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imagem de Frederico Firmo
Profissão Professor Associado da UFSC
Formação Doutorado em Fisica Nuclear -USP

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O caos e o autismo do governo e da mídia.

O absurdo instituído no país, onde através de um corte abrupto, sem sentido  o país foi amputado por uma PEC, que em nome de uma fictícia Responsabilidade Fiscal,   colocou uma  corda no pescoço do país e a incrustrou na Constituição. Diga-se de passagem, que responsabilidade Fiscal significa restringir investimentos, resguardar o dinheiro para pagar os bancos e incapacitar o governo de resolver problemas urgentes ou emergenciais. Enquanto isto, mantém-se a todo custo o pagamento da dívida, que se modifica conforme os juros, que segundo eles controla o índice inflacionário. Aliás  segundo os "insuspeitos especialistas", (banqueiros ou funcionários de bancos internacionais)  dizem que a inflação  deve ser contida com a alta de juros. Ou seja quem controla os juros controla o próprio lucro e enche os bolsos de banqueiros.  Em outras palavras ganham quando a inflação está em alta, e ganham para baixar a inflação.  Ao vincular o orçamento  a um índice financeiro controlado pelo Banco Central, a economia é controlada  por aquele que ao manipular este índice,  para cima ou para baixo, o faz conforme seus interesses
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Eike, espetáculo e a nova concepção judicial.

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Um ator, no papel de repórter, com cara de bumbum de bebê, mas sem nenhuma musicalidade, coloca, ao vivo, a sua tentativa de fazer o “ bad cop”, e avança sobre Eike com perguntas duras.

Como você se sente ao ser preso? O que você acha da Lava Jato? Você dorme tranquilo? e assim continua, sem sequer prestar atenção nas respostas. Diante de uma ironia explícita de Eike, não se dá conta, e “interpreta” as palavras literalmente - Eike, afirma que Lava Jato vai fazer bem para o país.

 

Quando Eike ironicamente compara o tratamento dado aos CEOS, que nos USA, através de fraude financeira, causaram a crise econômica mais severa do mundo, o repórter não escuta e continua preocupado com sua próxima pergunta. Eike continua e ironicamente diz: o Brasil vai ser um país suis generis, todos os empresários vão querer investir lá. O repórter e a edição lavam a ironia e reforçam a literalidade. Leia mais »

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A análise da falta de recursos em Ciência Tecnologia e Educação: Contribuição para o debate com Dagnino..

O artigo de Dagnino --jornalggn.com.br/.../analise-sobre-a-reducao-de-recurso-para-ct-por-renato- dagnino--

me instiga mas também me leva a outros pensamentos que resolvi colocar em debate.

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Uma ficção literária: diálogos diplomáticos e a primeira dama.

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- Oi querida o dia foi terrível, eu sequer consegui acertar o chá com suas amigas, porque vou ter que fazer um outro jantar.

-(Visivelmente irritada ela é interrompida pelo som do telefone...e diz-

- Eu entendo meu bem mas estou chateada e você sabe o que isto significa...

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Prisões espetaculosas e a briga de poder sob o manto da justiça, por Frederico Firmo

por Frederico Firmo

Nesta semana presenciamos mais um round da briga midiática  pelo poder. Uma briga que está sem dúvida pulverizada, mas que já mostra  de que lado fica a imprensa.

Os problemas e a falência do Rio de Janeiro, abriram o palco para o uso da mídia. A prisão  de Cabralfoi seguida pela fala de Moro que, vapt vupt, já  é capa da revista Veja. Ao invés de se pronunciar nos autos do processo, o juiz de Curitiba, em provável campanha presidencial, faz um longo discurso político falando de governantes e governados se auto-exaltando.Mais uma vez confunde  suas próprias ações com  ações da Justiça. Num timing perfeito vemos as cenas dantescas da prisão de Garotinho, que , se não me falha a memória, foi o primeiro político preso tirado de um hospital e jogado num presídio por compra de votos. De quebra a mídia  criminalizou as políticas sociais, que vem sendo atacadas pelo governo.  Ainda nesta semana, o anúncio  midiático do procurador ungido, Deltan Dallagnol, que anuncia a devolução à Petrobrás de uma quantia  de dinheiro , que de fato fica a dever.

