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Formação Jornalista - UGF/RJ;Jornalista pós-graduado-Unitau/SP

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Ana Costa lança CD ao som do bandolim de Carrapicho Rangel, por Augusto Diniz

Ana Costa lança CD ao som do bandolim de Carrapicho Rangel

por Augusto Diniz

Está disponível nas plataformas de distribuição de música digital na internet o quinto CD da cantora carioca Ana Costa. Sambista da chamada geração da Lapa do Rio, ele lança o disco “Do começo ao infinito”, em parceria com o talentoso bandolinista Carrapicho Rangel, radicado em Araraquara (SP) e que este ano lançou também o álbum instrumental “Inspirações”.

O trabalho de Ana Costa e Carrapicho Rangel é bem intimista (diferente dos outros da cantora), com voz e som de bandolim, com algumas entradas esporádicas de fundo de violão e percussão.

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Morre Paulinho da Aba, referência na arte de tocar pandeiro, por Augusto Diniz

Morre Paulinho da Aba, referência na arte de tocar pandeiro

por Augusto Diniz

Sambista onipresente no bairro de Vila Isabel, reduto do samba na Zona Norte do Rio, o carioca Paulinho da Aba morreu nesta terça-feira (26/9), aos 72 anos, após sofrer um AVC no último sábado. O músico é referência no País na arte de tocar pandeiro com absoluto domínio do instrumento.

Paulinho da Aba chegou a lançar um CD solo, o “Onde o samba mora”, em 2015, com composições de sua autoria em parceria com Agrião, Claudio Jorge e Mart’nália – todos músicos ligados a Vila Isabel como ele.

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Bira da Vila se apresenta como um sambista engajado no segundo CD, por Augusto Diniz

Bira da Vila se apresenta como um sambista engajado no segundo CD

por Augusto Diniz

O segundo CD de Bira da Vila, somente de composições próprias, é um trabalho cuidadoso que possui sambas dedicados aos problemas atuais, na visão de quem vive muito perto deles. O cantor e compositor nasceu e mora até hoje na Baixada Fluminense. Há no disco uma composição inédita dele com o inesquecível Luiz Carlos da Vila.

Bira da Vila produziu um disco forte, na altura da representatividade do samba no País: “Quis fazer um CD diferente, focado no momento que vivemos. Trata-se de uma provocação reflexiva”.

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Juninho Thybau lança EP na plataforma de música digital, por Augusto Diniz

Juninho Thybau lança EP na plataforma de música digital

por Augusto Diniz

Sambista da nova geração, Juninho Thybau lança nesta sexta (15/9) um EP - sigla de extend play, versão adotada no mercado de CD com menos músicas que o habitual - nas principais plataformas de serviço de música digital, como iTunes, Spotify e Deezer.

Esse mesmo EP – intitulado “Nosso jeito” - podia ser ouvido apenas no site do artista aqui. A estratégia de ampliar acesso às suas músicas exclusivamente por meio da internet, usando o EP, chama à atenção.

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Wilson Moreira faz campanha para gravar CD de inéditas, por Augusto Diniz

Wilson Moreira faz campanha para gravar CD de inéditas

por Augusto Diniz

O cantor e compositor de samba Wilson Moreira, hoje com 80 anos, lançou campanha de financiamento coletivo para gravar CD inédito com repertório de músicas que remetem à sua infância. A campanha fica no ar até sábado que vem, dia 16 de setembro, neste site aqui.

Nascido em Realengo, na Zona Norte do Rio, teve sua primeira composição gravada em 1956 por Leny de Andrade. Mas foi nos anos de 1960 e 70 que o sambista se sobressaiu. As décadas foram marcadas por formação de grupos e shows reunindo uma nova geração de sambistas ligados às escolas de samba – Wilson Moreira é um exemplo disso: ganhou alguns sambas-enredo naquela época, além de ter circulado por várias agremiações carnavalescas.

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Lançamentos prometem movimentar o samba no Rio, por Augusto Diniz

Lançamentos prometem movimentar o samba no Rio

por Augusto Diniz

No início de setembro, três eventos no Rio de Janeiro marcam o lançamento de três obras com muito samba. Uma é o documentário sobre Zé Luiz do Império, outra é a coleção de livros de Aldir Blanc (e a festa de aniversário de 71 anos) e, por último, o segundo disco do sambista da Baixada Fluminense Bira da Vila.

Nesta sexta, dia 1° de setembro, às 21 horas, no Cine Odeon (Cinelândia), acontece o lançamento do documentário “Tempo ê”, sobre a trajetória de 40 anos do sambista Zé Luiz do Império Serrano. O título do filme é nome de um dos sucessos do compositor (com Nelson Rufino). Ele é autor de outros clássicos, como “Todo menino é um rei” (também com Nelson Rufino), “Eu não fui convidado” e “Malandros maneiros” (ambos com Nei Lopes), este último um dos maiores sambas de todos os tempos com uma descrição fiel do jogo do bicho.

