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Pedro Serrano: busca na casa de Marcos Lula foi ilegal, inconstitucional e abusiva

Foto: Divulgação

Jornal GGN - A ação de busca e apreensão feita pela Polícia Civil de São Paulo na casa de Marcos Lula, filho mais velho do ex-presidente Lula, é abusiva, inconstitucional e ilegal. Isso porque a ação foi realizada com base em uma denúncia anônima não apurada previamente, segundo relatos da Folha. É o que aponta o jurista Pedro Serrano. 

A colunista Mônica Bergamo divulgou na noite de terça (10) que a operação teve autorização da Justiça. A Polícia deu como desculpa que o suposto monitoramento por câmeras na rua da casa de Marcos Lula, em Paulínia, não possibilitava uma investigação preliminar para apurar a procedência da denúncia anônima.

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Enquanto mídia discutia recibos, Moro impedia Lula de produzir provas de inocência

Juiz indeferiu pedido para reconstruir o caminho do dinheiro que a Odebrecht, para ajudar a Lava Jato, afirma ter gastado em benefícios ao ex-presidente
 
Foto: Lula Marques
 
Jornal GGN - Enquanto a grande mídia passou o último dia tentando colocar em xeque os recibos apresentados pela defesa de Lula como comprovante de pagamento por anos de um aluguel que a Lava Jato considera vantagem indevida ao petista, o juiz Sergio Moro despachava de Curitiba negando uma série de diligências que poderiam ajudar o ex-presidente a provar que ele não recebeu pagamentos da Odebrecht.
 
Um dos principais pedidos barrados por Moro foi feito não só pela defesa de Lula, mas também pelos defensores do advogado Roberto Teixeira, também réu na ação penal que envolve não só o aluguel de um imóvel em São Bernardo do Campo, mas a compra de um espaço que o Instituto Lula nunca usou.
 
Eles solicitaram uma perícia para reconstruir o caminho do dinheiro desviado de contratos da Odebrecht com a Petrobras e supostamente empregados na compra do imóvel do Instituto, conforme aponta o Ministério Público. Mas Moro decidiu rejeitar o pedido, alegando que, em seu entendimento, recursos da Petrobras não têm nenhuma conexão direta com a denúncia.
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Vereador pede CPI para investigar relação da Prefeitura de SP com grupo Lide

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha deste sábado (23), que o vereador Toninho Vespoli (PSOL) protocolou um requerimento demandando a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o envolvimento de empresas associadas ao Lide, fundado por João Doria (PSDB), em parcerias com a Prefeitura. 

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Contratada por Doria, empresa que proíbe repetição de merenda é investigada

Jornal GGN - A empresa Milano, contratada pela gestão João Doria (PSDB) para servir a merenda nas escolas de São Paulo é investigada no Rio de Janeiro, por suspeita de repasses propina ao governo do estado, segundo informações da Agência Brasil. A Milano é alvo da Operação Ratatouille. 

Na semana passada, a gestão Doria envolveu-se em polêmica após pais denunciarem que os alunos da rede municipal passaram a ter as mãos marcadas com caneta para impedir a repetição de merenda.

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Dois anos depois, julgamento da Chacina de Osasco é marcado para setembro

Foto: Agência Brasil

Por Camila Boehm

Da Agência Brasil

Há dois anos, 19 pessoas foram assassinadas em uma série de ataques nas cidades de Osasco e Barueri, região metropolitana de São Paulo. Três policiais militares (PMs) e um guarda civil são acusados pelos ataques, no caso que ficou conhecido como Chacina de Osasco, mas alegam inocência. No dia 18 de setembro, começa o julgamento de três dos acusados, que vão a júri popular por 24 crimes de homicídio – 17 consumados e sete tentativas.

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Justiça aceita denúncia contra cartel dos trens de São Paulo

Jornal GGN -  A Justiça de São Paulo aceitou, na quinta-feira (29), a denúncia do promotor de Justiça Marcelo Mendroni, do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec), contra a suspeita de formação de cartel na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A cúpula da empresa estadual havia sido denunciado no último dia 12.

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Filho de Mario Covas expõe racha do PSDB paulista


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O vereador Mario Covas Neto, presidente do diretório municipal do PSDB de São Paulo, divulgou um vídeo que expõe o racha dentro do PSDB de São Paulo, com setores apoiando o governo de Michel Temer e outros não.
 
