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PSDB assinou seu atestado de óbito, por Felipe Pena

no Extra

PSDB assinou seu atestado de óbito

por Felipe Pena
 
O partido de Aécio, que antes era conhecido por ficar em cima do muro, agora optou pelo buraco. As últimas ações da legenda revelam que a nova vocação dos tucanos é o suicídio político. E não estamos falando da face elitista e impopular dos tucanos, mas apenas de três atitudes recentes que, ao potencializarem essa face, levarão (ou já levaram) o partido à morte.

O PSDB se aliou a Temer para resgatar o mandato de Aécio no senado.O relator da CCJ que emitiu parecer para arquivar o processo contra Temer é do PSDB.O prefeito de que quer dar ração para os pobres de São Paulo é do PSDB.

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Temer inicia liberação de cargos e milhões para emendas por engavetamento

Somente para o seu aliado político Aécio Neves ser salvo, foram R$ 200 milhões a senadores. Tucanos devem "agradecer" na votação da denúncia. E, para deputados, mais cargos 
 
 
Jornal GGN - A estratégia de Michel Temer de mobilizar interlocutores e parlamentares para salvarem o senador Aécio Neves (PSDB-MG), impedindo o afastamento de seu mandato, trouxe alguns frutos: com o partido em racha, o PSDB de Aécio levou os aliados do parlamentar de Minas a votarem pelo engavetamento da denúncia contra o mandatário na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
 
A moeda de troca entre ambos havia sido exposta pelo GGN nesta terça-feira (17), antes mesmo da votação do Senado que libertou Aécio das medidas cautelares impostas pela Suprema Corte, com base nas acusações de corrupção feitas pela JBS.
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Salvação do Aécio e do Temer é certidão de casamento do PMDB com o PSDB, por Jeferson Miola

Salvação do Aécio e do Temer é certidão de casamento do PMDB com o PSDB

por Jeferson Miola

Michel Temer [PMDB], o chefe da cleptocracia, desempenhou um papel decisivo no senado para safar Aécio Neves [PSDB] da cassação.

A imagem é uma marca vergonhosa; inapagável da história do Brasil.

Em troca disso, Temer receberá o apoio do PSDB na câmara. Apoio esse que vai safar Temer da cassação e que, ao mesmo tempo, conseguirá livrar Padilha e Moreira – o primo e o angorá, na planilha de propinas da Odebrecht – do julgamento, no STF, pelos crimes de obstrução da justiça e organização criminosa.

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Com ajuda de Temer, Senado salvou Aécio para se salvar

Mesmo com riscos que decisão trazia, senadores não se comprometeram pelo caso Aécio, mas por todos parlamentares que podem ser mira de medidas cautelares do Supremo
 

Foto: Alessandro Dantas / AGPT
 
Jornal GGN - Após as articulações feitas pelo mandatário Michel Temer e dos aliados de Aécio Neves (PSDB-MG) no Senado, mais que o dobro do Plenário presente (44 contra 26) votou a favor da liberação do tucano para continuar atuando como parlamentar, na noite desta terça-feira (17). Não é casualidade que dos 44 senadores, pelo menos 19 são alvos da Lava Jato.
 
Ainda nesta segunda, o GGN havia adiantado que os parlamentares precisariam colocar na balança dois cenários diferentes: salvar Aécio e confrontar a determinação da Primeira Turma do STF, com os riscos que isso impõe, ou concordar com a medida e confirmar que o Supremo é quem tem a última palavra sobre determinações penais.
 
As duas decisões seriam riscos aos parlamentares. A primeira, porque Aécio já não tem representatividade dentro do PSDB, sigla que investiu os últimos dias a levantar nomes para as candidaturas de 2018. Ainda, salvando o tucano agora não significaria a proteção permanente. O Senado precisaria abrir uma investigação interna em Comissão sobre as acusações que tramitam na Justiça, podendo o senador perder o mandato depois de forma definitiva.
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Alvos do Congresso, Temer e Aécio tentam apoio mútuo

Aliança que formou a sustentação do governo peemedebista desde a derrubada de Dilma Rousseff, Temer quer vencer denúncia contra ele e o afastamento do senador tucano. Parceria de ambos continua, ainda que a intenção seja sair dos holofotes
 
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Na berlinda por ações relacionadas a desdobramentos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o atual presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) passam pelo crivo do Congresso nas respectivas acusações a que são alvos.
 
E tanto o peemedebista quanto o tucano têm seus casos analisados nesta terça-feira (17) pelos deputados e senadores, respectivamente. Se, por um lado, o caso relacionado a Aécio não representa em si um risco de segregação da base do governo no Legislativo, Temer avista no apoio mútuo uma possibilidade de obter mais votos para o absolver na denúncia.
 
