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Rodrigo Janot

Super Janot, tem herói no universo de Marvel, por Luís Nassif

Paulo Sotero é um ex-jornalista brasileiro que há anos dirige o Brazil Institute do Woodrow Wilson International Center for Scholars, em Washington, um think tank que se tornou um dos principais centros de lobby em relação ao Brasil.

Uma de suas funções é conceder bolsas para alunos interessados em políticas públicas. Outra, preparar estudos sobre diversos aspectos do Brasil atual. Há uma atenção especial a tudo o que se relaciona com o poder judiciário, informações abundantes sobre a Lava Jato, Gilmar Mendes falando de reforma política, Carmen Lúcia, Torquato Jardim e, obviamente, o Procurador Geral da República.

Um dos instrumentos mais eficientes de atuação do Woodrow Wilson é o de conceder atestado de boas maneiras a brasileiros alinhados com seu pensamento. Trata-se de uma versão contemporânea das miçangas com que os descobridores atraíam a simpatia dos indígenas.

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Raquel Dodge é distração articulada na suspensão do acordo de Cunha

Há sentido na responsabilização da futura procuradora-geral pelo fracasso do acordo de Eduardo Cunha, sendo este gesto proposital ou não, articulado com os donos do poder ou não?
 
 
Jornal GGN - Mesmo sem ter assumido ou tomado qualquer decisão no posto maior do Ministério Público Federal (MPF), membros da Operação Lava Jato responsabilizam a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo fracasso da delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela atual suspensão do acordo. E grandes jornais que os têm como fontes endossam o coro.
 
Eduardo Cunha estava negociando há quase dois meses o acordo de delação premiada com os procuradores da República da Lava Jato em Brasília. A força-tarefa acabou perdendo a paciência com o peemedebista, pelas informações "inconsistentes e omissas" que o político entregou.
 
O ex-parlamentar teria feito, até agora, acusações genéricas e entregado poucos documentos que sustentassem suas declarações. Diante disso, os investigadores decidiram suspender o acordo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo Valor.
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Janot reduz 60% dos acordos de delação da OAS antes de sua saída


Foto-montagem: Blasting News
 
Jornal GGN - Considerado outro dos mega-acordos de delação premiada na Operação Lava Jato, a construtora OAS teve suas acusações de cerca de 50 empresários enxugadas para que Rodrigo Janot alcance comandar o caso na Procuradoria-Geral da República (PGR) antes do fim de seu mandato.
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, dos 50 envolvidos que diziam ter material para entregar aos investigadores, mantiveram a colaboração com apenas 20, incluindo funcionários da empreiteira e acionistas. Ou seja, houve uma redução de 60% dos acusadores da OAS que poderiam levar a diversas frentes de investigação e desdobramentos da Lava Jato.
 
As negociações entre o Ministério Público Federal (MPF) e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, tiveram início em março de 2016. Desde lá, os acordos de leniência e com os demais executivos do grupo sofreram interrupções e foram desfocados com o avanço dos acordos junto à Odebrecht, rival econômico da OAS, e, mais recentemente, com a JBS.
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Decisão de Fachin prejudica Temer, confirmam investigadores


Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de não incluir Michel Temer no inquérito contra os caciques do PMDB na Câmara dos Deputados foi "até melhor para o ritmo da investigação", apontaram investigadores ouvidos pela Folha de S. Paulo, confirmando o que adiantou o GGN em reportagem desta quinta-feira (10).
 
Uma primeira análise feita pelo jornal, quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda não trazia expectativas de apresentar a segunda denúncia contra Temer na Câmara, mesmo com o inquérito por obstrução à Justiça pronto e finalizado pela equipe da Polícia Federal, indicava que o PGR apenas aguardava a decisão de Fachin.
 
Isso porque Janot precisava de uma resposta do ministro que relata a Operação Lava Jato no Supremo: se Fachin incluísse o atual presidente nas acusações de organização criminosa, dentro do inquérito no STF que mira o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), não haveria a necessidade de tal apontamento na denúncia que enviará à Câmara, restringindo-a apenas aos fatos relacionados à obstrução.
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O que há por trás dos despachos de Fachin que "beneficiam" Temer

Duas decisões do ministro do STF devem se voltar contra Michel Temer: uma com mais desgaste durante a gestão do peemedebista e outra evitando a impunidade quando o mandato acabar
 

Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - O ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou recentemente duas importantes decisões relacionadas às investigações contra o presidente Michel Temer: não incluiu o mandatário no inquérito contra os caciques do PMDB da Câmara e suspendeu o inquérito contra Temer sobre as acusações da JBS.
 
