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CONTEÚDOS DO USUÁRIO

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A monumental fraude do plano econômico, por André Araújo

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Foto: Antonio Cruz/EBC

Por André Araújo

Cemitério sem inflação - o completo fracasso de um plano econômico 
 
Um plano econômico que não poderia dar certo ameaça levar ao Brasil a uma depressão inédita, um dos países de economia historicamente mais dinâmica do planeta caindo nas profundezas de uma depressão gerada pela política econômica equivocada, sem lógica, sem nexo e sem ciência, manejada pelo sistema financeiro em seu próprio benefício.
 
O DEBATE DA POLÍTICA ECONOMICA
 
Nos anos 40, 50, 60 e 70, foi intenso no Brasil o debate na academia, na imprensa, nas associações empresariais sobre política econômica, sobre linhas doutrinárias, propostas, alternativas, custos e vantagens de cada variante da governança da economia do País.
Como dizia Keynes, a história da humanidade é a história do pensamento econômico e pouca coisa além disso. Discutir a política econômica de um grande País é tema central dos cidadãos.
 
Hoje se verifica um DESERTO completo nessa discussão, a imprensa pelos grandes jornais e noticiários de TV toma como ÚNICO o caminho apontado pelos “economistas de mercado”.

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O mercadismo que quer operar acima das tensões sociais e políticas, por André Araújo

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Por André Araújo
 
 
Samuel Pêssoa virou uma espécie de guru intelectual do mercadismo radical que pretende operar acima das tensões sociais e políticas, algo hoje inteiramente fora de moda nas grandes nações pós-crise de 2008.
 
Nos EUA, catedral mundial do pensamento econômico aplicado à realidade, foi o ESTADO de corpo e alma quem salvou o mercado em 2008, salvou da crise PROVOCADA PELOS EXCESSOS DO MERCADO. 
 
Se não fosse o Tesouro dos EUA, a crise de 2008 seria infinitamente maior. Foi o Tesouro dos EUA, autorizado pelo Presidente Obama, quem sacou dinheiro de seu caixa no importe nada desprezível de US$778 bilhões dentro da autorização do programa TARP para salvar o Citigroup, a General Motors, a seguradora AIG e mais 200 outras corporações e bancos, decisão tomada de forma ultrarrápida, engenhosa, eficiente e sem pruridos ideológicos, no incêndio não se pergunta de onde vem a água e SALVOU O MERCADO. 

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Miriam Leitão no mundo mágico das metas de inflação, por André Araújo

Miriam Leitão no mundo mágico das metas de inflação

por André Araújo

No seu comentário de 28 de junho no jornal CBN da hora do almoço, a inefável Miriam Leitão, com seu ar de pitonisa e grande mestra da economia, saudou a maravilhosa noticia de que o Conselho Monetário Nacional vai anunciar a meta de inflação para 2019 e 2020 em queda.

Eufórica e sem se afetar pelo ridículo de se estabelecer uma variável que depende da politica econômica de um novo governo a ser eleito em 2018, Miriam não se perguntou em momento algum QUAL O PREÇO que o Brasil paga para  uma inflação cada vez mais baixa. O preço NÃO É NEUTRO, o preço para uma  DEFLAÇÃO em Maio é muito alto, a fatura cobra a PARALISIA ECONÔMICA DO PAÍS, uma imensa massa de desempregados,  é a queda do poder de compra que faz os preços baixarem e com isso se atingir a tal meta. Vale a pena?

Depende para quem, para os rentistas e os titulares de altos salários é ótimo. O ganho deles está garantido, a moeda vale muito, os preços estão estáveis mas para que isso aconteça é preciso sacrificar a vida de milhões de desempregados e subempregados, grande parte da sofrida população brasileira se sacrifica sem dinheiro para comprar o elementar para a sobrevivência, é essa miséria que garante essa política. Consegue-se então a tal meta à custa de muito sofrimento e privação para que poucos se beneficiem da moeda valorizada, os poucos que tem essa moeda sobrando nos bolsos gerada por juros altos ou supersalários.

