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Assim como no TSE com Dilma, Temer tenta isolar investigação contra Aécio


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Na mesma tática do processo de cassação da chapa com a ex-presidente Dilma Rousseff, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Michel Temer agora estuda pedir a separação do inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), nas acusações da JBS.
 
O PSDB nem ao menos decidiu se irá desembarcar da aliança que sustenta com o governo peemedebista, e o mandatário já tenta isolar uma possível responsabilização do inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-presidente do PSDB.
 
Aécio e Temer são alvos da mesma investigação no Supremo, ao lado também do deputado federal e ex-assessor do presidente, Rodrigo da Rocha Loures (PMDB-PR). O tucano e o peemedebista são investigados de corrupção, obstrução à Justiça e organização criminosa. 
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Desorientado e com incertezas, PSDB estuda desembarcar do governo


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A expectativa era de que os partidos da base aliada de Michel Temer decidissem ainda neste final de semana o futuro da aliança com o governo. Já com a posição de saída quase decretada pelo PSDB, o partido que é a principal sustentação de Temer deu sinais de possibilidade de diálogo. Mas o encontro marcado para a exibição de apoio ao mandatário teve que ser cancelado pela baixa adesão.
 
Imediatamente após a repercussão negativa com o grampo da conversa entre Michel e o empresário Joesley Batista, e consequentes delações dos executivos da JBS, o PSDB se viu obrigado a marchar contra o mandatário. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi um dos primeiros a defender a renúncia do peemedebista que se não houvesse "alegação convincente".
 
Mas com o nome da então principal representatividade do partido também manchado, o do senador Aécio Neves (PSDB-MG), tanto quanto o de Michel Temer, o PSDB ficou estagnado em um imbróglio sobre a sua permanência ou saída do governo.
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"Não haverá um segundo tempo, Diretas é agora", diz Requião

 
Jornal GGN - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) lançou um manifesto conclamando a população e o seu partido, que é o mesmo de Michel Temer, a ir às ruas pelas eleições diretas para presidente da República. O documento aberto a adesões foi enviado desde a Itália, onde o parlamentar participou da sessão da Eurolat, nesta sexta-feira (19).
 
No pedido para os seus correligionários adotarem a postura de oposição ao governo Temer, Requião diz que "a pátria está em risco; os brasileiro, atordoados por uma sequência de acontecimentos catastróficos, esperam, aguardam, anseiam pela remição desse caos".
 
"O nosso silêncio, a nossa omissão ou a nossa conivência com o que acontece, na insana esperança de se dar tempo ao tempo para que os dias passem, a indignação se arrefeça e novos acontecimentos soterrem os antigos, constituem a tática menos aconselhável para o momento. Porque não haverá um segundo tempo, uma nova chance. É agora!", exclama.
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Meirelles era o presidente do JBS e não sabia de nada? Por Mauro Lopes


Foto: EBC
 
Por Mauro Lopes
 
Henrique Meirelles, a grande unanimidade das elites do país, que insistem em colocá-lo acima de qualquer suspeita, tem um “detalhe” em sua biografia que a imprensa golpista deixou passar: ele era o presidente do grupo durante os anos em que o JBS repassou ao redor de meio bilhão de reais aos políticos, com carta branca dos donos. Uma de suas responsabilidades era exatamente o contato com o mundo político. Não é incrível? E não sabia de nada? Não viu nada? Não “trocava figurinhas” com o agora megadelator e seu ex-patrão Joesley Batista?
 
Se sabia, é inexplicável que não tenha ainda entrado na dança. Se sabia e atuou em parceria com Joesley, mais grave ainda.  Se não sabia, bem… se Meirelles foi o presidente do grupo entre 2012 e 2016 e não soube que saíram R$ 500 milhões do caixa das empresas, nas mãos de quem está a economia do país?
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Temer planeja outro discurso sobre as novas acusações

 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer planeja fazer um novo pronunciamento, neste sábado (20), com o intuito de rebater as novas informações divulgadas pelas delações da JBS, principalmente do empresário Joesley Batista, e do inquérito aberto contra o mandatário, que traz notas fiscais e comprovantes de que recebeu diretamente R$ 3,540 milhões, "mensalinho" de R$ 100 mil por um ano e outro acordo de R$ 50 milhões de propina para este ano.
 
