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O terrorismo midiático do TCU e da PF, por Luis Nassif

O terrorismo midiático e a síndrome de abstinência de escândalos têm afetado dois órgãos de Estado: o Tribunal de Contas da União e a Polícia Federal.

O TCU montou um quadro técnico competente, que padece de uma frustração central: não poder investigar os próprios Ministros do TCU, que sempre dão a última palavra. Sua revanche é montar relatórios e marcar o gol.

Investigam determinada operação. Se for normal, será perda de tempo: não gerará matéria nem dividendos para os fiscais. Trata-se então, em qualquer hipótese, de atuar como órgão acusador.

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Lava Jato prende ex-diretor da Petrobras e condena lobistas do PMDB


Foto: Agência PT no Senado
 
Jornal GGN - Em nova fase da Operação Lava Jato, a 46ª, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-gerente da área internacional da Petrobras, Luis Carlos Moreira da Silva, nesta sexta-feira (20). A suspeita é que executivo destruiu provas da investigação.
 
No despacho que determinou a prisão, o juiz da Vara Federal da Curitiba, Sérgio Moro, afirmou que Silva "apagou seletivamente" mensagens em sua caixa postal, enquanto o destinatário não havia deletado os e-mails.
 
A investigação é sobre os operadores de esquema de corrupção e lavagem de dinheiro ao PMDB, Jorge Luz e Bruno Luz, ambos foram condenados por Moro também nesta sexta.
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Gilmar e Aécio conversaram por aplicativo imune a grampos da Polícia Federal

Foto: AFP

Jornal GGN - Gilmar Mendes e Aécio Neves conversaram pelo menos 33 vezes usando um aplicativo que é imune a grampos da Polícia Federal. É o que aponta reportagem do BuzzFeed, nesta quinta (19).

Segundo o portal, com a apreensão do aparelho de celular do tucano, a polícia descobriu que o ministro do Supremo Tribunal Federal foi acionado, inclusive, no dia em que proferiu uma decisão impedindo Aécio de prestar depoimento sobre acusação de corrupção.

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PF busca conexão de Lúcio Vieira Lima aos R$ 51 milhões


Foto: Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - A Polícia Federal realizou uma Operação de buscas no gabinete e na casa do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão do ex-ministro e ex-assessor de Temer, Geddel Vieira Lima, na manhã desta segunda-feira (16). Como desdobramento da Cui Bono, é a primeira operação deflagrada a pedido da nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
 
Os alvos dos investigadores foram o gabinete do peemedebista no 6º andar da Câmara dos Deputados e a sua residência em Salvador, Bahia. O apartamento de Lúcio é ao lado do de seu irmão Geddel, que está preso desde setembro na Papuda, Distrito Federal.
 
O assessor de Lúcio e atuante também para Geddel, Job Ribeiro Brandão, também foi alvo da Operação de hoje, sob a suspeita de atuar como laranja do parlamentar. A ação é relacionada aos R$ 51 milhões encontrados pela PF em um apartamento em Salvador, usado como uma espécie de "bunker" do dinheiro atribuído a Geddel.
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Juiz federal revalida parte do acordo de leniência da J&F


Foto: Divulgação

Da Agência Brasil

Por Ivan Richard Esposito 

Um mês após suspender o acordo de leniência da J&F para fins criminais, o juiz federal Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília, decidiu nesta quarta (11) revalidar parte do acordo firmado em junho pelo grupo e a Procuradoria da República no Distrito Federal.

Na decisão, Vallisney diz que a sustação do acordo poderia prejudicar o andamento de investigações relativas à Operação Greenfield, que apura um esquema de desvio em fundos de pensão de empresas estatais, e a Lava Jato, além de atrasar o processo de pagamento de indenizações.

“A sustação dos efeitos da homologação pode prejudicar de fato a própria verdade real que se quer buscar com as investigações e processos criminais na Operação Greenfiels, Cui Bono (Lava Jato) e Sépis, pelo fato de que possíveis aderentes pessoas naturais podem vir a ser testemunhas ou colaboradores na investigação criminal e que, se continuar a sustação da homologação, haverá prejuízo para a Justiça Penal”, argumentou  Vallisney  de Souza.

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STF autoriza envio aos EUA de celulares de investigados ligados a Aécio

da Agência Brasil

STF autoriza envio aos EUA de celulares de investigados ligados a Aécio

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello autorizou hoje (6) a Polícia Federal (PF) a enviar aos Estados Unidos aparelhos celulares apreendidos na Operação Patmos, deflagrada a partir das delações da JBS. Com a decisão, a PF vai enviar um perito ao exterior para tentar desbloquear celulares que foram apreendidos com alvos da operação ligados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG).

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Cesare Battisti foi detido pela PF em Corumbá

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-ativista italiano Cesare Battisti foi detido pela Polícia Federal, na tarde desta quarta-feira (04), na cidade de Corumbá, no Mato Grosso. Ele foi levado por suposta tentativa de evasão de divisas por supostamente portar uma quantidade ainda não identificada de dinheiro, na fronteira com a Bolívia.
 