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Protesto de conta de luz, a Aneel e o massacre dos consumidores, por André Araújo

Protesto de conta de luz, a Aneel e o massacre dos consumidores

por André Araújo

Um velho amigo, engenheiro de carreira de uma das grandes empreiteiras em crise, demitido por falta de obras após 26 anos de casa, passou a sobreviver como freelancer em reformas de  lojas. A renda caiu, a vida apertou, atrasa algumas contas de luz e condomínio  mas sem deixar acumular a segunda conta, situação comum hoje a milhões de lares atingidos pela recessão.

Meu amigo recebeu um telefonema de seu banco, o  cheque especial estava cancelado porque apareceu um protesto de conta de luz da Eletropaulo, a conta venceu em 9 de junho e a concessionária enviou a conta ao Cartório  de Protestos dias depois. A conta já estava protestada, meu amigo não recebeu qualquer aviso, este foi enviado por AR ao endereço do dono do imóvel, em nome de quem estava a conta. O dono do imóvel estava viajando, ninguém viu ou informou o aviso. Tal procedimento nunca tinha ocorrido antes, meu amigo correu a loja da Eletropaulo e lá informaram que era assim mesmo, a concessionária estava protestando as contas e podia fazer após o primeiro dia de atraso. Quando ele recebeu o telefonema do banco a conta já estava paga pelo sistema eletrônico, mesmo protestada a Eletropaulo recebeu normalmente a conta sem informar o protesto, tudo irregular.

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A presidência Trump e o Brasil, por Andre Araujo

As bases que levaram à eleição do empresário e a estrutura do seu governo nesses primeiros meses

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Foto: CNN

Por Andre Araujo

Resumo de palestra proferida em evento da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra-ADESG.

Porque Trump foi eleito

A eleição de Donald Trump surpreendeu o mundo e surpreendeu a elite pensante dos EUA que não acreditava que um “outsider” de reputação controversa pudesse ser eleito Presidente dos EUA contra a poderosa máquina eleitoral do Partido Democrata e, pior ainda, sem o apoio fechado de seu próprio partido, onde tinha e tem inimigos poderosos.

A eleição de Trump tem três causas principais:

A primeira foi a FRAGILIDADE da candidatura de Hillary Clinton, uma candidata imposta pelo controle da máquina partidária e não pelo consenso dos eleitores simpáticos ao partido.

Outras candidaturas como, por exemplo, a do Vice Presidente Joe Biden, teriam mais simpatia dos eleitores. Por outro lado, jamais conseguiriam vencer a barragem que o comando do casal Clinton somado a outras poderosas influencias, a do financista George Soros através de sua Open Society, que tinham sobre a máquina eleitoral das primarias do Partido Democrata.

Por outro lado, a candidata Hillary Clinton não apresentou ao país uma visão de futuro e um projeto de governo que não fosse apenas a continuidade do governo Obama.
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Meta de inflação e a política dos credores, por André Araújo

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Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Por André Araújo
 
Dois e meio milhões de desempregados novos se somaram ao estoque de 12,3 milhões herdados do governo anterior. A atual política econômica não tem como objetivo reduzir o desemprego, seu objetivo é um só, assegurar pagamento de juros da dívida pública, uma equipe econômica para zelar pelo interesse dos credores que geralmente não é o mesmo do interesse do Estado e da população.
 
Lembremos a “Caisse de la Dette Publique” que França, Itália, Áustria-Hungria e Inglaterra impuseram em 1876 para assegurar que o Egito pagaria suas dívidas aos credores.Para se assegurar desse pagamento a “Caisse de la Dette” administrava a Alfândega de Alexandria, maior fonte de renda do governo do Egito e bloqueava parte das receitas do Canal de Suez
 
A “Caisse de la Dette”  existiu até 1940, quando foi extinta pelo governo britânico para assegurar o apoio da monarquia egípcia ao esforço de guerra na África do Norte.
 
