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CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

A educação contra a barbárie, por Jota A. Botellho

A educação contra a barbárie

por Jota A. Botellho

Aos nossos imprescindíveis professores, numa singela homenagem ao Dia do Professor, estabelecido e comemorado sempre no dia 15 de outubro de todos os anos, trazemos aqui a história da professora judia da Alemanha de Hitler que se atreveu a desafiar o ódio e a intolerância contida na abominável perseguição do regime nazista aos judeus, sobretudo às crianças, jovens e adolescentes em idade escolar. Antes, abrimos o nosso post com as imagens filmadas pelo cinegrafista norte-americano Julien Bryan da escola fundada pela professora Leonore Goldschmidt (foto acima), em 1935, nos arredores de Berlim, a capital do deus Moloch nazista.



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A Revoada dos Galinhas Verdes, por Jota A. Botelho

A Revoada dos Galinhas Verdes, por Jota A. Botelho

Para quem pensa que a esquerda brasileira nunca se uniu está redondamente enganado. Neste caso, mostra o quanto ainda a nossa história é bastante desconhecida para muitos. A prova está no que aconteceu em 7 de outubro de 1934, em São Paulo, há 83 anos atrás. Lá ocorreu uma das batalhas mais memoráveis da esquerda brasileira: "A Batalha da Praça da Sé" ou "A Revoada dos Galinhas Verdes", assim conhecidos os membros da Ação Integralista Brasileira (AIB) de Plínio Salgado. Essa batalha inseriu o país na principal disputa mundial dos anos 30, entre a esquerda de diversas tendências e a direita nazifascista. O pau quebrou com tiros, mortes e feridos de ambos os lados.



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Todas as vozes, todas, por Jota A. Botelho


Todas as vozes, todas, por Jota A. Botelho

Um dos símbolos mais representativos de luta e resistência, juntamente com muitos outros, do movimento da música social de nosso continente, Mercedes Sosa foi uma das vozes mais importantes da América Latina. Nascida na província argentina de Tucumán, em 1935, veio a falecer em Buenos Aires no ano de 2009. O documentário a seguir, do cineasta Rodrigo H. Vila faz uma excursão biográfica e uma amostra para conhecermos em profundidade a vida desta grande artista e cantora que nos deixou um legado indelével na memória dos povos latino-americanos.



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A velha trova cubana, por Jota A. Botelho

Por Jota A. Botelho

Mais uma maravilha cubana que nos surpreende e emociona assim como aconteceu com o aparecimento do Buena Vista Social Club, o encanto destes cinco músicos veteranos dessa bela ilha caribenha, com a sua riquíssima história musical, que descubro ao acaso, tal como um caçador de pérolas nas Antilhas, este quinteto precioso La Vieja Trova Santiaguera, formado em 1994, embora tenha passado a partir de então por algumas modificações, mas o seu repertório, a sua sonoridade e o seu ritmo dispensam maiores comentários. É melhor aprecia-los pelos seus enormes talentos e criatividades, faz bem ao espírito e a alma. Foi com um grande prazer criar estes vídeos a partir de trechos de uma excursão deles pela Espanha e de um Concerto realizado em Santa Lucía, em 2001.



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Dois roqueiros no Velho Oeste

Resgate de Jota A. Botelho


O Gordo & O Magro dançando Let's Twist Again (Chubby Checker)

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Nada como uma boa cachacinha

Dane Vasic e Daut Tihic: após quase se matarem no campo de batalha, ex-soldados se reencontraram numa mesa de bar

Sugestão de Jota A. Botelho

"Mas eu matei você!"

Décadas depois de quase se matarem no campo de batalha, dois antigos soldados da Guerra da Bósnia se reencontram e acabam se tornando sócios  

por Deutsche Welle - publicado 26/08/2017 - via Carta Capital - Fotos: Marinko Sekulic / DW 

Em outubro de 1992, no front de guerra de Skelani, perto de Srebrenica, dois soldados se encontram durante um combate. O bósnio muçulmano Daut Tihic é mais rápido e atira no inimigo sérvio, derrubando-o.
Anos mais tarde, no outono de 2006, quando a guerra na Bósnia Herzegovina já tinha há muito acabado, Daut bebia com amigos em sua aldeia natal, Skelani, quando viu um homem de rosto familiar entrando no bar.

