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"O País da Suruba", um livro que retrata o Brasil pós-golpe, por Carlos Motta

​"O País da Suruba", um livro que retrata o Brasil pós-golpe

por Carlos Motta

O jornalista Ayrton Centeno incorporou o espírito do saudoso Sérgio Porto, que sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, retratou, em vários livros, a imensa quantidade de idiotices do Brasil mergulhado numa ditadura militar - o famoso e imortal Febeapá (Festival de Besteiras que Assola o País) -, para escrever uma obra que mostra o golpe de 2016 sob um novo ângulo: o humor.

"Um partido das mulheres sem mulheres, um deputado que discursa em defesa de um bombom, um senador que se apresta a nomear uma melancia, um presidente que troca Paraguai por Portugal e confunde Noruega com Suécia. É o que acontece em um lugar que ficou muito estranho nos últimos anos. Que país é este? Ora, é o país onde o líder do governo no Senado fala assim: 'Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada.' Pode-se chamá-lo então de o país da suruba”, diz trecho do release distribuído pelo autor para divulgar o seu trabalho.

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O chorinho, ou o que o Brasil tem de melhor, por Carlos Motta

​O chorinho, ou o que o Brasil tem de melhor

por Carlos Motta

O Brasil que deu certo está por toda a parte, só não vê - ou ouve - quem não quer.

Está nas ruas das cidades, nas escolas, nas praças, nos teatros, nos palcos mambembes, nos salões da elite, nos botecos pés sujos, está em qualquer lugar onde caibam algumas pessoas - em mínimos metros quadrados os representantes desse Brasil que deu certo são capazes de mostrar o seu imenso talento.

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Quatro autores esquecidos pelo país dos modismos, por Carlos Motta

​Quatro autores esquecidos pelo país dos modismos

por Carlos Motta

Neste país destroçado pela realidade da injustiça, desigualdade social, interesses dos poderosos e impunidade para os verdadeiros criminosos, refugiar-se na ficção talvez seja uma atitude, se não sábia, ao menos compreensível, e de certo modo, paliativa para as dores provocadas por este momento trágico.

Devorador de livros desde o primeiro que meus olhos de criança avidamente percorreram, o imortal "A Ilha do Tesouro", de Robert Louis Stevenson, tive outro dia a vontade irrefreável de encontrar, entre as pilhas ocultas num armário, algumas obras de determinados autores brasileiros, lidas há um bom tempo, mas que nunca fugiram da memória.

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A hora e a vez das formigas, por Carlos Motta

A hora e a vez das formigas

por Carlos Motta

A humanidade não deu certo. 

Prova disso é o desejo, cada vez mais forte, de o homem exterminar os seus semelhantes, os de sua própria espécie.

O caso do atirador americano que matou dezenas de pessoas que assistiam a um show de música em Las Vegas é o exemplo mais recente dessa insanidade.

Ele não é, como muitos podem supor, um caso isolado de um surto psicótico, de uma patologia individual.

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Os donos da lei, por Carlos Motta

Os donos da lei

por Carlos Motta

Nós, cidadãos comuns, podemos punir um prefeito ladrão não votando nele numa outra eleição. 

É possível proceder da mesma forma com um vereador, um deputado ou senador - o sujeito pisou na bola, cartão vermelho para ele.

O problema de fiscalizar e punir ocupantes de cargos públicos se complica quando a gente chega no Poder Judiciário e no Ministério Público.

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Um bilhete perdido no meio de um velho livro

O conceito de Justiça é amplo, mas para mim ele é bem simples: Justiça é tudo o que equilibra as relações humanas, seja institucionalmente, seja particularmente.

Uma sociedade que aplicasse idealmente a Justiça teria menos conflitos e desigualdade, mais democracia, e daria aos seus cidadãos oportunidades reais para se desenvolverem intelectual e materialmente, além de proteger as minorias. Leia mais »

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Você gostaria de ser julgado por Moro?, por Carlos Motta

Você gostaria de ser julgado por Moro?

por Carlos Motta

Com tantos admiradores, seguidores e, vamos ser sinceros, fãs, pelo país afora, o juiz Sergio Moro, é de se supor, deve ser considerado por eles o suprassumo do Direito.

É, pelo que se depreende das manifestações de apoio que recebe pelo que fez, faz e espera que fará em sua Operação Lava Jato, o Pelé dos magistrados brasileiros, quiçá do mundo todo.

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O Febeapá está mais vivo do que nunca, por Carlos Motta

O Febeapá está mais vivo do que nunca

por Carlos Motta

Baratas infestam o Palácio do Planalto.

Ministro da Saúde acha que o Brasil tem hospitais demais.

Governo discute o fim do horário de verão.

General ameaça com intervenção militar - e "juristas" debatem se ela é constitucional.

