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Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Sapienciais: Salmos

Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Sapienciais: Salmos

Editora: Paulus

ISBN: Bíblia do Peregrino (BPe) – 978-85-349-2005-6 / Bíblia de Jerusalém (BJ) – 978-85-349-4282-9 / Bíblia Pastoral (BPa) 978-85-349-0228-1

Tradução, introdução e notas (BPa): Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin

Tradução (BPe): Ivo Storniolo e José Bortolini

Notas (BPe): Luís Alonso Schökel

Opinião: N/A

Páginas: BPe – 262 / BJ – 161 / BPa – 156

 

“Meu Deus, meu Deus,

por que me abandonaste?

Apesar de meus gritos, minha prece não te alcança!

Meus Deus, eu grito de dia, e não me respondes,

de noite, e nunca tenho descanso.

E tu habitas no santuário, onde Israel te louva!

 

Nossos antepassados confiavam em ti; Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Sapienciais: Jó

Seleção de Doney

Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Sapienciais: Jó

Editora: Paulus

ISBN: Bíblia do Peregrino (BPe) – 978-85-349-2005-6 / Bíblia de Jerusalém (BJ) – 978-85-349-4282-9 / Bíblia Pastoral (BPa) 978-85-349-0228-1

Tradução, introdução e notas (BPa): Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin

Tradução (BPe): Ivo Storniolo e José Bortolini

Notas (BPe): Luís Alonso Schökel

Opinião: N/A

Páginas: BPe – 88 / BJ – 60 / BPa – 31

     “Certo dia, os filhos e filhas de Jó comiam e bebiam na casa do irmão mais velho. Um mensageiro chegou à casa de Jó e lhe disse: “Os bois estavam arando e as mulas pastando perto deles. Os sabeus caíram sobre eles, mataram os empregados a fio de espada e levaram o rebanho. Só eu escapei para lhe contar o que aconteceu”.

     Mal acabara de falar, quando chegou outro e disse: “Caiu um raio do céu e queimou e consumiu suas ovelhas e pastores. Só eu escapei para lhe contar o que aconteceu”.

     Mal acabara de falar, quando chegou outro e disse: “Um bando de caldeus, dividido em três grupos, caiu sobre os camelos e os levou embora, depois de matar os empregados a fio de espada. Só eu escapei para lhe contar o que aconteceu”.

     Mal acabara de falar, quando chegou outro e disse: “Seus filhos e filhas estavam comendo e bebendo na casa do irmão mais velho, quando um furacão veio do deserto, atingindo a casa pelos quatro lados, e ela desabou sobre os jovens e os matou. Só eu escapei para lhe contar o que aconteceu”.

     Então Jó se levantou, rasgou a roupa, rapou a cabeça, caiu por terra, e disse: “Nu eu saí do ventre de minha mãe, e nu para ele voltarei. Javé me deu tudo e Javé tudo me tirou. Bendito seja o nome de Javé!”

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Média: 2.3 (3 votos)

Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Históricos

Enviado por Dorney

Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Históricos

Editora: Paulus

ISBN: Bíblia do Peregrino (BPe) – 978-85-349-2005-6 / Bíblia de Jerusalém (BJ) – 978-85-349-4282-9 / Bíblia Pastoral (BPa) 978-85-349-0228-1

Tradução, introdução e notas (BPa): Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin

Tradução (BPe): Ivo Storniolo e José Bortolini

Notas (BPe): Luís Alonso Schökel

Opinião: N/A

Páginas: BPe – 698 / BJ – 492 / BPa – 376

*

Livros históricos: Josué / Juízes / Rute / 1 Samuel / 2 Samuel / 1 Reis / 2 Reis / 1 Crônicas / 2 Crônicas / Esdras / Neemias / Tobias / Judite / Ester / 1 Macabeus / 2 Macabeus

*

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Média: 2.7 (7 votos)