O método de uma comissão de credores administrando um País foi uma das marcas do imperialismo financeiro do período anterior à Grande Guerra de 1914, mas. sob formas mais modernas. renasceu no período entre guerras com as Comissões Young e Dawes para gerir as reparações que o Tratado de Versalhes impôs à Alemanha.

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Grandes negócios, lobistas e aventureiros, por André Araújo

Grandes negócios, lobistas e aventureiros

por André Araújo

Nos últimos duzentos anos, desde o Congresso de Viena de 1814 até nossos dias o mundo criou mais riqueza do que nos 10.000 anos anteriores. Na construção desse novo mundo participaram como agentes os grandes estadistas, os inventores e os empreendedores visionários.  Sem esses agentes a construção dos meios de riqueza não aconteceria.

Vamos tratar aqui dos empreendedores visionários e aventureiros que foram a faísca que deu partida à expansão do capitalismo por caminhos e métodos que não se enquadram em princípios altruistas, morais e éticos, ao contrario, foi a ambição do enriquecimento que motivava esses agentes que na sua ganancia criaram riqueza para eles e para a sociedade.

De todos os danos produzidos pelas cruzadas moralistas o maior é a eliminação desse tipo de personagem da História, uma espécie essencial para a criação e distribuição de riqueza.

Mesmo que individualmente  sejam vistos como maus elementos, lembram as aves de rapina repulsivas vistas de perto que são no entanto utilíssimas na limpeza das carniças e na adubação da terra, os empreendedores, ao gerar e reciclar riqueza, fertilizam as sociedades e os povos. Não confundir o aventureiro com o executivo profissional, que é um burocrata do setor privado, não é o criador, apenas o administrador de algo criado pelo empreendedor.

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Com emprego e dinheiro no bolso o povo se vira com a inflação, por André Araújo

Com emprego e dinheiro no bolso o povo se vira com a inflação

por André Araújo

Os economistas de mercado difundiram a ideia de que a inflação castiga mais os pobres do que os abastados. É lenda. A inflação castiga os RENTISTAS,  aqueles que tem capital em moeda e vivem de renda de juros.  A inflação também diminui o poder de compra dos altos salários do Estado porque esses são reajustados uma vez por ano e seu valor real decresce durante o ano.

A inflação tende a prejudicar os credores e aliviar os devedores.

O pobre sabe se defender da inflação com muito mais esperteza e criatividade do que qualquer outra classe. Os economistas de mercado operam no MUNDO DOS RENTISTAS,  de onde eles tiram sua sobrevivência, os rentistas são os clientes dos fundos de investimentos, gestoras de fortunas, corretoras e bancos que empregam os economistas de mercado.

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As tropas do Departamento de Justiça dos EUA, por André Araújo

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Imagem: montagem com fotos de Heather Bell/USFWS e Petty Officer/U.S. Navy
 
Por André Araújo
 
Não é preciso mais Marines para invadir e ocupar países emergentes. Os EUA descobriram um método muito mais barato de imperialismo, que atende pelo nome de Acordos de Cooperação Judiciária, onde o lado MAIS FORTE comanda os outros pela lógica de quem tem o poder real manda em que tem apenas um poder formal. Um acordo entre países absolutamente desiguais jamais seria um acordo equilibrado, a balança vai sempre pender para a parte contratante mais forte.
 
Os EUA aplicam multas de US$ 2,6 bilhões ao Credit Suisse, US$900 milhões ao UBS Union des Banques Suisses, US$ 14 bilhões ao Deutsche Bank, US$ 230 milhões à Embraer, US$2,6 bilhões à Odebrecht, fecharam o banco suíço bicentenário Wegelin & Cie.,  prenderam o brasileiro José Maria Marin na Suíça, tudo com base nos Acordos de Cooperação Judiciária, MAS alguém ouviu falar de um País aplicar multas a empresas americanas nos EUA e prender americanos dentro dos EUA? 