"É uma vergonha que encontros do partido com o governo tenham sido esvaziados deliberadamente. Vergonha chegar no local e dos quatro prefeitos regionais, nenhum deles estar presente. Vergonha. Na época da campanha, diretórios foram ouvidos, foram consultados, foram seduzidos. E agora, na hora de prestar contas, de fazer uma administração do PSDB, as pessoas se omitem", manifestou.
 
A gravação foi feita após um encontro do partido em São Paulo, que deveria contar com a presença dos prefeitos regionais, do prefeito da capital paulista, João Dória (PSDB), e do secretário de Coordenação das Prefeituras Regionais, Bruno Covas.
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Suspeito de operar propina a Temer, Edgar vendeu imóvel "subfaturado" a FHC

Edgar Safdié, apontado pela PF como o homem que seria acionado por Rodrigo Rocha Loures para receber propina da JBS, foi sócio da empresa que vendeu apartamento a FHC por 43% de seu valor de mercado. Seu pai, Edmundo Safdié, foi réu por lavagem de dinheiro em favor de Celso Pitta e teve seu banco envolvido no trensalão tucano
 
 
Jornal GGN - O Edgar que a Polícia Federal apontou em relatório ao Supremo Tribunal Federal como principal suspeito de ter sido acionado por Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para receber propina da JBS em esquema envolvendo Michel Temer foi sócio da empresa que vendeu, em 2005, um apartamento ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
 
Edgar Rafael Safdié e seu pai, Edmundo Safdié, falecido no ano passado, controlavam a empresa Bueninvest, criada em 1990. Segundo informações da junta comercial de São Paulo, Edgar só deixou a sociedade em 2010, cinco anos após a venda de um imóvel em Higienópolis para FHC.
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Usuários de drogas da 'nova cracolândia' em SP são impedidos de montar barracas

Atualizado 15h30
 
Nova ação da política anticrack promovida por Doria e Alckmin aconteceu na manhã deste domingo (11). Seis horas após a intervenção, a PM liberou os usuários que passavam por revista a reocuparem a praça
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A prefeitura e o Estado de São Paulo promoveram uma nova ação na manhã deste domingo (11), por volta das 6h para dispersar usuários de drogas na região central da cidade. Com o auxílio da Guarda Civil Municipal a da Polícia Militar, o perímetro a volta da praça Princesa Isabel foi isolado e os dependentes químicos que mantinham barracas no local foram dispersados e alguns deles, considerados traficantes, presos. O local ficou conhecida como a "nova cracolândia" depois da ação do dia 21 de maio que dispersou usuários de crack da antiga cracolândia. 
 
Seis horas após a ação, a PM liberou os usuários que passavam por revista a reocuparem a praça, localizada a 400 metros da cracolândia. Os dependentes foram proibidos de levar elementos para a construção de barracas, como lonas e atacas. 
 
Segundo a Folha de São Paulo, não houve enfrentamento, mas alguns dependentes atearam fogo em lixos e colchões para tentar obstruir as atividades. As administrações de Alckmin e Dória anunciaram que não irão mais permitir a montagem de barracas por usuários em qualquer ponto central da cidade. No dia 21, os dois governos receberam críticas por realizarem as atividades sem a consolidar uma estratégia mais ampla com os responsáveis pela área da saúde e assistência social, e sem realizar o cadastramento prévio dos usuários, uma das promessas do novo programa anticrack de Doria.
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Dos Campos de Aracoara para o Império do Ensino Pago, por Jair Antonio Alves

Em que parte do Brasil nasceu à República? É provável que tenha surgido nas disputas políticas tendo como cenário, os bares, os prostíbulos, os batalhões do Exército de Deodoro e Floriano, na cidade do Rio de Janeiro. Porém, a força econômica que movimentou fortunas e moveu levas imigratórias tenha impulsionado (como nos tempos atuais), as transformações políticas e sociais que podem ter iniciado no centro da Província de São Paulo.  Hoje, paradoxalmente, a cidade governada (novamente), pelo ex-ministro das Comunicações do governo da ex-presidenta, Dilma Rousseff.