Lista de Livros: Abilolado mundo novo – Carlos Maltz

Seleção de Doney

Lista de Livros: Abilolado mundo novo – Carlos Maltz

Editora: Via Lettera

ISBN: 978-85-7636-095-7

Opinião: bom

Páginas: 240

“Porque se não soubermos sentir a dor, também não saberemos sentir prazer. (...) Não tem jeito de estarmos vivos e não sentirmos dor. A dor faz parte da vida. A dor é uma de nossas maiores amigas, e o único jeito de não sentirmos dor, é nos anestesiarmos a ponto de não sentirmos nada... Quem se anestesiar não sente dor, mas, em compensação, também não sente mais nada... Fica confortavelmente anestesiado para tudo... Joga fora o bebê junto com a água do banho ou, se você preferir, joga fora a possibilidade de amar, junto com o medo de sofrer... Não existe vida sem a possibilidade do sofrimento... É aquela história do cara que “vive como se nunca fosse morrer, e morre como se nunca tivesse vivido”.”

*

“Sem dúvida, como eu vinha dizendo, concordo inteiramente com a frase do Gessinger: “Você que tem ideias tão modernas é o mesmo homem que vivia nas cavernas”. O mundo mudou muito, na superfície, na aparência, mas, no fundo, não somos tão diferentes assim dos nossos antepassados... Em termos emocionais a coisa anda muito devagar... O mundo das emoções num tá nem aí pro nosso avanço tecnológico e talz... Veja a internet: milhões de pessoas procurando alguém... Milhões de pessoas diariamente se conectando para encontrar um pouco de algo que elas sentem muita falta, mas não sabem o que é... Mudamos muito pouco mesmo nas coisas que realmente importam... Vejam esses sites de realidade virtual... Forte-apaches dos meninos e das meninas grandes... Multidões de Barbies e Kens em busca de emoções que não vão encontrar e que vão gerar mais ansiedade, e mais horas navegando no mar da ilusão... A indústria da pornografia on-line é uma das que mais crescem nesse mundo rico de coisa e pobre de alma... Um grande neg-ócio...”.

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Média: 5 (5 votos)

Lista de Livros: A Sociedade do Espetáculo (Parte III) – Guy Debord

Seleção de Doney

Lista de Livros: A Sociedade do Espetáculo (Parte III) – Guy Debord

Editora: Contraponto

ISBN: 978-85-8591-017-4

Tradução: Estela dos Santos Abreu

Opinião: excelente

Páginas: 240

“A mercadoria já não pode ser criticada por ninguém: nem enquanto sistema geral, nem mesmo como essa embalagem determinada que terá sido conveniente aos empresários pôr nesse momento no mercado. Em todo o lado onde reina o espetáculo, as únicas forças organizadas são aquelas que querem o espetáculo. Portanto, nenhuma pode ser inimiga do que existe, nem infringir a omertá que diz respeito a tudo. Acabou-se com esta inquietante concepção que dominou durante mais de duzentos anos, segundo a qual uma sociedade podia ser criticável e transformável, reformada ou revolucionada. E isto não foi obtido pelo aparecimento de argumentos novos, mas muito simplesmente porque os argumentos se tornaram inúteis. Perante este resultado medir-se-á, em vez da felicidade geral, a força terrível das redes da tirania.

Jamais a censura foi tão perfeita. Jamais a opinião daqueles a quem se faz crer ainda, em certos países, que são cidadãos livres, foi tão pouco autorizada a tornar-se conhecida, cada vez que se trata duma escolha que afetará a sua vida real. Jamais foi permitido mentir-lhes com uma tão perfeita ausência de consequência. O espectador é suposto ignorar tudo, não merecer nada. Quem olha sempre, para saber a continuação, jamais agirá: e tal deve ser o espectador. Tudo aquilo que nunca é sancionado é verdadeiramente permitido. É pois arcaico falar de escândalo. Atribui-se a um homem de Estado italiano de primeiro plano, tendo exercido funções simultaneamente no ministério e no governo paralelo chamado P.2, Potere due, uma divisa que resume profundamente o período em que entrou o mundo inteiro, um pouco depois da Itália e dos Estados Unidos: “Havia escândalos, mas já não há”.

