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Formação Doutorado em Fisica Nuclear -USP

CONTEÚDOS DO USUÁRIO

Postagens

O caos e o autismo do governo e da mídia.

O absurdo instituído no país, onde através de um corte abrupto, sem sentido  o país foi amputado por uma PEC, que em nome de uma fictícia Responsabilidade Fiscal,   colocou uma  corda no pescoço do país e a incrustrou na Constituição. Diga-se de passagem, que responsabilidade Fiscal significa restringir investimentos, resguardar o dinheiro para pagar os bancos e incapacitar o governo de resolver problemas urgentes ou emergenciais. Enquanto isto, mantém-se a todo custo o pagamento da dívida, que se modifica conforme os juros, que segundo eles controla o índice inflacionário. Aliás  segundo os "insuspeitos especialistas", (banqueiros ou funcionários de bancos internacionais)  dizem que a inflação  deve ser contida com a alta de juros. Ou seja quem controla os juros controla o próprio lucro e enche os bolsos de banqueiros.  Em outras palavras ganham quando a inflação está em alta, e ganham para baixar a inflação.  Ao vincular o orçamento  a um índice financeiro controlado pelo Banco Central, a economia é controlada  por aquele que ao manipular este índice,  para cima ou para baixo, o faz conforme seus interesses
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Eike, espetáculo e a nova concepção judicial.

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Um ator, no papel de repórter, com cara de bumbum de bebê, mas sem nenhuma musicalidade, coloca, ao vivo, a sua tentativa de fazer o “ bad cop”, e avança sobre Eike com perguntas duras.

Como você se sente ao ser preso? O que você acha da Lava Jato? Você dorme tranquilo? e assim continua, sem sequer prestar atenção nas respostas. Diante de uma ironia explícita de Eike, não se dá conta, e “interpreta” as palavras literalmente - Eike, afirma que Lava Jato vai fazer bem para o país.

 

Quando Eike ironicamente compara o tratamento dado aos CEOS, que nos USA, através de fraude financeira, causaram a crise econômica mais severa do mundo, o repórter não escuta e continua preocupado com sua próxima pergunta. Eike continua e ironicamente diz: o Brasil vai ser um país suis generis, todos os empresários vão querer investir lá. O repórter e a edição lavam a ironia e reforçam a literalidade. Leia mais »

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A análise da falta de recursos em Ciência Tecnologia e Educação: Contribuição para o debate com Dagnino..

O artigo de Dagnino --jornalggn.com.br/.../analise-sobre-a-reducao-de-recurso-para-ct-por-renato- dagnino--

me instiga mas também me leva a outros pensamentos que resolvi colocar em debate.

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Uma ficção literária: diálogos diplomáticos e a primeira dama.

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- Oi querida o dia foi terrível, eu sequer consegui acertar o chá com suas amigas, porque vou ter que fazer um outro jantar.

-(Visivelmente irritada ela é interrompida pelo som do telefone...e diz-

- Eu entendo meu bem mas estou chateada e você sabe o que isto significa...

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Prisões espetaculosas e a briga de poder sob o manto da justiça, por Frederico Firmo

por Frederico Firmo

Nesta semana presenciamos mais um round da briga midiática  pelo poder. Uma briga que está sem dúvida pulverizada, mas que já mostra  de que lado fica a imprensa.

Os problemas e a falência do Rio de Janeiro, abriram o palco para o uso da mídia. A prisão  de Cabralfoi seguida pela fala de Moro que, vapt vupt, já  é capa da revista Veja. Ao invés de se pronunciar nos autos do processo, o juiz de Curitiba, em provável campanha presidencial, faz um longo discurso político falando de governantes e governados se auto-exaltando.Mais uma vez confunde  suas próprias ações com  ações da Justiça. Num timing perfeito vemos as cenas dantescas da prisão de Garotinho, que , se não me falha a memória, foi o primeiro político preso tirado de um hospital e jogado num presídio por compra de votos. De quebra a mídia  criminalizou as políticas sociais, que vem sendo atacadas pelo governo.  Ainda nesta semana, o anúncio  midiático do procurador ungido, Deltan Dallagnol, que anuncia a devolução à Petrobrás de uma quantia  de dinheiro , que de fato fica a dever.

