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Ao negar Ministério da Justiça, Velloso defendeu governo Temer

 
Jornal GGN - Após a grande repercussão de sua proximidade com a cúpula tucana, sobretudo com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, anunciou no fim da tarde desta sexta-feira (17) a recusa para assumir o Ministério da Justiça. Na nota, disse que Michel Temer presidente é "missão que o destino conferiu" para "recolocar o Brasil nos trilhos".
 
A entrada de Velloso estava marcada, nos últimos dias, por publicações de suas relações com políticos da principal base aliada do governo Temer, o PSDB, um dos partidos investigados na Operação Lava Jato e que, até o momento, não trouxe muitos avanços contra seus membros por parte da Procuradoria-Geral da República.
 
Se assumisse a pasta oferecida por Temer para que o ajudasse a "salvar o país", Velloso estaria indiretamente no comando também da Polícia Federal, órgão teoricamente independente, mas que é subordinado ao Ministério.
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Cunha quer entregar o jogo de Temer e PMDB

Por outro lado, se a Justiça de Brasília barrar perguntas e impedir acusações contra o presidente da República, a exemplo do que fez Sérgio Moro, não restará a Cunha outra opção de acusar Temer que não seja a delação premiada
 
 
Jornal GGN - Ainda na estratégia de mostrar aos investigadores de que se ele é acusado de comandar esquemas de corrupção nos crimes da Operação Lava Jato, o atual presidente Michel Temer também deverá responder à Justiça, Eduardo Cunha (PMDB) enviou outras e novas perguntas a Temer, o intimando como testemunha, agora na Justiça de Brasília.
 
O ex-presidente da Câmara e ex-deputado federal pelo PMDB é investigado em várias frentes da Lava Jato. Se em Curitiba, Cunha foi preso por Sérgio Moro pelo esquema de desvios da Petrobras, em Brasília a ação é sobre desvios do FI-FGTS, um desdobramento da primeira.
 
Assim como o fez no caso sob comando de Moro, no Paraná, Cunha enviou 19 perguntas a Temer, após o intimar como testemunha de seu processo. Em uma delas, chega a perguntar ao presidente da República se ele tem ciência da "vantagem indevida" oferecida ao ministro Moreira Franco.
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Operação da PF investiga filho de Edison Lobão

 
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Jornal GGN - Nesta quinta (16), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na Brasilcap, empresa do Banco do Brasil que administra títulos de capitalização. A companhia é presidida por Márcio Lobão, filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Casa. 
 
A PF também cumpriu mandados em Belém (PA) em imóveis de propriedade de Márcio Lobão, em ação dentro da Operação Leviatã, que apura um suposto esquema de desvio de recursos e pagamento de propina na construção da Usina de Belo Monte. 
 
O nome do filho do senador foi citado por depoentes que afirmam que as empresas participantes do consórcio da obra pagavam aos envolvidos 1% do valor dos contratos em propina, segundo a PF. 

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Sem votos

Temer é reprovado por 62,4% dos brasileiros, mostra CNT/MDA

 
Jornal GGN - Enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com larga vitória frente a todos os cenários de intenções de votos para a Presidência em 2018, o atual presidente Michel Temer acumula reprovação da maioria dos brasileiros: 62,4%.
 
A informação é da pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta quarta-feira (15), e que ouviu 2.002 pessoas, em 138 municípios nas 25 unidades federativas, entre os dias 8 e 11 de fevereiro. 
 
As perguntas foram para analisar o desempenho pessoal de Temer no comando do Palácio do Planalto. A desaprovação de 62,4% dos entrevistados foi a segunda maior já calculada até agora na gestão do peemedebista. 
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Ação contra Aníbal obriga respostas à denúncia contra Renan Calheiros

 
Jornal GGN - Aproximam-se de julgamentos os caciques do PMDB já denunciados pela Operação Lava Jato. Isso porque o ministro relator Edson Fachin decidiu manter Aníbal Gomes (PMDB-CE) réu de ação penal, nesta terça-feira (14). A medida abrirá para decisões do Supremo contra os políticos já denunciados, sobretudo Renan Calheiros (AL).
 
Isso porque, por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) seguiu o entendimento de Fachin de que a ação penal contra o deputado está clara e não apresenta nenhum impedimento para o investigar.
 
Por outro lado, o deputado federal pelo PMDB é acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. No andamento da denúncia contra Aníbal, a atuação do peemedebista foi associada a supostos crimes cometidos por nada menos que o ex-presidente do Senado, Renan Calheiros.
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Inversão da Lava Jato: Por que Janot decide segredo de algumas delações?

