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República dos policiais “hipsters” e dos operadores jurídicos do “timing”, por Armando Coelho Neto

República dos policiais “hipsters” e dos operadores jurídicos do “timing”

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Na obra, “A Corrosão do Caráter”, o pesquisador norte-americano Richard Sennet analisa a evolução das relações de trabalho no novo capitalismo e as consequências pessoais. Ele aponta que antes o trabalhador de grandes empresas (como General Motors, IBM e outras) era considerado um ativo da companhia, crescia com ela e desenvolvia uma linha de solidariedade para com a corporação. Atualmente, mudou. Os funcionários, mesmo grandes executivos, são considerados temporários e descartáveis, e isso faz com que tais empregados desenvolvam as suas carreiras como se eles próprios fossem produtos, sem um vínculo real com a empresa, mas com um foco na “vendabilidade” da sua singular capacidade de trabalho, inovação ou rede de apoio.

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O cadáver do Reitor explica o sentido da Operação Ouvidos Moucos, por Armando Coelho Neto

O cadáver do Reitor explica o sentido da Operação Ouvidos Moucos

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Com perplexidade, li a sinistra nota da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), em conjunto com a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Associação dos Juízes Federais de Santa Catarina (AJUFESC).  Nela, registram que, ao mesmo tempo em que lamentam a morte do reitor Luiz Carlos Cancellier e se solidarizam com a família “nesse momento de dor”, vêm a público repudiar afirmações de eventuais exageros na Operação Ouvidos Moucos.

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Geraldo Vandré e Antônio Palocci, uma infeliz comparação, por Armando Coelho Neto

Geraldo Vandré e Antônio Palocci, uma infeliz comparação

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Eram tempos nos quais militantes do Partido dos Trabalhadores ainda vendiam estrelinhas nas cercanias do Teatro Municipal e da Praça da Sé, em São Paulo. Ali, e já ali, o jornal Folha de S. Paulo, zelosa com a moralidade, questionava a origem do dinheiro que financiava as pobres campanhas do PT. Era mais fácil especular se o dinheiro de camisetas e estrelinhas bancavam mesmo as campanhas da espartana agremiação, do que saber, desde então, como as grandes campanhas eram financiadas e a que título. Afinal, era presumível que o PT mal elegeria vereadores, deputados e não ameaçaria o modelo social dos Frias, Mesquitas e Marinhos, pré-Moro.

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Sete delegados da PF na mira do golpe. Reflexões sobre o senso comum, por Armando Coelho Neto

Sete delegados da PF na mira do golpe. Reflexões sobre o senso comum

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Há evidências, advindas de variadas frentes, que sinalizam um mergulho da sociedade no primitivismo. Nas artes plásticas, uma exposição é impedida de se realizar por que estaria associada a práticas sexuais “incorretas”. Na religião, um País outrora orgulhoso da convivência harmoniosa dos diversos credos passa a testemunhar episódios de intolerância. Na educação, descontextualizar o estudo dos episódios históricos para que deles não se extraia nenhuma conclusão política “perigosa” virou obsessão de muitos.

Mais: querem acabar com as cotas no último País do mundo a abolir a escravidão, localizado no continente em que os povos pré-colombianos foram dizimados pelos conquistadores europeus, como se não houvesse racismo contra os índios, pardos e negros. Curiosamente, a ciência passa a “dialogar” com a não-ciência (como se convivessem no mesmo patamar de racionalidade), por que acreditar que o planeta Terra é um corpo tridimensional ovalado (e não um plano achatado em torno do qual o Sol orbita) ou na evolução das espécies (e não no criacionismo) passou a ser uma questão de mera opinião.

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O papel dignificante e contraditório de Lula diante do inevitável, por Armando Coelho Neto

O papel dignificante e contraditório de Lula diante do inevitável

por Armando Rodrigues Coelho Neto

“Delegado da PF não sabe explicar por que chamou Lula para falar sobre MP editada por FHC”. Este é o título de um vídeo que circula nas redes sociais no qual o deputado federal Paulo Pimenta (PT/RS) destroça a convocação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para depor sobre uma Medida Provisória editada  pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Incisivo, o deputado quis saber do servidor da PF, sobre seu desinteresse dele em não ouvir FHC, mas quis ouvir Lula. Não se interessou em saber se, à época da edição da MP, alguma empresa ou parente de FHC se beneficiou de alguma forma, nem se as empresas liberaram verba para o Instituto Fernando Henrique Cardoso. Menos ainda quem foram os parlamentares e que benefícios tiveram...

