.

Vamos aos fatos: Leia mais »

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Por mais que não pareça os golpistas eram e são amadores.

Por mais que as pessoas tenham negado quando escrevi a primeira vez já em 03/03/2015 que:

Mesmo se o apoio das forças armadas do país a ser golpeado for de 100% de seus membros a existência de uma liderança política executiva e não legislativa é necessária para começar um golpe.......” (vide Deem-me um estado de apoio que vos darei um golpe!), acrescento o resumo do resto da opinião no artigo, a inexistência de um forte e predominante apoio político regional para coordenar este golpe é imprescindível, pois só uma liderança política terá a capacidade de organizar as diferenças tarefas de reestruturação do Estado em torno de uma nova posição política. Leia mais »

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Deem-me um estado de apoio que vos darei um golpe!, por Rogério Maestri

Segundo Pappus de Alexandria, o último matemático grego importante da antiguidade, o grande Arquimedes de Siracusa matemático, físico, engenheiro, inventor, e astrônomo grego logo após a conclusão de seu trabalho teórico sobre alavancas Arquimedes pronunciou a famosa frase “Deem-me um ponto de apoio e moverei a Terra.”.

Sem o mínimo brilhantismo e inteligência do grande Arquimedes, faço uma adaptação da célebre frase para a realidade atual brasileira, ou seja, para que se dê um golpe se precisa ao mínimo de um ponto de apoio, explico melhor.

Dentro do manual da seção de golpes no exterior da CIA (se eles não têm este manual, deveriam ter!), há determinados pressupostos básicos para dar um golpe num pais que está dentro da sua normalidade democrática, e um desses pressupostos é a existência de um ponto de apoio logístico civil local para dar a partida de um golpe.

Mesmo se o apoio das forças armadas do país a ser golpeado for de 100% de seus membros a existência de uma liderança política executiva e não legislativa é necessária para começar um golpe.

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Engenheiros e técnicos, os proletários do século XXI.

 

Há uma grande confusão conceitual que sociólogos, políticos e demais agentes fazem sobre uma notação técnica que mais por ignorância de todos leva a conclusões antagônicas.

Até o início do século XX era clara uma classificação, o proletariado, o proletário consistia daquele que não tinha nenhum meio de vida exceto sua força de trabalho (suas aptidões), que ele vendia para sobreviver. Pois bem a partir desta definição do século XIX dada por Karl Marx foi expressa pictoriamente pela foice e o martelo, que simbolizavam o proletariado industrial e o camponês.

A imagem foi mais forte do que a própria definição, ou seja, um proletário necessariamente para a maior parte dos teóricos marxistas e mesmo de teóricos que desviaram da linha marxista, sempre era de um proletário da indústria como alguém que com um martelo, uma chave de fenda, ou mesmo outro tipo de ferramenta primitiva produzia bens para serem vendidos pelos capitalistas. Esta visão se reproduzia no campo através da foice, gadanho, enxada e outros equipamentos primitivos. Leia mais »

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Uma GUERRA RELIGIOSA?

Há inúmeros questionamentos sobre o porquê da perseguição de Lula pelo Procurador Dallagnol do famoso PowerPoint.

Várias hipóteses estão sendo feitas, pois são necessárias hipóteses não jurídicas para entender todo o processo contra Lula armado simplesmente por provas geradas pelo mesmo através de um processo de tortura psicológica dos delatores que servem como a única prova contra Lula.

Assisti com paciência aos vídeos da imensa maioria das delações que servem de “prova” contra Lula, são simplesmente delações vazias que a elas não é ajuntado nenhum documento que não seja que o apartamento existe e que foi reformado sob as ordens da OAS. Pensei que o Ministério Público estava guardando alguma prova na manga para na sua peça final aparecesse algo, mas como era de se esperar a montanha nem um rato pariu!

Com as alegações finais do procurador continua o verdadeiro enigma:

- Por que da sanha acusatória do mesmo contra Lula? Leia mais »

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A consequência da Lava-Jato no descrédito da democracia burguesa brasileira.

Quando se cria um processo produtivo gera-se um produto principal que é o objetivo da criação de toda uma estrutura fabril. Paralelamente a este se pode obter produtos secundários na concepção inicial do empreendimento. Por diversas razões o subproduto passa algumas vezes a ser mais relevante que o objeto principal da produção

Na Lava-Jato o produto principal deveria ser não o combate à corrupção, mas sim a geração do descrédito tanto dos partidos reformistas com nuances de esquerda, como de toda a estrutura partidária. O Partido dos Trabalhadores é uma primeira vítima do esquema, porém enganam-se muitos que pensam que foi casual a desmoralização do PMDB e PSDB. O discurso contra o Partido dos Trabalhadores começa antes dos “escândalos” do mensalão e da Lava-Jato, mostrando que a dinâmica do processo é bem mais ampla do que pensam a imensa maioria dos simpatizantes do partido. Leia mais »

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A diferença da atuação da direita liberal brasileira e francesa.

