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Se a enfermagem for às ruas, a nação vai junto!, por Ion de Andrade

Se a enfermagem for às ruas, a nação vai junto!

por Ion de Andrade

O Sistema Único de Saúde, SUS, é a regulamentação do princípio constitucional vigente de que a Saúde é um direito de todos e um dever do Estado. É um marco civilizatório num país recordista em desigualdades e em crueldades com o seu povo.

O SUS tem uma estrutura de tomada de decisões colegiada, participativa e ascendente que fazem dele o componente mais avançado do Estado brasileiro, além de ser a sua maior política de inclusão social.

Vital para o país, o SUS congrega a nação e é um dos raros espaços do Estado onde podem ser construídos consensos entre conservadores e progressistas.

Mas o SUS só é realidade devido ao trabalho real de pessoas que se empenham para que ele dê certo. Atrás do SUS há sangue, suor e lágrimas.

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Fim da História ou transição ao socialismo?, por Ion de Andrade

Por Ion de Andrade

Tempos de perplexidade, a ideia de transição para algo que vá além dos marcos do capitalismo parece, desde a queda do muro de Berlim, caminhar para os livros de mitologia. Parte da esquerda abandonou a ideia do socialismo o que exprime, após um século de revoluções precedido de outro de “luzes” teóricas, a ideia de que estaríamos rendidos a um “fim da história”, à vitória total de um capitalismo que teríamos apenas que humanizar.

Entretanto, a explosão de interesses por obras como “O Jovem Karl Marx” ou a popularidade de Zizek, mostram que as brasas não estão frias e que o socialismo continua atraindo o interesse de muitos. Esses interessados intuem que o declínio contemporâneo das ideias do socialismo é passageiro, continuam socialistas e aguardam fatos novos ou novas concepções que possam repor a engrenagem em marcha.

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Sociedade de Medicina de Família discorda de restrição ao trabalho da enfermagem, por Ion de Andrade

Sociedade de Medicina de Família discorda de restrição ao trabalho da enfermagem

por Ion de Andrade

A decisão judicial da 20a Vara da Justiça Federal de Brasília limita o trabalho da enfermagem em áreas consolidadas como exercício profissional há mais de 20 anos. O trabalho da enfermagem, tal como ocorre, vêm sendo a garantia da assistência à saúde para a população, tanto no setor privado quanto no SUS e mesmo onde há médicos, pois o trabalho em equipes de saúde em hopsitais e unidades assistenciais se reparte considerando a capacidade de resposta do profissional da enfermagem. Isso significa que sem ele, simplesmente não há quem realize um sem número de procedimentos.

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A morte do professor Cancellier é um sacrifício pelo Brasil, por Ion de Andrade

Foto Charles Guerra - RBS

A morte do professor Cancellier é um sacrifício pelo Brasil

por Ion de Andrade

A morte do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo da Universidade Federal de Santa Catarina é o ato que traduz toda a brutalidade da ditadura judiciária que se abate hoje sobre o Brasil. Personagem respeitado e querido da comunidade universitária de uma das mais importantes universidades brasileiras, conhecido por sua capacidade de diálogo e de solução de conflitos, o reitor foi alvo, com requintes de perversidade, da sanha fascista que assola o país.

Submetido a humilhações e vexames por ocasião da prisão, o professor Cancellier entendeu, e não por fraqueza, que a sua honra havia sofrido ali um golpe letal. Morreu por excesso de dignidade, num país em que a indignidade virou o modus operandi de muitos juízes e delegados de polícia.

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"O jovem Karl Marx" um filme para ver e discutir, por Ion de Andrade


Foto: Divulgação

Por Ion de Andrade

Circulando nas redes sociais o filme “O Jovem Marx” (e há uma versão disponível no Youtube escapando ao muro de silêncio da mídia, clique aqui) é peça obrigatória para quem quer entender o mundo de hoje. Atualíssimo exprime desde o nascedouro, a gênese de ideias que mudaram a história do século XX e persistem de grande atualidade. Leia mais »

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O Brasil que o povo quer, por Ion de Andrade

O Brasil que o povo quer, por Ion de Andrade

A iniciativa “O Brasil que o povo quer” da Fundação Perseu Abramo e do PT é uma dessas boas notícias que devem ter visibilidade e capilaridade pois representa uma mudança importante de metodologia para a construção do que denominam de “Um novo Programa para o Brasil” na qual a participação popular tem papel central através de uma plataforma de debates.

