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Lista de Livros: Um fio de nada – ensaio sobre a tolerância, de Diogo Pires Aurélio

Enviado por Doney

Lista de Livros: Um fio de nada – ensaio sobre a tolerância, de Diogo Pires Aurélio

Editora: Martins Fontes

ISBN: 978-85-7827-254-8

Opinião: bom

Páginas: 184 

     “Em certo sentido, quase se diria estarmos em presença de um prenúncio longínquo desses livres-pensadores e libertinos que, a partir do século XVI, iniciam a marcha em direção ao tolerantismo, essa “heresia das heresias” que traz consigo, no dizer do cardeal Bossuet, o gérmen de uma nova Babel, atribuindo indiferentemente à verdade e ao erro, à virtude e ao vício, o mesmo estatuto e os mesmos direitos.”

*

      “O mesmo se poderia, aliás, deduzir das palavras de Steven C. Rockefeller, quando recorda que “muitos adeptos do multiculturalismo, hoje, contestam a ideia de que o liberalismo seja neutro a respeito das concepções do bem, argumentando que ele traduz apenas uma cultura regional, anglo-americana, a qual possuiria um efeito homogeneizante”.”

*

      “No fundo, continuam os críticos da tolerância a alegar, tolera-se hoje mais por falta de convicções próprias que por respeito pelas convicções alheias. É, por assim dizer, uma homogeneização negativa, tolerante mas tendencialmente vazia.”

*

      “A diferença e a heterogeneidade é que são o verdadeiro apanágio do homem.”

*

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Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Proféticos

Seleção de Doney

Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Proféticos

Editora: Paulus

ISBN: Bíblia do Peregrino (BPe) – 978-85-349-2005-6 / Bíblia de Jerusalém (BJ) – 978-85-349-4282-9 / Bíblia Pastoral (BPa) 978-85-349-0228-1

Tradução, introdução e notas (BPa): Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin

Tradução (BPe): Ivo Storniolo e José Bortolini

Notas (BPe): Luís Alonso Schökel

Opinião: N/A

Páginas: BPe – 629 / BJ – 456 / BPa – 273

Livros Proféticos: Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel; Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

“Ai daqueles que procuram esconder-se de Javé

para ocultar seus próprios projetos.

Agem nas trevas, dizendo:

“Quem nos vê? Quem nos conhece?”

Que desatino! Como se o barro

se considerasse oleiro,

como se a obra dissesse daquele que a fez:

“Ele não me fez”,

como se o vaso dissesse do oleiro:

“Ele não me entende”.”

(Is 29,15-16 – BPa / BPe)

*

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Lista de Livros: Viagens com o presidente – Leonencio Nossa e Eduardo Scolese

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Lista de Livros: Viagens com o presidente: dois repórteres no encalço de Lula do Planalto ao exterior – Leonencio Nossa e Eduardo Scolese

Editora: Record

ISBN: 978-85-0107-630-4

Opinião: bom

Páginas: 282

“Segundo ministros, Lula reclama do espaço “pouco acolhedor” (do Palácio do Planalto). Cristovam Buarque, da Educação, diz que o lugar é frio, propício ao “presidente que pensava ser europeu”, numa ironia a Fernando Henrique. Um ano depois, Buarque, em visita à Europa, seria demitido por telefone pelo presidente petista.

Para Lula, o Planalto é mesmo frio. Logo depois da posse, ele diz que não quer viver “trancado” ali. O presidente quer um governo itinerante, com o “pé na estrada”, nas ruas. Ao ser questionado naqueles dias se tinha medo de ser agredido por algum maluco nos contatos com o povo, ele responde:

     – Só tenho medo de ficar sozinho.”

