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Ricardo Saud

Juiz federal revalida parte do acordo de leniência da J&F


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Da Agência Brasil

Por Ivan Richard Esposito 

Um mês após suspender o acordo de leniência da J&F para fins criminais, o juiz federal Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília, decidiu nesta quarta (11) revalidar parte do acordo firmado em junho pelo grupo e a Procuradoria da República no Distrito Federal.

Na decisão, Vallisney diz que a sustação do acordo poderia prejudicar o andamento de investigações relativas à Operação Greenfield, que apura um esquema de desvio em fundos de pensão de empresas estatais, e a Lava Jato, além de atrasar o processo de pagamento de indenizações.

“A sustação dos efeitos da homologação pode prejudicar de fato a própria verdade real que se quer buscar com as investigações e processos criminais na Operação Greenfiels, Cui Bono (Lava Jato) e Sépis, pelo fato de que possíveis aderentes pessoas naturais podem vir a ser testemunhas ou colaboradores na investigação criminal e que, se continuar a sustação da homologação, haverá prejuízo para a Justiça Penal”, argumentou  Vallisney  de Souza.

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Executivo da JBS achava que Gilmar estava ajudando alvos da Lava Jato

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Jornal GGN - O empresário Ricardo Saud, ex-JBS, acreditava que Gilmar Mendes estava enviando um sinal de que iria ajudar os executivos e políticos investigados a reboque da Lava Jato. A opinião de Saud foi emitida ao primo que buscou quatro malas de dinheiro em espécie para Aécio Neves, Frederico Pachedo. Preso, Saud agora diz que as menções ao ministro do Supremo Tribunal Federal não passavam de bravatas.
 
O diálogo entre Saud e Fred foi parcialmente divulgado pela revista Veja, na tarde desta quinta (5). Ele teria ocorrido no dia 3 de maio, enquanto Saud enchia uma sacola com R$ 500 mil para o primo de Aécio. 
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Joesley pode ser processado junto com primeira denúncia de Temer


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Jornal GGN - Se o dono da JBS, Joesley Batista, e o executivo da J&F, Ricardo Saud, perderem os benefícios do acordo de delação premiada, a Procuradoria-Geral da República (PGR) irá incluí-los em denúncias e devem ser processados. Uma delas é a própria peça contra o presidente Michel Temer, a primeira delas enviada à Câmara dos Deputados.
 
Na denúncia contra Temer por corrupção passiva, entregue por Janot à Câmara em julho deste ano, Joesley não podia ser incluído como alvo de acusação, uma vez que contava com a imunidade do acordo fechado com a força-tarefa da Operação Lava Jato.
 
Joesley seria apontado por Janot na primeira denúncia, que teve como uma das bases a gravação feita pelo empresário dono da JBS, de encontro que teve com Temer no Palácio do Jaburu. Aquele grampo teria sido feito antes de a JBS e o grupo J&F ter fechado a negociação de acordo com os investigadores e passarem a trabalhar de forma monitorada e controlada.
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Irmãos Batista têm medo de traição de Ricardo Saud, diz Mônica Bergamo

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Jornal GGN - Os empresários Joesley e Wesley Batista estão com medo de uma eventual traição do também executivo da JBS Ricardo Saud. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, nesta quinta (14), o risco do acordo de delação premiada do grupo ser inteiramente revogado aumenta as chances de Saud tentar uma negociação paralela e entregar detalhes que possam comprometer ainda mais a situação dos irmãos.

"O clima entre os delatores da J&F é de desconfiança. Joesley Batista e seu irmão, Wesley, acreditam que o executivo Ricardo Saud pode traí-los caso a negociação com o Ministério Público Federal para preservar benefícios que obtiveram no acordo de delação premiada naufrague", disse Bergamo.