O desconhecido o cumprimentou e se sentou em outra mesa. Daut não acreditava. "Este é o homem que matei" gritou para seus amigos, antes de se levantar, ir até o homem e dizer: "Eu matei você!"

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Paris, os loucos anos vinte, por Jota A. Botelho

Por Jota A. Botelho



Um parêntese de liberdade, um momento mágico entre as duas guerras mundiais, os felizes anos 20 que só durou uma década, numa época que Paris viveu uma intensidade criativa e uma efervescência nunca visto antes. A noite temática da RTV Espanhola investiga esta história da capital francesa no documentário Paris, os loucos anos vinte, onde se vendiam sonhos todos os dias e noites pela Cidade Luz, e que Hemingway a descreveu na sua obra Paris é uma Festa

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O trabalho sem cidadania, por Boaventura Sousa Santos

Por Jota A. Botelho

Entrevista com o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos sobre a crise do trabalho no mundo do capitalismo neoliberal onde sua relação perde toda a cidadania. Será o fim do Contrato Social firmado desde o século XVII

Segundo o prof. Boaventura o capitalismo neoliberal é um capitalismo global que mostra toda a sua vocação antissocial globalizante e, portanto, sobrepondo aos Estados Nacionais. Como a proteção social ainda hoje é ancorada nos Estados Nacionais, na medida que ele sobrepõe a estes Estados, ele irá fazer um ataque aos direitos sociais e econômicos, sobretudo aos direitos laborais. 

E, por outro lado, ele vai promover um outro discurso - os dos direitos humanos - como sendo um discurso progressista, mas para quem está atento isso acarretará a substituição do discurso dos direitos da cidadania por este discurso, que embora válidos, mas não tem a mesma eficácia, a mesma densidade política, não tem os meios de coesão e aplicação que tem os direitos da cidadania, mudando assim completamente a lógica anterior com a hegemonia deste discurso, que provocará uma deteriorização dos direitos de cidadania. Obviamente, ainda segundo o prof. Boaventura, o objetivo desta forma de capitalismo neoliberal é transformar o trabalho num fator de produção e nada mais. 

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Na escuridão da noite: poesia e miséria em Nelson Cavaquinho



Na escuridão da noite: poesia e miséria em Nelson Cavaquinho

por Jota A. Botelho

O documentário "Nelson Cavaquinho", realizado pelo diretor Leon Hirszman e lançado em 1969, faz um breve retrato de Nelson Cavaquinho e da periferia do Rio de Janeiro a partir de sua casa em Bangu, resgatando parte da obra deste lendário músico de forma pungente e arrebatadora, onde é captado toda a miséria ao redor, como se ela fosse o húmus para a poesia embriagadora e embelezadora ungida pela  indiferença do grande compositor e poeta, que tocava um violão único e inimitável, sustentada pelo seu humanismo nas afirmações contidas em duas de suas canções presentes no documentário: "do pó vieste e para o pó irás/ nesse planeta tudo se desfaz /... porque o teu castigo chegará também /...guarda a tua riqueza /que eu ficarei com a pobreza/ eu me considero rico em ser pobre/... tu também és um que vieste do pó...", pois ele sabe que irá partir um dia: "vou partir/não sei se voltarei... partirei para bem longe/ não precisas te preocupar..."Leia mais »

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Gilberto Freyre e o juridicismo brasileiro, por Jota Botelho

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Foto: Divulgação

Por Jota A. Botelho

Vale a pena assistir o trecho da conferência de Gilberto Freyre proferida no Rio de Janeiro, em 1985, no 2º. Congresso Brasileiro de Psicanálise d'A Causa Freudiana do Brasil que nos surpreende e se mostra atualíssima, onde ele aproveita da referência do encontro para aconselhar que grande parte dos juristas brasileiros precisavam ser 'psicanalizados'. Nesta conferência, Freyre desanca a justiça brasileira devido a sua quase divinização de seus agentes jurídicos que não tomam conhecimento do social, constituindo uma casta intolerante cuja solução para os problemas brasileiros deve ser a JURÍDICA e nunca a SOCIAL, isto é, o JURIDICISMO exerce uma grande resistência aos problemas sociais brasileiros, tendo ainda uma predominância na vida intelectual, política e econômica do Brasil, sendo regido apenas pelo seu exclusivismo jurídico, dentro de seu mundo fechado de doutores, e canonizados pela tradição dos bacharéis do Direito oriundos da Universidade de Coimbra, em Portugal, que influenciaram as primeiras faculdades jurídicas no Brasil. E também critica, como exemplo, o exclusivismo jurídico de Rui Barbosa.