*

      “A presença tão próxima dos militares (da segurança presidencial) causou preocupações especialmente à primeira-dama. Dona Marisa, que durante a ditadura viu o marido ser preso pelos militares, ficou preocupada se os filhos iriam aceitar a nova situação, com menos liberdade e mais vigilância. Ela estava em Brasília, nos primeiros dias de governo, quando foi informada de que um grupo de militares iria subir ao apartamento da família, em São Bernardo do Campo, para conversar com os filhos sobre o trabalho de segurança.

     – Não, não subam. Deixa eu chegar aí primeiro. Eu quero participar da conversa – disse, por telefone.

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Lista de Livros: Lobisomens – Sabine Baring-Gould, por Doney

Por Doney

Lista de Livros: Lobisomens – Sabine Baring-Gould

Editora: Leitura
ISBN: 978-85-7358-964-1
Opinião: bom
Páginas: 176

     “O que é licantropia? A transformação de um homem ou uma mulher em lobo, tanto por meios mágicos – para que a pessoa possa satisfazer o apetite por carne humana – ou por castigo imposto pelos deuses em punição a uma grande ofensa.

     Essa é a definição popular. Na verdade, a licantropia consiste em uma forma de loucura, como aquela encontrada na maioria dos hospícios.”

*

      “Toda a superestrutura da fábula e do romance relativo à transformação em animais selvagens reside simplesmente sobre esta base de verdade: que entre as nações escandinavas existiu uma forma de loucura ou possessão, sob a influência da qual homens agiram como se fossem transformados em brutos selvagens, uivando, espumando pela boca, sedentos de sangue e matança, prontos para cometer qualquer ato de atrocidade, e tão irresponsáveis por suas ações quanto lobos e ursos, com cujas peles eles geralmente se vestiam. (...)

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Lista de Livros: Inclusão social e desenvolvimento econômico na América Latina

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Lista de Livros: Inclusão social e desenvolvimento econômico na América Latina – Editores: Mayra Buvinic e Jacqueline Mazza com Ruthanne Deutsch

Editora: Elsevier (Campus)

ISBN: 978-85-3521-594-6

Opinião: bom

Páginas: 368

 “Embora a insuficiência de renda seja um fator fundamental, há consenso no sentido de que a exclusão social se refere a um conjunto de circunstâncias mais abrangentes do que a pobreza. A exclusão social está mais estreitamente relacionada ao conceito de pobreza relativa do que à pobreza absoluta e, portanto, está inextricavelmente vinculada à desigualdade. A exclusão social se refere não apenas à distribuição de renda e ativos (como as análises da pobreza), mas também à privação social e à ausência de voz e poder na sociedade.

     Na América Latina, essa ausência de voz e poder talvez esteja mais fielmente refletida nos baixos níveis de representação dos grupos excluídos da tomada de decisões políticas. Em 2002, por exemplo, apenas 4,4% dos parlamentares brasileiros eram afrodescendentes, embora representassem quase a metade da população brasileira (A Tribuna de Santos, 29 de julho de 2002).”

(Mayra Buvinic)

*

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Lista de Livros: O Poder do Mito (Parte II) – Joseph Campbell com Bill Moyers

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Lista de Livros: O Poder do Mito (Parte II) – Joseph Campbell com Bill Moyers

Editora: Palas Athena

ISBN: 978-85-7242-008-2

Organização: Betty Sue Flowers

Tradução: Carlos Felipe Moisés

Opinião: regular

Páginas: 242

          “A diferença entre um sacerdote e um xamã é que o primeiro é um funcionário e o segundo é alguém que teve uma experiência. Na nossa tradição é o monge que procura a experiência, enquanto o sacerdote é aquele que estudou para servir à comunidade.

          Eu tive um amigo que assistiu a um encontro internacional das ordens meditativas católico romanas, que teve lugar em Bangkok. Ele me contou que os monges católicos não tinham dificuldade em compreender os monges budistas, mas o clero das duas religiões é que era incapaz de entender um ao outro.