Deputado que obrigar rádios a executar músicas "religiosas".

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O fim da recessão e o candidato ideal, por Carlos Motta

O fim da recessão e o candidato ideal

por Carlos Motta

Então, segundo as últimas notícias, está tudo resolvido, o mundo é cor-de-rosa e no Brasil está tudo azul:

1) O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse, em Nova York, que o Brasil saiu da “pior recessão da história” e que este é o momento de investir no país. “Agora é o momento que a economia vai começar a crescer, mas os preços ainda não refletem essa retomada”, disse. 

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No tempo da Guerra Fria, por Carlos Motta

No tempo da Guerra Fria

por Carlos Motta

A polêmica criada pelo general que acenou com a possibilidade de uma "intervenção militar" para acabar com a bagunça institucional do país é menos importante que a defesa de seu discurso, feita por um colega, também general, mas da reserva. 

No seu Facebook, o oficial escreveu o seguinte: “Em resposta a uma pergunta, colocada diante de uma plateia restrita, ele limitou-se a repetir, sem floreios, de modo claro e com sua habitual franqueza e coragem, o que está previsto no texto constitucional. A esquerda, em estado de pânico depois de seus continuados fracassos, viu nisso uma ameaça de intervenção militar. Ridículo.”

"A esquerda, em estado de pânico depois de seus continuados fracassos..."

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A cara do Brasil Novo, por Carlos Motta

A cara do Brasil Novo, por Carlos Motta

No país onde a Justiça dá respaldo à "cura gay", ao mesmo tempo em que proíbe a exibição de peças teatrais e absolve um pai que espancou a filha por ela ter perdido a virgindade, entre outros disparates, não pode causar espanto o fato de um fascista de quatro costados ser um dos favoritos da corrida presidencial.

O Brasil se transformou num Estado kafkiano.

A impressão é de que estamos presos num pesadelo surrealista.

Não há mais lógica, nem regras ou leis no funcionamento das instituições.

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Juiz proíbe peça teatral em Jundiaí, por Carlos Motta

Juiz proíbe peça teatral em Jundiaí

por Carlos Motta

Notícia do site OA Jundiaí relata mais um caso de censura em obra de arte por causa da intolerância religiosa.

O Brasil corre celeremente rumo à Idade Média - se é que já não a alcançou

Aí vai a reportagem, na íntegra:

A escalada fascista na cidade atinge agora o Sesc, o principal centro difusor de cultura da cidade.

Um grupo de manifestantes religiosos, segundo informações de pessoas que chegavam para o espetáculo, munidos de uma liminar conseguiu cancelar a apresentação da peça O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu que seria encenada nesta sexta-feira, às 20 horas dentro do projeto “(há)diversidades?”

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Todo poder ao alcaguete!, por Carlos Motta

​Todo poder ao alcaguete!, por Carlos Motta

A realidade se impõe: temos de aprender a viver numa sociedade regida pelo dedo-durismo.

Mais que o presidente da República, mais que qualquer um que se julgue autoridade, o poder real está com o alcaguete, que até outro dia era uma figura execrável, repudiada por todos - e até mesmo pela marginalidade.

"Fecharam o paletó do dedo duro

Pra nunca mais apontar

A lei do morro é barra pesada

Vacilou levou rajada na ideia de pensar

A lei do morro é barra pesada

Vacilou levou rajada na ideia de pensar

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Baques, golpes e a morte das almas, por Carlos Motta

Fotomontagem feita com original de Nicolaiewsky

Baques, golpes e a morte das almas, por Carlos Motta

Todos nós, humanos, sofremos, em algum período de nossas vidas, baques que machucam, desesperam, nos fazem perder a esperança, são capazes de arrancar lágrimas e soluços, ou, ao contrário, despertam a ira, o ódio, a violência.

Pode ser a morte de um parente, a perda de um emprego, a descoberta de uma traição, a derrota do time do coração, pode ser tanta coisa, pode ser apenas uma sensação indescritível de desconforto sem causa definida.

Cada um de nós é diferente do outro.

Cada um tem valores diversos, reage de modo distinto às situações que defronta no cotidiano.

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A sujeira do urubu, por Carlos Motta

A sujeira do urubu, por Carlos Motta

Uma das histórias mais famosas entre o pessoal que trabalhou no Jornal da Tarde e Estadão - eles eram divididos por um corredor - é a do urubu.

Contam - não presenciei o ocorrido porque estava em férias - que a ave entrou por um dos janelões e deu alguns sobrevoos pela redação, que entrou em pânico.

Dizem que foi um deus nos acuda, um salve-se quem puder, um completo caos.

Foram registradas, enquanto a negra ave reconhecia o terreno desconhecido, cenas de histeria, de choro e de nervosismo.

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