Essa iniciativa, se bem executada, e não se iludam os organizadores, deveria tornar-se uma ação permanente, embora possa agora ter papel focado num plano de governo, permite à esquerda, através da sua maior organização partidária, pois a Frente Povo Sem Medo também abriu uma iniciativa semelhante, ir saindo de uma estratégia centrada no discurso e num planejamento centralizado para outra, mais participativa e mais afinada com a sua missão histórica de ser veículo político das aspirações do nosso povo.

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De como a Coreia do Norte inaugurou o mundo multipolar, por Ion de Andrade

De como a Coreia do Norte inaugurou o mundo multipolar

por Ion de Andrade

A Coreia do Norte parece mais um país saído de um universo ficcional inverídico: é uma espécie de monarquia que sobreviveu ao... comunismo. Parecem quadrinhos dos anos cinquenta (ruins). Para além disso, o pouco que nos chega não nos permite firmar opinião clara, mas a imaginamos como um... estalinismo monárquico... (um esdrúxulo conceito). Não sabemos se haverá guerra entre esse país e os EUA. Até aqui não houve e parece que há muito a considerar antes que os Estados Unidos desfiram um ataque preventivo.

Sun Tzu n’A Arte da Guerra diz que os maiores generais não são conhecidos, porque ninguém soube das guerras que eles ganharam sem lutar. A guerra até aqui não havida entre a Coréia do Norte e os Estados Unidos, à qual a mídia ocidental não vem dando qualquer relevância (sinal que é importante), parece estar sendo vencida de forma esmagadora pela Coreia do Norte. Essa “não guerra” está definindo parâmetros cruciais para os próximos conflitos e para o futuro e bem que poderia constar nos livros de história como o evento de inauguração do mundo multipolar. O meu acompanhamento pobre vem sendo feito pelo Google, com “North Korea” e selecionando a “última hora”. Sem querer prever o que virá, a ênfase das notícias vêm saindo da guerra propriamente dita e migrando para os aspectos morais do regime de Piong Yang, sinalizando a meu ver uma perda de temperatura. O episódio envolvendo um estagiário americano preso por lá e devolvido quase morto à família não permite, é verdade, alimentar muitas ilusões sobre o regime. Porém, no contexto das relações internacionais esse “não conflito”, ainda que se converta num conflito de verdade, parece configurar uma virada decisiva na história contemporânea.

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Lula, a crise do paradigma Gramsciano e da nossa democracia, por Ion de Andrade

Lula, a crise do paradigma Gramsciano e da nossa democracia

por Ion de Andrade

Uma das mais importantes contribuições teóricas de Antônio Gramsci foi a diferenciação que fez entre o Estado restrito e o Estado ampliado, que permitiu que concluísse que uma revolução explosiva, como a da Rússia, seria impossível no Ocidente.

Identificando-o na Rússia, denominou esse Estado restrito de “oriental”, caracterizando-o como possuidor de uma Sociedade Civil frágil ou “gelatinosa” sendo por isso governado muito mais pela força do que pelo consenso. E denominou de “ocidental” o Estado ampliado europeu, dotado de Sociedade Civil mais robusta, no qual o governo estava obrigado a exercer o poder pelo consenso respeitando o protagonismo e as pactuações com essa Sociedade Civil.

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O depoimento de Palocci e o TRF4, por Ion de Andrade

O depoimento de Palocci e o TRF4

por Ion de Andrade

O depoimento de Palocci fala antes de tudo dele mesmo: um traidor. A sua traição não significa que os fatos que narra sejam verdadeiros, ele é traidor porque, para salvar-se, não ponderou ferir o projeto popular encarnado por Lula onde construiu a totalidade da relevância pessoal que agora vende. Em tempos de Golpe de Estado 2.0 Palocci é um Silvério dos Reis 2.0.