Apesar de ambas decisões parecerem, em um primeiro momento, alívios para o presidente da República, uma delas se trata apenas de uma decisão que não haveria saída e a outra poderá complicar ainda mais Michel Temer nas investigações que recaem contra ele.
 
A suspensão do inquérito contra o peemedebista, determinada recentemente por Edson Fachin, ocorreu por norma legal da Constituição, que prevê que qualquer denúncia enviada pela Procuradoria-Geral da República por crimes comuns, como o de corrupção, devem ser liberadas, antes pela Câmara dos Deputados.
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Após críticas de Temer e pedido de suspeição, Fachin quer posição de Janot


Foto: Marcos Correa/PR

Jornal GGN - Michel Temer considerou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspeito para o investigar. O ministro relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu para o procurador se manifestar.

Da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin concedeu hoje (10) prazo de cinco dias para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestar sobre pedido de suspeição feito pela defesa do presidente Michel Temer.

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A injusta avaliação de Raquel Dodge pelos irmãos Marinho, por Eugênio Aragão

A injusta avaliação de Raquel Dodge pelos irmãos Marinho

por Eugênio José Guilherme de Aragão

O site de O Globo sugeriu, na data de ontem, que a ida de Raquel Dodge, futura Procuradora-geral da República ao Palácio do Jaburu, fora da agenda de Michel Temer, teria algo de anti-republicano e que a chefe do parquet federal in spe teria sido feita ou se deixou ser feita de menina de recado, para sinalizar à classe política a reaproximação do MP com o executivo golpista. Houve até quem, como voz de oposição, de boa fé, na inocência da ignorância, exigisse que renunciasse antes mesmo de assumir o cargo.

Estamos diante de noticiário interesseiro e manipulador. Não me considero suspeito para falar sobre qualidades da Sra. Dodge, a quem conheço desde nossos estudos de graduação em Direito na Universidade de Brasília. Estivemos quase sempre em lados diferentes, para não dizer opostos, na carreira e antes dela. Não lhe nutro afeição e não faço parte de seu fã-clube. Nem quero fazer parte dele. Pelo contrário, tenho a percebido como pessoa excessivamente ambiciosa, a atropelar tudo e todos quando se trata de realizar seu projeto pessoal. Mas nisso, lamentavelmente, não difere do atual chefe do Ministério Público Federal, que foi desleal, enganou amigos e parceiros e descumpriu reiteradamente sua palavra para se fazer Procurador-geral e querido pela corporação, objetivo, este último, que não conseguiu realizar por completo. Esta, porém, é outra estória e não vem ao caso aqui.

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Janot recebe aluguel pago com benefício que ajudou a criar em Brasília

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Assim que tomou posse na Procuradoria-Geral da República, em 2013, Rodrigo Janot estendeu o auxílio-moradia da classe aos membros do Ministério Público Federal em Brasília, e ainda hoje se beneficia da locação de um apartamento na capital federal ao secretário-geral do Ministério Público da União, Blal Dalloul, pago com a ajuda de custo.
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Para Gilmar, investigação do MP virou “terra de ninguém”

Jornal GGN – O embate continua. Ontem, dia 8, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, disse que a investigação criminal do Ministério Público (MP) virou “terra de ninguém”. A crítica foi feita durante a sessão da Segunda Turma da Corte, que é responsável pelos julgamentos da Operação Lava Jato.

A declaração se deu quando proferiu voto em caso envolvendo questão da prisão antes do trânsito em julgado. Gilmar, então, criticou os procedimentos internos de investigação realizados pelo MP.

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Temer espera que Dodge faça auditoria nas ações de Janot, por Kennedy Alencar

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O encontro com Raquel Dodge e Michel Temer às 22h de terça-feira (8) pode ter tido como uma das pautas uma eventual auditoria informal nas ações de Rodrigo Janot. Segundo Kennedy Alencar, o presidente espera que Dodge reveja as ações do antecessor, mas ainda não há previsão de como ela deve reagir no cargo. Nesta quarta, a procuradora disse que a agenda com o peemedebista tinha como objeto a posse na Procuradoria Geral da República.
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Temer desmoraliza Janot para obter mais uma vitória na segunda denúncia

Expetativa é que a segunda acusação da PGR contra o mandatário seja enviada nos próximos dias
 

Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - Os ataques de Michel Temer contra Rodrigo Janot, procurador-geral da República e autor da denúncia contra o mandatário na Operação Lava Jato, só irão aumentar nos próximos dias. Isso porque a expectativa é que a segunda peça de acusação seja enviada à Câmara em breve.
 