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Um doce refúgio

Eu estava folheando o blog, aliás folhear não é um termo de blog, mas talvez seja a saudade do passado, o que é um pleonasmo, afinal não pode haver saudade do futuro. Ôpa!! mudando de opinião, eu acho que posso sentir saudade de um futuro, afinal a gente pode até ter um futuro em mente que a realidade roubou. Aliás roubam tudo e últimamente roubam a realidade e principalmente os sonhos. Eu pensei que era só na academia, onde os pós modernos teimam em dizer que tudo é uma criação de nossa mente. Mas sabe, embora não concorde com esta idéia, eu gosto muito de criações, eu gosto do dedo de prosa, gosto de falar com aquele que não mente, apenas embeleza o mundo , gosto de histórias de pescador, gosto da poesia, gosto de ler o texto do Rui, da Maria Luiza, do Uraniano, do Romulo e não vou citar quantos outros, todos embaixo daquele nome bonito chamado Cultura. Queria não viver correndo para poder parar e ouvir a música. Ah! a música!! Mas de folha em folha, eu inevitavelmente chego naquele lugar chamado Política. Leia mais »

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O Xadrez caótico da pulverização do poder e a repressão .

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A PEC, o jantar e o bando de inconsequentes, por Frederico Firmo

por Frederico Firmo

Vários votaram pelo jantar. Ninguém melhor do que Temer, para transformar a política em compadrio. Não sei se por ignorância ou falta de percepção, o PMDB acaba de se suicidar junto com o país. E levou junto com ele um turbilhão de centristas, ou quem sabe Cunhistas. Seguidores daquele que disse, em seu momento de maior lucidez: "que Deus se apiede do Brasil".

Temer numa demonstração clara de que não tem a menor capacidade para presidir o país, colocou toda a política de uma nação a mercê de um índice financeiro. Como pensar políticas de desenvolvimento, ou políticas sociais atrelado a inflação, que este mês retrocedeu por causa da melhora do tempo. Ficaremos subordinados a chuvas e trovoadas. Como atrelar qualquer análise mais profunda sobre nossa realidade, se tivermos que pensar neste maldito índice inflacionário. 

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Reforma Educacional e a Nação em risco, por Frederico Firmo

por Frederico Firmo

A proposta de mudança radical no ensino médio do país, através de medida provisória pode vir a ser um dos maiores crimes contra educação deste país, já perpetrados por um governo.

Ao descartar toda a discussão e debate de educadores que vêm ao longo de todos estes anos, analisando, avaliando pesquisando e propondo mudanças, este governo simplesmente jogou fora tudo que foi produzido, todo o dinheiro investido e possivelmente a esperança de se ter um país desenvolvido intelectual, cultural e cientificamente. Esta proposta simplista demonstra uma profunda ignorância ou talvez,ojeriza ao pensamento às humanidades, às artes e à ciência. A medida parece afirmar que o que importa para a formação de um cidadão, é falar e escrever em português, fazer contas, (desculpe a simplificiação pois bem sei que matemática é mais do que isto), e falar inglês. Este simplismo, mostra com clareza a concepção de cidadão deste governo. O inglês entra provavelmente nesta lista para não correr o risco de o aluno aprender espanhol e se relacionar com os vizinhos e quiçá, porque querem que se torne um consumidor de bens importados, e um bom empregado de uma indústria estrangeira, após a flexibilização das leis trabalhistas.

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O Xadrez de Jucá e o "Kilt" de Cunha

Esta notícia parece que pegou todos, ou quase todos de surpresa. Desta vez a Folha não combinou com o Globo e nem com a Veja. Na G1 , nas primeiras horas, aparece um Gurovitz afirmando que nada do que foi dito incrimina Jucá. Palavras incríveis num jornal onde tudo incrimina o PT e Lula. Até sobrinho de ex-mulher.  Surpreendemente  o fato foi relegado a um tópico, não mereceu sequer uma manchete no G1, mas ao longo do dia veremos sem dúvida desdobramentos, ou para esconder ou para colocar em relevo, dependendo dos acordos entre os membros do  comando geral do golpe e da análise sempre “imparcial”da editoria.  Alíás isto me intriga, pois embora já  se soubesse que  a PGR  e o MP com seus vazamentos super seletivos ajudaram muito ao golpe, agora o que se vê é que há vazamentos seletivos e também  ocultações seletivas. Ocultações que parecem ser mantidas a sete chaves para serem usadas  no momento apropriado. Tudo indica que a PGR tem em sua posse um arsenal poderoso e que vai usá-lo quando começar a sair do foco midiático, ou quando algum dos interesses que defende estiver sendo  ameaçado.  Que interesses são estes? Leia mais »

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Dirceu sua mãe o confisco e a barbárie.