 

Tem-se uma diferença substancial entre a direita liberal brasileira e a francesa que fica evidente nos últimos dois anos, uma é baseada na improvisação e no amadorismo enquanto é exatamente ao contrário, é extremamente ela é calculista e nada é deixado ao acaso. Isto desnuda outro problema, a falta total de cultura das “elites econômicas” brasileiras.

A eleição de Macron vem sendo tramada e montada há mais de dois anos, e vem sendo trabalhada com uma organização meticulosa, tanto sob o ponto de vista de apoio mediático como na criação de um personagem palatável ao eleitor. Por outro lado o que vem se fazendo no Brasil é uma espécie de mutirão mafioso em que a cada seis meses se lançam um grupo ao poder.

Em termos de objetivo político final, tanto o objetivo dos franceses como dos brasileiros é o mesmo, o desmanche do Estado e a radicalização de políticas que permitam que as grandes corporações internacionais assumam por completo o poder, logo quanto a isto não é necessário nenhuma diferenciação, mas quanto ao método é da água para o óleo. Leia mais »

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Desculpe-me, mas todo o caos tem uma lógica!

Há uma tendência a utilizar a palavra Caos de forma imprópria, pois se ela for utilizada de forma correta se vê como algo que segue uma determinada lógica.

Se utilizarmos a palavra CAOS no senso comum este seria uma ausência de organização ou uma desordem, porém se utilizarmos no sentido matemático se verá que a definição é outra e que esta dará mais sentido do estado político e social que estamos hoje.

Caos no sentido matemático significa algo que é regido por uma série de equações que descrevem um sistema dinâmico (que varia com o tempo) rigorosamente determinista (segue a leis matemáticas conhecidas), mas que apresentam na presença de perturbações muito pequenas (instabilidades) que em função das condições que se tem no momento (às condições iniciais) o movimento que pode ocorrer neste sistema apresenta BIFURCAÇÕES. 

Isto é chamado o Caos determinístico, ou seja, se conhecermos as equações, o estado inicial poderemos prever quais são as soluções possíveis. Leia mais »

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TEMER, UM ARQUIVO (a ser) MORTO?

Anthony Garotinho quando foi preso por um crime eleitoral que supostamente havia cometido durante as eleições meses depois desta sem nenhum julgamento, parecia mais de uma das arbitrariedades das prisões ilegais que estão sendo feitas no Brasil, como o suposto delito já não apresentava mais condições de ser realizado, pois a eleição já haviam passado.

Porém na hora que foi preso, Garotinho esperneou literalmente provocando um escândalo que inviabilizou o envio para uma unidade prisional comum, ele logo a seguir explicou seu escândalo, devido a uma possibilidade do mesmo na prisão sofrer um atentado. Bem o mal o julgamento continua, mas Garotinho aguarda em liberdade até o fim do processo, em resumo, ele temia por sua vida.

Pois bem, passando aos dias atuais ficamos surpreendidos com a fantástica cobertura de Rede Globo sobre um pequeno trecho de uma conversa que dura poucos segundos feita por uma gravação de baixa qualidade cheia de ruídos em que é necessário prestar muito a atenção sobre o que está registrado. Leia mais »

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Alguém está detectando algo bem mais sinistro!

Começam a causar espécie (que expressão mais antiga!) discursos conciliadores provindo de onde jamais se pensaria que viria como Gilmar Mendes, Reinaldo Azevedo, FHC e outros, que espantam ouvidos que escutavam duras críticas destes mesmos. As interpretações são as mais diversas, porém parece que alguém bem mais em cima destes arautos da direita começa a transmitir a senha que o cuidado deve ser redobrado para evitar que mãos mais impuras toquem no Bolo.

Temos simplesmente que imaginar que o Império tem o seu próprio roteiro, e como o Brasil não é um pequeno país da América Latina ou da África. E talvez o roteiro previsto foi executado com muita velocidade e efeitos colaterais começam a ser detectados.

Vamos imaginar um cenário, o Império deseja países integrados no grande circuito monetário bombeando recursos e produtos para a matriz, para isto as figuras tradicionais do PSDB eram as ideais, as do PMDB mais enraizada nas oligarquias locais são passíveis de retrocessos na internacionalização do país e de alianças com governos mais progressistas, já o velho PSDB não. Leia mais »

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Uberização, Imperialismo e Ludismo Moderno.