Em precaução antes não adotada, agora procuradores da Lava Jato mantêm, e imprensa defende, cuidados nas investigações que recaem e ameaçam governo Temer
 
 
Jornal GGN - No início de janeiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pressionava pela urgência na homologação das delações do 77 executivos e ex-funcionários da Odebrecht e defendia, até dezembro do ano passado, a quebra do sigilo. Mas nas últimas semanas, uma inversão de cenários se deu nos posicionamentos de investigadores da Operação Lava Jato e a imprensa.
 
Ainda em dezembro, Janot solicitava a Teori Zavascki, então relator dos processos no Supremo Tribunal Federal (STF) que validasse os conteúdos do que vem a ser o maior dos acordos já fechados pela Operação, e que trazia temores a partidos da antiga oposição e hoje base do governo de Michel Temer, sobretudo o PMDB e o PSDB.
 
A pressão da Procuradoria Geral da República se manteve no início do ano, ainda após o acidente que levou à morte o ministro Teori. Rodrigo Janot pedia à Cármen Lúcia, presidente da Corte e responsável pelo plantão judicial e medidas de urgências durante as férias forenses, para que liberasse de imediato os depoimentos.
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Fachin autoriza inquérito sobre acordão do PMDB para obstruir Lava Jato

 
Jornal GGN - Em uma das suas primeiras medidas como relator da Operação Lava Jato, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, autorizou o inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-senador José Sarney (PMDB-AL) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado.
 
A investigação é a que trata de obstrução da Operação Lava Jato, e da qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a caracterizou como "solução Michel", uma vez que os integrantes do partido planejavam a queda da presidente Dilma Rousseff e a entrada de Michel Temer.
 
Passaram-se oito meses desde que o grampo de Machado, liberado em maio do último ano, revelou o esquema planejado entre os caciques do PMDB e da cúpula do governo Temer para construir um "grande acordo nacional" com Temer e impedir o avanço da Operação Lava Jato. 
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Paulo Hartung fala do "sucesso capixaba" com Miriam Leitão

Paulo Hartung fala do "sucesso capixaba" com Miriam Leitão

por Vitor de Angelo

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Acabo de assistir à entrevista do governador Paulo Hartung à jornalista Miriam Leitão, na Globo News. Algumas impressões, de momento, do que eu vi.

1. A entrevista teve dois momentos muito claros. No primeiro, obviamente, tratou-se da crise da segurança pública no Espírito Santo. No segundo, o entrevistado passou às questões nacionais, tanto em relação à área de segurança pública como, principalmente, à econômica – ajuste fiscal, gestão pública, modelo de Estado, relação com a sociedade, etc. Nas duas partes, foi uma entrevista “chapa branca”, até mesmo pelo alinhamento ideológico entre entrevistado e entrevistadora, que o ajudou na sua projeção recente junto à mídia brasileira como exemplo de enfrentamento da crise econômica. Em nenhum momento Paulo Hartung foi mais incisivamente questionado. A única exceção foi quando Miriam Leitão perguntou se ele não teria ido longe demais no ajuste.

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Em artigo na Folha, Cunha pede respeito à Constituição

Jornal GGN – Eduardo Cunha, depõe. Mas faz mais do que isso, ele manda para a Folha um artigo em que faz sua defesa, e um desmonte da Lava Jato. Cunha começa clamando por igualdade de espaço para defender sua vida, mesmo que isso abra espaço para mais retaliações à sua família. Uma introdução.

Aos fatos, o ex-deputado do PMDB, e integrante do seleto grupo de Temer, se diz um troféu nas mãos do juiz de primeira instância e do STF, já que nenhum fato novo existe que torne a prisão necessária. Descreve os inúmeros incisos e leis que contestam a decisão da Corte, e que tornam sua prisão arbitrária.

Ele fala da vida no cárcere, do convívio com outros presos não delatores, dos dias. Afirma que a sua integridade, bem como de outros presos, é de responsabilidade integral de Sérgio Moro, juiz de primeira instância e de causa única. Por fim, lembra que não se discute se existiu ou não esquema de corrupção, pois que houve, mas sim a legalidade e a ilegalidade constantes nas prisões ocorridas e mantidas.

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TRE do Rio cassa mandato de Pezão e determina eleição direta

Foto: Folha

Jornal GGN - Hoje, quinta-feira, dia 8, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio decidiu pela cassação do mandato de Luiz Fernando Pezão (PMDB), governador do Rio, e seu vice, Francisco Dornelles (PP). O TRE do Rio ainda determinou a realização de eleições diretas no Estado. Mas Pezão não será afastado, e recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral ainda no cargo.

A decisão foi baseada na evidência de abuso do poder econômico e politico. O TRE grafou que "o governo do Rio concedeu benefícios financeiros a empresas como contrapartida a posteriores doações para a campanha do então candidato Pezão e de seu vice".