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Wilson das Neves expressava a sofisticação do samba, por Augusto Diniz

Wilson das Neves expressava a sofisticação do samba

por Augusto Diniz

A morte de Wilson das Neves, aos 81 anos, neste sábado (26/8), vítima de câncer, deixa o samba feito com sofisticação na letra e na melodia ainda mais restrito. O cantor, compositor e instrumentista carioca fazia parte de um selete grupo de sambistas de um refinamento musical raro, talvez conquistado pela grande experiência na sua primeira fase de músico.

Das Neves tem centenas de registros com todos os principais artistas brasileiros como baterista. Chegou a lançar quatro discos referência tocando o instrumento. Foi somente depois dos 60 anos, com toda essa bagagem, que se lançou cantor, apresentando um dos principais CDs do gênero no País: “O som sagrado de Wilson das Neves” (1996).

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Mestre Monarco simboliza todas as frentes do samba, por Augusto Diniz

Mestre Monarco simboliza todas as frentes do samba

por Augusto Diniz

Monarco completou 84 anos na última quinta-feira, 17 de agosto. O sambista representa todas as frentes do samba, desde as agremiações carnavalescas, passando pelos compositores do gênero até as rodas de samba que expressam a essência da matriz musical brasileira. Apesar da relevância, Monarco é pouco conhecido de quem vive fora do meio.

O fato é que a música brasileira, apesar de certo respeito conquistado no mundo, tem enorme barreira dentro do País de entronizar o que de fato contribuiu (e contribui) para sua identidade. Monarco não é um Pixinguinha, um Villa-Lobos, um Tom Jobim, mas um cidadão comum que virou o principal bastião do legado do samba no País.

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Eleição de Antonio Cicero para a ABL é um alívio, por Augusto Diniz

Eleição de Antonio Cicero para a ABL é um alívio

por Augusto Diniz

São cada vez mais raros no País a divulgação do pensamento sensato e libertário - não que não exista, mas porque tem sido bloqueado pela atuação medíocre de instituições que controlam hoje os sistemas formais de debate e fomento dos valores socioculturais, como os órgãos públicos e a mídia tradicional.

Porém, a eleição do poeta, ensaísta e compositor Antonio Cicero na última quinta (10/9) para ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras (ABL) dá um alívio ao descalabro geral – pelo menos não apareceu outro inexpressivo Merval Pereira como imortal. Sabe-se que academias desse tipo a administração é regida pelo compadrio de ocasião, mas tem momentos que é preciso olhar além das práticas caricatas.

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Luiz Grande foi mais do que um compositor de Zeca Pagodinho, por Augusto Diniz

Luiz Grande foi mais do que um compositor de Zeca Pagodinho

por Augusto Diniz

A morte na última quinta-feira (27/7) de Luiz Grande, aos 71 anos (um dia após seu aniversário), é uma perda e tanta para o samba. Apesar de mais conhecido por ter composições gravadas por Zeca Pagodinho, seu único disco solo é uma aula do gênero.

Luiz Grande, que enfrentava nos últimos tempos quadro avançado de diabetes, tinha alta estatura, era espirituoso e muito querido no meio do samba pelo seu comportamento extremamente afetuoso. Filho de empregada doméstica, ele trabalhou como taxista no Rio e conhecia bem as mazelas da cidade. Frequentava rodas de samba desde a década de 1970 e integrou a ala de compositores da Imperatriz Leopoldinense.

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Toinho Melodia tenta gravar seu primeiro CD, por Augusto Diniz

Toinho Melodia tenta gravar seu primeiro CD

por Augusto Diniz

Compositor de samba daqueles que misturam com maestria a crônica com o ritmo da batucada, Toinho Melodia, 67 anos, tentar fazer pela primeira vez registro fonográfico de sua obra.

Pernambucano de nascimento, ele chegou a São Paulo com a família aos 11 anos em busca de uma vida melhor. Em pouco tempo na capital paulista já estava envolvido em diferentes escolas de samba desde grupos de acesso ao especial.

Nelas, tocou e compôs sambas de enredo por muitos anos. Depois, segundo o Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, Toinho viveu tempos difíceis e chegou a dormir na rua.

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Livro relata o surgimento de centenário clube de várzea de São Paulo

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Por Augusto Diniz

Entre a região alta da cidade de São Paulo e o rio Tietê instalaram-se muitos imigrantes de diversas origens, como os italianos. Isso era fim do século XIX. Ali, com alguns poucos residentes nativos, alguns prosperaram próximos a recém-instalada Estrada de Ferro Sorocabana que ligava o interior do Estado à capital.

O processo de desenvolvimento daquela região, onde hoje se encontram os bairros Bom Retiro e Barra Funda, incluía a formação de associações esportivas e sociais voltadas ao entretenimento daquele novo núcleo urbano de imigrantes (e depois seus descendentes), onde a prática de futebol tinha significativa participação – o esporte acabara de chegar ao País e crescia rapidamente.