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Como medir a verdadeira economia brasileira, por André Araújo

A economia brasileira não é o boletim Focus

Por André Araújo

A mídia e o Governo se orientam por um referencial econômico que não representa a economia brasileira.

Nesse mundo fantasioso existem como personagens a Bolsa, o investidor estrangeiro, a Avenida Faria Lima em São Paulo, a Rua Dias Ferreira no Rio e uma categoria de mães de santo chamados de “economistas-chefes de bancos”, que adoram frações de frações de 1% de qualquer coisa para mostrar precisão e genialidade. No ultimo FOCUS desta segunda-feira, reviram a perspectiva de crescimento do PIB para 2017, de 0.42 para 0.46%, como se esse preciosismo de “forecasting” tivesse alguma importância real para a população brasileira.

Reparem bem: não é um numero da realidade, é o preciosismo na projeção para o futuro. Ao invés de o Brasil crescer 0,42%, vai crescer 0,46%. Os dois números podem estar completamente errados, mas para o FOCUS eles são importantíssimos, porque garante os empregos dos “economistas-chefes”.

Não estão representados neste cenário de "faz-de-conta" as milhares de empresas médias do Rio Grande do Sul ao Amazonas, os milhões de pequenos empresários que são a espinha dorsal do emprego e renda, o fundamental setor agrícola e pecuário, tanto de exportação como de alimentação do povo brasileiro - são cinco milhões de propriedade agrícolas -, os incontáveis prestadores de serviços autônomos que sobrevivem exclusivamente de seu trabalho de encanadores, jardineiros, eletricistas, taxistas, marceneiros.

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A campanha de imprensa que levou Getulio ao suicídio, por André Araújo

A campanha de imprensa que levou Getulio ao suicídio

por André Araújo

A crise politica que levou o Presidente Vargas ao suicídio em 24 de agosto de 1954 foi em grande parte montada pela imprensa carioca, naquela época a mais importante do Pais pela quantidade e peso dos jornais, pela alta qualificação dos colaboradores, parte deles grandes escritores da nata da literatura brasileira do século passado. Os donos e diretores dos jornais estavam no centro da elite social e econômica do Pais e sua influencia era proporcionalmente maior que hoje, havia uma interpenetração da politica no jornalismo e vice-versa.

A linha de frente da imprensa carioca era anti-Vargas por uma serie de razões históricas, o terceiro tempo desse grande estadista da politica brasileira era voltado para uma linha que poderia se chamar de centro esquerda, nacionalista e desenvolvimentista, que desagradava aos chamados “setores conservadores” da sociedade e da politica brasileiras, que curiosamente apoiaram fortemente o mesmo Vargas nos quinze anos entre 1930 e 1945 e o temiam especialmente no período ditatorial do Estado Novo, quando Vargas era reverenciado.

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A democracia custa caro no mundo dos coroinhas, por André Araújo

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Imagem: MICHELANGELO Buonarroti Last Judgment
 
Por André Araújo
 
A DEMOCRACIA NÃO É PARA SANTOS
 
A Democracia moderna é um regime político imperfeito e pleno de problemas, um deles é o financiamento de campanhas, mecanismo onde não há nenhum bom modelo, todos tem defeitos, cabe escolher o menos  ruim porque bom não há.
 
Os EUA montaram um modelo simples e aberto: doações sem limites por pessoas físicas e empresas, desde que declarados. No caso de empresas há um atalho, doa-se a um Comitê (Political Action Committee), um simples jogo de espelhos, o Comitê é  teoricamente destinado a uma causa ou bandeira política, e esse Comitê que recolhe o dinheiro, dá recibo e repassa para candidatos simpáticos à causa do Comité, tudo isso SEM LIMITE, o dinheiro acaba bancando candidaturas sob o pretexto de que elas servem a causa originária do Comitê.

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Depois da tormenta vem o Berlusconi, por André Araújo

Depois da tormenta vem o Berlusconi

por André Araújo

Na exata sequência do roteiro da Operação Mãos Limpas italiana, o comunicador Luciano Huck se apresenta como a “nova geração que quer chegar ao poder”. Liquidada a política e os políticos quem se apresenta para gerir o Estado?