          A pessoa que teve uma experiência mística sabe que toda tentativa de expressá-la simbolicamente é imperfeita. Os símbolos não traduzem a experiência, apenas a sugerem. Se você não teve a experiência, como saber de que se trata? Tente explicar o prazer de esquiar a alguém que viva nos trópicos e nunca viu neve. É necessário que haja experiência para apreender a mensagem, alguma pista – do contrário você não ouve o que lhe estão dizendo.”

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Média: 4.3 (6 votos)

Lista de Livros: O Poder do Mito (Parte I) – Joseph Campbell com Bill Moyers

Seleção de Doney

Lista de LivrosO Poder do Mito (Parte I) – Joseph Campbell com Bill Moyers

Editora: Palas Athena

ISBN: 978-85-7242-008-2

Organização: Betty Sue Flowers

Tradução: Carlos Felipe Moisés

Opinião: regular

Páginas: 242

“Os fados guiam àquele que assim o deseje; aquele que não o deseja, eles arrastam.” (Sabedoria romana)

*

“E aí está”, disse Campbell, “a suprema mensagem da religião: ‘Em verdade vos digo: cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes’[Mateus 25,40].”

Homem espiritual, ele encontrou na literatura da fé os princípios comuns ao espírito humano. Mas esses princípios têm de ser libertados dos liames tribais, caso contrário as religiões do mundo continuarão a ser como no Oriente Médio e na Irlanda do Norte, hoje uma fonte de desdém e agressão. As imagens de Deus são muitas, ele dizia, chamando-as “máscaras da eternidade”, que ao mesmo tempo escondem e revelam “a Face da Glória”. Ele desejou saber o que significa o fato de Deus assumir tão diferentes máscaras em diferentes culturas, apesar de histórias semelhantes serem encontradas em tradições divergentes – histórias da criação, nascimentos virginais, encarnações, morte e ressurreição, segundos retornos, dias do julgamento. Ele apreciava a perspicácia das escrituras hindus: “A verdade é uma; os sábios a chamam por diferentes nomes”. Todos os nossos nomes e imagens de Deus são máscaras, ele dizia, referindo-se à suprema realidade que, por definição, transcende a linguagem e a arte. Um mito é uma máscara de Deus, também – uma metáfora daquilo que repousa por trás do mundo visível. Não obstante as divergências, ele dizia, as religiões todas estão de acordo em solicitar de nós o mais profundo empenho no próprio ato de viver, em si mesmo. O pecado imperdoável, no livro de Campbell, é o pecado da inadvertência, de não estar alerta, de não estar inteiramente desperto.”

*

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Lista de Livros: Catecismo positivista (Os Pensadores) – Augusto Comte

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Lista de Livros: Catecismo positivista (Os Pensadores) – Auguste Comte

Editora: Abril cultural

Tradução: Miguel Lemos

Opinião: regular

Páginas: 203

“Remontando até esta origem normal, sente-se profundamente que, desde a suficiente extensão do domínio romano, as populações de elite procuram em vão a religião universal. A experiência demonstrou cabalmente que este voto final não pode ser satisfeito por nenhuma crença sobrenatural. Dois monoteísmos incompatíveis aspiraram igualmente a essa universalidade necessária, sem a qual a humanidade não poderia seguir o seu destino natural. Mas os esforços opostos de um e outro apenas conseguiram neutralizar-se mutuamente, de modo que semelhante atributo ficou reservado às doutrinas demonstráveis e discutíveis. Há mais de cinco séculos que o islamismo desistiu de dominar o Ocidente, e o catolicismo abandonou ao seu eterno antagonista o túmulo de seu pretenso fundador1.

Estas vãs aspirações espirituais nem sequer puderam abarcar todo o território do antigo domínio temporal, que ficou repartido quase igualmente entre os dois monoteísmos inconciliáveis.

