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19/02/2017 - 15:37

A inconsequência desse senador da turma do eterno e corrosivo "omelete da paz", é apenas consequência do mal maior, Falcão ainda na presidência do PT, escancarando que o aparelho montado para internar a luta e garantir-se remido no PT, continua valendo.

Não adianta ficar esbravejando na internet, faz-se necessário organizar-se  movimento de fora para dentro, com todo mundo, filiado ou não, para o "Vamos desaparelhar o PT: Fora Falcão.".  

Se isso não for feito e urgente, o partido continuará desmobilizado e desmobilizando o que tem de mais preparado para botar-se o bloco na rua e varrer o Brasil desse lixo hereditário que agora chega as raias do absurdo fétido.

17/02/2017 - 17:24

Primeiramente, Fora "MT".

"Segundamente", Fora globo-marinho.

"Terceiramente", Fora careca lombrosiano.

"Quartamente", phoda-se bob "tarado por um carguinho" freira.

Quintessencialmente, Parabéns Raduan Nassar pelo merecido prêmio e por fazer-se voz e pensamento do Brasil indignado.

 

17/02/2017 - 15:44


Quem diria!

O Brasil que correu à margem do realismo fantástico literário, desbanca agora a jabuticaba, o jabuti em árvore e gilmar dantas no STF, ao lançar de forma mais que inédita, inacreditável, o realismo fantástico jurídico-econômico em sua primeira grande obra, de autoria de Rodrigo Janot e seus Blue Caps: "Destruíndo a Odebrecht e junto o Brasil, quanto país independente".

O pior não é o que estão a destruir, desde março de 2014, mas nós, possibilitarmos e permitirmos.

07/02/2017 - 00:33

Tenha a santa paciência..., Maquiavel?

Vá lá irmãos marinho ou merval macieira.

Mas tenho cá comigo que está mais para Carlos Zéfiro.

Tudo conspira para que seja, principalmente o personagem Kojak, imexível. 

PS: Esqueça também o xadrez, é truco e com cartas ensebadas.

07/02/2017 - 00:07

Se haviam ainda dúvidas, agora só restam certezas, Dilma, de seu gabinete, ao olhar o espelho d'água do palácio, via o Tâmisa. 

Só pode ser.

Pensava-se na Inglaterra. 

06/02/2017 - 23:49

Como assim, não fizeram nada?

Impediram a nomeação de Lula como ministro da Casa Cívil, para articular contra o golpe via "impeachment paraguaio", até que esse fosse consumado por Cunha, também preservado dos indiciamentos existentes contra ele no Supremo, até que levasse a cabo o golpe.

É cara, de fato não eram apenas os vinte centavos em 2013.

06/02/2017 - 15:53

Esse vídeo é prova imortal da "falta de escrúpulos" aparelhada no e através do, estado.

A "estaca" a ser cravada no peito do serviçal do estado, a serviço da Casa Grande, a cada aparecimento público.

Imagine, hoje em NY, na Columbia, onde antes da palestra, patrocinada por Lemann, passou um dobrado, caso exibissem esse vídeo, explicando que o palestrante foi o responsável pela gravação e vazamento à global comandante do golpe na mídia, com o intuito de exporem a dona de casa, ao expressar sua raiva em conversa com o filho, para atingirem o seu marido, o ex-presidente Lula, que querem preso, pois assim foi decidido, para não correrem o risco de perderem novamente o poder central, a presidência do país.

E que essa dona de casa, mulher do ex-presidente que decidiram prender e estão agora a procura do motivo, Marisa Letícia Lula da Silva, na sequência, foi indiciada "do nada" e cinco meses depois é vítima de AVC que a leva à morte aos 66 anos.

Explicar o que? 

05/02/2017 - 12:32

Não dá para entender a fúria dos comentaristas, tratando-se o mensageiro de quem se trata, muito pior seria se tivesse mantido seu estado natural de "informar" e tascasse:  "a certa altura, do nada, Lula perguntou a Temer se dava para apresentar a irmã da moça".    

