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revista Época

Com fim da era Aécio e Temer, sem saída, revista detalha propinas

Reportagem de Época insere-se no contexto de mudança drástica de editoriais da imprensa em ritmo de sobrevivência e adaptação, com os inegáveis esquemas envolvendo PMDB e PSDB
 
 
Jornal GGN - O primo de Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, foi a ponte usada pelo senador para retirar R$ 2 milhões ilícitos acordados com o dono da JBS, Joesley Batista. Em ação similar também foi a entrega de outros R$ 500 mil destinados ao presidente Michel Temer, por meio do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures. A mala preta com rodinhas deste último e a de Fred, como é chamado o empresário e familiar de Aécio, contendo a segunda parcela de R$ 500 mil ao tucano foram registradas por fotografias da Polícia Federal, após as apreensões.
 
Ambas as entregas foram realizadas em ações controladas pelos delegados da PF, com o aval do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Apesar de algumas imagens das mochilas contendo notas de R$ 50 e R$ 100 já terem sido divulgadas, pelos relatórios das investigações e à imprensa, a revista Época publicou novas fotografias, nesta sexta (04).

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Para advogados de Lula, Joesley ‘negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história’

Responsável pela defesa do ex-presidente, Zanin avalia que “Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida” | Foto: Felipe Araújo/Tempus Comunicação

do Sul21

Para advogados de Lula, Joesley ‘negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história’

Da Redação

Na entrevista exclusiva que concedeu à revista Época, da Editora Globo, neste final de semana, Joesley Batista, um dos donos do grupo J&S, do qual faz parte a JBS, disse que Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) “institucionalizaram a corrupção”. “Houve essa criação de núcleos, com divisão de tarefas entre os integrantes, em Estados, ministérios, fundos de pensão, bancos, BNDES. O resultado é que hoje o Estado brasileiro está dominado por organizações criminosas. O modelo do PT foi reproduzido por outros partidos”, afirmou ele.

Porém, para os advogados do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, a declaração deve “ser entendida no contexto de um empresário que negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história”. Em nota lançada também no final de semana, eles apontam que “Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida, conversada ou do conhecimento do ex-presidente Lula”.

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Revista Época rifa Alexandre de Moraes

Jornal GGN – A revista Época, braço das Organizações Globo, trouxe em sua matéria de capa desta semana um “Fora Alexandre de Moraes”. Um aperitivo da matéria, liberado para não assinantes, demonstra a tese de que a grande mídia não quer mais o ministro da Justiça por perto.

Segundo a publicação, Moraes fala demais, abraça brigas que não são necessárias e se vale de um plano de segurança pública fadado ao fracasso. A revista discorre sobre as desvantagens em se ter alguém como ele na posição em que ocupa, e dá seu recado ao governo Federal.

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Mercadante rebate Época e nega acordo financeiro com o PMDB em 2014

Jornal GGN - Em nota para a imprensa, o ex-ministro Aloizio Mercadante rebate reportagem da revista Época e nega a suposta participação em acordo financeiro com o PMDB nas eleições de 2014. “Não solicitei a qualquer empresário, de qualquer setor da economia, ajuda financeira para a campanha presidencial de 2014, para o PMDB ou o PT, ou mesmo a quaisquer partidos ou candidatos”, diz.

A matéria da revista afirma que Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara preso nesta semana na Operação Lava Jato, pretende revelar um suposto acordo no qual o PMDB teria cobrado R$ 40 milhões do PT para apoiar a chapa de Dilma Rousseff nas eleições de 2014. A revista também diz que o acordo teria sido fechado no primeiro semestre de 2014, entre Aloizio Mercadante e o senador Valdir Raupp.

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Trem da alegria 2: Verba pública para revista Época cresce 900%, por Miguel do Rosário

 

 
de O Cafezinho

Realmente, o discurso de austeridade fiscal do governo vale apenas quando se trata de cortar investimentos em educação, saúde e aposentadoria do pobre; não para as mamatas da Globo, Folha, Estadão e Abril, os quatro cavaleiros do golpe.