Diante deste contexto, Temer iniciou uma aproximação visitando o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), nesta segunda (16). O encontro, que ocorreu na residência do senador, foi interpretado por aliados como um sinal positivo do mandatário ao caso de Aécio.
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O Senado pode se impor moralmente sobre o Supremo, por Luís Nassif

Há uma boa possibilidade de que o Senado cumpra com seus deveres e vote contra Aécio Neves na votação desta terça feira.

A primeira razão é o fato do STF (Supremo Tribunal Federal) ter abdicado de suas obrigações de julgar e transferido a batata quente para o Senado. Será a oportunidade do Senado demonstrar que tem autorregularão. A degola de Aécio será uma demonstração irretorquivel da superioridade moral do Senado sobre o STF, afastando vez por todas os riscos da ditadura do Judiciário.

Ao contrário da Câmara, que se transformou em uma casa da mãe Joana, e do Supremo, que se transformou em uma Babel, no Senado ainda existe um grupo de senadores com responsabilidade institucional – mesmo entre aqueles que estão na linha de fogo da Lava Jato.

A segunda razão é que Aécio já era. Absolvido, será um cadáver político assombrando o Senado, cada passo seu sendo acompanhado pela opinião pública e cada aproximação com um colega sendo encarada com suspeição. Mantido no cargo, Aécio será um incômodo permanente, mesmo que não avancem as investigações sobre o helicoca.

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Regina Duarte perdeu o medo? Por Jefferson Miola

Por Jefferson Miola

Na campanha de 2002, a consagrada atriz da Rede Globo, Regina Duarte, protagonizou a histeria obscurantista que na eleição de 1989 havia sido protagonizada por Mário Amato, o então presidente da FIESP.

O objetivo com este método terrorista era impedir, a qualquer custo, a eleição do Lula à Presidência do Brasil.

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Perdido no PSDB, Doria não domina timing eleitoral, por José Roberto de Toledo

Jornal GGN - "Sem paciência para esperar, Doria furou a fila tucana e fez do padrinho padrasto", mas pouco tempo depois, a fantasia do prefeito tucano de "gari de fim-de-semana começou a desbotar", assim analisou José Roberto de Toledo. E, após criar conflitos internos entre seus correligionários, picado pela mosca azul, Dória não consegue apoios para os furos e a falta de experiência política que carrega. 

O segredo para uma disputa à Presidência da República, muitas vezes, não está na imagem que cria ou no argumento de que sabe gerir. É preciso entender o tempo da política: "Não basta exibir qualidades demandadas pelo eleitorado. É preciso dominar o timing da eleição", completou o jornalista, em coluna no Estadão.

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Doria, a samambaia que se tornou presidenciável, por Luis Nassif

Há uma busca do candidato de um centro democrático, seja lá o que se entenda por isso.

Teoricamente, seria uma área de convivência entre liberais e sociais-democratas, que visasse preservar o país da radicalização que se anuncia e, especialmente, de um maluco de ultradireita.

O posto de candidato do centro democrático está vago.

São curiosos, aliás, os movimentos oportunistas que se formam em tempos de desconcerto geral. Qualquer um se julga com oportunidade, do economista liberal aos velhos nacionalistas, passando por antigas apresentadoras de TV, apresentadores atuais. Teve 15 minutos de fama? Já pode se candidatar a presidenciável. Nem a Loto desperta tantas fantasias.

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Intenção de voto em Doria despenca, apura Datafolha

Foto Estadão

Jornal GGN – O bate-pronto e as viagens constantes não têm feito bem ao candidato João Doria. Prefeito da cidade de São Paulo, o presidenciável anda percorrendo o Brasil em busca de apoio à sua eventual candidatura para a Presidência, mas despenca em ritmo acelerado na preferência dos eleitores da cidade que o elegeu.

Com menos de dez meses frente à prefeitura, João Doria conseguiu despencar quase dez pontos percentuais no quesito aprovação de sua administração. É significativo. E bater no PT e em Lula não está surtindo o efeito desejado.

Segundo o Datafolha, ele despencou para 32% em aprovação (era 41%), subiu para 26% de rejeição (estava em 22%) e os que o consideram regular ficam em 40% (já foi 34%). O mar não está para ele.

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Senado já teria maioria para não obedecer STF no afastamento de Aécio


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A rejeição pelo Senado da determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Aécio Neves (PSDB-MG) das atividades parlamentares, não obedecendo e confrontando o Judiciário, está mais próximo de acontecer. Se antes os planos ainda eram traçados e apenas debatidos nas articulações e insatisfações de alguns parlamentares, agora números já comprovam o veredito: de 81 senadores, apenas 12 ou 13 seriam a favor do STF.
 