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Um doce refúgio

Eu estava folheando o blog, aliás folhear não é um termo de blog, mas talvez seja a saudade do passado, o que é um pleonasmo, afinal não pode haver saudade do futuro. Ôpa!! mudando de opinião, eu acho que posso sentir saudade de um futuro, afinal a gente pode até ter um futuro em mente que a realidade roubou. Aliás roubam tudo e últimamente roubam a realidade e principalmente os sonhos. Eu pensei que era só na academia, onde os pós modernos teimam em dizer que tudo é uma criação de nossa mente. Mas sabe, embora não concorde com esta idéia, eu gosto muito de criações, eu gosto do dedo de prosa, gosto de falar com aquele que não mente, apenas embeleza o mundo , gosto de histórias de pescador, gosto da poesia, gosto de ler o texto do Rui, da Maria Luiza, do Uraniano, do Romulo e não vou citar quantos outros, todos embaixo daquele nome bonito chamado Cultura. Queria não viver correndo para poder parar e ouvir a música. Ah! a música!! Mas de folha em folha, eu inevitavelmente chego naquele lugar chamado Política. Leia mais »

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O Xadrez caótico da pulverização do poder e a repressão .

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A PEC, o jantar e o bando de inconsequentes, por Frederico Firmo

por Frederico Firmo

Vários votaram pelo jantar. Ninguém melhor do que Temer, para transformar a política em compadrio. Não sei se por ignorância ou falta de percepção, o PMDB acaba de se suicidar junto com o país. E levou junto com ele um turbilhão de centristas, ou quem sabe Cunhistas. Seguidores daquele que disse, em seu momento de maior lucidez: "que Deus se apiede do Brasil".

Temer numa demonstração clara de que não tem a menor capacidade para presidir o país, colocou toda a política de uma nação a mercê de um índice financeiro. Como pensar políticas de desenvolvimento, ou políticas sociais atrelado a inflação, que este mês retrocedeu por causa da melhora do tempo. Ficaremos subordinados a chuvas e trovoadas. Como atrelar qualquer análise mais profunda sobre nossa realidade, se tivermos que pensar neste maldito índice inflacionário. 

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Reforma Educacional e a Nação em risco, por Frederico Firmo

por Frederico Firmo

A proposta de mudança radical no ensino médio do país, através de medida provisória pode vir a ser um dos maiores crimes contra educação deste país, já perpetrados por um governo.

Ao descartar toda a discussão e debate de educadores que vêm ao longo de todos estes anos, analisando, avaliando pesquisando e propondo mudanças, este governo simplesmente jogou fora tudo que foi produzido, todo o dinheiro investido e possivelmente a esperança de se ter um país desenvolvido intelectual, cultural e cientificamente. Esta proposta simplista demonstra uma profunda ignorância ou talvez,ojeriza ao pensamento às humanidades, às artes e à ciência. A medida parece afirmar que o que importa para a formação de um cidadão, é falar e escrever em português, fazer contas, (desculpe a simplificiação pois bem sei que matemática é mais do que isto), e falar inglês. Este simplismo, mostra com clareza a concepção de cidadão deste governo. O inglês entra provavelmente nesta lista para não correr o risco de o aluno aprender espanhol e se relacionar com os vizinhos e quiçá, porque querem que se torne um consumidor de bens importados, e um bom empregado de uma indústria estrangeira, após a flexibilização das leis trabalhistas.

