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Após morte de reitor da UFSC, corregedor que o investigava é afastado

 
Jornal GGN - O corregedor-federal da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Rodolfo Hickel do Prado, que investigava o ex-reitor da instituição que foi encontrado morto, Luiz Carlos Cancellier de Olivo, foi afastado nesta sexta-feira (20), por portaria publicada pela Chefia de Gabinete da nova reitora, Alacoque Erdmann.
 
Hickel, que havia pedido o afastamento de Cancellier da reitoria da UFSC antes da Operação Ouvidos Moucos, e acusava o então reitor de pressionar a Corregedoria e atrapalhar as investigações, foi afastado pelo período de 60 dias "de todas as suas atividades, funções e atribuições".

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Suicídio do reitor: “Agora, é claro, não aparecerá responsável”, por Marcelo Auler

Por Marcelo Auler

Preocupado em não descumprir a ordem judicial que o impedia de acessar documentos do caso em que foi envolvido e de voltar à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – à qual esteve ligado nos últimos 12 anos e desenvolveu uma “carreira meteórica” até ser eleito reitor –  Luis Carlos Cancellier de Olivo, 59 anos, o Cau,  isolou-se em casa, após deixar o presídio na tarde de sexta-feira, dia 15 de setembro.

Temia, como admite seu irmão mais velho, Acioli, descumprir a ordem do juízo: “ele morava a cerca de 20 metros da universidade. Atravessava a rua e entrava na universidade. Ou seja, se atravessasse a rua descumpria a ordem e corria o risco de ser preso”, resume o primogênito da família, 67 anos, doutor em engenharia mecânica e aeronáutica pelo ITA que, mesmo aposentado, continua a residir em São José dos Campos (SP).

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Dilma faz paralelo entre suicídio de reitor e busca na casa de Marcos Lula

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff traçou um paralelo entre a busca e apreensão na casa do filho mais velho de Lula e o suicídio do reitor da UFSC. Segundo ela, os dois fatos foram motivados por arbitrariedades dignas de regimes fascistas. No caso de Marcos Lula, a operação teve como objetivo, na visão de Dilma, de fomentar a perseguição ao ex-presidente. Ela responsabilizou a polícia comandada por Geraldo Alckmin (PSDB) pela jogada política.

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Suicídios como forma de protesto têm tradição histórica, por Jorge Alexandre

Foto: Divulgação
 
 
 
Por Jorge Alexandre
 
Tirania e Martírio
 
 
Já são famosos os casos de monges budistas que cometem autoimolação em protesto contra tiranias. O primeiro caso famoso ocorreu em 1963, no Vietnã do Sul, em protesto contra o regime tirânico de Diem, apoiado pelos EUA. A comoção causada pela imagem, registrada pelo fotógrafo americano Malcom Browne, levou ao enfraquecimento do apoio ocidental ao regime sul-vietnamita, marcando o início da virada na guerra que havia iniciado em 1959. Em tempos mais recentes, os casos de autoimolação de monges budistas se dão em protesto contra a tirania do estado chinês no Tibete.
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Reitor foi “vítima fatal do processo penal do espetáculo”, diz Instituto de Advogados

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) divulgou, na quarta-feira (4/10), uma nota de pesar e repúdio, assinada pelo presidente nacional, Técio Lins e Silva, pela morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier de Olivo, de 59 anos. Olivo cometeu suicídio em um espaço público, no último dia 2, após ter sido alvo de uma operação que apura supostos desvios na Universidade. 

De acordo com a nota do IAB, o reitor foi “vítima fatal do processo penal do espetáculo”. Ele foi preso na Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, no dia 14 de setembro. Um dia depois, foi solto e, por determinação judicial, afastado da reitoria por suposta obstrução às investigações.

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"Minha morte foi decretada no dia de minha prisão", diz reitor da UFSC em bilhete

Foto: Agência RBS

Por Moacir Pereira

No Diário Catarinense

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, professor Luiz Carlos Cancellier de Olivo,  valeu-se do suicídio para praticar um ato político de forte impacto na população.  Além de optar pelo espaço mais visitado e de maior movimentação nas manhãs de segunda-feira, em Florianópolis, ele deixou um bilhete que pode explicar as razões de seu gesto.

Segundo fonte da Policia Civil, um bilhete foi escrito pelo professor Cancellier, onde teria escrito:  "Minha morte foi decretada no dia de minha prisão".

O reitor não conseguiu neutralizar os efeitos políticos, sociais e psicológicos da sua prisão na Operação Ouvidos Moucos. Com toda a vida dedicada à Universidade e à educação viu o esforço acadêmico e político de décadas desmoronar do dia para a noite.

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Quem matou o reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier?, por Carlos Damião

no Notícias do Dia

Quem matou o reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier?

“É uma coisa da qual nunca vou me recuperar”, disse-me durante um longo depoimento no escritório de seus advogados, no dia 20 de setembro

por Carlos Damião

No longo depoimento que me concedeu no dia 20 de setembro de 2017, no escritório de seus advogados, o reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Luiz Cancellier, desabafou: “É uma coisa da qual nunca vou me recuperar”. Não se referia apenas à Operação Ouvidos Moucos, desencadeada pela Polícia Federal, com autorização da Justiça Federal, que apura supostos desvios no programa de bolsas de ensino a distância do curso de Administração. Mas à forma degradante como foi tratado quando foi transferido da sede da PF para o Presídio da Agronômica. “Todos os presos são tratados assim, despidos, constrangidos, com as partes íntimas revistadas. Depois são encaminhados ao pessoal do DEAP (Departamento de Administração Prisional), para serem acomodados nas celas”.

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Número de votantes em eleição para reitor da USP aumentou de 360 para 2000

Sugerido por Gilberto .

Comentário ao post "Ocupação da reitoria da USP sobrevive à primeira noite"

Houve uma alteração importante, que foi diminuida com a notícia da invasão: 

O número de votantes passou de 360 para 2000.
 

Do Facebook de Renato Janine Ribeiro

Contente com uma mensagem de Luiz Nunes, que me sucedeu como representante dos professores titulares no Conselho da USP, e que fala de meu papel, em 2009-11, cobrando sempre do Reitor que pusesse em debate a mudança na forma de escolha para o seu cargo. Leia mais »

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