O cálculo é dos próprios senadores da bancada governista, sobretudo o PMDB e o PSDB. Desde a manhã desta quinta-feira (28), líderes de partidos estão reunidos para analisar o caso, que poderá entrar para a pauta do Plenário ainda hoje. Entretanto, a necessidade de quórum mínimo poderá jogar o tema para a próxima semana.
 
Dos 81 senadores, bastam que 41 votem por não obedecer a determinação da Primeira Turma da Suprema Corte, que entendeu a necessidade de aplicar recolhimento noturno ao senador tucano e o seu afastamento das funções legislativas. A decisão foi uma resposta ao pedido de prisão da Procuradoria-Geral da República contra Aécio.
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Senadores articulam revogar o afastamento de Aécio Neves


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em pleno ápice das acusações contra Michel Temer e sua cúpula de governo, com parlamentares peemedebistas, o Plenário do Senado estaria se preparando para rejeitar o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O prazo estipulado é que a votação do Senado para validar ou não a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ocorra até amanhã (28).
 
Logo após a decisão da Primeira Turma do STF de afastar o parlamentar tucano das atividades legislativas e impor a ele o recolhimento noturno, em resposta ao pedido de prisão da Procuradoria-Geral da República contra Aécio, senadores já se manifestaram contra a medida.
 
"Não podemos permitir que uma turma do Supremo Tribunal Federal, seja a que pretexto for, afaste um senador e rasgue a Constituição", manifestou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na noite desta terça, após a decisão por 3 votos a 2 do Supremo.
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Pedido de prisão de Aécio paralisa denúncia contra tucano

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta semana o terceiro pedido de prisão contra Aécio Neves (PSDB-MG) feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), quando o procurador-geral era Rodrigo Janot.
 
Acusado de ser beneficiário do pagamento de R$ 2 milhões pela J&F, por meio de seu primo e de sua irmã, o senador terá o pedido de detenção analisado pela Primeira Turma do STF. A defesa de Aécio, contudo, pediu que o caso seja levado ao Plenário do Supremo, sendo julgado por todos os ministros.
 
Relator do caso, o ministro Marco Aurélio Mello já considerou que é desnecessário que todos os ministros integrantes da Suprema Corte julguem o caso. A PGR, por meio da defesa de Janot, também havia manifestado pelo julgamento pela Primeira Turma.
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Acordo da Odebrecht que delata PSDB de São Paulo foi interrompido

Conflito entre Ministério Público estadual e MPF da Lava Jato emperra avanço das investigações sobre tucanos em São Paulo
 

Foto-montagem: Limpinho e Cheiroso
 
Jornal GGN - Foi interrompido o acordo de leniência da Odebrecht relacionado aos ilícitos cometidos em gestões do PSDB em São Paulo, envolvendo pagamentos de propina da estatal Dersa, do Departamento de Estradas de Rodagem e obras do Metrô e da CPTM - que ficaram conhecidos como mensalão tucano.
 
As delações acusavam repasses de propinas e crimes cometidos pelos governos de Geraldo Alckmin e José Serra no estado de São Paulo e por Gilberto Kassab na prefeitura da capital. Os três políticos tucanos negam ter recebido suborno da Odebrecht para suas campanhas, e pela demora das investigações há o risco de prescrever algumas ações.
 
Entre os motivos para que 10 promotores do Ministério Público de São Paulo decidissem não assinar o acordo com a Odebrecht estão a negativa, a falta de concordância da Controladoria Geral da União (CGU) e da Advocacia Geral da União (AGU), ambos órgãos subordinados ao governo federal de Michel Temer.
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Alckmin e Doria seguem na rixa para a disputa à Presidência 2018

 Foto: Alexandre Carvalho / A2img
Foto: Alexandre Carvalho/A2/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador Geraldo Alckmin seguem nos conflitos de posições para a disputa à Presidência em 2018. Considerando-se nome mais consolidado dentro do PSDB, Alckmin quer que a sigla toma a decisão o mais rápido possível, enquanto Doria espera angariar mais apoios até o próximo ano, conseguindo mais espaço em pesquisas eleitorais, acima inclusive de seu padrinho político.
 
Nesta quarta-feira (20), Alckmin já havia criticado a articulação de Doria para o PSDB adiar a escolha do nome que irá disputar as eleições no próximo ano. "Se deixar lá para o meio do ano, quem for candidato, independente de quem seja, acaba saindo de forma improvisada", disse o governador.
 
Em crítica quase direta à Doria, o tucano defendeu a investida conservadora, associando novidades à "improvisação", o que a seu ver é negativo: "Tudo que é improvisado é malfeito. Aliás, no Brasil, precisamos parar com improvisação, inclusive na política", afirmou.
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