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O Xadrez de Jucá e o "Kilt" de Cunha

Esta notícia parece que pegou todos, ou quase todos de surpresa. Desta vez a Folha não combinou com o Globo e nem com a Veja. Na G1 , nas primeiras horas, aparece um Gurovitz afirmando que nada do que foi dito incrimina Jucá. Palavras incríveis num jornal onde tudo incrimina o PT e Lula. Até sobrinho de ex-mulher.  Surpreendemente  o fato foi relegado a um tópico, não mereceu sequer uma manchete no G1, mas ao longo do dia veremos sem dúvida desdobramentos, ou para esconder ou para colocar em relevo, dependendo dos acordos entre os membros do  comando geral do golpe e da análise sempre “imparcial”da editoria.  Alíás isto me intriga, pois embora já  se soubesse que  a PGR  e o MP com seus vazamentos super seletivos ajudaram muito ao golpe, agora o que se vê é que há vazamentos seletivos e também  ocultações seletivas. Ocultações que parecem ser mantidas a sete chaves para serem usadas  no momento apropriado. Tudo indica que a PGR tem em sua posse um arsenal poderoso e que vai usá-lo quando começar a sair do foco midiático, ou quando algum dos interesses que defende estiver sendo  ameaçado.  Que interesses são estes? Leia mais »

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Dirceu sua mãe o confisco e a barbárie.

O juiz manda confiscar a casa de uma senhora de 90 anos, porque é mãe daquele que a ele não se submeteu. Condena interpretando fatos a seu bel prazer, porque aquele que não se submeteu era condenado desde o inicio. Já o mantém preso mesmo depois de condená-lo, alegando o quê? Segundo sua primeira alegação  a prisão evitaria que ele manipulasse provas. Mas depois de tanto tempo não há razão e depois de julgado, como poderia haver manipulação. Num processo de julgamento provas já devem ter sido incorporadas. Não há como alegar qualquer interferência. Mas com certeza a decretação da continuidade da prisão é presunção de culpa. Notifiquem o Juiz que, enquanto Dirceu não for julgado em todas as instâncias, há que se ter presunção da inocência,  e ele tem direito de responder em liberdade. Retirar este direito constitucional é , seja pelo subterfúgio que for,  um abuso e um ataque aos direitos de um cidadão.  Isto  parece mostrar que , de fato, a manipulação não é do ŕéu, mas sim do juiz e dos procuradores. Todos os acontecimentos mostram um  réu  algemado, impotente, com direito de defesa cerceado,  sendo objeto de um verdadeiro espancamento. Leia mais »

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Um Golpe Palaciano.

A componente humana dos golpes traz a tona toda a nossa tragédia e comédia. A cada dia mostrando que nós humanos estamos representando sempre os mesmos papéis em cenários diferentes.  Assim repetimos ações  que não podem sequer reinvindicar originalidade. O nosso golpe mostra que todos golpes palacianos  tem algo de  universal, a explosão das fraquezas humanas. No isolamento de Brasilia  reforçado por um fosso jornalístico e televisivo, os moradores dos domínios palacianos jogam o mesmo jogo ( a conspiração) há muito tempo. Sempre  esperando que  que algo momentâneo vá mudar o resultado. E aconteceu.  Os domínios do  Palácio compreendem o Palácio do  Planalto, o Palácio da Justiça  o Palácio do Jaburu   e o Senado aquele prédio que  não é um Palácio mas no qual vivem todos os que aspiram  a uma posição no Palácio, ou quem sabe a uma  comenda especial ou a um ministério com cara de baronato. Leia mais »

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Uma caverna sombria: um conto de luz, por Frederico Firmo

Por Frederico Firmo

Por noites seguidas se reuniram na escuridão da caverna. Do mundo apenas sombras, sem luz , sem lanterna, apenas as sombras.Reunidos de ponta cabeça, se lambem de forma protetora. Mas donos da escuridão, se incomodam com a luz que parece entrar em demasia.A luz distorce as sombras.

E o pior a Luz em demasia trouxe de fora outros seres.Seres odientos, sempre com a cabeça em pé, e já não são mais sombras. Ousam entrar e viver na Caverna. Já os conhecíamos, mas diferem das imagens projetadas pois tem cores, tem vida, tem canto e o pior, não temem a luz.