O juiz manda confiscar a casa de uma senhora de 90 anos, porque é mãe daquele que a ele não se submeteu. Condena interpretando fatos a seu bel prazer, porque aquele que não se submeteu era condenado desde o inicio. Já o mantém preso mesmo depois de condená-lo, alegando o quê? Segundo sua primeira alegação  a prisão evitaria que ele manipulasse provas. Mas depois de tanto tempo não há razão e depois de julgado, como poderia haver manipulação. Num processo de julgamento provas já devem ter sido incorporadas. Não há como alegar qualquer interferência. Mas com certeza a decretação da continuidade da prisão é presunção de culpa. Notifiquem o Juiz que, enquanto Dirceu não for julgado em todas as instâncias, há que se ter presunção da inocência,  e ele tem direito de responder em liberdade. Retirar este direito constitucional é , seja pelo subterfúgio que for,  um abuso e um ataque aos direitos de um cidadão.  Isto  parece mostrar que , de fato, a manipulação não é do ŕéu, mas sim do juiz e dos procuradores. Todos os acontecimentos mostram um  réu  algemado, impotente, com direito de defesa cerceado,  sendo objeto de um verdadeiro espancamento. Leia mais »

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Um Golpe Palaciano.

A componente humana dos golpes traz a tona toda a nossa tragédia e comédia. A cada dia mostrando que nós humanos estamos representando sempre os mesmos papéis em cenários diferentes.  Assim repetimos ações  que não podem sequer reinvindicar originalidade. O nosso golpe mostra que todos golpes palacianos  tem algo de  universal, a explosão das fraquezas humanas. No isolamento de Brasilia  reforçado por um fosso jornalístico e televisivo, os moradores dos domínios palacianos jogam o mesmo jogo ( a conspiração) há muito tempo. Sempre  esperando que  que algo momentâneo vá mudar o resultado. E aconteceu.  Os domínios do  Palácio compreendem o Palácio do  Planalto, o Palácio da Justiça  o Palácio do Jaburu   e o Senado aquele prédio que  não é um Palácio mas no qual vivem todos os que aspiram  a uma posição no Palácio, ou quem sabe a uma  comenda especial ou a um ministério com cara de baronato. Leia mais »

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Uma caverna sombria: um conto de luz, por Frederico Firmo

Por Frederico Firmo

Por noites seguidas se reuniram na escuridão da caverna. Do mundo apenas sombras, sem luz , sem lanterna, apenas as sombras.Reunidos de ponta cabeça, se lambem de forma protetora. Mas donos da escuridão, se incomodam com a luz que parece entrar em demasia.A luz distorce as sombras.

E o pior a Luz em demasia trouxe de fora outros seres.Seres odientos, sempre com a cabeça em pé, e já não são mais sombras. Ousam entrar e viver na Caverna. Já os conhecíamos, mas diferem das imagens projetadas pois tem cores, tem vida, tem canto e o pior, não temem a luz.

O alerta foi dado e com guinchos estridentes e farfalhar das asas tentaram calar aquele canto. Sem sucesso, tentaram expulsá-los com os seus excrementos. Falharam. Ah! como os odeiam . Mudaram de planos, senhores da escuridão os atraíram, e como se fosse possível fizeram da caverna o mundo. Com se fosse possível em nome da governabilidade, tentaram proibir a luz. Como se fosse possível, em nome da etiqueta, tentaram proibir o canto. Descobriram o poder do verbo, o poder das palavras, e urdiram o plano final, haveriam de expulsá-los. Mas palavras só tem poder se proferidas sob a luz. Apelaram para o único dono do holofote. Alguém que sabia criar as sombras. Alguém que dizia controlar a luz . Apenas sob a luz do holofote não iriam se fragmentar. Todos os dias, viam alguns dos seus projetados nas paredes. A luz do holofote não faria mal. Mas mal sabiam que os que se submetiam ao holofote já eram robôs, nada tinham por dentro, eram apenas simulacros, sem vida . Mas se sentiram fortes, afinal sob a luz do holofote, poderiam proferir a palavra, aquela que aniquilaria os outros. Um a um, rapidamente, sob a luz do holofote profeririam a palavra mágica. Este seria o último e tão sonhado ato.