Informações divulgadas pelo noticiário dão conta que desde o início desta manhã, a equipe de Temer prepara o discurso do peemedebista, que estava reunido em Brasília com seus principais auxiliares. 
 
Além das acusações de Joesley Batista que trazem provas que corroboram as delações, Temer foi acusado pelo ex-diretor de Relações Institucionais e de Governo da JBS, Ricardo Saud, de "roubar" R$ 1 milhão do total de R$ 15 milhões destinados pelo grupo como doação à campanha de 2014 do PT.
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Temer tenta evitar fuga de aliados para se manter na Presidência


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Por Hylda Cavalcanti

Temer tenta ganhar tempo para evitar pedido de impeachment

Parlamentar próximo do presidente diz que “muita coisa pode mudar” e que “ainda não é o momento de se jogar a toalha”

Da RBA

A oposição diz que obstruirá qualquer votação no Congresso Nacional até o acolhimento de algum dos oito pedidos de impeachment do presidente Michel Temer. Aliados e empresários consideram o governo “no fim da linha” e o julgamento da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve se realizar no dia 6 de junho. Mesmo assim, várias pessoas se perguntam os motivos pelos quais Michel Temer resiste e ainda não renunciou.

Podem até estar certos os argumentos de que tudo consiste em birra pessoal. Mas o presidente da República, segundo alguns assessores e políticos mais próximos a ele, faz uso de uma verdadeira estratégia de guerra junto aos ministros da sua equipe política, advogados e assessores mais antigos com o intuito de manter a base aliada e evitar a debandada de deputados e senadores. Ele acredita que, se conseguir isso, terá forças para se segurar no cargo.

Um líder ligado ao governo, com quem a RBA conversou esta manhã em reservado, afirmou que apesar de não ter como negar o desânimo da equipe, a principal intenção agora é fazer o Executivo ganhar tempo até o curso da investigação contra Temer e tentar evitar um processo de impeachment em caráter imediato – que dependeria, em parte, da força do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que não tem a liderança observada em alguns dos seus antecessores.

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JBS: Temer ganhou "mensalinho", mais de R$ 3 milhões e receberia outros R$ 50 mi


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Notas fiscais, comprovantes de transferências e planilhas comprovam que Michel Temer recebeu diretamente de Joesley Batista, dono da JBS, R$ 3,540 milhões e mais um "mensalinho" de R$ 100 mil por um ano, no período de 2010, 2012, 2014 e 2015. Em 2017, o presidente da República acertou receber, por meio de seu assessor, o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), cerca de R$ 50 milhões de propina em uma negociata do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
 
A imprensa amanheceu dizendo que o grampo do mandatário "não leva a conclusão", que foi mera prevaricação, e Michel Temer justifica que "não acreditou nas declarações" feitas naquele encontro por Joesley Batista, dono da JBS, das quais o presidente aceitou a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e apoiou o corrompimento de um procurador e dois juízes. Além disso, o Planalto resolveu mandar a gravação a peritos, "desconfiando que foi editada". 
 
Mas os autos da delação de Joesley são mais conclusivos do que o próprio grampo. No anexo 9 do acordo com a Procuradoria-Geral da República, o empresário mostra planilhas e notas fiscais para comprovar que ele pagou propina a Michel Temer em 2010, 2012, 2014 e 2015. O próprio título do anexo se chama "Fatos diretamente corroborados por elementos especiais de prova - Michel Temer". Acompanhe a seguir o detalhamento de cada um dos repasses de propinas a Temer:
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Governo pode usar novas delações da JBS para dissolver impacto

Michel Temer comemorando o impeachment de Dilma Rousseff - Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Após o terremoto provocado no nome do presidente Michel Temer e do senador e até então um dos principais aliados do governo, Aécio Neves (PMDB-MG), sendo ele responsável por grandes nomeações ministeriais e de segundo escalão, a delação da JBS traria ares incomuns no contexto da Operação Lava Jato e de sua repercussão na imprensa se não atingisse nomes do PT.
 