A Associação da Atlética Anhanguera, que em 2018 completa 100 anos, surgiu desse movimento. Agora, o clube ganhou um livro dedicado ao início de sua trajetória que se confunde com a história do futebol de várzea na capital paulista.

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Shows para ajudar o clarinetista Alexandre Ribeiro

Aos 34 anos, músico enfrenta problemas de saúde e amigos marcam show para pagar tratamento 

 Youtube
Clarinetista Alexandre Ribeiro Imagem: Youtube

Por Augusto Diniz 

Um dos maiores clarinetistas da nova geração, Alexandre Ribeiro, 34 anos, está enfrentando problemas de saúde e amigos músicos estão marcando uma série de shows para ajudá-lo no tratamento.

O primeiro deles está agendado para os dias 7, 8 e 9 de julho, na Galeria Olido, em São Paulo, e refere-se a apresentações do grupo Luceros de dança flamenca com coreografias para músicas do acordeonista Toninho Ferragutti – o próprio comandará a banda de músicos nas apresentações. Mais detalhes aqui.

Alexandre Ribeiro consta na lista dos instrumentistas brasileiros em franca ascensão. Começou seus estudos na música aos 12 anos de idade. Fez curso de bacharelado em instrumento – clarinete na Unesp. Leia mais »

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“Xadrez de como a Globo caiu nas mãos do FBI”: dois acréscimos

O relato de Luis Nassif intitulado “Xadrez de como a Globo caiu nas mãos do FBI” é bastante esclarecedor sobre o que ocorre de sujo no mundo do futebol, tendo o Brasil como epicentro. Faria, porém, dois acréscimos de informações ao apresentado.

Um se refere ao mandado de busca e apreensão, no dia 6 de junho último, na residência do vice-presidente da CBF e prefeito de Boca da Mata (AL), Gustavo Feijó. A operação da Polícia Federal, intitulada “Bola Fora”, investiga financiamento ilegal de campanha para o pleito de 2012 paga pela entidade ao cartola – algo em torno de R$ 500 mil. Ele se candidatava pela primeira vez ao município e ano passado foi reeleito.

O assunto era público desde outra operação, chamada “Durkheim”, realizada em 2012, pela PF, na casa do então presidente da Federação Paulista de Futebol e vice-presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Leia mais »

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Um dos grandes cavaquinhistas do País lança choros autorais, por Augusto Diniz

Um dos grandes cavaquinhistas do País lança choros autorais

por Augusto Diniz

Não é raro ler em um encarte de CD de música brasileira o nome de Márcio Almeida relacionado na ficha técnica. Afinal, trata-se de um dos maiores cavaquinhistas do País.

Agora, Hulk, como é chamado, lança seu primeiro álbum instrumental com todas as composições de sua autoria. São ao todo 11 músicas no ritmo do maxixe, um tipo musical incorporado pelo choro quando o gênero ainda engatinhava no País, na virada do século XIX para o XX – não à toa o álbum se intitula “Maxixe carioca”.

Márcio Hulk Almeida é fiel nesse resgate, revelando um instrumentista criterioso e aplicado – associado ao seu inegável talento em tocar cavaquinho.

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"Cuitelinho" na voz de cantadores caipiras

Enviado por Augusto Diniz

O grupo Raízes, de Lagoinha (SP), representa há mais de 10 anos a preservação e o resgate das manifestações folclóricas do interior paulista. O grupo leva ao palco danças de roda, como o jongo e a catira, e também clássicos do cancioneiro caipira, como a bela “Cuitelinho”, música recolhida e adaptada por Paulo Vanzolini.

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Trilha sonora do panelaço, por Augusto Diniz

“Mas digo sinceramente

Na vida a coisa mais feia

É gente que vive chorando

De barriga cheia”

Este refrão faz parte da obra-prima de Sylvio da Silva chamada “Maneiras”, gravada magistralmente por Zeca Pagodinho – não confundir com o compositor e engenheiro aposentado da Petrobras Sílvio da Silva Jr., autor com Aldir Blanc de outro clássico: “Amigo é para essas coisas”.

O compositor Sylvio, com “y”, registrado por Zeca Pagodinho, morreu em 2003, no mesmo ano em que Zeca gravou pela segunda vez o samba “Maneiras” (ouvir abaixo) – Zeca lançou o disco com a música “Maneiras” pouco antes de Sylvio falecer.

O compositor Bandeira Brasil, já morto, amigo de Zeca, contou-me que o enterro de Sylvio foi marcado por muita tristeza do sambista. O bar em frente ao cemitério tornou-se o local das lamúrias – embora pareça estranho para muitos, desde que surgiu o gênero, sambista morto se reverencia com música e bebida, assim como acontece nas verdadeiras rodas de samba há décadas. São as tradições do País. Nada mais!

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