Palocci usa o artifício de relatar fatos que parecem verossímeis, mas que só ele e Lula saberiam, reuniões a dois onde teria sido informado sobre isso e aquilo. A “força” do que diz não vem de provas, vem do fato de que desfrutou de uma confiança de amigo íntimo do personagem que trai e de ter convivido com a intimidade do seu governo. A fragilidade maior da sua delação vem do fato de que, apesar dessa longa convivência, mais uma vez, como tantos outros, ele não agrega provas.

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No Sete de Setembro todos na rua em defesa da Amazônia, da Soberania e da Democracia, por Ion de Andrade

- E se o povo não for às ruas atendendo aos nossos clamores? Resposta clara: “- Continuaremos a batalha”, como aliás também se forem. E o que temos de fato a perder, se os atos forem pequenos, quando estamos na iminência de perder até a Amazônia e de as terras do Brasil serem vendidas sem limite definido aos estrangeiros? Que importa perder a face se estamos a perder a vida?

No Sete de Setembro todos na rua em defesa da Amazônia, da Soberania e da Democracia

por Ion de Andrade

Pouca gente sabe que a independência do Brasil só foi concluída em 02 de julho de 1823 na Bahia, em luta campal, na batalha de Pirajá.

Desse episódio nos ficou o poema de Castro Alves, o “Ode ao dous de Julho” de que selecionei alguns versos.

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Nesse Sete de Setembro a História e a Pátria nos esperam!, por Ion de Andrade

Nesse Sete de Setembro a História e a Pátria nos esperam!

por Ion de Andrade

Escrevo na sequência de ter tomado conhecimento de que mais de 200 bispos católicos se manifestaram contra o crime lesa-pátria e lesa-humanidade que o governo perpetrou contra a natureza e contra os índios extinguindo a RENCA uma reserva natural maior que a Dinamarca!

A mobilização da Igreja católica, um dos formadores da nossa nacionalidade, emerge recuperando a tradição da Igreja libertária de Frei Caneca, Frei Miguelinho, de Vieira e de Dom Helder. O termo que utilizam, e costumam são sóbrios os bispos, é de VILIPÊNDIO da democracia. Quero crer que entre os que têm brio e os patriotas está crescendo a ideia de que os desmandos não podem continuar, ideia que cresce entre cientistas, juristas, militares, artistas, religiosos de outras igrejas, movimentos sociais, centrais sindicais, entidades estudantis, partidos e com eles a nação.

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Basta!, por Ion de Andrade

Basta!, por Ion de Andrade

A privatização da Eletrobrás, da Casa da Moeda e a extinção de Reserva na Amazônia grande como a Dinamarca, premeditada com mineradoras estrangeiras, materializam agressão à Soberania Nacional nunca experimentada pelo país desde Dom João VI. Tais medidas estão sendo tomadas por um governo não somente ilegítimo como rejeitado por mais de 95% dos brasileiros, governo esse que precedendo a isso congelou os gastos sociais por 20 anos, fez aprovar uma Reforma Trabalhista e uma terceirização da mão de obra que arruinam os trabalhadores, além de inúmeras outras medidas que nenhum governo democrático consentiria permitir.

Esses fatos não podem mais passar em brancas nuvens e devem ser susceptíveis de produzir novas formas de luta capazes de exprimir a sua rejeição pela nação.

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Dilma em Natal: como saímos dessa e o que fazemos depois, por Ion de Andrade

Foto: Divulgação

Por Ion de Andrade

Duas coisas principalmente me atiçavam a curiosidade no que falaria Dilma em  Natal: como sairemos dessa e o que faremos depois.

Acolhida com muito carinho em Natal, num evento magistralmente organizado pelo ADURN/Sindicato, Dilma iniciou com um diagnóstico do golpe em suas várias etapas e foi autobiográfica, pondo no centro da narrativa golpista aquilo que sentiu de mais forte, o discurso misógino da mídia. Falou dos riscos ao Brasil que envolvem a privatização da Eletrobrás, da perseguição ao presidente Lula, da correlação entre o golpe e o projeto de Brasil soberano e, finalmente, adentrou nos pontos que me interessavam mais.