É nesse cenário que, apesar do choque provocado pela notícia de que o mandatário peemedebista deu aval para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara já preso, Eduardo Cunha (PMDB), os irmãos Wesley e Joesley Batista teriam também incriminado os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
 
A notícia veio à tona após as primeiras manchetes de O Globo e Estadão contra Temer e Aécio começarem a se dissolver. Já por volta das 19h desta quinta-feira (18), a revista Época foi a primeira a destacar: "JBS mantinha conta na Suíça com R$ 300 milhões em propina do PT".
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A conversa grampeada de Michel Temer

Em grampo, Temer mostra segurança que concluiria o mandato. "[Eduardo Cunha] cobrou, eu acelerei o passo e tirei da frente", disse Joesley a Temer sobre a propina, que concordou: "Tem que manter isso"
 

Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou o sigilo do grampo entre o presidente Michel Temer e o dono do frigorífico JBS, Joesley Batista. Na conversa, Temer afirma que "se não tivesse apoio do Congresso, estava ferrado" e dizia estar seguro do término de seu mandato: "cabe recurso no TSE [Tribunal Superior Eleitoral, onde tramita o processo de cassação da chapa Dilma e Temer] e Supremo, aí já terminou o mandato."

Também no diálogo, o mandatário mostrou-se nitidamente preocupado com as perguntas enviadas pelo ex-deputado Eduardo Cunha a ele, no processo da Operação Lava Jato que incrimina o ex-presidente da Câmara. "O Eduardo resolveu me fustigar, Moro indeferiu 21 perguntas dele", afirmou.
 
Após ser informado sobre o pagamento da mesada ao ex-deputado, Michel Temer diz claramente: "Tem que manter isso". Joesley disse que estava "de bem" com Cunha, que fez "o máximo dentro do possível" e que zerou "qualquer pendência daqui para ali". "Ele [Cunha] foi firme, veio, cobrou, eu acelerei o passo e tirei da frente", descreveu assim o empresário sobre o repasse ao parlamentar para a compra de seu silêncio.

Áudio

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Fachin abre inquérito contra Temer

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Foto: Beto Barata/PR/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Michel Temer teria cometido o crime de concordar com a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) durante o seu mandato na Presidência da República. Por isso, a Constituição prevê que ele pode ser responsabilizado. Com base nisso, o ministro relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, abriu um inquérito contra Temer.
 
O pedido partiu da Procuradoria-Geral da República, com base na delação premiada já homologada pelo STF de Joesley Batista e Wesley Batista, empresários do frigorífico JBS, que coletaram provas contra o peemedebista, com o monitoramento das próprias autoridades policiais.
 
Enquanto isso, a resposta do mandatário tem sido a de que ele é vítima de uma conspiração. Segundo a jornalista Andreza Matais, do Estadão, Temer disse a senadores ainda na manhã desta quinta-feira (18) que estava sendo a vítima das acusações, uma vez que "está firme" no posto e já sentenciava, antes mesmo de um pronunciamento: "Não vou cair!".
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Temer tentará abafar crise, mas é convencido a fazer pronunciamento


O encontro grampeado do dono da JBS com Temer ocorreu logo após a ida de Temer ao aniversário de 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, onde se reuniu com outros políticos e figuras públicas - Montagem: Pragmatismo Político
 
Jornal GGN - Na maior crise que atingiu o governo de Michel Temer, com a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo mandatário grampeada, o peemedebista entendeu que a tentativa de "abafar" os fatos não dará certo desta vez, antecipa como uma das primeiras respostas que não irá renunciar e planeja um pronunciamento oficial nesta quinta-feira (18).
 
A repercussão da que se tornou a mais drástica delação premiada até hoje da Operação Lava Jato, pelas mãos do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, mostrou a Temer que suas anteriores tentativas de ignorar as polêmicas que atingem seu governo, seus aliados e sua equipe ministerial não surtirão efeitos.
 