O Oriente e o Ocidente devem, pois, procurar, fora de toda teologia ou metafísica, as bases sistemáticas de sua comunhão intelectual e moral. Esta fusão tão esperada, e que deverá estender-se em seguida gradualmente à totalidade de nossa espécie, não pode evidentemente provir senão do positivismo, isto é, de uma doutrina caracterizada sempre pela combinação da realidade com a utilidade. Suas teorias, por muito tempo limitadas aos fenômenos mais simples, produziram aí as únicas convicções realmente universais que têm existido até hoje. Mas este privilégio natural dos métodos e das doutrinas positivas não podia ficar sempre circunscrito ao domínio matemático e físico. Desenvolvido primeiramente quanto à ordem material, ele abraçou em seguida a ordem vital, de onde acaba enfim de estender-se até a ordem humana, coletiva ou individual. Esta plenitude decisiva do espírito positivo desvanece agora todos os pretextos para a conservação factícia do espírito teológico, que se tornou, no Ocidente moderno, tão perturbador quanto o espírito metafísico, que dele se origina histórica e dogmaticamente. Por outro lado, havia muito, aliás, que a degradação moral e política do sacerdócio correspondente destruíra toda a esperança de atalhar, como na Idade Média, os vícios da doutrina pela sabedoria instintiva de seus melhores intérpretes.

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Lista de Livros: Augusto Comte – Obras selecionadas (Os Pensadores)

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Lista de Livros: Curso de filosofia positiva / Discurso sobre o espírito positivo / Discurso preliminar sobre o conjunto do positivismo (Os Pensadores) – Auguste Comte

Editora: Abril cultural

Introdução, tradução e notas: José Arthur Giannotti

Opinião: regular

Páginas: 116

Curso de filosofia positiva

 “A inteligência humana, reduzida a ocupar-se apenas de investigações suscetíveis duma utilidade prática imediata, encontrar-se-ia por isso, como justamente observou Condorcet, inteiramente impedida em seu progresso, mesmo a propósito dessas aplicações a que teria imprudentemente sacrificado os trabalhos puramente especulativos. Pois as aplicações mais importantes derivam constantemente de teorias formadas com simples intenção científica, e que muitas vezes foram cultivadas durante vários séculos sem produzir resultado prático algum. Pode-se disso citar um exemplo bem notável, tomando as belas especulações dos geômetras gregos sobre as seções cônicas que, depois duma longa série de gerações, serviram, determinando a renovação da astronomia, para conduzir finalmente a arte da navegação ao grau de aperfeiçoamento que atingiu nos últimos tempos, ao qual nunca teria chegado sem os trabalhos tão puramente teóricos de Arquimedes e de Apolonius. Por isso Condorcet pode dizer com razão: “O marinheiro, o qual uma exata observação da longitude preserva do naufrágio, deve a vida a uma teoria conhecida dois mil anos antes, por homens de gênio que tinham em vista simples especulações geométricas”.”

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Lista de Livros: O clube dos anjos – Gula, de Luis Fernando Verissimo

Por Doney

Lista de Livros - O clube dos anjos: gula, de Luis Fernando Verissimo

Editora: Ponto de Leitura (Objetiva)

ISBN: 978-85-7302-988-8

Opinião: muito bom

Páginas: 143


          “As histórias de mistério são sempre tediosas buscas de um culpado, quando está claro que o culpado é sempre o mesmo. Não é preciso olhar a última página, leitor, o nome está na capa: é o autor.”

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Lista de Livros: Introdução à História da Filosofia – Georg Wilhelm Friedrich Hegel

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Lista de LivrosIntrodução à História da Filosofia – Georg Wilhelm Friedrich Hegel

Editora: Edições 70

ISBN: 978-97-2441-346-4

Tradução: Antônio Pinto de Carvalho

Opinião: ★★★☆☆

Páginas: 256 

“De início, uma só coisa exijo: confiai na ciência e em vós mesmos. A coragem da verdade, a fé no poder do espírito é a condição primordial da filosofia. O homem, por ser espírito, pode e deve julgar-se digno de tudo quanto há de mais sublime. Da grandeza e do poder do seu espírito nunca pode formar um conceito demasiado altivo, e animado por esta fé não se negará a desvelar o seu segredo. A essência do universo, a princípio oculta e encerrada, não dispõe de força capaz de resistir à tentativa de quem pretenda conhecê-la; acaba sempre por se desvendar e patentear a sua riqueza e profundidade, para que o homem dela desfrute.”