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De Golem a Hidra: Uma ópera bufa, por Frederico Firmo

Há muito tempo escrevi um post aqui sobre o judiciário e Golem. Uma criatura que criada para a defesa das comunidades, se esquece de suas funções e do inscrito em sua testa, "A verdade". Golem se encheu de poder e de protetor se tornou o algoz da comunidade que o criou. O post é antigo, mas já avisava que o golpe judiciário já havia acontecido. O judiciário como Golem já é poder. Mas aos poucos o mítico Golem se transforma em Hidra.

Aos poucos a face de Moro foi sendo trocada por Janot. Pois como Hidra existem muitas cabeças, a cabeça Gilmar, a cabeça Toffoli, a cabeça Fux, a cabeça Janot, mais recentemente o ressentido Facchini, e o professor de teoria jurídica Barroso. Que após ter dado uma boa lição resolveu aprovar todos os alunos ,mesmo aquele que havia ido tão mal. No fundo da classe , aparentemente o fundão resiste na figura de um Marcos Mello, aquele que não é decano, e Lewandovsky que estava muito solitário.

O resto parece que se apraz em ser apenas o resto. Acompanhando sempre a maré, ou falando leviandades em ambientes diversos. Aliás leviandades seletivas. Existe um Teori, que como tal é quase uma abstração cuja realidade eu ainda não consegui desvendar. Capaz de rapidamente prender Delcídio, e lentamente, muito lentamente , e mais lentamente ainda se pronunciar contra Cunha, contra Moro, contra os quais transbordam, ou desbordam, as provas de ilícitos. 

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Na tela terrorismos e atentados: Meu Deus do Céu!!!

Por Frederico Firmo

Em frente a uma tela de computador, ou de televisão eu vejo passar dias sombrios, com alguns lampejos de luz . Talvez seja a estação do ano , ou quem sabe a estação da TV. De um lado as cenas dos atentados suicidas ao longo do mundo em nome de Deus e aqui a jihad é contra a corrupção. Mas de fato nem os de lá podem falar em nome de Deus, nem os de cá podem falar da corrupção.

Nesta semana , bem no meio da tela eu vejo aquela cena onde uma dúzia ou mais de homens condenáveis, ( mas não condenados) cometeram um atentado suicida contra um partido histórico. (Como disse um certo Juiz,: Meu Deus do céu!!! )Embora seja verdade que o partido já está em coma há muitos anos. Das diretas já de Ulysses, foi passando por Sarneys, Renans e agora Cunha. Afinal de Temer, nada temos a temer, ele é daquelas figuras decorativas cujo ego , narcisismo e obtusidade não permitem que sequer tenha consciência do ato destrutivo cometido contra o seu partido. Mas, fraco como é, Temer foi apenas aquele que foi convencido a se tornar um homem-bomba.

Enquanto isto a televisão e seu conjunto de agitadores disfarçados de jornalistas, ou melhor de apresentadores distorciam , retorciam , manipulavam dados, criando um clima de apocalipse e terror para o governo e prometendo o paraíso com 100 virgens ( não sei se o número está correto) para os políticos que aderirem ao pelotão suicida.

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Comentários

25/02/2017 - 16:41

Para dar uma suposta aparência de poderes internacionais, a Globo e outros anunciam que a Lava-Jato prende em Miami. Talvez devido a Trump, a polícia de imigração pode  ter batido na porta dos da Luz.   Mas de forma curiosa, os da Luz, não foram acompanhados ao Aeroporto, não foram presos pela polícia de Imigração e não foram acompanhados em seu voo por nenhum policial. Apenas, como Eike voltaram para prestar contas à Justiça.