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Média: 5 (2 votos)

'Temer acha que é Itamar, mas é Sarney', diz cientista político - por Mariana Sanches (BBC)

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Lista de Livros: A Sociedade do Espetáculo (Parte II) – Guy Debord

Seleção de Doney

Lista de Livros: A Sociedade do Espetáculo (Parte II) – Guy Debord

Editora: Contraponto

ISBN: 978-85-8591-017-4

Tradução: Estela dos Santos Abreu

Opinião: excelente

Páginas: 240

     “O raciocínio sobre a história é inseparavelmente raciocínio sobre o poder.”

*

     “Assim, a burguesia fez conhecer e impôs à sociedade um tempo histórico irreversível, mas recusa-lhe a utilização. “Houve história, mas já não há mais”, porque a classe dos possuidores da economia, que não deve romper com a história econômica, deve recalcar assim como uma ameaça imediata qualquer outro emprego irreversível do tempo. A classe dominante, feita de especialistas da possessão das coisas, que por isso são eles próprios uma possessão das coisas, deve ligar a sua sorte à manutenção desta história reificada, à permanência de uma nova imobilidade na história. Pela primeira vez o trabalhador, na base da sociedade, não é materialmente estranho à história, porque é agora pela sua base que a sociedade se move irreversivelmente. Na reivindicação de viver o tempo histórico que ele faz, o proletariado encontra o simples centro inesquecível do seu projeto revolucionário; e cada uma das tentativas, até aqui geradas, de execução deste projeto marca um ponto de partida possível da nova vida histórica.”

*

     “O tempo pseudocíclico consumível é o tempo espetacular, ao mesmo tempo como tempo de consumo das imagens, no sentido restrito, e como imagem do consumo do tempo em toda a sua extensão. O tempo do consumo das imagens, média de todas as mercadorias, é inseparavelmente o campo onde plenamente atuam os instrumentos do espetáculo e a finalidade que estes apresentam globalmente, como lugar e como figura central de todos os consumos particulares: sabe-se que os ganhos de tempo constantemente procurados pela sociedade moderna – quer se trate da velocidade dos transportes ou da utilização de sopas em pacotes – se traduzem positivamente para a população dos Estados Unidos neste fato: de que só a contemplação da televisão a ocupa em média três a seis horas por dia. A imagem social do consumo do tempo, por seu lado, é exclusivamente dominada pelos momentos de ócio e de férias, momentos representados à distância e desejáveis, por postulado, como toda a mercadoria espetacular. Esta mercadoria é aqui explicitamente dada como o momento da vida real de que se trata esperar o regresso cíclico. Mas mesmo nestes momentos destinados à vida, é ainda o espetáculo que se dá a ver e a reproduzir, atingindo um grau mais intenso. O que foi representado como vida real, revela-se simplesmente como a vida mais realmente espetacular.

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Média: 5 (4 votos)

Lista de Livros: A Sociedade do Espetáculo (Parte I) – Guy Debord

Seleção de Doney

Lista de Livros: A Sociedade do Espetáculo (Parte I) – Guy Debord

Editora: Contraponto

ISBN: 978-85-8591-017-4

Tradução: Estela dos Santos Abreu

Opinião: excelente

Páginas: 240

     “É sabida a forte tendência dos homens para repetir inutilmente os fragmentos simplificados das teorias revolucionárias antigas, cuja usura lhes é escondida pelo simples fato de que não tentam aplicá-las a qualquer luta efetiva, para transformar as condições em que se encontram verdadeiramente; de tal forma que compreendem pouco melhor como estas teorias puderam, com sortes diversas, ser determinantes nos conflitos doutros tempos. Apesar disto, não oferece dúvida para quem examina friamente a questão, que aqueles que querem abalar realmente uma sociedade estabelecida devem formular uma teoria que explique fundamentalmente esta sociedade; ou pelo menos que tenha todo o ar de dar dela uma explicação satisfatória. Assim que esta teoria é um pouco divulgada, na condição de que o seja nos afrontamentos que perturbam a tranquilidade pública, e mesmo antes dela chegar a ser exatamente compreendida, o descontentamento por toda a parte em suspenso será agravado e atiçado, pelo simples conhecimento vago da existência de uma condenação teórica da ordem das coisas. E depois, é começando a dirigir com cólera a guerra da liberdade, que todos os proletários podem tornar-se estrafegas.”