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A emancipação do povo brasileiro, por Ion de Andrade

A emancipação do povo brasileiro, por Ion de Andrade

Recente artigo do Professor Aldo Fornazieri, “A bestialização do povo brasileiro” mostra o que ele arremata da seguinte forma: “Os partidos e movimentos sociais progressistas e de esquerda precisam ser ativos e atuantes nessa disputa de concepções de mundo e de valores através da propaganda, formação e organização dos vários grupos e segmentos sociais. Sem a criação desse terreno propício ao desenvolvimento de uma vontade e de uma força politicamente ativa nacional-popular o Brasil terá seu futuro condenado e nenhuma transformação modernizadora de sentido progressista se fará efetiva. Os campos largos da periferia ficarão a mercê da reforma religiosa conservadora e do crime organizado. Os joãos trabalhadores da demagogia e do charlatanismo e outras expressões autoritárias terão um terreno fértil para colher votos e vitórias eleitorais.”

A sua análise coincide com o que tenho defendido e é, a meu ver incontestável. Precisamos, portanto, se quisermos que o processo de democratização se torne estável e irreversível, de um robusto e consciente protagonismo das maiorias.

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Dilaceramento tático e crise estratégica, por Ion de Andrade

Dilaceramento tático e crise estratégica

por Ion de Andrade

O cenário incerto do curto prazo vem submetendo a esquerda a um jogo de tensões que torna difícil optar por uma alternativa unitária para enfrentar o governo ilegítimo. Vão e vêm as propostas de Fora Temer e Diretas Já e de Anulação do Impeachment e Volta Dilma. Porém o que parece despudoradamente consolidar-se é a permanência de Temer até 2018, o que nos obriga a um exaustivo enfrentamento do governo zumbi, indiferente às ruas, alimentados quase que unicamente pela hipótese Lula.

Esse cenário de incertezas contribui também para a permanência de Temer fato que vai nos levando para a quarta fase do luto como o vê Elisabeth Kubler-Ross, a depressão. Aos interessados, há muita coisa sobre as fases do luto de Elisabeth Kubler-Ross na internet.

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Vídeos

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Documentos

Por que a Mídia oculta "A Privataria Tucana"?

Quem acha que a grande imprensa está ocultando a verdade apenas em solidariedade a Serra?

De fato a grande mídia só se solidariza com ela mesma. Ao ver Serra ferido de morte já teria deixado passar notícias, pois seria uma ótima oportunidade de parecer isenta, mas não... Por que?!!! De alguma forma os fatos estão mais unidos do que supõe a nossa vã filosofia. Fala-se do "Abraço do afogado", mas parece que tanto Serra quanto a grande mídia estão se afogando. Novamente, POR QUE continuam abraçados?

Esta é a intrigante questão que faz sobreviver o silêncio da mídia à véspera da CPI! O que temem tanto?!!!

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O Preço do Silêncio

Encontrei um interessante texto da Professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, Jornalista e Advogada, Veruska Sayonara de Góis intitulado “DIREITO CONSTITUCIONAL À INFORMAÇÃO: REFLEXÕES SOBRE GARANTIAS POSSÍVEIS” cujo resumo segue abaixo:
“Informação é direito constitucional que se desdobra nas prerrogativas
fundamentais de informar, de informar-se e de ser informado. O direito de informar
relaciona-se com o fazer jornalístico, enquanto o direito de ser informado é premissa difusa da sociedade de obter informes. O trabalho investiga as garantias ao direito de ser informado, especialmente as processuais. Através de pesquisa bibliográfica, verifica-se um conjunto de garantias consubstanciadas em procedimentos como direito de resposta, ação ordinária, mandado de segurança, e ação civil pública, esta com objeto de obrigação de fazer, firmando a tutela específica do direito de ser informado.”
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Áudio

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