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Temer

Temer: Após guerra contra reforma, vem o silêncio e a aprovação extraordinária

Mandatário disse que "aqueles que protestaram" depois são "obrigados a curvar-se à realidade"
 

Fotos públicas
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer disse que após a aprovação de uma reforma ocorre "uma aprovação extraordinária e o silêncio daqueles que protestaram, porque foram obrigados a curvar-se à realidade que aquela reforma trouxe". 
 
A afirmação ocorreu em evento no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (16), ao lado do ministro alvo de investigações, Eliseu Padilha, da Casa Civil, Antonio Imbahassy, da Secretaria de Governo, além de parlamentares aliados e empresários.
 
Temer assinou nesta quartsa um decreto que firma o setor de supermercados como atividade essencial da economia. Na ocasião, defendeu a aprovação das reformas, como a trabalhista e a previdenciária, que segundo ele são uma "necessidade premente". 
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Geddel é denunciado por pressionar operador de Cunha a ficar em silêncio

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O Ministério Público Federal denunciou o ex-ministro Geddel Vieira Lima pelo crime de obstrução de Justiça no âmbito das operações Sépsis e Cui Bono?, informou o Estadão desta quarta (16). Segundo o jornal, os procuradores Anselmo Lopes Cordeiro e Sara Moreira afirmaram que Geddel tentou pressionar Lúcio Funaro, operador de propinas de Eduardo Cunha e do PMDB, a não fazer uma delação premiada na Lava Jato.

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Temer corta previsão do salário mínimo para 2018

Foto: Divulgação/PR
 
 
Jornal GGN - Após ampliar o rombo fiscal de 2017 e 2018 para R$ 159 bilhões em cada ano, o governo Temer decidiu reduzir a expectativa em torno do salário mínimo.
 
Consta na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2018 que o salário mínimo seria de R$ 979, mas agora a equipe de Michel Temer acha que o valor vai ficar um pouco menor, em R$ 969.
 
Segundo informações do portal UOL, o governo justificou a medida com a queda da projeção da inflação, que saiu de 4,5% para 4,2% pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
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Cuidadoso com Temer, Moro pediu investimentos à sua força-tarefa de Curitiba


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O juiz da Lava Jato de Curitiba, Sérgio Moro, negou que tenha interesse em se candidatar às eleições, mas opinou sobre decisões parlamentares e, inclusive, sobre a reforma política em tramitação no Congresso, como a forma de financiamento das campanhas eleitorais. "A profissão política é uma das mais belas, mas eu não teria o perfil", disse Moro durante evento promovido pela rádio Jovem Pan.
 
"Já disse mais de uma vez e reitero quantas vezes forem necessárias que não sou candidato, não serei candidato", insistiu o magistrado do Paraná, pontuando em seguida o que ele defende ou não dentro do sistema político e, apesar de colocar como um figurativo opositor da política, defendeu que apesar imagem pejorativa que ela carrega - sobretudo desde os avanços da Operação Lava Jato - é uma das profissões "mais belas", sendo preciso, contudo, ter "o perfil" para aderir.
 
Disse que, na forma como está sendo feita hoje a reforma política "não é uma verdadeira reforma". "Há uma tendência de quem está dentro do sistema, de quem tem um cargo, queira continuar dentro, e queira deixar fora quem está fora. Então, o financiamento público, por bem intencionado que seja, tem que ser muito bem pensado para evitar esse tipo de problema", posicionou-se.
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OAB estuda recurso contra engavetamento do impeachment de Temer

Foto: Divulgação
 
 
Jornal GGN - O presidente nacional da OAB Cláudio Lamachia disse nesta terça (15) que a entidade pretende apresentar um Mandado de Segurança contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que mantém o pedido de impeachment de Michel Temer (PMDB) na gaveta desde maio passado.
 