Este carnaval todo já foi feito para encher a Bola de Curitiba, mas só veremos o que tudo isto significa muito depois. Afinal só depois de algum tempo é que pudemos perceber que as mega-delações da Oderbrecht, foram causadas mais pela descoberta do servidor na Suiça, do que pela confissão da secretária ou trabalho de investigação local.

 

25/02/2017 - 16:29

Mesmo após  as declarações  em processo judicial, de FHC,  insistem em difamar inclusive extrapolando poderes. O acervo presidencial jamais poderia ter sido periciado ou investigado pela PF. Se irregularidades houvessem, poderia ser no máximo uma sindicância administrativa contra algum servidor do Cerimonial do Palácio do Planalto.

  Isto tudo  é apenas uma forma de uma determinada casta, encastelada no poder judiciário,  de dizer que jamais um operário poderia ter ocupado o cargo de presidente.  Este processo é uma afirmação clara de preconceito, o que é um crime. O primeiro processo dizia respeito a armazenagem. Da armazenagem pularam para   investigar os itens, numa clara atitude discriminatória, sempre criando a imagem de que o casal de operários, quando no palácio,  roubou as toalhas e a porcelana. Esta discriminação  é vergonhosa em todos os aspectos. E não adianta isto já ter sido denunciado, falado e criticado por muitos. Nada muda , pois o intuito não é a justiça, mas sim a campanha difamatória e o resto é pura desfaçatez . Estes atos apenas  alimentam os mais baixos instintos de alguns, que perdem cada vez mais o receio de explicitar seus preconceitos. 

25/02/2017 - 00:36

Ajuste fiscal é uma falácia, passamos anos com um superavit fiscal e forte crescimento, e também com um aumento dos investimentos do estado. Passamos por crises  e sim surfamos no boom das commodities, mas  não apenas surfamos, na verdade,  aproveitamos o boom para içar milhões  do patamar baixo em que se encontravam e fizemos o país crescer internamente e geopoliticamente. 

De forma oportunista na primeira crise que nos alcança,interesses externos ligados ao capital financeiro se aproveita para realizar mais e mais lucros, enquanto o capital produtivo se encolhe se encolhe. Agora o governo passa a leiloar o ramo das commodities e  a nossa agricultura e a nossa siderurgia e a nossa produção de petróleo, ou seja nossas maiores fontes de renda estão sendo um a um destruidos. Ou seja,  o ajuste fiscal não é o objetivo, o objetivo é destruir a capacidade de investimento do estado, e a industria e com isto destruir qualquer possibilidade de desenvolvimento. E sem o estado o que podemos esperar de industriais, que só investem se tiverem assegurados seus lucros, e a que sempre viveu dos incentivos do estado .  Eu pergunto o que isto tem a ver com ajuste fiscal? 

O exemplo e os dados acima mostram claramente que o objetivo não é e nem nunca foi o ajuste fiscal.

22/02/2017 - 11:56

Esta acusação e este processo não deveria ter sequer se instaurado. Eu me pergunto quanto do dinheiro publico vem sendo gasto num processo que visa apenas sujar o nome de um cidadão, com claros objetivos eleitorais. Curioso é que o MPF, ao invés de defender o publico compactua com isto

21/02/2017 - 09:15

Aquele que odeia o PT porque não lhe deu um cargo em alguma sinecura, e nem um cargo de relevo na política. Este Roberto não exitou em largar o PCB quando não  lhe servia pessoalmente.  Nunca viveu sem um cargo, e a politica sempre foi um instrumento para ganhos pessoais, e sobretudo para como "otoridade" distilar seu fel, ( que possui em grandes quantidades). Dizem que seu problema não é colesterol é fel e bílis.

Queria ser presidente,( daí seu ódio a Lula) mas restou ser carpideira  em cerimônias de premios alheios. Faz par com Aluysio o destemperado tucano que també se diz democrata e que vive falando do passado glorioso na clandestinidade, mas fez coro aos que queriam destruir Dilma inclusive desdenhando sua história. Este mente com muita convicão.

