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O caso Raquel Dodge e Geddel Vieira Lima, por Luis Nassif

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
 
Não é correta a versão de que, ao considerar Geddel Vieira Lima chefe de quadrilha, a
Procuradora Geral da República Raquel Dodge teria tido a intenção de vetar sua delação
premiada e, consequentemente, proteger seu chefe Michel Temer.
 
Chefe de quadrilha pode fazer acordo: só não pode ter imunidade. E, a rigor, ela não afirmou
que ele era chefe de quadrilha, mas que agia como chefe de quadrilha. Objetivamente, usando o jargão do Ministério Público, ela “encareceu” o acordo, isto é, obrigará Geddel a entregar delação valiosa para concretizar o acordo.
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Ao afastar delegado, Alckmin pode definir episódio relevante, por Luis Nassif

O afastamento do delegado Carlos Renato de Melo Ribeiro, de Paulínia, e abertura de procedimento investigativo para analisar as circunstâncias da invasão de residência de Marcos Claudio, filho de Lula, representa um ponto de inflexão na curva do autoritarismo pátrio.

Louve-se o governador Geraldo Alckmin pelo procedimento.

O grande problema do quadro atual foi o liberou geral, estimulando os atos arbitrários generalizados, com delegados, procuradores, juízes de direito exercitando um poder abusivo na caça aos “inimigos”.  

É uma praga da mesma natureza daquela preconizada por Pedro Aleixo, quando da assinatura do AI5. Qualquer porteiro de cadeia transformou-se em autoridade suprema contra o “inimigo”. Quanto mais apagado o delegado e o procurador, maior a ânsia por demonstrar poder.

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Trivial de Guinga, por Luis Nassif

O último CD de Guinga, “Avenida Atlântica”, com Quarteto Carlos Gomes, é uma obra prima.

Lançado pelo selo SESC, de São Paulo, consiste em 13 peças de Guinga, sozinho ou com parceiros, e com arranjos, quase coautoria, de Paulo Aragão, um craque, profundo conhecedor dos embricamentos entre a música instrumental brasileira e os clássicos.

A música de Guinga não se explica pelos cânones normais da música popular, na qual harmonia e melodia criam pontos de tensão, que se resolvem voltando para o acorde inicial. Melodia e harmonia voam, às vezes dão a impressão de caminhar por uma estrada reta e, de repente, na melodia surgem pontos de tensão sutis, que transbordam os limites da harmonia e saem voando, conduzindo a harmonia atrás de si, como os tapetes mágicos dos contos ancestrais.

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As trapalhadas finais de Rodrigo Janot, por Luis Nassif

Imagine-se a cabeça do Procurador Geral da República Rodrigo Janot ontem, sexta-feira.

Comportara-se no acordo da JBS como o repórter com pouca experiência em jornalismo investigativo, em cujo colo cai o furo do século. Afobado, tratará de publicar o furo o mais rapidamente possível, com a ansiedade dos focas. E, na pressa, abre a guarda com erros não essenciais que são utilizados para desmoralizar a parte relevante da matéria.

O “foca” Janot enfrentava problemas maiores. Nos processos criminais, erros na forma podem anular o furo. E, por afobação, Janot cometeu inúmeros erros, quando a JBS apresentou-lhe a possibilidade de dar o furo do século. E, agora, os erros passaram a desabar sobre sua cabeça; Leia mais »

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