Uma série de constrangidos “nãos” foram as respostas do delegado da PF. É como se só vislumbrasse crime no Lula, levando o deputado Pimenta a concluir pela pública e notória perseguição ao ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva.

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A caravana de Lula segue e a “Bridge Project Band” desafina, por Armando Coelho Neto

A caravana de Lula segue e a “Bridge Project Band” desafina

por Armando Rodrigues Coelho Neto

As páginas do roteiro são incertas. Mas, a usina do golpe está fora de nossas fronteiras e isso é fato consumado. Além da metodologia manjada, consta na WikiLeaks que em 2009, já havia menção ao juiz Sérgio Moro, como participante do “Bridge Project” (Projeto Pontes). Qualquer semelhança com o projeto “Ponte para o Futuro” do impostor Fora Temer pode ser mera coincidência. Também por coincidência, datam daquela data as urdiduras que resultaram em projetos que mais tarde foram convertidos em leis sancionadas pela Presidenta Dilma Rousseff, que, aliás, acabaram se voltando contra o Partido dos Trabalhadores, conforme conveniência.

Não indicadores isolados. Logo os brasileiros tomaram conhecimento das espionagens contra a legítima Presidenta Dilma Rousseff, praticadas pelos bisbilhoteiros americanos, que desde cedo buscavam os caminhos para a tacada final. Ainda que burramente, dentro e fora da PF fosse alardeado que o PT havia aparelhado a instituição, o partido não conseguiu emplacar sequer um carcereiro e não se tem notícia de que na Receita, Justiça e Ministério Público o partido tenha conseguido encaixar um chefe de protocolo. Como o problema não era gestão nem de roubalheira, coisa e tal, os meios de comunicação assumiram o lado promíscuo da sabotagem. Moralismo uma ova!

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Desculpas delegados da PF! Mas, foi Dilma quem fortaleceu vocês, por Armando Coelho Neto

Desculpas delegados da PF! Mas, foi Dilma quem fortaleceu vocês

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Neste espaço, publiquei uma sequencia de textos nos quais indiquei treze leis sancionadas pela Presidenta Dilma Rousseff, entre elas a que reduz em cinco anos o tempo de aposentadoria da mulher policial. O texto lembrou também a gratificação para os policiais que trabalham nas fronteiras, além da lei que tornou privativo do cargo de delegados a direção geral da PF, um sonho antigo da categoria.

Não só. Dilma sancionou a lei da colaboração premiada e a participação dos delegados da PF nesse processo – dando prestígio à categoria. Também na gestão dela, os delegados passaram a ter o mesmo tratamento dado a juízes e procuradores (excelência). Com Dilma, ganharam capacidade postulatória, melhor lei sobre lavagem de dinheiro, crimes de informática, primazia na segurança dos juízes, prisão cautelar para extradição, mais poder para os delegados sobre apreensão de droga.

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Vão à luta! Desobedeçam! Saiam do tédio!, disse a juíza, por Armando Coelho Neto

Vão à luta! Desobedeçam! Saiam do tédio!, disse a juíza

por Armando Rodrigues Coelho Neto

“É o golpe da maconha intrujada, Lewandowski!”. Este é o título do texto que veiculei neste espaço em maio do ano passado, quando o golpe contra o povo brasileiro entrava em sua fase final. Nele, foi chamada a atenção para a relatividade da lei e das condenações, registrando, por exemplo, que todas as atrocidades cometidas durante o nazismo estavam de acordo com as leis vigentes. No mesmo sentido, chicotear, vender e matar negros durante a escravidão tinham amparo legal. Com igual ênfase, lembramos as mulheres cujos clitóris eram ou são mutilados ou tem suas vaginas costuradas mundo afora, casamentos precoces, trabalho escravo e infantil. Tudo dentro das leis dos países que adotam tais métodos.

Em jogo, portanto, a circunstancialidade das leis no tempo e no espaço.

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Intervenção militar, já? Uma quase conversa com o cabo “N”, por Armando Coelho Neto

Intervenção militar, já? Uma quase conversa com o cabo “N”

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Cabo “N” é como resolvi tratar meu interlocutor oculto, sobre quem escrevo à sua revelia. Circunspecto, competente, dedicado e brigão, não era o tipo sociável e acessível a todos. Não sei por que cargas d’agua, ele foi com minha cara e me tratava como um anarquista folclórico e, não sei como, costumava saber de minhas irreverências dentro da Polícia Federal.  Ele tinha especial apreço pela minha postura funcional e me tratava como disciplinador. Dividiu comigo várias cervejas que enveredavam por uma canção italiana ou desaguavam em confissões da época da ditadura, ora mostrando conhecimento, ora com perdoáveis tons de fanfarronices.