*

“A história da filosofia representa a série dos espíritos nobres, a galeria dos heróis da razão pensante, os quais, graças a essa razão, lograram penetrar na essência das coisas, da natureza e do espírito, na essência de Deus, conquistando assim com o próprio trabalho o mais precioso tesouro: o do conhecimento racional. Na história política, o indivíduo, na singularidade da sua índole, do seu gênio, das suas paixões, da energia ou da fraqueza de caráter, em suma, em tudo o que caracteriza a sua individualidade, é o sujeito das ações e dos acontecimentos.

Na história da filosofia, estas ações e acontecimentos, ao que parece, não têm o cunho da personalidade nem do caráter individual; deste modo, as obras são tanto mais insignes quanto menos a responsabilidade e o mérito recaem no indivíduo singular, quanto mais este pensamento liberto de peculiaridade individual é, ele próprio, o sujeito criador.

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Lista de Livros: Em busca do tempo perdido – No Caminho de Swann, de Marcel Proust

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Lista de Livros:  Em busca do tempo perdido – No Caminho de Swann, de Marcel Proust

Editora: Ediouro
ISBN: 978-85-0002-553-2
Opinião: muito bom
Páginas: 331

     “O hábito! arrumadeira hábil mas bastante morosa e que principia por deixar sofrer nosso espírito durante semanas numa instalação provisória; mas que, apesar de tudo, a gente se sente bem feliz ao encontrá-la, pois sem o hábito e reduzido a seus próprios meios, seria nosso espírito impotente para tornar habitável qualquer aposento.”

*

      “Já adulto pela covardia, eu fazia o que todos fazemos, quando somos grandes, e há diante de nós sofrimentos e injustiças: não queria vê-los.”

*

      “Acho bem razoável a crença céltica de que as almas das pessoas que perdemos se mantêm cativas em algum ser inferior, um animal, um vegetal, uma coisa inanimada, e de fato perdidas para nós até o dia, que para muitos não chega jamais, em que ocorre passarmos perto da árvore, ou entrarmos na posse do objeto que é sua prisão. Então elas palpitam, nos chamam, e tão logo as tenhamos reconhecido o encanto se quebra. Libertas por nós, elas venceram a morte e voltam a viver conosco.

     O mesmo se dá com o nosso passado. É trabalho baldado procurar evocá-lo, todos os esforços de nossa inteligência serão inúteis. Esta escondido, fora de seu domínio e de seu alcance, em algum objeto material (na sensação que esse objeto material nos daria), que estamos longe de suspeitar. Tal objeto depende apenas do acaso que o reencontremos antes de morrer, ou que o não encontremos jamais.”

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Lista de Livros – Bíblia Sagrada: Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos e Sabedoria

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Lista de Livros – Bíblia Sagrada - Livros Sapienciais: Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos e Sabedoria

Editora: Paulus

ISBN: Bíblia do Peregrino (BPe) – 978-85-349-2005-6 / Bíblia de Jerusalém (BJ) – 978-85-349-4282-9 / Bíblia Pastoral (BPa) 978-85-349-0228-1

Tradução, introdução e notas (BPa): Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin

Tradução (BPe): Ivo Storniolo e José Bortolini

Notas (BPe): Luís Alonso Schökel

Opinião: N/A

Páginas: BPe – 163 / BJ – 120 / BPa – 62

“Quem corrige o zombador, atrai o seu desprezo; e quem repreende o injusto, atrai o insulto. Não repreenda o zombador, porque ele odiará você. Repreenda o sábio, pois ele lhe agradecerá. Dê um conselho ao sábio, e ele se tornará mais sábio ainda. Dê instrução ao justo, e ele aprenderá ainda mais.”