Ao Estadão, Lamachia disse que "não é razoável que se demore 90 dias para o despacho. Isto na minha concepção há um abuso por parte da presidência da Câmara e há uma verdadeira omissão do presidente da Câmara por não despachar."
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Sob ameaças de arrolar BNDES em crimes, JBS deve ser alvo de processos do banco


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Em ações que devem desvalorizar a imagem do principal delator de Michel Temer, Joesley Batista é alvo de uma tentativa de ação movida pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), em plenas acusações de que a JBS escondeu crimes praticados pelo banco público federal.
 
Um dos braços de participações do banco, o BNDESPar pedirá por assembleia de acionistas a abertura de um processo por responsabilidade civil contra controladores e ex-administradores da companhia por supostos danos causados "em razão dos atos ilícitos confessados" em delação premiada.
 
A reunião será realizada no dia 1º de setembro, envolvendo os acionistas, incluindo o BDNESPar, que é o maior minoritário da empresa, com 21,3% das participações no banco público. Os alvos da ação seriam, além do dono da JBS, Joesley Batista, também Florisvaldo Caetano de Oliveira e Francisco de Assis e Silva.
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Militares são a presença visível da força do Estado, diz Temer

Com humor aos decretos polêmicos adotados por ele, o presidente disse que "está muito na moda" a garantia da lei da ordem
 

Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil
 
Jornal GGN - A grande aproximação de Michel Temer com as Forças Armadas, incluindo as ações do Plano Nacional de Segurança Pública e o anúncio do envio de um pacote de mudanças legislativas para apoiar as ações em campo, coincidiu com a notícia do corte de 44,5% dos recursos das forças federais, desde 2012.
 
Mas o tom da amizade não se deixou abalar pelo mandatário peemedebista. Em cerimônia no Palácio do Planalto, Temer elogiou os representantes do Exército, Marinha e Aeronáutica presentes.
 
O encontro foi em homenagem aos oficiais generais promovidos: "Tenho certeza de que os senhores [militares promovidos] seguirão exercendo com competência as funções que lhes atribui a Carta Magna, a defesa da pátria, as garantias dos poderes constitucionais".
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Força-tarefa fortalece estratégia de Temer para tentar se salvar

Procurador cobra "consequências" de visita de futura PGR à Temer e dá recado à Raquel Dodge por não interferência em Curitiba
 
 
Jornal GGN - Se a divulgação do encontro da futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com Michel Temer fora da agenda oficial do presidente foi uma estratégia articulada pelo próprio mandatário para endossar a tese de que seu encontro com o empresário Joesley Batista é da natureza de suas funções, a imprensa e a própria equipe de procuradores da Lava Jato vêm fortalecendo a teoria.
 
Desta vez, um dos líderes da força-tarefa do Paraná, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, afirmou publicamente que a subprocuradora-geral da República que assumirá em setembro o posto de Rodrigo Janot deve ser cobrada pelas consequências da visita a Temer no Palácio do Jaburu, no dia 8 de agosto.
 
"Nós temos agora que avaliar as consequências dentro da política que o Ministério Público vai ter a partir da gestão dela", afirmou.
 
"É claro que ela tem que se explicar, ela deu uma explicação, ela que deve, então, ser cobrada das consequências desse ato. Infelizmente, não há como fugir da responsabilização das pessoas perante a sociedade", disse Carlos Fernando, completando: "Todo funcionário público é responsável pelos atos que têm".
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Após confusão, Raquel Dodge quer dissociar imagem à de Temer

 
Jornal GGN - A nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nem assumiu e já vem sendo alvo de críticas da frente que apoia Rodrigo Janot, incluindo os procuradores da força-tarefa da Lava Jato e, consequentemente, a imprensa. Após se reunir com o presidente Michel Temer, no dia 8 de agosto, às 22h, Dodge agora tenta romper a imagem construída de que teria algum tipo de relação amigável com o peemedebista.
 
