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Temer

Temer inicia liberação de cargos e milhões para emendas por engavetamento

Somente para o seu aliado político Aécio Neves ser salvo, foram R$ 200 milhões a senadores. Tucanos devem "agradecer" na votação da denúncia. E, para deputados, mais cargos 
 
 
Jornal GGN - A estratégia de Michel Temer de mobilizar interlocutores e parlamentares para salvarem o senador Aécio Neves (PSDB-MG), impedindo o afastamento de seu mandato, trouxe alguns frutos: com o partido em racha, o PSDB de Aécio levou os aliados do parlamentar de Minas a votarem pelo engavetamento da denúncia contra o mandatário na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
 
A moeda de troca entre ambos havia sido exposta pelo GGN nesta terça-feira (17), antes mesmo da votação do Senado que libertou Aécio das medidas cautelares impostas pela Suprema Corte, com base nas acusações de corrupção feitas pela JBS.
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Deputados aprovam relatório contrário à denúncia sobre Temer

Foto: REUTERS

Da Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na noite de hoje (18) por 39 votos favoráveis, 26 contrários e 1 abstenção o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela inadmissibilidade da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. Os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência também são citados na denúncia pelo crime de organização criminosa.

O placar inferior ao registrado na apreciação da denúncia anterior já era esperado pelo governo. Após uma manobra do PSB, a líder do partido e aliada do Planalto, deputada Tereza Cristina (MS) foi substituída pelo oposicionista deputado Júlio Delgado (MG). Com isso, a base governista teve três votos a menos do que o registrado na votação do parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG). Naquela ocasião, 42 deputados foram favoráveis ao parecer que também recomendava a rejeição da denúncia.

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Ao vivo: CCJ quer votar hoje segunda denúncia contra Temer


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara segue com o debate sobre o relatório alternativo do deputado tucano Bonifácio de Andrada (MG), que pede o engavetamento da segunda denúncia contra Michel Temer.
 
Na manhã desta quarta (18), os deputados pretendem terminar as discussões, de 15 minutos para cada parlamentar da Comissão, e votar ainda hoje o parecer, a tempo de que na próxima semana o Plenário possa votar a denúncia.
Sem votos

Presidente da CCJ pede mais prazo para votação da denúncia contra Temer

Foto: Agência Brasil

Por Iolando Lourenço

Da Agência Brasil


O presidente da Comissão de Constituição e de Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), requereu ao presidente da Casa, Rodrigo Maia, a prorrogação por mais três sessões para o colegiado discutir e votar o parecer sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. O pedido foi feito como medida de precaução. Regimentalmente, a comissão tem só até a meia-noite de hoje (17) para concluir a discussão e votação da matéria.

O Regimento Interno da Câmara estabelece um prazo de cinco sessões plenárias da Casa, a partir da apresentação da defesa, para que a CCJ conclua seus trabalhos votando parecer sobre a denúncia, que será encaminhado à votação final no plenário da Câmara. As defesas do presidente Temer e dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), que também foram denunciados, foram apresentadas no último dia 4. De lá para cá, foram realizadas sessões da Câmara, que serviram para contagem de prazos, nos dias 5, 9, 10, 11 e 17 de outubro.

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Por que Temer ainda é presidente?, pergunta The Guardian

 
Jornal GGN - "Temer foi acusado de corrupção, agressão e obstrução à Justiça. Mas não houve nenhum dos enormes protestos de rua contra a corrupção que ajudaram a impulsionar o impeachment de Rousseff sob acusações de quebrar regras do Orçamento", publicou o diário britânico The Guardian, nesta terça-feira (17).
 
O título da crítica de quem olha de fora para a crise política no Brasil já resume o que vem nas linhas seguintes: "Acusado de corrupção e popularidade quase zero: por que o presidente do Brasil ainda continua no Poder?".
 