31/01/2017 - 17:04

Na realidade é a transmutação da saúva;

A casa grande repaginada em pleno século XXI.

Segundo Conrad: O horror! O horror! 

30/01/2017 - 15:02

Mesmo no país em que, puta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante cheira e pobre é de direita, não dá para aceitar a imparcialidade de que "há quem chame biscoito de biscoito" e que há quem chame biscoito de bolacha, pois biscoito é Globo, não bolacha, e Globo não é imparcial, daí que, imparcialmente, de fato e direito: Bolacha é bolacha, mas há quem chame bolacha de biscoito, sem globo.

Menos mal.

E o Eike, biscoito Globo?      

10/01/2017 - 14:32

Toda vez que o GGN mete o pé na jaca da desinformação primária, como agora, ficam no ar as perguntas:

Para que?

Lesmeira continuada, síndrome de Estocolmo ou tara do Millenium?

Não basta o monopólio divulgar a pós verdade da hora, conforme agenda?

02/01/2017 - 16:19

Passamos do ponto em tentar tapar o sol com a peneira da interpretação, conciliação e pactuação, continuadas, com quem deseja que danem-se, civilidade, democracia e humanidade, a regular o convívio dos iguais e diferentes, e suas diferenças e conflitos. 

O que ocorreu em Campinas, mais que explícito na carta do executor do assassinato em massa, é que o monopólio da Mídia começa a colher os efeitos colaterais dos frutos do ódio, plantado em corações gelados e/ou mentes doentias/vazias, por esse Brasil afora.

Conseguiram com que o estimulado executor, de posse do salvo conduto fornecido e portando sua "arma protetora", eliminasse onze indesejados e conhecidos "inimigos" empunhando ameaçadoras taças de champagne e copos de refrigerante, super protegidos pelos direitos humanos e pela "Vadia da Penha".

Aguardemos então o próximo filho da mídia, estimulado órfão do ódio e da mediocridade sem modéstia, em ação, ou não?

02/01/2017 - 11:57

Se não tem jeito, o jeito é se acostumar sem concordar e não deixar de denunciar a anormalidade: o GGN precisa sentir-se de vez em quando, Folha, Estadão ou O Globo.

Fazer o que?    

29/12/2016 - 17:15

Não conclusivo, como assim?

Nada que com PowerPoint não de para resolver, né Dalanhol? 

29/12/2016 - 00:13

Sobre o escrito não há o que comentar, nada a acrescer, pois é um painel mais que perfeito do que se passa no Brasil, a ponto de inclusive conter "ilustrações" que não permitam dúvidas a quem quer que o leia.

Como diagnóstico, preciso, lapidar, ainda mais se complementarmos com a observação  pioneira de Eliane Brum, em artigo para o El País, salvo engano em 2014, em que anuncia o avanço da mediocridade, pela perda da modéstia que impedia o efeito deletério da mesma.

E daí, seo Feola?

Perguntaria Garrincha, complementando:  - Se não combinamos com os russos, por que não surpreende-los, driblando-os?  

Certo o Garrincha, pois não são os medíocres e golpistas pernas de pau que estão nos derrotando, somos nós, através da nossa apatia, desorganização, dispersão por falta de liderança básica, que consiga dar unidade de comando à luta, organizando a temática com foco aglutinativo (eleição direta em 2017, família Marinho fora do comando da  Globo e Justiça não partidária), agendando as ações e comunicando-se de forma centralizada com todos, de forma unitária e com foco nos temas definidos, através de todos canais possíveis.

A força do que está aí desmontando e vendendo o Brasil é fruto da falta de reação de nossa parte, à espera da ação dos responsáveis orgânicos, o que não aconteceu e se continuar não acontecendo, só nos resta fazer acontecer, atropelando as instituições orgânicas que não estão representando-nos conforme preciso e desejado.