O trem da alegria começou a rodar a todo vapor!

Os pixulecos federais para os apoiadores do golpe estão brotando como maná dos céus!

Ao mesmo tempo em que a arrecadação fiscal do governo sofre uma das maiores quedas em décadas, os repasses federais para a Editora Globo, que edita a revista Época, dispararam 586%, na comparação de janeiro/agosto de 2016 com o ano inteiro de 2015.

Na média mensal, o crescimento foi de mais de 900%.

Os repasses ao Infoglobo, responsável pelo jornal O Globo, cresceram 120% este ano; na média mensal, o crescimento foi de 230%.

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Dilma refuta tese da "aposentadoria a jato" e diz que Globo faz jornalismo de guerra

Jornal GGN - Em nota divulgada hoje (1), a assessoria de imprensa de Dilma Rousseff nega que ela tenha tido uma tratamento privilegiado em seu pedido de aposentadoria, ao contrário do que afirma reportagem publicada pela revista Época. "O jornalismo de guerra adotado pelas Organizações Globo e seus veículos demonstra que a perseguição a Dilma Rousseff prosseguirá como estratégia de assassinato de reputação, tendo como armas a calúnia e a difamação", diz a nota.

A revista do Grupo Globo diz que Dilma "furou a fila do INSS para se aposentar", afirmando que o ex-ministro Carlos Gabas entrou pelos fundos da Agência da Previdência Social do Plano Piloto e dizendo que, quando Gabas saiu da sala do chefe da agência, Dilma estava aposentada.

"Tal celeridade poderia ser o triunfo de uma burocracia ágil e impessoal, implantada pelo governo Dilma. Mas não. O tempo médio de espera para que um cidadão consiga uma data para requerer aposentadoria em uma agência da Previdência é de 74 dias, segundo informações do INSS", diz a matéria da Época. Entretanto, reportagem publicado pelo jornal Estado de Minas em abril de 2010 mostra que já era possível "obter o benefício em menos tempo que a meia hora prometida pelo governo, desde que os papéis estejam em ordem".

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Lula pede explicações ao CNMP sobre vazamentos para Época

Advogados consideram que procurador violou limites da Constituição e querem saber quem foi o responsável pelo vazamento
 
Lula durante comemoração dos 36 anos do PT
 
Lula durante comemoração dos 36 anos do PT
 
Jornal GGN - Nesta terça (1), os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolaram, junto ao Conselho Nacional do Ministério Público, um pedido de explicação sobre as ações do procurador Douglas Kirchner. A defesa de Lula alega que Kirchner violou os limites impostos pela Constituição e a legislação infraconstitucional.
 
Ainda de acordo com os advogados, o procurador negou acesso aos documentos do procedimento de investigação, mas vazou cópias destes documentos para a revista Época, apesar do procedimento estar sob sigilo. A defesa de Lula pede, além de acesso aos autos do processo, uma investigação sobre o responsável pelo vazamento para a revista.
 
A Bem da Verdade
 
De acordo com a colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, os advogados do ex-presidente lançarão um site que terá todas as ações movidas por Lula contra jornalistas ou personalidades. Chamado A Bem da Verdade, o site também trará todas as respostas jurídicas às investigações que estão sendo feitas contra o ex-presidente.
 
Do Instituto Lula
 
 
Advogados consideram que houve violação da privacidade do ex-presidente
 
Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolaram junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), nesta terça-feira (1), um pedido de explicação a respeito das ações do procurador Douglas Ivanowksi Kirchner, do 5º Ofício de Combate á Corrupção em Brasília - DF. Segundo os advogados do ex-presidente Lula,  procurador violou os limites impostos pela Constituição Federal e a legislação infraconstitucional. 

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Adlène Hicheur: Eu estou sendo caçado pela mídia por um crime que não cometi!