O enviado do jornal da Inglaterra ao nosso país veio tentar entender o que acontece, se a lógica foge inclusive no histórico de manifestações que partiram das insatisfações populares dos últimos anos: "Se o recente declínio no Brasil fosse traçado pela queda da popularidade de seus presidentes, Michel Temer representa o ponto fora da curva".
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Procurador diz que Janot cometeu crime de conspiração política usando a Lava Jato

Jornal GGN - O procurador da República Angelo Goullart Villela, acusado de receber mensalinho de R$ 50 mil para atuar em favor da JBS junto à Procuradoria Geral da República, disse em depoimento à Câmara, nesta terça (16), que Rodrigo Janot praticou crime de "conspiração política" com a Lava Jato enquanto comandava o Ministério Público Federal.

Segundo Villela, o "modus operandi" de Janot com a delação da JBS para derrubar Michel Temer "foi muito parecido" com o modus operandi da PGR nas delações de Sergio Machado e Delcídio do Amaral, ambas usadas antes e depois do impeachment de Dilma Rousseff.

O procurador chamou atenção para o fato de que, em todos esses episódios, "alguns personagens se repetem: procurador Marcelo Miller e a advogada Fernanda Tórtima [que atuou no acordo da JBS]."

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Alvos do Congresso, Temer e Aécio tentam apoio mútuo

Aliança que formou a sustentação do governo peemedebista desde a derrubada de Dilma Rousseff, Temer quer vencer denúncia contra ele e o afastamento do senador tucano. Parceria de ambos continua, ainda que a intenção seja sair dos holofotes
 
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Na berlinda por ações relacionadas a desdobramentos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o atual presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) passam pelo crivo do Congresso nas respectivas acusações a que são alvos.
 
E tanto o peemedebista quanto o tucano têm seus casos analisados nesta terça-feira (17) pelos deputados e senadores, respectivamente. Se, por um lado, o caso relacionado a Aécio não representa em si um risco de segregação da base do governo no Legislativo, Temer avista no apoio mútuo uma possibilidade de obter mais votos para o absolver na denúncia.
 
Diante deste contexto, Temer iniciou uma aproximação visitando o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), nesta segunda (16). O encontro, que ocorreu na residência do senador, foi interpretado por aliados como um sinal positivo do mandatário ao caso de Aécio.
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Órgão que fiscaliza trabalho escravo se recusa a cumprir portaria de Temer

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Embora o Ministério do Trabalho do governo Michel Temer diga que a portaria 1.129, editada em 13 de outubro passado, criminaliza o trabalho escravo no Brasil, a verdade é que o órgão subordinado à pasta e responsável por fazer a fiscalização no dia-a-dia não concorda com as mudanças e orientou seus auditores a manter as práticas regulamentas por leis anteriores.

Isso é o que consta no memorando que a Secretaria de Inspeção do Trabalho publicou na segunda (16), com o objetivo de informar os auditores fiscais do trabalho sobre a posição do órgão sobre a portaria.

"A SIT orienta seus auditores a manter, por ora, as práticas conduzidas pelos normativos que até então regularam a fiscalização para a erradicação do trabalho em condições análogas à de escravo. notadamente da Instrução Normativa nº 91, de 5 de outubro de 2011, e a portaria Interministerial nº 04/2016", diz o memorando.

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Ao vivo: CCJ analisa denúncia contra Temer

 
Jornal GGN - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu início à análise da segunda denúncia contra Michel Temer por obstrução à Justiça e organização criminosa, nesta terça-feira (17).
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Tereza Cruvinel: carta de Temer aos deputados é uma confissão de desespero

Por Tereza Cruvinel

No Brasil 247

A carta de Michel Temer aos deputados é uma confissão de desespero, um sinal de que a situação na Câmara realmente piorou muito para ele com a delação de Lúcio Funaro. Ao dirigir-se apenas aos parlamentares, que votarão contra ou a favor da aceitação da segunda denúncia de Rodrigo Janot, Temer revela mais uma vez seu profundo desprezo pelo povo brasileiro, que não mereceu qualquer palavra sua sobre os crimes de que é acusado – obstrução da Justiça e formação de organização criminosa. Os cidadãos não participarão da votação na Câmara mas em nome deles é que os deputados vão votar. Entretanto, ele se dirige apenas ao “prezado parlamentar”.