Aquele que é conhecido do público através dos meios de comunicação?  Mas quem? 

Ora, os comunicadores, quem mais poderia ser.

Assim, entrega-se o Estado no seu ápice a homens de circo que se apresentam como NÃO POLITICOS, embora seja uma pureza apenas de embalagem. Berlusconi quando tomou de assalto o poder na Itália já estava profundamente envolvido com esse Poder nos seus aspectos mais escuros e sombrios, ninguém tem extensas concessões de emissoras de TV em um país burocrático, como a Italia, sem estar entrelaçado com o Poder. Leia mais »

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Por que as delações da Lava Jato chocam tanto a Globo?, por André Araújo

Nesse mundo puríssimo, os políticos brasileiros realmente chocam uma das maiores parceiras do esquema CBF-FIFA

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Por Andre Araujo
 
GLOBONEWS EM FESTA - Programas de uma hora duram duas, o Jornal das Dez triplicado, a Globonews está em estado de graça com a lista da Odebrecht e os vídeos divulgados para irritar a população. O besteirol é infinito, Camarotti como um Noviço Chocado com a política brasileira, que não é diferente da política dos grandes países democráticos: muito dinheiro, sacanagens, corrupção, jogo de interesses, lobismo. Ele conhece bem a política do Vaticano, e lá deve ser uma política santa.
 
As "Globetes" se chocam porque algum deputado recebeu 200 ou 300 mil Reais pra campanha: "Ah, mas é caixa 2! Que horror, é chocante!”. Algo nunca visto no mundo, porque não somos iguais aos EUA, onde Presidentes beatos, como Kennedy e Johnson, nunca puseram a mão em dinheiro em todas suas carreiras. 
 
A família Kennedy enriqueceu com contrabando de whisky durante a Lei Seca e Johnson foi bancado a vida toda pela empreiteira texana Brown & Root. Ele começou a vida com uma calça e uma camisa e deixou a viúva Lady Bird multimilionária, tendo sido exclusivamente político a vida inteira. Já a viúva Kennedy, uma filha de Maria, casou-se em segundas núpcias com Aristóteles Onassis, o maior gangster da história da navegação, com um contrato pré-nupcial onde a parte mais importante era a mesada que o magnata deveria dar à nova esposa. 
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Concentração bancária promove a recessão, por André Araújo

Concentração bancária promove a recessão, por André Araújo

Um fator central na recessão que aflige o Brasil hoje está no papel NEGATIVO de seu sistema bancário, um papel PRÓ CICLICO, de aumentar a recessão pela forma como o sistema está montado no Pais, um sistema que NÃO ESTÁ A FAVOR DA PROSPERIDADE e que ganha com a recessão.

O sistema bancário brasileiro é DISFUNCIONAL, não tem um papel de apoio à economia real, da produção e dos empregos, o papel do sistema bancário é meramente RENTISTA, ganha com o próprio dinheiro e não como instrumento gerador de riquezas na economia real.

O sistema bancário brasileiro se concentrou de tal forma que virou um Estado dentro do Estado, dita suas próprias regras e leis, o cliente está completamente a mercê do poder das corporações bancárias, sua capacidade de negociação com os bancos é NULA, nesse sentido o sistema bancário é MAIS AUTORITÁRIO que o próprio Estado, que está sujeito à pressão direta ou indireta dos eleitores, da mídia, dos movimentos sociais, os bancos estão IMUNES a qualquer força externa de pressão, podem agir da maneira que melhor aproveita a seus lucros.

Os bancos de varejo eram 600 em 1970, havia bancos médios importantes nas regiões produtoras de todo o pais. Estados grandes como Minas Geais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, tinham sedes de bancos, hoje NENHUM desses Estados têm sedes de bancos privados, foram todos absorvidos pelo CARTEEL de três bancos privados com o total apoio do Banco Central.

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