O encontro estava fora da agenda do mandatário. Entretanto, estava prevista na programação da atual subprocuradora-geral da República e teria sido solicitada por ela para acertar detalhes de sua posse à PGR. Entretanto, Michel Temer não incluiu o encontro na publicação diária de sua agenda oficial, levantando o tom de que a reunião poderia incluir temas de interesse do presidente da República, que hoje é alvo de inquéritos da Procuradoria-Geral, com base nas delações e provas da JBS.
 
A medida está sendo vista por alguns procuradores como uma armadilha criada pelo próprio peemedebista, que futuramente pode alegar que o encontro que teve com Joesley Batista, dono da JBS e autor das principais acusações contra o presidente, ocorreu nos mesmos parâmetros de diálogo com a própria futura procuradora-geral da República.
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Briga por delações e mudança de delegados implodiu a Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba foi minada por "múltiplos fatores", mas os dois principais são: o fim da força-tarefa exclusiva da Polícia Federal, imposto no governo Temer e, antes disso, a disputa entre procuradores da República e delegados em torno das delações premiadas.

Reportagem do Estadão deste domingo (13) divulgou que, na visão dos procuradores, "a origem do problema é o esvaziamento – de 9 para 4 delegados – da polícia, que teria sido provocado pelo governo Michel Temer, na tentativa de frear as investigações [contra políticos]. O presidente tem negado qualquer interferência."

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Temer derruba desculpa de Gilmar para encontro à noite no Jaburu

Foto: Anderson Riedel/VPR

Jornal GGN - Michel Temer enviou uma nota à imprensa tentando desviar das críticas à reforma política que acabou derrubando o álibi de Gilmar Mendes para manter encontros extraoficiais com o presidente no Jaburu.

No domingo passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal foi jantar na residência de Temer e, no dia seguinte, a imprensa publicou que ele vem servindo como um conselheiro jurídico do peemedebista implicado com o escândalo da JBS. Procurado, Gilmar disse que só discutiu com Temer algo que diz respeito ao Tribunal Superior Eleitoral: a reforma política.

Temer, em nota, afirmou que não debate nada sobre reforma política, porque é uma atribuição exclusiva da Câmara.

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A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

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Cunha tem delação premiada rejeitada pela PGR, diz revista

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) teve o acordo de delação premiada encerrado pela Procuradoria Geral da República. A turma de Rodrigo Janot disse que o deputado cassado é "incapaz" de reconhecer desvios na Petrobras, não entrega os companheiros políticos e tampouco tem provas de corrupção praticada por Michel Temer.

No mesmo dia em que a notícia é publicada pela revista Época, a Polícia Federal confirma que Lúcio Funaro voltou para o presídio onde estava detido. Ele havia sido transferido para a carceragem da PF em Brasília, para fechar um acordo de delação.

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Temer vai congelar salários e cortar benefícios de servidores para poupar R$ 9 bi

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Após gastar bilhões em emendas parlamentares para se salvar de uma denúncia da Procuradoria Geral da República e admitir a revisão da meta fiscal para 2017 e 2018, Michel Temer pretende congelar o salário de servidores e cortar gastos com benefícios como auxilio-moradia, para economizar ao menos R$ 9,8 bilhões no próximo ano. É o que informa a Folha de S. Paulo deste sábado (12).

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Peemedebista que quis denúncia contra Temer pede desfiliação


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Por Débora Brito

Da Agência Brasil

O deputado Sergio Zveiter (RJ), relator da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados, pediu sua desfiliação do PMDB. O documento foi entregue hoje (11) à tarde na presidência do diretório do partido no Rio de Janeiro.

Na carta, Zveiter relata que passou a sofrer represália do partido depois que emitiu parecer favorável ao prosseguimento da acusação pelo crime de corrupção passiva. Zveiter argumentou que a denúncia era grave e deveria ser investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Seu relatório não foi aprovado pela maioria dos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Na votação no plenário da Câmara no dia 2 de agosto, que também teve o pedido negado, Zveiter manteve seu voto pelo deferimento da autorização da denúncia.

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