Foto de Shobhan Saxena

"Eu estou sendo caçado pela mídia por um crime que não cometi"
 
Em uma entrevista exclusiva feita durante dois dias, enquanto jornalistas da grande mídia tentavam caçá-lo no Rio, o cientista argelino Adlène Hicheur, professor do Instituto de Física da UFRJ, revelou a sua história e contou como foi sua polêmica prisão e condenação na França, episódios criticados por físicos e defensores dos direitos humanos. Acusado de “formação de quadrilha” com terroristas, ele já não devia mais nada à Justiça francesa quando chegou no Brasil, onde reconstruía  sua carreira, viajando sempre para a Europa para ver a  família, que vive na França. Mas aqui, alvo de uma campanha midiática deslanchada pela revista Época, que seus colegas (inclusive europeus) afirmam ser difamatória, Hicheur decidiu que vai deixar o país.
 
Florência Costa & Shobhan Saxena *

Adlène Hicheur ainda consegue abrir um sorriso atrás da barba escura e bem desenhada que cobre suas bochechas afundadas. Com uma mochila verde pendurada em seu ombro esquerdo, ele caminha calmamente na sala e senta na beira do sofá.

Então, ele começa a falar, falar, falar. Ele adora falar. No meio de uma frase sobre islamofobia, ele desliza a mão para dentro da bolsa e saca dois livros. Um deles, em francês, é o clássico “As Veias Abertas da América Latina”, do uruguaio Eduardo Galeano. “As pessoas não podem esquecer a sua história. Eu li este livro quando estava na prisão e estou lendo de novo”, diz. “Nós precisamos conhecer as alternativas, outras formas de vida”, diz ele, tirando da bolsa outro livro, este em português: “Por uma outra Globalização”, do renomado geógrafo brasileiro Milton Santos.  “Eu adoro suas ideias. Ele faz uma nova interpretação do mundo contemporâneo”, comenta, enquanto bebe chá branco em pleno calor carioca. “Eu gosto de chá. Não preciso de café. Já sou muito agitado”, conta. Ele coloca a mão dentro da mochila novamente e desta vez surgem mais dois livros sobre ecologia e desenvolvimento sustentável.

Hicheur, 39, não precisa de gatilho para começar uma conversa. Parece que dezenas de ideias borbulham na sua mente ao mesmo tempo. Ele salta, em questão de minutos, de física de partículas, para geopolítica, história da Argélia, repressão aos muçulmanos na Europa, álgebra, culinária, cinema. Há espaço até mesmo para Batman em sua conversa. As frases saem de sua boca em várias línguas: inglês, francês, português, de vez em quando com pitadas de árabe.

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Araújo ao 247: 'Época deve investigar seus patrões', por Paulo Moreira Leite

do Brasil 247

Araújo ao 247: 'Época deve investigar seus patrões'

por Paulo Moreira Leite

Horas depois que a revista Época chegou às bancas, neste sábado, com uma capa tão escandalosa como vazia contra o advogado Carlos Araújo, que foi casado com Dilma Rousseff e é pai da filha de ambos, Paula, ele deu uma pequena entrevista ao 247.

Araújo bateu duro, realizando um contra-ataque contra os donos da Globo, proprietária da Época: "A revista deveria preocupar-se em esclarecer por que seus patrões resolveram viver homiziados em Miami, cidade que é um dos endereços preferidos pela máfia internacional."

O advogado diz:

– Fui surpreendido com tanta maldade. Isso é coisa de jornalismo bandido, que não tem fatos, não tem provas, e tenta forjar uma impressão negativa sobre as pessoas que querem atingir. Sou uma pessoa honrada e minha prática sempre foi coerente com minha ideologia.

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Acusado de ligações com terrorismo, professor quer deixar o país

Jornal GGN - O professor franco-argelino Adléne Hicheur, visitante do Instituto de Física da UFRJ, diz que pretende sair do país após repercussão de matéria da revista Época que levantava sua prisão, na França, sobre suposto envolvimento com terroristas.

Em 2012, ele foi condenado pela Justiça do país europeu com base em mensagens eletrônicas trocadas com supostos integrantes da Al Qaeda. O julgamento não conseguiu levantar provas de que ele tenha tomado ações concretas sobre dos comentários que fez em e-mails. 

Em carta, pesquisadores da UFRJ, PUC-Rio e do entro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) defenderam o professor franco-argelino e sua permanência no país.