No dia seguinte à divulgação da acusação de que o atual presidente deu aval e concordou com a compra do silêncio de nada menos do que Eduardo Cunha (PMDB), deputado cassado e preso na Operação Lava Jato, Temer cancelou sua agenda oficial e marcou uma reunião de urgência com ministros e aliadosentre eles Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-geral da Presidência).
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TSE retoma julgamento da chapa Dilma e Temer em 3 semanas


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Está agendado para a primeira semana de junho a retomada do julgamento do processo de cassação da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que pode encurtar o mandato do peemedebista. O presidente da Corte, Gilmar Mendes marcou para o dia 6 a volta das sessões que analisam o processo.
 
Ainda outras três sessões já foram agendadas para a continuidade do julgamento: nos dias 2 e 8 de junho. Enquanto o mandatário Michel Temer vinha adotando uma tentativa de adiamento do processo por meio de recursos judiciais, a defesa do presidente também pode contar com o apoio de ministros, em possíveis novas paralisações.
 
Isso porque o julgamento ainda pode ser novamente interrompido com pedidos de vista, quando o ministro solicita mais tempo para a análise do caso. Já com a nova composição, o Tribunal retoma o julgamento com o advogado Admar Gonzaga integrando o quadro, por indicação de Michel Temer, e Tarcísio Vieira de Carvalho, que entrou no lugar da ministra Luciana Lossio.
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Para Ciro, Lula é responsável por fortalecer Temer e 'lado podre' do PMDB

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Em entrevista para a BBC Brasil, Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e “quase candidato” à presidência, falou sobre a crise política, as eleições de 2018 e seus possíveis adversários, fazendo diversas críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Para Ciro, Lula é o responsável pelo “momento político trágico” vivido atualmente pelo país, já que “foi ele quem botou o Michel Temer na linha de sucessão”. O ex-ministro diz que o petista fortaleceu o “lado podre” do PMDB, também afirmando que avisou o ex-presidente da biografia do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
 
O virtual candidato do PDT também afirma que não gostaria de disputar a presidência contra Lula, argumentando que o ex-presidente, se for candidato, “racha o país em bases odientas, rancorosas, violentas”. “O Brasil precisa desesperadamente de um projeto novo”. 

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Temer atua para manter apoio de aliados na Reforma da Previdência


Sessão da comissão especial da reforma da Previdência Social que votou os destaques ao relatório. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Michel Temer reuniu-se com deputados e senadores, no Palácio do jaburu, na manhã desta quarta-feira (10), para pressionar a agilidade na aprovação da Reforma da Previdência. O encontro predominantemente com deputados federais buscou evitar tumultos na análise do projeto.
 
Nesta terça (09), os deputados já seguiram as recomendações de Temer e concluíram a votação dos destaques sobre o relatório do deputado Arthur Maia (PPS-BA). Diante da ocupação de agentes penitenciários que pressionaram a votação na sessão anterior, a de ontem contou com reforços de seguranças, e o prédio foi cercado por policiais militares, do Batalhão de Choque e da Força Nacional de Segurança.
 
A pedido do governo, os aliados rejeitaram todos os adendos, para finalizar o quanto antes a tramitação da Reforma da Previdência. A única modificação aceita foi devolver à Justiça Estadual a responsabilidade por julgar casos de acidentes de trabalho e aposentadoria por invalidez. Os demais pedidos do PT e oposição foram rejeitados.
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Em alegações finais, Temer apela à retirada de falas de Santana

 

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Após João Santana afirmar que Michel Temer teria tanta responsabilidade quanto Dilma Rousseff em uma eventual sentença por suposto uso de recursos de caixa dois para alimentar a campanha da chapa em 2014, Temer pede que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exclua os depoimentos dos marqueteiros dos autos da ação.
 
O pedido dos advogados do peemedebista foi feito nas alegações finais entregues à Corte nesta segunda-feira (08). Segundo a defesa de Temer, esses depoimentos, tanto de João Santana, quanto de sua esposa, Monica Moura, extrapolam o objeto da investigação inicial.
 
O caso, contudo, não deve ser levado em conta pelos ministros. Isso porque no último julgamento pelo Plenário da ação que poderia encurtar o mandato de Temer, no dia 4 de abril, o TSE decidiu estender o prazo para as alegações finais, considerando justamente o direito das defesas de analisarem os novos indícios levantados no curso dos depoimentos prestados.
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