Perdi o contato com o cabo “N”, mas ao que consta continua vivo, embora com saúde frágil. Costumava dizer que atuou na região do Amazônia nos tempos da ditadura e com segurança, atestava: quem inventou o “micro-ondas” não foram os traficantes do Rio de Janeiro, mas sim os militares da ditadura. O tal “micro-ondas” de que falava, trata-se de uma pilha de pneus. Como num jogo de argolas, um a um pneus são empilhados sobre a vítima de pé, até ultrapassar a cabeça. Feito isso, os pneus são incendiados para cremação do corpo. A técnica hoje utilizada para queima de arquivo na marginalidade era utilizada pelos capitães do mato da ditadura militar. Foi assim que, como na canção  o Bêbado e a Equilibrista, muita gente partiu “num rabo de foguete” (João Bosco).

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O jogo sujo do golpe persiste, mas o que importa é Lula e a Venezuela, por Armando Coelho Neto

O jogo sujo do golpe persiste, mas o que importa é Lula e a Venezuela

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Notícia recente veiculada no jornal Folha de S. Paulo dá conta de que a Polícia Federal encontrou falhas nas delações da Odebrecht, as quais “dificultam e comprometem as investigações das informações passadas à Procuradoria-Geral da República”, sobre suspeitos com foro privilegiado. Há queixas quanto exagerado número de delatores e mudança de versões apresentadas sobre fatos relevantes. A PF reclama da falta de acesso aos sistemas de planilhas que comprovaria repasses de dinheiro a parlamentares. Além de constatar que alguns crimes já estariam prescritos, há notas sobre falta de documentos que dariam suporte às delações feitas.

Os vícios apontados recairiam sobre delações que envolvem oito ministros, 39 deputados e 24 senadores. Mas, na prática, o imbróglio vem a se somar as trapalhadas promovidas pelo Ministério Público Federal na Farsa Jato e nos contorcionismos jurídicos praticados pelo juiz Sérgio Moro, servindo aqui de mero exemplo as condenações baseadas exclusivamente em delações (proibidas por lei). Ao mesmo tempo, acentua a briga de bastidores entre delegados da PF e procuradores da República, que de há muito trabalham com dentes trincados, mesmo tendo estado unidos na consolidação do golpe.

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A profecia de Jucá e a Farsa Jato ou Farinha do mesmo saco, por Armando Coelho Neto

A profecia de Jucá e a Farsa Jato ou Farinha do mesmo saco

Por Armando Rodrigues Coelho Neto

Não existe combate à corrupção no Brasil e sim uma caça a Lula e ao Partido dos Trabalhadores. Já o disse antes neste espaço e reafirmo até prova em contrário. O processo seletivo de alvos permanece e alguns atos pontuais diferenciados, com aparente cunho apartidário, são calculados e seus efeitos são minimizados com notícias contra Lula, Dilma, PT. Os oficiantes da Farsa Jato sabem disso, enquanto ajudam a alimentar o bordão de que “todos são farinha do mesmo saco”, na desqualificação e criminalização da política.

Ao que parece a farinha do mesmo saco carece de melhor reflexão. Um bom começo é explicar a razão porque chamo de Farsa Jato as operações policiais desencadeadas pela Polícia Federal. Operações essas aplaudidas pelos políticos a quem servem, como se fossem farinha de outro saco, sob ovação de fósseis da guerra fria, ignorantes raivosos e uma legião de desavisados. Permaneço em estado de reserva crítica com meu “desconfiômetro” ligado.

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Azevedo x Dallagnol. A Ferrari dourada e a corriola de asnos, por Armando Coelho Neto

Azevedo x Dallagnol. A Ferrari dourada e a corriola de asnos

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Não defendo pena de morte nem sociedade armada. Fui favorável à Bolsa Família, médicos cubanos para desassistidos, defendo direitos humanos, a inclusão social de pobres, negros, índios, homossexuais, sentenciados - seja por cota ou bolsa. Acolhi o perdão de dívidas ao Haiti, acho que o Brasil é um coração de mãe que pode abrigar refugiados. Creio que polícia não poder intervir em problemas de saúde pública e, finalmente, sem encerrar meu rol de aleivosias, digo que no meu carro não tem adesivo “Bandido bom é bandido morto”.