O movimento de Temer já contou com a adesão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, mas de forma isolada no Judiciário, enquanto que associações se mobilizam em defesa do procurador.
 
Por isso, o mandatário espera angariar apoio e, do outro lado, inferir sobre Rodrigo Janot, em tentativa de desmoralizar publicamente a peça e fixando a imagem de que o procurador-geral atuaria como uma perseguição ao presidente. Para a atuação, conta com o seu advogado, o criminalista Antonio Claudio Mariz, que encabeçara a briga a nível judicial.
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Temer tem usado Gilmar Mendes como estrategista contra Janot

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Um dos verdadeiros motivos do encontro fora da agenda oficial entre Michel Temer e Gilmar Mendes, no último domingo (6), foi revelado nesta terça (8): o ministro do Supremo Tribunal Federal tem ajudado o presidente da República a criar uma estratégia para se livrar das denúncias feitas por Rodrigo Janot a reboque da delação da JBS.
 
Segundo informações da Folha, Temer "tem tratado do tema com integrantes de sua defesa e discutiu o assunto (...) com o ministro do STF Gilmar Mendes, em jantar no domingo (6)".
 
À imprensa, Gilmar mandou dizer que o encontro tinha como objetivo discutir a reforma política. A desculpa é recorrentemente utilizada pelo ministro sempre que precisa entrar no Palácio do Jaburu.
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Após se encontrar com Temer, Gilmar ataca Janot


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - "Janot, eu o considero o procurador-geral mais desqualificado que já passou pela história da Procuradoria. Porque ele não tem condições, na verdade não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir algum órgão dessa importância", afirmou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. O ataque do ministro do Supremo foi feito durante uma entrevista à Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira (07), quando questionado sobre o atual comandante do Ministério Público Federal (MPF), Rodrigo Janot.
 
A crítica ocorreu quando o ministro falava sobre a Operação Lava Jato e o avanço das investigações que incidem agora sobre o atual presidente da República, Michel Temer. Na noite deste domingo (06), o mandatário reuniu-se com Gilmar em encontro fora da agenda oficial. Além do ministro, também estava presente o secretário-geral da Presidência e outro dos acusados na Lava Jato, Moreira Franco (PMDB-RJ).
 
Questionado pela jornalista Andréia Sadi, o ministro do Supremo afirmou que o encontro ocorreu para se discutir a reforma política. "Eu acho que é a chance de promovermos uma mudança profunda no sistema político. Talvez, pensar um semipresidencialismo, uma mistura de presidencialismo com parlamentarismo. Precisamos também ver como vai ser a distribuição pelos partidos do dinheiro público do fundo novo a ser criado", disse.
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As más relações entre o denunciado Temer e escrúpulos, por Janio de Freitas

Foto Agência Pública

Jornal GGN – O Tesouro está sendo rapinado para que se salve Michel Temer das denúncias de Rodrigo Janot. Bilhões são empenhados por ele na compra de votos e os deputados se unem, esfregando as mãos e abrindo os bolsos, e preparados para salvá-lo novamente. Quem afirma isso é Janio de Freitas, em sua coluna na Folha deste domingo.

Esses bilhões empenhados para a salvação do denunciado contribuem ativamente ao rombo estimado nas previsões de Meirelles. R$ 4,1 bi foram empenhados dentro de um rombo estimado de R$ 10 bi pela pasta. Esse toma-lá-dá-cá continua enquanto houverem denúncias a serem votadas no Congresso. E o rombo aumenta.

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Por causa da Lava Jato, Janot pode sofrer retaliações quando deixar a PGR

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - Rodrigo Janot está prestes a sofrer retaliações por conta das denúncias que apresentou no âmbito da operação Lava Jato contra políticos e membros do Judiciário. É o que diz Mônica Bergamo na coluna desta quinta (3).

De acordo com a jornalista, até ministro do Superior Tribunal de Justiça admitiu que Janot corre riscos na corte. Em setembro, o procurador-geral da República deixa o comando do Ministério Público Federal, mas continuará como subprocurador da República, o que lhe garante foro privilegiado.

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