Junta-se a estes o fabuloso Jungmann, que de jovem não tem nada mas continua menino de recados. Agora como Jobim se veste de farda e faz uma cara de autoridade ao mesmo tempo que faz o jogo dos interesses na possivel troca da Grippen pela Boeing e obriga o exército a fazer algo para o qual jamais foi destinado.  Mais do que isto faz discursos ameaçadores e usa o palanque para possíveis ganhos eleitorais.

21/02/2017 - 02:06

Depois de Moreira Franco e do parecer de Celso Mello, me parece que este policial esta colocando-os sobre suspeição. pois é claro que contraria o parecer de Mello, ou talvez apenas crie notícias para que o parecer seja esquecido

21/02/2017 - 02:03

O de sempre, usam o espaço que mídia lhes dá, para tentar amealhar mais poder. Afirmar que são neutros, e que não são partidários é no mínimo ousado. Afinal seus delegados e procuradores, jamais esconderam suas preferências, seus preconceitos e os seus pré julgamentos.  De resto é uma retórica com objetivos  de apenas amealhar mais poder, já que ainda creem que todos que estavam na Paulista, ainda os suporta. Na verdade são insuportáveis.

20/02/2017 - 20:29

Calma Somebody, voces acabaram de eleger Trump, e eu não me recordo de voces terem feito nada, enquanto especuladores da bolsa, criminosamente, geraram a maior crise  financeira e economica. Voces nada fizeram quando uma a uma as fábricas  foram fechando no que hoje chamam hoje de território de Trump. Voces até aplaudiram quando   continuaram a mandar seus filhos  para morrerem numa guerra, para  viabilizar a construção de um oleoduto, ou mais poços de petróleo para as grandes Irmãs. Claro, disseram que era a luta contra o terror ou contra o ditador das armas de destruição em massa.

Mesmo assim eu não chamo os americanos de covardes e poltrões, apenas me intriga tudo isto e me levanta questões, que precisaremos responder um dia. Eu acredito que, aqui como lá,  existem seres humanos jogados infelizmente no seu dia a dia, e por vezes se encantando com cantos da sereia, que agem contra eles mesmos.  Se voce mora ou morou  nos Estados Unidos, ou é americano, sabe muito bem o que é não ter acesso a saude. E voce sabe que sem emprego sem seguro saude as pessoas estão sem nada. Por isto não entendo votarem em Trump, mas mesmo assim não me sinto no direito de desrespeitá-los e acredito firmemente que vão reverter isto. Guardadas as proporções, ( e por favor ainda acho que Trump está longe de Hitler), o povo alemão abraçou e se submeteu durante muito tempo ao governo nazista, mas me parece que se refizeram disto,  e hoje estão ai na linha de frente em defesa dos refugiados.  Eu poderia citar mais não sei quantos povos,  que para muitos são bravos e não tem medo de guerras, como os Iugoslavos, que se partiram de forma tão violenta mas parece que os nacionalismos e a revolta contra os Servios ficou latente por muito tempo. E  com certeza a violência  não foi  um bom parâmetro para tudo aquilo. Mas parece que levaram quase 50 anos para explodir  e quando o fizeram foi um horror. Porque tanto tempo?

Portanto devemos nos perguntar porque está durando este governo?  Mas Somebody, este é o mesmo povo que apesar de toda a carga midiática e truculenta dos governos tucanos, continuou elegendo Lula , duas vêzes e Dilma duas vêzes. E embora não saia na globo, pelo Brasil afora  a resistência continua. Portanto não acredito naquilo que   Jessé de Souza chama de "racismo cultural", jogando a culpa numa  hipotética cultura brasileira ou do brasileiro. O golpe foi financiado, até mesmo  por alguns americanos, e por incrível que pareça, o golpe fez uso de todas as instituições democráticas, que lutamos durante muitos anos para construir. Mas a luta continua e a guerra não acabou.  Não se trata também de quem tem ou não acesso a educação, afinal a Paulista se encheu de gente que nem sempre aprendeu o que devia, mas  teve acesso a educação.

Mas calma Somebody,  ainda tem muito por vir.  Eu morei  nos USA na década de 90 e  trabalhei numa Universidade de renome, e já estive em outros lugares do mundo e pelo que vi eu gosto de pensar que ao redor do mundo o ser humano parece atuar  na mesma peça,  com os mesmos personagens, mas apenas em cenários diferentes. Alguns cenários são mais duros, mas ainda assim é a mesma peça e principalmente são apenas seres humanos.

