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PMDB

E se Gilmar estiver se capitalizando para ser candidato?, por Janio de Freitas

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Jornal GGN - Em sua coluna de hoje na Folha de S. Paulo, Janio de Freitas analisa a possibilidade de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, estar se capitalizando para ser visto, “na contabilidade política do PMDB & sócios”, como candidato à Presidência, lembrando que o partido de Michel Temer tem poucos nomes com condições de disputa real em 2018. 
 
Janio fala sobre dois traços marcantes da personalidade de Gilmar: sua identificação com a direita e a atração pelo poder. “Um candidato confundindo-se com o Supremo e oferecendo à direita um candidato sem as botas militares de Bolsonaro, pode imaginar-se como um presente para o PMDB, DEM, PP e cia”, afirma.

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Ciro denuncia esquema de Temer no Porto de Santos

Ex-governador conta também que, desde governo Collor, já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso

 
Jornal GGN - Nesta segunda parte da entrevista que Ciro Gomes (PDT-CE) concedeu para o GGN, no programa Na sala de visitas com Luis Nassif, o ex-governador conta que já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso, desde o governo Collor, e chama de "quadrilha" o grupo político composto por Cunha, Eliseu Padilha e outros nomes próximos a Michel Temer e, ainda, anuncia o envolvimento de Temer no esquema de corrupção do Porto de Santos e os embates políticos que evitou maior desgaste do governo Lula no Mensalão. 
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Delator da Odebrecht acusa caciques do PMDB ao TSE

 
Atualizada para acréscimo de informações
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, conhecido como BJ, afirmou que as propinas relacionadas à construção da usina de Belo Monte, no Pará, foram destinadas exclusivamente ao PMDB. "Eu afirmei - tenho quase certeza - que não foi pago nada pro PT por Belo Monte. O PMDB era uma conta específica da obra, uma despesa que foi combinada e debitada a obra", disse o executivo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
Na íntegra da delação, que foi disponibilizada à Folha de S. Paulo, o ex-funcionário da Odebrecht acusou o senador Edison Lobão (PMDB-MA) de receber os recursos referentes ao esquema ilícito e isentou o PT de qualquer benefício relacionado ao caso.
 
Sem citar qual pergunta foi feita pelo ministro relator do processo de cassação no TSE, Herman Benjamin, o jornal transcreveu a resposta de Benedicto Júnior provavelmente a um questionamento sobre participações do PT.
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Benjamin diz que jogo do poder não pode vencer processo de cassação de Temer

Foto-montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - A expectativa é de que, em três semanas, o relatório final da cassação de Michel Temer seja finalizado pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Herman Benjamin. Até agora, enquanto aguarda as últimas alegações, o ministro do processo de cassação da chapa eleitoral de 2014 concluiu o relatório parcial, com mais de mil páginas.
 
Sem citar outros ministros da Corte que analisarão o processo que pode encurtar o mandato do peemedebista, Benjamin afirmou que é "inadmissível" que "o argumento poderoso dos fatos seja derrotado por fundamentos que não têm sustentação, exceto no jogo do poder".
 
A resposta foi concedida em entrevista à reportagem do Estado de S. Paulo. O relator do processo mencionou que não estava "nem um pouco" preocupado se o seu voto não for acompanhado pela maioria dos sete ministros do TSE, necessária para a cassação de Temer. Pediu apenas que "as regras do jogo sejam republicanas".
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Citado na Carne Fraca, Serraglio traz legado ao Ministério da Justiça

Do Justificando

 

Desde que foi nomeado em meados de fevereiro, Osmar Serraglio (PMDB-PR) vem acumulando episódios que ajudam a entender o perfil do atual responsável pelo Ministério da Justiça no país. Citado na Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (17) e que tem por objetivo investigar um suposto esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos, Serraglio se referiu a um dos principais alvos da operação como “grande chefe”, quando ligou a ele para averiguar se um frigorífico de um aliado político seria fechado.

O Ministro, que foi eleito deputado pelo PMDB, com R$ 200 mil investidos pela Friboi, mostra-se mais uma vez alinhado com os frigoríficos. Como ministro da Justiça, sua posição é estratégica: está sentado na cadeira que demarca as terras indígenas, muitas das quais estão inseridas em contexto de disputa entre os povos originários e interesses do agronegócio.