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Fachin determina prisão de Joesley e Saud e nega prender Miller

Leia trechos da decisão de Edson Fachin sobre o pedido do procurador-geral Rodrigo Janot
 

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Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou a prisão temporária de Joesley Batista, o dono da JBS, e de Ricardo Saud, ex-diretor da J&F. Por outro lado, negou o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de prender o ex-procurador Marcelo Miller.
 
Batista e Saud aparecem em conversas que indicavam a possível atuação de Miller e de outros procuradores no acordo de delação premiada, quando ele ainda se preparava para deixar a equipe de investigadores da Lava Jato de Janot para atuar no escritório de advocacia que acabou fechando o acordo.
 
Após se tornarem públicos os áudios que foram entregues à PGR na última semana, o procurador-geral anunciou a abertura de uma investigação, nesta segunda-feira (04), e pediu a prisão dos três por "omissão de má-fé", uma vez que imputavam na nova gravação acusações que envolvem então procuradores e membros do STF.
 
O pedido de prisão tramita em segredo de Justiça, mas jornais apuraram que o ministro relator dos processos da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, autorizou a prisão temporária (que tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada) de Joesley e de Saud, mas negou a de Marcelo Miller. Trechos da decisão foram disponibilizados pelo JOTA (leia abaixo).
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Janot quer revogar imunidade de delatores da JBS

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Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot pode encaminhar ao Supremo Tribunal Federal, nesta sexta (8), um pedido para revogar a imunidade dos delatores da JBS, entre eles, Joesley Batista. A medida ocorre após o escândalo revelado em novas gravações feitas por Ricardo Saud, executivo da empresa, denotando que o ex-procurador Marcelo Miller cometeu irregularidades no acordo de cooperação.

Segundo informações da Folha, Janot "entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam de omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios. A imunidade foi considerada a parte mais polêmica do acordo celebrado."

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Após confusão com gravação, Joesley pede desculpas

Jornal GGN – Ontem, após ter virado o país de cabeça para baixo, Joesley Batista e Ricardo Saud, delatores da empresa JBS, soltaram nota onde pediam “sinceras desculpas” aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pelas citações indevidas em conversas gravadas por eles e entregues à PGR.

A gravação motivou Rodrigo Janot, no dia 4, a abrir investigação para apurar a omissão de informações nas negociações das delações dos executivos da empresa em questão. Com grande repercussão do caso, os delatores correram, em nota, para afirmar que as referências aos ministros e ao procurador-geral “não guardam nenhuma conexão com a verdade”.

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Procuradores fizeram "jogo" de "combinar" e "construir histórias" para fechar delações

Em grampo, Joesley Batista, delator da JBS, diz que sacou intenções de procuradores do Ministério Público Federal durante as conversas para fechar o acordo de delação premiada, mas fingiu que nada estava sendo "combinado" 
 
 
Foto: Eliária Andrade (O Globo) e Adriano Machado (Época)
 
Jornal GGN - Há uma semana, o advogado foragido da Justiça brasileira Rodrigo Tacla Duran colocou sob suspeita o modo como acordos de delação premiada são feitos em Curitiba, arrastando para o olho do furacão o amigo pessoal de Sergio Moro, Carlos Zucolotto, e procuradores que atuam na capital da Lava Jato em primeira instância. Agora é vez da Procuradoria Geral da República sob Rodrigo Janot ser objeto de um potencial escândalo por causa de uma gravação feita pela delator Joesley Batista. No áudio, o empresário coloca em xeque o modo como o acordo foi negociado em Brasília.
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José Eduardo Cardozo teria negado proposta ilícita de executivos da JBS

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Jornal GGN - A coluna de Mônica Bergamo nesta terça (5) mostra que Joesley Batista e Ricardo Saud atiraram para todo lado após decidirem gravar e entregar conversas com autoridades aos procuradores da República, em troca de um acordo de delação premiada.