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Contrariando Temer, Câmara liberou vídeos de Funaro e áudios de Joesley

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Inaugurando mais uma turbuência com o Planalto, a Câmara dos Deputados sob Rodrigo Maia (DEM) decidiu publicar vídeos e áudios de delações do operador Lúcio Funaro e dos irmãos Batista contra o presidente Michel Temer.
 
O material consta na denúncia que Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República, apresentou ao Supremo Tribunal Federal contra Temer e líderes do PMDB, por obstrução de Justiça e formação de quadrilha.
 
Temer havia solicitado ao relator do caso no Supremo, o ministro Edson Fachin, acesso aos áudios e vídeos. Mas Fachin colocou tudo sob segredo de Justiça.
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Governo Temer quer substituir médicos cubanos mesmo com desistência de brasileiros

Foto: Marcos Correa/PR

Jornal GGN - O governo Michel Temer está tentando substituir os cubanos do Mais Médicos mesmo sabendo que há alto índice de desistência entre os brasileiros que se inscrevem no programa. É o que informa a jornalista Mônica Bergamo, nesta segunda (16).

Segundo a colunista, o Ministério da Saúde pretende abrir em novembro um novo concurso para selecionar brasileiros para o Mais Médicos. Na rodada de fevereiro, apenas metade dos brasileiros inscritos apareceram para trabalhar e, deste total, 30% já abandonaram o programa. O salário e a necessidade de atuar em postos de saúde no interior dos estados são as principais dificuldades.

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História do golpe em Temer é digna de roteiro da Disney, diz Limongi

Foto: F. Cavalcanti
 
 
Jornal GGN - Nem a defesa de Michel Temer, nem o relator da denúncia contra o presidente na Câmara dos Deputados conseguem explicar porque supostamente Rodrigo Janot em conluio com os criminosos da JBS tentaram dar um "golpe" e tirar o peemedebista do poder. E isso ocorre porque a história de golpe em Temer é digna de quem viajou a Disney e ainda está vivendo no "mundo maravilhoso" recheado de fantasias. É o que diz Fernando Limongi, em artigo no Valor, nesta segunda (16).
 
Segundo o cientista político e professor da USP, embora o argumento do golpe seja o principal na defesa de Temer, seus advogados não conseguem criar uma narrativa plausível para sustentá-lo. Dizem que sob Janot, a Procuradoria quis dar o golpe na Presidência porque têm um "denuncismo" exarcebado nas veias.
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Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - A defesa da presidente deposta Dilma Rousseff vai requerer a juntada da delação de Lúcio Funaro sobre o uso de dinheiro da JBS por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment, na ação que está no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de anular o golpe de 2016. 

Na delação, Funaro afirmou que Cunha recebeu recursos da JBS para distribuir entre deputados que prometessem dar voto a favor da saída de Dilma do poder. 

A defesa da petista já sustenta no pedido de anulação que Cunha usou o impeachment como vingança pessoal e para "estancar a sangria" da Lava Jato, em conluio com a cúpula do PMDB.

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Defesa de Temer diz que Cármen Lúcia esqueceu de por sigilo na delação de Funaro

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O advogdo Eduardo Pizarro Carnelós, que faz a defesa de Michel Temer contra a denúncia por obstrução de Justiça e formação de quadrilha, enviou nota à imprensa tangenciando a abertura de um conflito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por conta a divulgação no site oficial da Casa dos vídeos da delação de Lúcio Funaro.
 
No final de semana, o defensor emitiu nota criticando o vazamento dos vídeos, classificando-os como um atentado ao Estado Democrático de Direito.
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