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Delegado diz que esquema investigado na Carne Fraca abasteceu PP e PMDB

Jornal GGN - Uma parte dos valores movimentados em esquema de propina para evitar a fiscalização do Ministério da Agricultura em frigoríficos era revertida ao PMDB e PP, disse, na manhã desta sexta (17), o delegado da Polícia Federal Maurício Moscardi Grillo, que também atuou na Lava Jato.

Em coletiva de imprensa, Moscardi, porém, não soube precisar quais políticos teriam sido beneficiados pelo esquema apurado na operação Carne Franca, nem os valores envolvidos.

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Após encontro com Temer, base modifica discurso e retoma tentativas de reformas

 
Jornal GGN - Após as manifestações do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, de que Michel Temer já "precipitadamente" havia "inviabilizado a reforma da Previdência", ao enviar o texto sem tempo de debate entre os parlamentares e de que agindo assim ele também inviabilizaria as outras reformas, o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), refez o discurso.
 
Nesta quinta-feira (16), Eunício trouxe um recado indireto a Renan e a outros parlamentares da base aliada que iniciaram uma ruptura nas Casas Legislativas. Afirmou que o papel do Congresso Nacional é aprovar as reformas propostas por Temer para "ajudar o Brasil a crescer". 
 
A declaração foi ainda dada após o presidente Michel Temer oferecer um jantar aos senadores, incluindo Renan Calheiros, no Alvorada, na noite desta quarta-feira (15). O senador havia criticado as medidas econômicas recentemente adotadas pelo mandatário e alertou para o risco que corre com as demais propostas enviadas à Câmara e ao Sendo.
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Nassif: Lista de Janot não tem isenção só porque citou Aécio e Serra

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Jornal GGN - Algumas pessoas podem considerar que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chefe do Ministério Público Federal, finalmente alcançou a "era da isenção" com a inclusão de Aécio Neves, José Serra e Aloysio Nunes, entre outros nomes, nos pedidos de inquérito entregue ao Supremo Tribunal Federal nesta terça (14). Pura ilusão.

Há três etapas até esses políticos se transforarem em réus e, até lá, as chances de o MP fazer corpo mole ou sequer chegar a denunciar Aécio e companhia são grandes. É o que avalia Luis Nassif no hangout da lista de Janot.

Em posse dos pedidos de inquérito, o relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin deverá avaliar os requerimentos nos próximos dias. Se for aceita a instauração de inquérito, o MP precisará trabalhar até descobrir se há algo a ser denunciado ou não. Se houver, ainda será preciso, numa terceira fase, obter o aval do Supremo.

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A lista de Janot e a tempestade política, por Antonio Martins

Em Brasília, denúncia-bomba vai expor corrupção do sistema político. Nas ruas, prepara-se a retomada das lutas sociais. Como ligar os dois pontos?

Por Antonio Martins

Do Outras Palavras


ATUALIZAÇÃO:
No final da tarde desta terça-feira, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao STF a abertura de 83 inquéritos, para investigar dezenas de políticos implicados nas delações da Odebrecht. Mas ainda não se conhece os nomes que compõem a segunda “lista de Janot”. O pedido de quebra de sigilo sobre os inquéritos está nas mãos do ministro Edson Fachin.

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Aécio, Serra, Moreira Franco e Padilha estão na segunda lista de Janot

Foto-montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - A segunda lista de Janot, como foi chamado os pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base nas delações da Odebrecht chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (14). Segundo informações da Folha de S. Paulo, pelo menos cinco ministros de Temer estão na lista: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações).
 
Segundo informações do JOTA, o presidente Michel Temer não aparece como investigado e tem seu nome arrolado apenas no pedido de abertura de inquérito contra Padilha. A decisão é com base na Constituição, que determina que presidente da República não pode ser investigado por fatos alheios ao mandato.
 
Em sigilo, os nomes dos alvos dos 83 pedidos de inquéritos não foram divulgados oficialmente, mas já se sabe que as apurações incluem ministros e parlamentares citados nos depoimentos dos 78 executivos e ex-funcionários da empreiteira, dos quais parte significante integra a cúpula do governo, entre o PMDB e o PSDB.
 
Ainda, segundo reportagem da Folha, também estão nos pedidos de investigação os parlamentares Aécio Neves (PSDB-MG), José Serra (PSDB-SP), Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), além dos presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
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Padilha simboliza o apodrecimento do sistema, por Jeferson Miola

Eliseu Padilha

Por Jeferson Miola

Padilha simboliza o apodrecimento do sistema
 
O ministro Eliseu Padilha, batizado com o codinome de “Primo” nas planilhas de propinas da Odebrecht, é um cadáver putrefato; mas esse é, incrivelmente, o fator curricular que lhe confere função de proa no governo golpista.
 