*

     “Os terroristas se movem às vezes pelo desejo de fazer com que se fale deles.”

*

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Lista de Livros: Crítica da Razão Prática (Parte II) – Immanuel Kant

Seleção de Doney

Lista de Livros: Crítica da Razão Prática (Parte II) – Immanuel Kant

Editora: Brasil (Versão digitalizada da obra de 1959)

Tradução e prefácio: Afonso Bertagnoli

Opinião: bom

Páginas: 248

     “Enquanto a virtude e a felicidade constituem conjuntamente a posse do sumo bem em uma pessoa e enquanto, além disso, estando a felicidade repartida exatamente, em proporção idêntica, à moralidade (como valor da pessoa e da sua dignidade de ser feliz), constituem ambas o sumo bem de um mundo possível, isto significa o mais completo e acabado bem; neste, todavia, a virtude é sempre, como condição, o bem mais elevado, porque não tem sobre si nenhuma outra condição, enquanto a felicidade apresenta alguma coisa que é agradável para aquele que possui, mas sem ser por si mesma absolutamente boa sob todos os aspectos, dado que supõe, constantemente, de acordo com a lei, a conduta moral como condição. (...)

     O sumo bem é para nós prático; isto é, devemos realizá-lo mediante a nossa vontade, concebendo nele a virtude e a felicidade necessariamente ligados, de modo que não é possível, para uma razão pura prática, admitir aquela e não admitir esta.”

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Lista de Livros: Crítica da Razão Prática (Parte I) – Immanuel Kant

Seleção de Doney

Lista de Livros: Crítica da Razão Prática (Parte I) – Immanuel Kant

Editora: Brasil (Versão digitalizada)

Tradução e prefácio: Afonso Bertagnoli

Opinião: bom

Páginas: 248

     “Vida é a faculdade que possui um ser de agir segunda as leis da faculdade de desejar. A faculdade de desejar é a faculdade desse mesmo ser, de ser, por meio de suas representações, causa da realidade dos objetos dessas representações. Prazer é a representação da coincidência do objeto ou da ação com as condições subjetivas da vida, isto é, com a faculdade da causalidade de uma representação em consideração da realidade do seu objeto (ou da determinação das forças do sujeito para a ação de produzi-lo).”

*

     “Princípios práticos são proposições que encerram uma determinação universal da vontade, subordinando-se a essa determinação diversas regras práticas. São subjetivos, ou máximas, quando a condição é considerada pelo sujeito como verdadeira só para a sua vontade; são, por outro lado, objetivos ou leis práticas quando a condição é conhecida como objetiva, isto é, válida para a vontade de todo ser natural.

     No conhecimento prático, isto é, aquele que só tem que tratar dos fundamentos da determinação da vontade, os princípios que alguém formula em si mesmo nem por isso constituem leis a que inevitavelmente se veja submetido, porque a razão na prática se ocupa do sujeito, ou seja da faculdade de desejar, segundo cuja constituição especial pode a regra referir-se por formas bem diversas. A regra prática é sempre um produto da razão, porque prescreve a ação, qual meio para o efeito, considerado como intenção.

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Média: 3.7 (3 votos)

Lista de Livros: Discurso de metafísica e outros textos – Gottfried Wilhelm Leibniz

Seleção de Doney

Lista de Livros: Discurso de metafísica e outros textos – Gottfried Wilhelm Leibniz

Editora: Martins Fontes

ISBN: 978-85-3361-978-4

Apresentação e notas: Tessa Moura Lacerda

Tradução: Marilena Chauí e Alexandre da Cruz Bonilha

Opinião: Discurso de metafísica (bom) / Os Princípios da Filosofia ou A Monadologia (regular) / Princípios da Natureza e da Graça Fundados na Razão (regular)

Páginas: 164

      “I. Da perfeição divina e de que Deus faz tudo da maneira mais desejável.