O alerta foi dado e com guinchos estridentes e farfalhar das asas tentaram calar aquele canto. Sem sucesso, tentaram expulsá-los com os seus excrementos. Falharam. Ah! como os odeiam . Mudaram de planos, senhores da escuridão os atraíram, e como se fosse possível fizeram da caverna o mundo. Com se fosse possível em nome da governabilidade, tentaram proibir a luz. Como se fosse possível, em nome da etiqueta, tentaram proibir o canto. Descobriram o poder do verbo, o poder das palavras, e urdiram o plano final, haveriam de expulsá-los. Mas palavras só tem poder se proferidas sob a luz. Apelaram para o único dono do holofote. Alguém que sabia criar as sombras. Alguém que dizia controlar a luz . Apenas sob a luz do holofote não iriam se fragmentar. Todos os dias, viam alguns dos seus projetados nas paredes. A luz do holofote não faria mal. Mas mal sabiam que os que se submetiam ao holofote já eram robôs, nada tinham por dentro, eram apenas simulacros, sem vida . Mas se sentiram fortes, afinal sob a luz do holofote, poderiam proferir a palavra, aquela que aniquilaria os outros. Um a um, rapidamente, sob a luz do holofote profeririam a palavra mágica. Este seria o último e tão sonhado ato.

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De Golem a Hidra: Uma ópera bufa, por Frederico Firmo

Há muito tempo escrevi um post aqui sobre o judiciário e Golem. Uma criatura que criada para a defesa das comunidades, se esquece de suas funções e do inscrito em sua testa, "A verdade". Golem se encheu de poder e de protetor se tornou o algoz da comunidade que o criou. O post é antigo, mas já avisava que o golpe judiciário já havia acontecido. O judiciário como Golem já é poder. Mas aos poucos o mítico Golem se transforma em Hidra.

Aos poucos a face de Moro foi sendo trocada por Janot. Pois como Hidra existem muitas cabeças, a cabeça Gilmar, a cabeça Toffoli, a cabeça Fux, a cabeça Janot, mais recentemente o ressentido Facchini, e o professor de teoria jurídica Barroso. Que após ter dado uma boa lição resolveu aprovar todos os alunos ,mesmo aquele que havia ido tão mal. No fundo da classe , aparentemente o fundão resiste na figura de um Marcos Mello, aquele que não é decano, e Lewandovsky que estava muito solitário.

O resto parece que se apraz em ser apenas o resto. Acompanhando sempre a maré, ou falando leviandades em ambientes diversos. Aliás leviandades seletivas. Existe um Teori, que como tal é quase uma abstração cuja realidade eu ainda não consegui desvendar. Capaz de rapidamente prender Delcídio, e lentamente, muito lentamente , e mais lentamente ainda se pronunciar contra Cunha, contra Moro, contra os quais transbordam, ou desbordam, as provas de ilícitos. 

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Na tela terrorismos e atentados: Meu Deus do Céu!!!

Por Frederico Firmo

Em frente a uma tela de computador, ou de televisão eu vejo passar dias sombrios, com alguns lampejos de luz . Talvez seja a estação do ano , ou quem sabe a estação da TV. De um lado as cenas dos atentados suicidas ao longo do mundo em nome de Deus e aqui a jihad é contra a corrupção. Mas de fato nem os de lá podem falar em nome de Deus, nem os de cá podem falar da corrupção.

Nesta semana , bem no meio da tela eu vejo aquela cena onde uma dúzia ou mais de homens condenáveis, ( mas não condenados) cometeram um atentado suicida contra um partido histórico. (Como disse um certo Juiz,: Meu Deus do céu!!! )Embora seja verdade que o partido já está em coma há muitos anos. Das diretas já de Ulysses, foi passando por Sarneys, Renans e agora Cunha. Afinal de Temer, nada temos a temer, ele é daquelas figuras decorativas cujo ego , narcisismo e obtusidade não permitem que sequer tenha consciência do ato destrutivo cometido contra o seu partido. Mas, fraco como é, Temer foi apenas aquele que foi convencido a se tornar um homem-bomba.

Enquanto isto a televisão e seu conjunto de agitadores disfarçados de jornalistas, ou melhor de apresentadores distorciam , retorciam , manipulavam dados, criando um clima de apocalipse e terror para o governo e prometendo o paraíso com 100 virgens ( não sei se o número está correto) para os políticos que aderirem ao pelotão suicida.

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