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Brecht e a queima do café no Brasil, por Jota A. Botelho


Cartão postal em alemão mostra uma cena da queima do café em Santos (Kaffeeverbrennung in Brasilien). Ao lado, cartaz nos EUA com o subtítulo da tradução inglesa 'Whither Germany?' e o nome do teatro da Filadélfia de sua exibição (ca. 1933)

Brecht e a queima do café no Brasil

por Jota A. Botelho

O filme Kuhle Wampe oder Wem gehört die Welt, ou simplesmente Kuhle Wampe, mostrado nos EUA como Whither Germany? e intitulado no Brasil como A Quem Pertence o Mundo?, teve suas cenas finais dirigidas por Bertolt Brecht onde ele mostra um debate político entre os passageiros de um trem sobre a queima do café ocorrida no Brasil nos anos 1930, bem como a situação econômica da Alemanha e o futuro político do mundo, sendo finalizada com uma canção de luta e esperanças entoada pelos trabalhadores desempregados numa Berlim mergulhada no caos da Grande Depressão. Estas cenas, por mostrarem vários grupos sociais distintos, podem ser interpretadas como uma síntese da sociedade alemã da época, ainda bastante dividida quanto às suas posições políticas, antes de cair de vez no colo dos nazistas. 


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A Conferência de Vazei

por Jota A. Botelho

Os momentos decisivos de consumação do Golpe de Estado depois de ultrapassada as etapas de conspiração e realização, antes das etapas de estruturação e consolidação do Novo Regime, como todos os golpes ocorridos neste país. Quanto à sua derrocada, nem Deus sabe. 


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Uma história da catástrofe neoliberal, por Jota A. Botelho


Diego Rivera: Detroit Industry Murals, Detroit Institute of Arts (1932-33).

Por Jota A. Botelho

Um documentário sobre a catástrofe do modelo neoliberal desde a queda da antiga URSS até Grécia do Syriza, que foi disseminado pela propaganda e pela desinformação da mídia ocidental na busca de defender este sistema criminoso que beneficia cada vez mais os ricos, gerando misérias descomunais em todas as nações que adotaram este modelo econômico de livre mercado. 

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Pequena Fábula, de Franz Kafka

por Jota A. Botelho



"Ah", disse o rato, "o mundo torna-se a cada dia mais estreito. A princípio era tão vasto que me dava medo, eu continuava correndo e me sentia feliz com o fato de que finalmente via à distância, à direita e à esquerda, as paredes, mas essas longas paredes convergem tão depressa uma para a outra que já estou no último quarto e lá no canto fica a ratoeira para a qual eu corro". - "Você só precisa mudar de direção", disse o gato, e devorou-o. (*)

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Che Guevara e o trabalho, por Jota A. Botelho

Che Guevara e o trabalho, por Jota A. Botelho

O belo discurso de Che Guevara, que faltou ao PT pela sua história como partido de esquerda, conclamando a juventude sobre a importância do trabalho fazendo do esforço algo criativo e novo.
     "Trabalhar para aperfeiçoar-se, aumentar os conhecimentos e a compreensão do mundo que nos rodeia, de inquirir e averiguar e conhecer bem o porquê das coisas. De estar sempre abertos para receber as novas experiências (...). E de estar permanentemente preocupados com os nossos próprios atos (...). A juventude tem que criar. Uma juventude que não cria é uma anomalia realmente (...). E pensar todos e cada um como ir mudando a realidade, como ir melhorando-a (...). A exigência é ser essencialmente humano, e ser tão humano que se acerquem ao melhor do humano. Que se purifiquem o melhor do homem através do trabalho, do estudo e do exercício da solidariedade continuada com ele e com todos os povos do mundo (...). De reconstruir o que foi destruído ao fim de tudo isso (...)".
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