20/02/2017 - 20:20

A desfaçatez é tiṕica de regimes autoritários, onde apenas porque tem a força e poder , alguns a exercem.  Hoje convivemos  com um grupo, que conseguiu, através das mais odientas manobras, amealhar um poder  que sustenta toda esta desfaçatez. E agora no poder implementa mudanças significativas nas leis para continuarem no poder, de uma forma ou de outra. E assim o fazem porque tem suporte  para agir contra a população. Isto chama-se autoritarismo.

È apenas poder o que faz com que Padilha fale o que fale, e que nada aconteça. É apenas poder que permite que Temer escolha Moreira Franco. É apenas poder sustentado pelos que querem a todo o custo privatizar o país, ganhar muito dinheiro e se escafeder pelo mundo.  E aqueles iluminados e meritocráticos do STF, participaram da auto destruição da instituição e agora terão de amargar companheiros de viagem que sequer tem aquele verniz que esconde o mofo.

 

20/02/2017 - 13:53

É  uma desfaçatez condenar sem provas porque a literatura assim o permite.

É uma desfaçatez julgar pessoas no foro privilegiado do mensalão, para retirar delas a possibilidade de recurso.

É uma desfaçatez fazer gravações ilegais , vazá-las e ser apoiado pelo STF

É uma desfaçatez mentir deliberadadmente e gerar uma campanha contra alguns ou contra alguns setores como faz a televisão.

É uma desfaçatez mentir deliberadamente e usar a concessão pública da TV para esconder a realidade, para distorcer fatos, para esconder mal feitos e para entregar o país para isto que está aí em nome da luta contra a corrupção.

É uma desfaçatez desconsiderar dezenas de delações e considerar algumas sem provas.

É uma desfaçatez prender preventivamente e condenar sem provas e na surdina

È uma desfaçatez dar um golpe de estado e bradir a todo mundo que não foi um golpe.

É uma desfaçatez criar um processo no TSE, para controlar a desfaçatez de quem está no poder e para condenar e tentar justificar um golpe.

 È uma desfaçatez criar processos e autos judiciais que são pura propaganda

É uma desfaçatez criar processos judiciais e usar o dinheiro público apenas para em cima de acusações que sabem falsas, destruir um cidadão.

É uma desfaçatez o que ocorre todos os dias nas editorias de jornais

É uma desfaçatez a partilha na surdina da Petrobrás, sem que o MPF  pergunte quem está ganhando com isto.

É uma desfaçatez  a propaganda governamental de quase 24 horas na televisão defendendo PECs criminosas.

È um desfaçatez congelar  o orçamento de uma nação atrelando-o ao  indice inflacionário e dizer a todos que isto é ajuste fiscal.

É uma desfaçatez chamar a retirada de direitos de aposentadoria como meio de salvar a aposentadoria.

É uma desfaçatez chamar a retirada de direitos trabalhistas, de flexibilização.

È uma desfaçatez as justificativas criadas e inventadas para destruir a Previdência.

E uma desfaçatez um Procurador Geral da Republica municiar outros países contra nossas empresas e cidadãos.

É uma desfaçatez televisionar o confronto e o massacre entre presos, e dizer que está tudo sob controle.

É uma desfaçatez esconder todos os protestos, manifestações e a explosão social, para conseguir manter o governo fazendo as tais reformas.e alimentar a baixa estima da oposição.

É .....

Faz muito tempo que  não apenas eu mas que muitos aqui  escrevemos,  neste blog, sobre a desfaçatez.

18/02/2017 - 19:12

È quase carnaval!!!!

18/02/2017 - 19:07

Desculpem mas sem discordar já discordando, eu não creio que Janot,  ( o que ajudou a condenar um amigo inocente), tenha alguma lógica moralista. Ele usa uma retórica moralista mas com objetivos que não tem nada a ver com moral. Ninguém faz o papel que está fazendo nestes seus périplos ao exterior, sem estar a mando ou a soldo de ninguém. 