Da Folha

 
FELIPE DE OLIVEIRA
 
O professor franco-argelino Adlène Hicheur pretende deixar o Brasil e voltar à França, afirmou à Folha o diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Ronald Shellard. "Ele quer sair do Brasil. Está decepcionado com tudo que fizeram com ele. Pegaram acusações infundadas e o acusaram", disse Shellard.
 
Segundo Shellard, Hicheur levava uma vida comum no Brasil e falava abertamente sobre sua prisão. O professor não demonstrava ter relações com terroristas e inclusive criticava grupos extremistas como o Estado Islâmico, de acordo com o diretor.
 
"Teve um episódio, por exemplo, que o Estado Islâmico ocupou uma cidade do Iraque que ele veio à minha sala e falou que aquilo era estupidez, que estavam soltando o diabo", disse.
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Da inacreditável revista Época

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Revista Época divulgou informações incorretas sobre grampo da PF

Do site de Marcelo Auler

Lava Jato: surgem mais grampos na PF-PR. “Grampolândia”?

Marcelo Auler

A matéria surgiu com exclusividade na Época on line, na sexta feira (27/10). O título vendia: “Fotos desmentem denunciantes de grampos clandestinos na Lava Jato”. Logo abaixo, a chamada continuava: “Ao contrário do que agente e delegado disseram à CPI da Petrobrás, aparelho de escuta estava instalado desde 2012 na cela de Youssef”.

O texto de tal forma assumiu a posição mais favorável aos delegados que chefiam a Operação Lava Janto na Superintendência da Polícia Federal do Paraná (SR/DPF/PR), que não tardaram as comemorações no face book dos mesmos:

“A verdade é como a luz. Não há trevas que consigam esconder”,ressoou a delegada Rosicleya Baron, corregedora da Superintendência e que, segundo um colega dela aposentado, pelo cargo que ocupa deveria, no mínimo, demonstrar imparcialidade e sobriedade.

Outro a comemorar foi o delegado responsável pelas apurações da Operação Lava Jato, Márcio Anselmo Adriano, que até quem o critica reconhece que foi o principal operador do caso:

“Vamos ver agora como se comportam os paladinos da moralidade!”, compartilhou.

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Revista Época é desmentida por Lula

Jornal GGN – A revista Época, desta semana, trouxe uma série de afirmativas a respeito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sem comprovações. Como é normal no final de semana, o Instituto Lula fez o desmentido desta nova tentativa de criminalizar o ex-presidente. Jogar com fatos de forma a transformar uma notícia velha em denúncia bombástica é a tônica, mas uma vez, da revista. Nas redes sociais, muito se questiona a revista a respeito da falta de interesse nas denúncias contra Eduardo Cunha, comprovadas pelo PGR e pelo MP da Suíça.

Do Instituto Lula

As novas mentiras da Revista Época

A Revista Época insiste em mentir, distorcer documentos, misturar acontecimentos sem relação e enganar o leitor de forma impressionante na sua sanha de atacar a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em sua nova edição, a revista começa falando de uma conversa entre Lula e o vice-presidente da Guiné Equatorial. Lula nunca escondeu que defendeu a promoção de empresas brasileiras no exterior e não recebe remuneração por isso. A exportação de bens e serviços brasileiros gera empregos no Brasil, mas a Época deveria preferir que eles fossem gerados na China ou nos Estados Unidos. A Odebrecht não ganhou a referida licitação, e a Guiné Equatorial não tem nenhum financiamento do BNDES.

O ex-presidente Lula sempre defendeu a ampliação das relações comerciais entre Brasil e África, de forma pública e não remunerada. Fez isso inúmeras vezes, inclusive, em um seminário em Brasília, no dia 22 de maio de 2013, em evento organizado pelo jornal Valor Econômico, intitulado “As Relações do Brasil com a África, a Nova Fronteira do Capitalismo Global”. Nesse evento, Lula disse: “Quando assumi a presidência, tinha consciência de que o Brasil precisava conversar com quem tinha maior compromisso histórico ou proximidade com a gente. Isso era essencial para o nosso crescimento, para a nossa expansão. Acabou o tempo em que a gente fica na expectativa do que os americanos iriam gostar. Acabou o tempo em que a Europa ditava as regras. O Brasil está aprendendo o seu tamanho, a sua importância, a sua capacidade de fazer as coisas. Hoje o mundo comercial é competitivo e ninguém vai dar colher de chá para nós”.