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Sabatina de Alexandre de Moraes deve ocorrer dia 22 de fevereiro

 
Jornal GGN - A sabatina do indicado de Michel Temer para ocupar o Supremo Tribunal Federal, seu ministro da Justiça Alexandre de Moraes, deve ocorrer em "no máximo três semanas". Cálculos do PMDB dão conta para a última quarta-feira do mês.
 
A manifestação é do novo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). O parlamentar prometeu nesta terça-feira (07) a data limite e celeridade para a Casa Legislativa sabatinar Alexandre de Moraes na cadeira que substitui Teori Zavascki.  "[A intenção é que] em no máximo três semanas o ministro esteja sabatinado e pronto para ser votado no plenário desta Casa", disse Eunício.
 
A sabatina é feita pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Entretanto, a Comissão ainda não está formada pelo colegiado. Pensando nisso, também nesta terça (07), Eunício pediu rapidez para a indicação das lideranças que vão comandar os trabalhos legislativos.
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O que não vazou dos grampos de Machado: acórdão entre PSDB e PMDB

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) admitiu encontro e apoio de nomes do PSDB para o "grande pacto nacional" de obstruir a Justiça e aceitar o impeachment de Dilma Rousseff. Mas jornais não divulgaram o trecho em 2016
 
 
Jornal GGN - A gravação das conversas do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e caciques do PMDB, em maio do ano passado, paralisou o mundo político no ápice do impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Entre os áudios de Machado com José Sarney (AP), Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR), alguns não foram vazados: os que incriminam diretamente Aécio Neves (PSDB-MG), José Serra (PSDB), Tasso Jereissati (PSDB), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Cássio Cunha Lima (PSDB–PB) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES).
 
O jornal que teve acesso aos áudios, a Folha de S. Paulo, divulgou outros trechos dos áudios e transcrições. O conteúdo polêmico, que dava conta de um "grande pacto nacional" entre membros do PMDB, articulando para "estancar a sangria" e obstruir a Operação Lava Jato, envolvendo ainda nomes do Judiciário, foi suficiente para alimentar as manchetes dos meses seguintes.

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Carlos Marun, ex-tropa de choque de Cunha, vai presidir comissão da Previdência

Jornal GGN - Na Câmara dos Deputados, a comissão especial que irá analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, da reforma da Previdência, será presidido pelo deputado Carlos Marun (PMDB-ES). Marun foi indicado pelo partido e vai substituir Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que deverá integrar outro colegiado.

O deputado do Espírito Santo fez parte da ‘tropa de choque’ de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e e foi um dos poucos que defende o ex-presidente da Câmara na sessão que aprovou sua cassação. Marun, que também faz parte da bancada ruralista, declarou que o objetivo é aprovar a PEC até o final do primeiro semestre.

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Não haverá segurança jurídica para os vendilhões da Pátria, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Não haverá segurança jurídica para os vendilhões da Pátria

por J. Carlos de Assis

Com a eleição de Eunício de Oliveira para a presidência do Senado, e de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara reconstituiu-se a Aliança partidária entre o PMDB e o PFL (Dem) que conduziu os primeiros vagidos da democratização após a ditadura de 64. Como âncora da campanha das diretas o PMDB tinha direito de nascença à Presidência da República, mas o acaso matou Tancredo Neves para colocar em seu lugar José Sarney, que encarnava em si mesmo, como prócer do PFL travestido em PMDB,  a aliança PMDB-PFL.

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No comando do Congresso, Eunício promete "não navegar contra correntes"

 
Jornal GGN - Eleito para comandar a Presidência do Senado por ampla maioria de 75% dos parlamentares, Eunício Oliveira (PMDB-CE) ocupará o biênio 2017-2018 prometendo "atender os anseios da sociedade". Referindo-se ao momento atual como de "ventos e marés tempestuosas", disse que não colocará "a nau do Senado contra as correntes", indicando que manterá o Congresso em harmonia e paridade com o governo Temer.
 
Em discurso semelhante ao adotado por Michel Temer nas primeiras declarações ao ocupar a cadeira da Presidência da República, o senador afirmou comprometimento em "unir" o Senado para soluções duradouras e "reconstruir o pacto federativo", além de confirmar que irá "aprovar as reformas que o país precisa".
 
"É hora de unir, de resgatar a confiança neste Parlamento e no Estado e de reaproximar o governo e o Congresso da sociedade. O Senado Federal tem a obrigação de trabalhar, em colaboração com os demais Poderes e instituições da República, para implementar ações que recoloquem o Brasil nos trilhos do crescimento, dos investimentos que geram emprego e mais paz e justiça social", afirmou.
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