Um dos alvos teria sido José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justila de Dilma Rousseff. Ele funcionaria como uma escada para pegar ministros do Supremo Tribunal Federal, acreditavam os executivos da JBS. Só que a honestidade de Cardozo - que ocupa o último parágrafo da nota na Folha - acabou estragando o plano.

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Suspeito de operar propina a Temer, Edgar vendeu imóvel "subfaturado" a FHC

Edgar Safdié, apontado pela PF como o homem que seria acionado por Rodrigo Rocha Loures para receber propina da JBS, foi sócio da empresa que vendeu apartamento a FHC por 43% de seu valor de mercado. Seu pai, Edmundo Safdié, foi réu por lavagem de dinheiro em favor de Celso Pitta e teve seu banco envolvido no trensalão tucano
 
 
Jornal GGN - O Edgar que a Polícia Federal apontou em relatório ao Supremo Tribunal Federal como principal suspeito de ter sido acionado por Rodrigo Rocha Loures (PMDB) para receber propina da JBS em esquema envolvendo Michel Temer foi sócio da empresa que vendeu, em 2005, um apartamento ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
 
Edgar Rafael Safdié e seu pai, Edmundo Safdié, falecido no ano passado, controlavam a empresa Bueninvest, criada em 1990. Segundo informações da junta comercial de São Paulo, Edgar só deixou a sociedade em 2010, cinco anos após a venda de um imóvel em Higienópolis para FHC.
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Supremo adia decisão sobre Aécio e solta irmã e primo, além de assessor de Perrella

Foto: PSDB
 
 
Jornal GGN - A primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidiu colocar Andrea Neves e Frederico Pacheco, irmã e primo de Aécio Neves, respectivamente, em prisão domiciliar. A decisão se estendeu ao assessor parlamentar de Zezé Perrella, Mendherson Souza Lima, que também será beneficiado pelo julgamento que ocorreu na tarde desta terça (20), marcado por reviravoltas nos votos de Luiz Fux.
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Fachin e Moro não devem analisar acusações da JBS contra Lula, diz defesa

Foto: Instituto Lula

Jornal GGN - A defesa de Lula protocolou na segunda (29) um recurso contra a decisão de Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que enviou ao juiz Sergio Moro, de Curitiba (PR), as acusações feitas por delatores da JBS sobre corrupção em governos petistas. O advogado Cristiano Zanin apontou, em nota à imprensa, que a delação que cita Lula não tem relação com a Lava Jato.

À Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que criou duas contas no exterior para abastecer os governos Lula e Dilma, com recursos da JBS, que teriam chegado a 150 milhões de dólares em 2014. Essas contas seriam controladas pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que é acusado de ser interlocutor da JBS junto ao BNDES e outros setores do governo. 

Pelo regimento do Supremo, Fachin pode revisar sua decisão e redistribuir o processo ou colocar o recurso da defesa de Lula em votação na 2ª Turma.

Leia mais: Porque a delação da JBS contra Dilma e Lula não pesam como a de Temer

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Temer planeja outro discurso sobre as novas acusações

 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer planeja fazer um novo pronunciamento, neste sábado (20), com o intuito de rebater as novas informações divulgadas pelas delações da JBS, principalmente do empresário Joesley Batista, e do inquérito aberto contra o mandatário, que traz notas fiscais e comprovantes de que recebeu diretamente R$ 3,540 milhões, "mensalinho" de R$ 100 mil por um ano e outro acordo de R$ 50 milhões de propina para este ano.
 
Informações divulgadas pelo noticiário dão conta que desde o início desta manhã, a equipe de Temer prepara o discurso do peemedebista, que estava reunido em Brasília com seus principais auxiliares. 
 
Além das acusações de Joesley Batista que trazem provas que corroboram as delações, Temer foi acusado pelo ex-diretor de Relações Institucionais e de Governo da JBS, Ricardo Saud, de "roubar" R$ 1 milhão do total de R$ 15 milhões destinados pelo grupo como doação à campanha de 2014 do PT.
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