A cada dia surgem detalhes esclarecedores da sua participação nos esquemas de corrupção que têm protagonistas como Eduardo Cunha, Michel Temer, Lucio Funaro, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco, José Yunes etc.

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Os polêmicos projetos da Câmara para os próximos dias

 
Jornal GGN - Os próximos dias do Plenário da Câmara trazem pautas decisivas e polêmicas. Entre os destaques estão o projeto de renegociação das dívidas com estados em crise financeira; a ampliação das terceirizações; as emendas à Reforma da Previdência e a alteração da Lei dos Partidos Políticos, com a tentativa de anistiar a prática de caixa dois.
 
O projeto que busca levar socorro aos Estados em crise econômica, como Rio de Janeiro, traz em seu original contrapartidas exigidas pelo governo federal de Michel Temer que estão em debate. Entre as exigências, Temer pede que o envio do socorro está condicionado a medidas como a privatização de empresas estatais e o aumento das alíquotas previdenciárias.
 
Esta última exigência, de aumento estimado em 14% no mínimo, fará com que servidores do Rio de Janeiro, por exemplo, terão que pagar 20% de seu salário à previdência para que o Estado obtenha o socorro fiscal. 
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Vai ser difícil de explicar porquê somente Lula é réu 3 vezes na Lava Jato, avaliam políticos

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Jornal GGN - Quando cair o sigilo das revelações feitas por executivos da Odebrecht nos 77 acordos firmados com a Lava Jato, e políticos do PMDB e PSDB forem jogados na mesma vala comum ao PT, o discurso de que o ex-presidente Lula é perseguido pela força-tarefa e não conta com a imparcialidade de Sergio Moro crescerá, afirma o Painel da Folha desta segunda (13).

Essa avaliação, inclusive, é feito por políticos do PMDB e PSDB, que já estudam uma maneira de tangenciar as investidas que colocarão todos no mesmo patamar.

"Deputados e senadores traçam estratégias de redução de danos enquanto aguardam, ansiosos, a abertura dos dados da delação da Odebrecht que resultarão na nova leva de pedidos de inquérito contra políticos", publicou a coluna.

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Cunha é o Marcola do Temer: comanda a quadrilha da cadeia, por Jeferson Miola

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Renan confirma que Eduardo Cunha é o Marcola do Temer; ele é o líder que comanda da cadeia a quadrilha que tomou o poder de assalto com o golpe de Estado. Para Renan, Cunha “exerce sim influência diretamente de sua cela, em Curitiba”.
 
Camacho Marcola, para recordar, é o líder maior da organização criminosa PCC [Primeiro Comando da Capital], que ostenta seu poder comandando as operações da quadrilha mesmo de dentro da penitenciária de máxima segurança, onde cumpre longa pena de prisão.
 
Renan Calheiros é um político arguto, que conhece com intimidade as vísceras do poder em Brasília. Renan tem denunciado a grande influência que este presidiário exerce sobre o governo Michel Temer, assim como a expansão do domínio do “caranguejo” [codinome do Cunha nas planilhas de propinas da Odebrecht] no PMDB.

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Recuo na pressão de Cunha é sinal de que segue atuante no governo?

 
Jornal GGN - O resultado de uma inicial pressão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para entregar o jogo do esquema de corrupção do PMDB na Petrobras e em outras estatais, supostamente sob a anuência de Michel Temer, teve uma pequena mudança nos últimos dias. 
 
Agora que o processo na Justiça de Brasília retornou a uma fase anterior (leia aqui), o advogado de Cunha admitiu que não sabe se voltará a arrolar o presidente como testemunha e enviar as perguntas que poderão trazer indícios de acusações contra o mandatário.
 
A mudança pode ser um sinal de que, com isso, Cunha conseguiu o que queria: emplacar aliados em posições estratégicas. Foi Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do governo no Senado e um dos considerados dissidentes do ex-presidente da Câmara dentro do partido, que chegou à essa análise.
 
"Os últimos sinais emitidos pelo governo com as nomeações mostram que há uma disputa entre o PSDB e o núcleo da Câmara ligado a Eduardo Cunha pelo comando do governo", foi a afirmação de Renan Calheiros, na última quarta-feira (08), logo após se reunir com o ministro da Secretaria-Geral do Governo, Moreira Franco.
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