Talvez o título pareça um pouco meio sem sentido, porém é um texto que procura dar uma atenção aos velhos, e alguns cansados, militantes socialistas ou comunistas que não entendem porque o Capitalismo e o Imperialismo conseguem sobreviver apesar das previsões mecanicistas que grande parte da esquerda faz, prevendo a extinção do Capitalismo a cada grande crise.

Pois bem, o capitalismo se renova de forma anárquica e pragmática, sem teorias da conspiração ou reuniões de Clube de Bilderberg ou de Illuminati, mas sim pela implantação do Uber, do YouTube, do NetFlix e de mais outros que hão de vir.

O imperialismo cansou de intermediários, e para garantir a sua subsistência e domínio sem controle das inconvenientes leis nacionais e burocracias estatais partiu para a centralização não mais na mãos de 1% da população, mas muito menos ainda. Leia mais »

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A enquete da Veja sobre a greve é mais do que um deslize, por Rogério Maestri

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Foto: Marcelo Pinto/APlateia

Por Rogério Maestri

De forma apressada poder-se-ia dizer que a enquete da Revista Veja sobre o golpe foi causada por um acaso e distração da empresa, pois a resposta praticamente unânime de apoio à greve (96,14%) foi arrasadora e completamente contra a linha editorial da empresa, porém como nada vem ao acaso podemos concluir de outra forma (depois repuseram a enquete e por um milagre a posição que era 96% passou para 60%).A revista Veja vive não só de anúncios normais, mas como de anúncios vinculados ao Estado e mais outros “subsídios” meio espúrios do mesmo Estado.

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Quando não for dinheiro em paraísos fiscais será o ouro e os diamantes!

Quando não for dinheiro em paraísos fiscais será o ouro e os diamantes!

Parece que todos estão chegando a uma mesma conclusão, a capacidade de corromper dos grandes capitalistas é imensa.

Se uma empresa em dez anos conseguiu a proeza de gastar US$3,3 BILHÕES (dólares, é claro) se somarmos todas as empreiteiras, os bancos, as multinacionais e mais outros grandes capitais, poderemos sem fantasiar muito chegarmos a valores em torno de US$20 bilhões em suborno aos políticos que estiverem disponíveis para serem subornados. Leia mais »

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Na criação de um capitalismo nacional qual é o limite de sua defesa pela esquerda?

Qual é o limite da esquerda na defesa de um capitalismo nacional?

Com a sucessão das delações dos executivos da Odebrecht talvez o que deva questionar muito os esquemas da corrupção como também os valores das propinas caixas dois e subornos propriamente ditos. Também não é de estranhar a capilaridade com que esta verdadeira hidra se espalhou por todos os níveis da política e pela imensa maioria dos partidos. O que é necessário questionar é o Capitalismo no nosso país.

A grande pergunta que deve ser feita é para que serve o capitalismo no Brasil. Temos por um lado empresas estrangeiras que simplesmente trazem indústrias prontas e muitas perfeitamente obsoletas e que na maioria das vezes são financiadas com capital nacional geralmente do dinheiro de impostos. Por outro lado temos milhares de indústrias nacionais que não produzem o mínimo de tecnologia e que pouco a pouco vão entregando o seu mercados aos grandes conglomerados internacionais.

Além das pequenas e médias empresas, sobrevivem de novo através de uso de financiamentos públicos ou diretos ou indiretos através de sobre-preço de produtos e serviços vendidos ao Estado. Leia mais »

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Por que os movimentos da direita se esvaziaram tão rápido?

 

As manifestações do dia 26/03/2017 foram enigmaticamente esvaziadas em relação a séries de manifestações realizadas pela direita no último ano, qualifica-las de fracasso ou qualquer outro nome é uma mera questão retórica que serve simplesmente para motivar a militância da esquerda ou mesmo a militância mais progressista alargando o espectro dos que se vão se tornando contra o Golpe.

As 630 pessoas em Brasília, praticamente o mesmo número de policiais destacados seguir os manifestantes somadas com algo em torno de um pouco mais de 2000 pessoas no Rio de Janeiro e uns 20.000 (dados não confirmados) em São Paulo são o que para cidades com mais de alguns milhões de habitantes uma verdadeira não existência destas como um movimento de massa, ou seja, manifestações que não chegaram a agrupar 0,1% das populações destas cidades, como o complemento disto é 99,9% estatisticamente é possível se dizer que elas não existiram. Leia mais »

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No século XX, a Eugenia, no século XXI a Pegada Ecológica.

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