Falamos de, Edinho Silva, hoje Prefeito da cidade de Araraquara que há dois séculos antes foi conhecida como, “Campos de Aracoara”. No ano em que Araraquara completa duzentos (200,00) anos e, no texto que vem a seguir pretendemos trazer à cena um Roteiro (quem sabe o DNA de nossas riquezas), mas, também de nossas mazelas.

 

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Nova operação da PF pode ser retaliação da UTC contra Fernando Haddad

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - Em meio a uma crise política que pode culminar na eleição de um novo presidente, a Polícia Federal deflagrou, nesta sexta (1), uma operação que atinge o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) com base em delações colhidas pela Lava Jato. Por meio de nota à imprensa, Haddad sinalizou que a investigação pode ter sido movida por retaliação do Ricardo Pessoa, da UTC, que teve seus interesses contrariados pelo petista. Pessoa disse à Lava Jato que pagou R$ 2,6 milhões por meio de caixa 2.
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Como Serra usava o governo de SP para cobrar milhões em propina da Odebrecht

Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - A divulgação estrondosa da lista de Fachin, jogando no mesmo balaio todos os políticos citados em delações da Odebrecht que serão investigados com autorização do Supremo Tribunal Federal, misturou tubarão com peixe de aquário e tirou a devida atenção de casos como o de José Serra.
 
Sete delatores disseram à Lava Jato que o tucano negociou, ao longo dos últimos anos, mais de R$ 30 milhões em propina para abastecer, principalmente, suas campanhas eleitorais. Mas há casos de repasses a afilhados políticos do PSDB. 
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Governo Doria: 100 dias de cinzas, por vereador Reis


Foto: Leon Rodrigues / ASCOM- PMSP

Por Vereador Reis (PT/SP)

Após 100 dias, precisamos avaliar a gestão de um homem que se diz um gestor, mas que, na verdade, é um político ambicioso. Mal entrou no jogo político e já sonha com a presidência da República. Doria demonstra a convicção que trabalhar é uma atividade permanente de autopromoção.

Com um patrimônio estimado de mais de 180 milhões, durante 15 anos deu um calote de R$ 90 mil no IPTU, relativo à sua mansão dos Jardins. Apoia Temer e sua agenda econômica do desemprego, do fim dos direitos trabalhista e da aposentadoria. Atuando na mesma linha do governo federal, em São Paulo, Doria mudou o Leve Leite para pior. De 916,2 mil estudantes que recebiam esse benefício que, inclusive, tem efeitos na alimentação familiar, restaram no programa apenas 223 mil. Uma redução de custo de R$ 331 milhões para R$ 150 milhões, ação da cartilha neoliberal que recomenda cortar gastos com políticas sociais.  

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Porque conselhos de Assistência Social se manifestam contra o Criança Feliz

Jornal GGN - A jornalista Mônica Bergamo publicou nesta quarta (8), em sua coluna na Folha, uma nota informando que o Conselho Municipal de Assistência Social foi influenciado pelo Coletivo de Servidores Públicos Municipais em Defesa do Suas (Sistema Únido de Assistência Social) quando decidiu não aceitar a entrada do programa Criança Feliz na cidade administrada por João Doria Junior (PSDB).

Segundo Bergamo, dias antes de o Conselho barrar o Criança Feliz, o Coletivo lançou um "manifesto pedindo ao órgão que rejeitasse a adesão ao programa. Segundo a carta, o projeto do governo federal 'carrega o preconceito de que famílias pobres não sabem cuidar de suas crianças'."

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União e Olho Vivo comemora 50 anos e promove série de ações

Jornal GGN – Celebrando 50 anos, o Teatro Popular União e Olho Vivo (TUOV) abre as portas de sua sede, no Bom Retiro, para uma série de ações que irão relembrar sua trajetória. As atividades gratuitas, contemplado com a 28ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, começa no dia 28 de janeiro e se estenderá pelos próximos cinco meses. O público poderá participar da revitalização da sede do TUOV, além de oficinas artísticas, que irá resultar no próximo espetáculo do grupo.

O União e Olho Vivo, criado em 1966, é um dos grupos de teatro brasileiros mais antigos e conhecido por promover a arte além dos palcos, sobrevivendo à época da ditatura. A programação de 50 anos começa com uma oficina de dramaturgia, coordenada pelo diretor e dramaturgo Cesar Vieira e pelo ator Neriney Moreira, que será composta com um uma sequência de movimentos: música, figurino, cenografia, vídeo e roteiro teatral.

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