     A noção mais aceita e mais significativa que possuímos de Deus exprime-se muito bem nestes termos: Deus é um ser absolutamente perfeito. Não se tem considerado, porém, devidamente, suas consequências e, para aprofundá-las mais, convém notar que há na natureza várias perfeições muito diferentes, possuindo-as Deus todas reunidas e que cada uma lhe pertence no grau supremo. É preciso também conhecer o que é a perfeição. Eis uma marca bem segura dela, a saber: formas ou naturezas insuscetíveis do último grau não são perfeições, como, por exemplo, a natureza do número ou da figura; pois o número maior de todos (ou melhor, o número dos números), bem como a maior de todas as figuras, implicam contradição; mas a máxima ciência e a onipotência não encerram qualquer impossibilidade. Por conseguinte, o poder e a ciência são perfeições, e enquanto pertencem a Deus não têm limites. Donde se segue que Deus, possuindo suprema e infinita sabedoria, age da maneira mais perfeita, não só em sentido metafísico, mas também moralmente falando, podendo, relativamente a nós, dizer-se que, quanto mais estivermos esclarecidos e informados sobre as obras de Deus, tanto mais dispostos estaremos a achá-las excelentes e inteiramente satisfatórias em tudo o que possamos desejar.

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Média: 4.7 (3 votos)

A dupla perfeita, por Doney Corteletti Stinguel

Foto Reprodução

do Política Nada Imparcial

A dupla perfeita 

por Doney Corteletti Stinguel

Há tudo sobre Aécio Neves: a corrupção foi toda gravada, comprovada, de onde o dinheiro saiu, para onde foi, até com cédulas rastreadas (!). Nos grampos ele entrega toda a tramoia, ameaçando até de matar a “mula” caso ela se dispusesse a delatá-lo.

Perrela, o senador da fazenda onde foram presos 450kg de pasta base de cocaína (em outros termos, mais de 4 toneladas de cocaína pura), diz em diálogo grampeado com Aécio que “só trafica”.

Os dois milhões da propina que Aécio recebeu da JBS foram justamente para uma empresa do Perrela, onde o dinheiro foi devidamente lavado. Todos os crimes, reitero, devidamente comprovados.

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Lista de Livros: Crítica da Razão Pura (Parte III), de Immanuel Kant

Enviado por Doney

Lista de Livros: Crítica da Razão Pura (Parte III) – Immanuel Kant

Editora: Fundação Calouste Gulbenkian

ISBN: 978-97-2310-623-7

Tradução: Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão

Introdução e notas: Alexandre Fradique Morujão

Opinião: bom

Páginas: 682

“Nada nos é efetivamente dado além da percepção e do progresso empírico desta para outras percepções possíveis Porquanto, em si mesmos, os fenômenos, sendo simples representações, só são reais na percepção que, de fato, é unicamente a realidade de uma representação empírica, isto é, de um fenômeno. Chamar coisa real a um fenômeno, antes da percepção, ou significa que no progresso da experiência poderemos chegar a uma tal percepção ou não significa nada. Pois que só poderia absolutamente dizer-se que existe em si mesma, sem relação com os nossos sentidos e experiência possível, se se tratasse de uma coisa em si. Trata-se apenas de um fenômeno no espaço e no tempo, que não é determinação de coisas em si, mas unicamente da nossa sensibilidade; daí que o que neles se encontra (nos fenômenos) não seja algo em si, mas simples representações que, quando não dadas em nós (na percepção), em parte alguma se encontram.

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Média: 3.5 (6 votos)

Lista de Livros: Crítica da Razão Pura (Parte II) – Immanuel Kant

Lista de Livros: Crítica da Razão Pura (Parte II) – Immanuel Kant

Editora: Fundação Calouste Gulbenkian

ISBN: 978-97-2310-623-7

Tradução: Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão

Introdução e notas: Alexandre Fradique Morujão

Opinião: bom

Páginas: 682

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Média: 3 (2 votos)

Lista de Livros: Crítica da Razão Pura (Parte I) – Immanuel Kant

Enviado por Doney

Lista de Livros: Crítica da Razão Pura (Parte I) – Immanuel Kant

Editora: Fundação Calouste Gulbenkian

ISBN: 978-97-2310-623-7

Tradução: Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão

Introdução e notas: Alexandre Fradique Morujão

Opinião: bom

Páginas: 682

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Fotos

O Imperialismo e o Terrorismo

Neo companheiro

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2CELLOS - Thunderstruck

Enviado por Doney

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