Portanto, se existe uma onda de ódio não parte dos políticos, partidos ou ideias que defendo. O ódio está no seio daqueles que, em nome de Deus ou do diabo, aclamam a sociedade primata, fazem apologia a torturadores e me perseguem por minhas ideias.

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Numa democracia e em tempos normais, quem apoiaria Sérgio Moro?, por Armando Coelho Neto

Numa democracia e em tempos normais, quem apoiaria Sérgio Moro?

por Armando Rodrigues Coelho Neto

“As ordens sem objetivo prático são fontes naturais de insubordinação e indisciplina”. Com essas palavras, um instrutor da Academia Nacional de Polícia (centro de formação dos Policiais Federais do Brasil), preparava o espírito dos incautos alunos para o que vinha depois, Leia-se o que viria na sequencia “tinham objetivo prático” e, portanto, suas máximas eram fontes naturais de subordinação e disciplina. Instaurada a fonte das verdades sacramentadas, os pressupostos que regeriam as coisas estavam “sergiomoriamente” explicados. O que daquele mestre advinha tinha o selo doutoral, a “chancela do bem” de que fala a mestra Marilena Chaui.

Desde que entrei na PF nunca fiz o gênero bonzinho, cordato e a fala daquele instrutor não surtiu em mim o efeito esperado. Assim, quando via as velhinhas que se arrastavam de Santa Rita do Passa Quatro/SP para deporem sobre fraudes previdenciárias e não ter o dinheiro da passagem para voltar para casa, desconfiava haver algo errado naquilo. Como assim? Então não vamos investigar e a previdência vai continuar sendo roubada? Essa era a pergunta mais comum nesses e em outros casos que redundavam em prejuízo público. Como explicar não estar defendendo a corrupção, que cada um deve responder pelos seus atos, que a lei precisa ser cumprida... Mas só daquela forma?

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Lula condenado. Leitura emocional de uma sentença torpe, por Armando Coelho Neto

Lula condenado. Leitura emocional de uma sentença torpe

por Armando Rodrigues Coelho Neto

O que me sobra de experiência por três décadas na PF, me falta na magistratura. Não sou pessoa adequada para comentar uma sentença judicial. Recordo que durante os debates sobre a PEC 37 (expurgada, esquecida e desconhecida), quando se perguntava sobre o poder investigativo da PF, bastava apontar o artigo 144 da Constituição Federal. Quando se fazia a mesma pergunta em relação ao Ministério Público, era necessário escrever uma tese, pegar uma decisão aqui, um fragmento interpretativo ali. Em suma, há algo de errado quando é preciso explicar muito. Eis que Sérgio Moro, para condenar o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva falou demais no desnecessário (desenvolver tese) e de menos onde tinha que ser claro: apontar a prova.

Gosto muito de historinhas pessoais. Quando trabalhei numa determinada região do Brasil, tomei conhecimento de que um grupo de pessoas estaria se organizando para enviar um aparelho de som para minha casa. A encomenda viria de São Paulo em nome de meu sogro que nunca tomou conhecimento do assunto. Na prática, um bando de puxa-saco “querendo fazer média” ou me julgando “mais um”. O plano não se concretizou e nem foi o primeiro. Nesse sentido, posso imaginar quanto o juiz Moro é assediado, quantos convites recebe para jantares, palestras, comendas, isso e aquilo. Posso deduzir quanto a tudo isso recusou. Se eu, um humilde delegado fui intensamente assediado por mais de três décadas na PF, posso deduzir que o “Caso Tríplex” foi mais um caso desses.

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O golpe está nu, mas Dallagnol e Moro ainda estão de bermudas, por Armando Coelho Neto

O golpe está nu, mas Dallagnol e Moro ainda estão de bermudas

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Depois do “Caso Aécio”, quem me chamou de doutrinado virou pó. Este seria o título daquilo que seria o texto de hoje, movido por mais um controvertido capítulo daquela que, não se sabe a razão, ainda chamam de Corte Suprema. Seria sobre o retorno de Aécio Neves (PSDB) ao senado, de onde, por princípio constitucional, não deveria ter saído. Pelo menos no que diz respeito à forma, devido à clara invasão de poderes. Bom lembrar que há pouco tempo, a mesa diretora do Senado ignorou ordem do ministro Marco Aurélio Melo e não afastou Renan Calheiro (PSDB), que não arredou o pé e nem foi arredado de onde estava. Sim, Marco Aurélio, que monocraticamente queria afastar Renan, mandou monocraticamente Aécio voltar, porque a decisão de afastar foi monocrática, entre outros argumentos.

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