(Pr 9, 7-9 – BPa)

*

“Beleza numa mulher sem juízo é como um anel de ouro no focinho de um porco.”1

(Pr 11,22)2

1: O anel no nariz era ornamento feminino, Gn 24-27. O porco era nojento para os hebreus. (BPe)

2: Esta tradução, com a qual me deparei anos atrás em uma leitura solta, é mais interessante que a das três Bíblias que estou lendo, portanto, foi a adotada.

*

“Cada um se satisfaz com aquilo que fala, mas receberá conforme aquilo que faz.”

(Pr 12,14 – BPa)

*

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Lista de Livros: Discurso da Servidão Voluntária – Étienne de La Bóetie

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Lista de Livros: Discurso da Servidão Voluntária – Étienne de La Bóetie

Editora: Instituto Ludwig von Mises Brasil

Tradução: Laymert Garcia dos Santos e Fernando Fiori Chiocca (introdução)

ISBN: Opúsculo distribuído

Opinião: bom

Páginas: 27

          “Não há infelicidade maior do que estar sujeito a um chefe; nunca se pode confiar na bondade dele e só dele depende o ser mau quando assim lhe aprouver. Ter vários amos é ter outros tantos motivos para se ser extremamente desgraçado.”

*

           “Tal é a fraqueza humana: temos frequentemente de nos curvar perante a força, somos obrigados a contemporizar, não podemos ser sempre os mais fortes.”

*

           “Está na nossa natureza o deixarmos que os deveres da amizade ocupem boa parte da nossa vida. É justo amarmos a virtude, estimarmos as boas ações, ficarmos gratos aos que fazem o bem, renunciarmos a certas comodidades para melhor honrarmos e favorecermos aqueles a quem amamos e que o merecem. Assim também, quando os habitantes de um país encontram uma personagem notável que dê provas de ter sido previdente a governá-los, arrojado a defendê-los e cuidadoso a guiá-los, passam a obedecer-lhe em tudo e a conceder-lhe certas prerrogativas; é uma prática reprovável, porque vão acabar por afastá-lo da prática do bem e empurrá-lo para o mal. Mas em tais casos julga-se que poderá vir sempre bem e nunca mal de quem um dia nos fez bem.

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Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Sapienciais: Salmos

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Lista de Livros: Bíblia Sagrada – Livros Sapienciais: Salmos

Editora: Paulus

ISBN: Bíblia do Peregrino (BPe) – 978-85-349-2005-6 / Bíblia de Jerusalém (BJ) – 978-85-349-4282-9 / Bíblia Pastoral (BPa) 978-85-349-0228-1

Tradução, introdução e notas (BPa): Ivo Storniolo e Euclides Martins Balancin

Tradução (BPe): Ivo Storniolo e José Bortolini

Notas (BPe): Luís Alonso Schökel

Opinião: N/A

Páginas: BPe – 262 / BJ – 161 / BPa – 156

 

“Meu Deus, meu Deus,

por que me abandonaste?

Apesar de meus gritos, minha prece não te alcança!

Meus Deus, eu grito de dia, e não me respondes,

de noite, e nunca tenho descanso.

E tu habitas no santuário, onde Israel te louva!

 

Nossos antepassados confiavam em ti;

confiavam, e tu os salvavas;

gritavam a ti, e ficavam livres,

confiavam em ti, e não se desapontaram.

 

Quanto a mim, eu sou verme1, e não homem,

riso dos homens e desprezo do povo.

Todos os que me veem zombam de mim,

abrem a boca e balançam a cabeça:

“Ele recorreu a Javé... Pois que Javé o salve!

Que o liberte, se é que o ama de fato!”

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