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Época distorce informações de documentos secretos do Itamaraty

 
Jornal GGN - O Instituto Lula divulgou nota em resposta à reportagem "Nosso homem em Havana", veiculada na edição deste final de semana (29/08) pela revista Época. A matéria afirma que o ex-presidente Lula teria feito lobby clandestino para a construção do porto de Mariel na ilha utilizando, indevidamente, recursos do BNDES. Segundo o Instituto Lula a revista reproduziu apenas alguns trechos dos telegramas diplomáticos trocados quando Brasil e Cuba discutiam os trâmites para as obras do porto, quando deveria ter elaborado sua matéria em cima de todo o conteúdo, o que atestaria "a conduta rigorosamente correta do ex-presidente Lula em seus contatos com as autoridades cubanas e com dirigentes empresariais brasileiros". Além disso, os documentos acessados pela revista são sigilosos, do Ministério das Relações Exteriores, logo o único crime presente seria o vazamento ilegal do conteúdo não explicado corretamente pela Época. 
 
Outro ponto observado pelo Instituto é que o fato de ter havido um representante diplomático do Brasil em uma das reuniões citadas pela reportagem entre o ex-presidente e empresários brasileiros "demonstra que nada de ilícito foi ou poderia ter sido tratado naquele encontro".
 
"O mesmo se aplica ao relato, para o citado diplomata, da conversa de Lula com Raul Castro sobre o financiamento de exportações brasileiras para Cuba", completa a nota do Instituto. Chama ainda a atenção para a tentativa exagerada da revista em tornar ilícitos procedimentos corriqueiros comerciais e financeiros abordados nos telegramas diplomáticos (utilizados como fonte da matéria). "Como os jornalistas da Época deveriam saber, se não por dever de ofício, pelo simples fato de que trabalham nas Organizações Globo. A TV Globo exporta novelas para Cuba desde 1982, exporta para a China e exportou para os países de economia fechada do antigo bloco soviético", ressaltaram. 
 
Na matéria, a revista Época chamou o Office of Foreign Assets Control, agência do governo dos EUA que atua no bloqueio comercial sujeitando as empresas que comercializam com Cuba penalidades e restrições legais nos Estados Unidos de "organismo internacional de fiscalização". A reportagem, ainda segundo o Instituto Lula, mente ao insinuar nos trechos retirados dos documentos do Itamaraty a menção de interferência do ex-presidente em decisões do BNDES para financiar empresas para as obras de Mariel, lembrando que o financiamento do BNDES às obras do porto estavam aprovadas dois anos antes da mencionada visita de Lula à ilha, em 2011 e, ainda, que o relacionamento entre Cuba e o banco datam da década de 1990, "sem qualquer episódio de inadimplemento ou atraso nos pagamentos.”  
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Época ignorou informações do BNDES

Do BNDES

Resposta do #BNDES à Revista Época: Na matéria “Os 2 milhões da montadora Caoa para o operador de Pimentel“, “Época” manipula grosseiramente informações para tentar lançar suspeitas sobre o BNDES em negócios com os quais o Banco não tem qualquer relação. A reportagem não se sustenta, simplesmente porque o BNDES não concedeu financiamento para a Caoa.

O texto relata que o BNDES concedeu um crédito de R$ 218 milhões para a fábrica da Hyundai no Brasil, e a partir daí faz, no mesmo parágrafo, menções ao suposto relacionamento da Caoa com o governo, supostos benefícios recebidos pela empresa e pagamentos que teriam sido feitos pela Caoa a firmas do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, investigado na operação Acrônimo. A verdade é que o BNDES não concedeu financiamento para a Caoa.  Leia mais »

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