Esta conversa de que o Brasil é o país da corrupção é uma piada lucrativa. Os CEOs de Wall Street,  entre eles Soros e todos que vem ganhando com a nossa crise estão rindo às gargalhadas. Estas  efetivamente não são as pessoas mais honestas da face da Terra. Janot tanto sabe disto que sempre é fotografado com este sorriso de deboche. 

18/02/2017 - 18:56

Agora pode-se entender  porque o jornal nacional (plim-plim) jogou no ar , embora editando, as palavras de  Raduan Nassar .  As mudanças, ( pequenas ainda na linha editorial) e a confusão entre as bruxas televisivas, Merval, o menino Doni e programa Painel são apenas a preparação para os cínicos do PSDB, começarem  a criticar o governo  de um lado e apoiar as reformas  do outro. Não debaterão medidas no congresso, mas vão pelas beiradas fazendo o jogo contra. Já contam e continuarão contando com a Globo.  Estão se preparando para 2018 e precisam de espaço para se lançar contra Temer e depois disto tudo,  prometerão, e eleitoralmente, farão  o discurso de  " uma terceira via".

Aécio e Velloso deixaram claro, Temer está aí para fazer o serviço sujo e não para ser popular. Esta é a missão, mas para 2018, veremos discursos  inflamados contra o desgoverno Temer partindo da boca ou seja do bico de tucanos.

Parece que  tucanos além de ratos são os primeiros abandonar o navio.

18/02/2017 - 18:33

A República de Curitiba vem sendo duramente criticada  devido ao escândalo das delações premiadas. Afinal é deplorável ver que todos os ladrões confessos, que se submeteram a Moro estão   soltos, e voltaram a seus domicílios com gordas poupanças. A critica nas redes, blogs tomaram uma dimensão suficientemente grande, que aumentou principalmente, com a briga pelo poder entre judiciário e legistlativo. Não apenas políticos ameaçados reajem, mas também os que tem ambições e enxergam os perigos de um judiciário todo poderoso se manifestam e tocam nesta ferida. Assim  dos mais variados cantos surgem ataques à Republica de Curitiba. Moro deu liberdade apenas aos que se submeteram e escolheu alguns para  exemplo. Dirceu, Vaccari e Palloci são alvos do golpe,  Marcelo Oderbrecht, não quis se curvar, e também foi escolhido para exemplo. Além do mais Moro precisa de um empresário poderoso preso, para ganhar a mídia e o publico. Mas devemos sempre recordar o Banestado.

Quando o ataque aumentou, escolheram Eike como exemplo para a mídia, e  prenderam Sergio Cabral para amedrontar os políticos, já que Cunha era exemplo máximo de prisão de político.  Ações para demonstrar força.  Assim as ações, justas ou não, vem sendo cada  vez mais midiáticas, tentando mostrar força por um lado e isenção do outro. Mas é uma coincidência no mínimo curiosa  notar que só  agora Dallagnoll tenta resgatar  uma mentirinha pequena de Paulo Henrique,  para colocá-lo na cadeia 

A infantilidade do ataque de Dallagnoll é digno de um Power Point, pois os fatos alegados de forma alguma se referem a delação, mas sim à óbvia conduta criminosa que no fundo foi absolvida por causa da delação. Os conteúdos alegados no auto mostram  uma peça jurídica ridicula. Mas vale lembrar que Dallagnol não se pronunciou quando um certo delator voltou atrás no famoso  cheque de Temer.

A outra coincidência é que de repente,  midiaticamente a Receita Federal vai taxar os delatores. Incrivelmente eu não sei o que vão taxar, pois se taxarem o roubo estarão legalizando o dinheiro do roubo. Midiaticamente isto parece até como, vamos devolver o dinheiro publico, mas não é. A devolução do dinheiro deveria ter sido exigida junto com as penas pecuniárias. Mas todos sabemos que houve acordo financeiro. Agora para fins mediáticos  inventaram  o imposto de renda sobre o roubo é muito estranho, e me parece apenas um golpe  demagógico.

Mas se continuarem tratando assim seus colaboradores veremos o que mais eles poderão delatar.

18/02/2017 - 00:43

Será que temer é o verbo dele?

Que lindo  ver a aquele senhor frágil fisicamente mas que fortaleza mental e moral, obrigado a dividir seu espaço

com um troglodita  frágil moral e mental e verbalmente.