O italiano foi integrante da organização de extrema esquerda, Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), e já tinha sido condenado à prisão perpétua pelas autoridades italianas por quatro assassinatos e outros delitos, sendo considerado terrorista.
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Moro autoriza perícia de sistema da Odebrecht, mas com a PF

Foto: Evaristo SA/AFP
 
Jornal GGN - O juiz Sérgio Moro autorizou o acesso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para realizar uma perícia no sistema eletrônico utilizado pelo setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para registros de pagamentos de propinas, de acordo com delatores. Entretanto, exigiu que o trabalho fosse feito junto com a Polícia Federal.
 
O pedido da defesa do ex-presidente foi feito diversas vezes, sem sucesso, desde que o Ministério Público Federal (MPF) teria tido acesso ao sistema MyWebDay e ao Drousys. Ambos supostamente trazem provas relacionadas à acusação de que Lula foi beneficiário da compra de um terreno pela Odebrecht para a construção da nova sede do Instituto Lula.

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Wesley Batista é preso em operação que investiga venda de ações da JBS

Foto: Reprodução/TV Globo
 
 
Jornal GGN - O sócio proprietário da JBS, Wesley Batista, irmão de Joesley Batista, foi preso na manhã desta quarta (13) em São Paulo. Segundo informações da Folha, o mandado foi expedido no âmbito da investigação sobre a compra de dólares e venda de ações da empresas no mercado financeiro, dias antes da delação da JBS estourar e atingir o governo Temer.
 
Nesta segunda fase da chamada Operação Tendão de Aquiles, Joesley também foi alvo de um pedido de prisão. Porém, ele já está detido em Brasília desde domingo (10), por conta das polêmicas envolvendo a delação da JBS e o procurador Marcelo Miller.
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PF: Temer recebeu R$ 31,5 milhões em propina por integrar quadrilha do PMDB

Foto: Reprodução/PF

 
 
Jornal GGN - Michel Temer, Eduardo Cunha, Henrique Alvez, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco e Eliseu Padilha formam uma organização criminosa e só o hoje presidente da República teria recebido R$ 31,5 milhões em propina por sua participação em esquemas de corrupção. É o que aponta um relatório "conclusivo" da Polícia Federal sobre o chamado "quadrilhão", investigado desde 2015 pela Lava Jato.
 
Segundo a PF, "Temer possuía poder de decisão do PMDB da Câmara para indicar pessoas para cargos estratégicos e também para fazer a articulação com empresários beneficiados nos esquemas e receber valores de doações eleitorais". Nesse contexto, Geddel e Moreira Franco seriam "braços" de Temer para arrecadar as propinas.
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Geddel volta a ser preso após PF encontrar suas digitais em "bunker" com R$ 51 milhões

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Jornal GGN - O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) voltou a ser preso pela Polícia Federal, na madrugada desta sexta (8), após suas digitais terem sido encontradas em um bunker onde esstavam escondidos R$ 51 milhões em dinheiro vivo. Geddel cumpria prisão domiciliar enquanto era acusado pelo Ministério Público Federal de obstruir a Lava Jato. Agora, a medida cautelar autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasília tem o objetivo de evitar destruição de provas. Ele deverá ser transferido de Salvador para a capital federal. A operação decorre de decobramentos da Cui Bono.

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Polícia encontra 9 malas e 8 caixas de dinheiro em bunker de Geddel, ex-ministro de Temer

Jornal GGN - A Polícia Federal encontrou nesta terça-feira (5) malas e caixas recheadas de notas de 100 e 50 reais e um possível bunker onde Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Michel Temer, armazenaria recursos ilícitos, na capital da Bahia. As informações são do portal El País. 

De acordo com o site, a Polícia divulgou imagens "impressionantes" dos materiais apreendidos: nove malas e oito caixas lotadas com dinheiro vivo. "O valor ainda não foi contabilizado pelos policiais. A montanha de dinheiro lotou ao menos dois porta-malas de camionetes usadas no cumprimento do mandado da PF." 

A PF não detalhou como chegou ao local e nem qual a origem do dinheiro.

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Grupo Jari desmente patrocínio do filme Lava Jato e recupera histórico

 
Jornal GGN - A vinculação do nome de Sergio Antonio Garcia Amoroso, presidente do JARI, como patrocinador do filme da Operação Lava Jato "PF - A lei é para todos", foi desmentida pelo grupo econômico em artigo enviado ao GGN. Os apontamentos foram iniciados pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo (leia aqui).
 
"O Inquérito instaurado pela Polícia Federal, depois de muitos meses de investigação, concluiu pela inexistência de responsabilização da Jari Florestal e de seus representantes legais no suposto esquema criminoso organizado para fraudar o sistema de controle de comércio florestal no Estado do Pará", afirmou o grupo.
 
A resposta foi sobre a coluna "Financiador da Lava Jato é investigado pela Polícia Federal e pelo MPF no Pará", do jornalista Luis Nassif, publicada nesta quarta-feira (30), que relacionou o empresário a investigações do Pará contra a Jari Florestal e seus representantes. O GGN reproduz, abaixo, a íntegra do esclarecimento do grupo ao Jornal:
 
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Financiador da Lava Jato é investigado pela Polícia Federal e pelo MPF no Pará

Atualizado às 16:42 do dia 31

Principal financiador do filme sobre a Lava Jato, o empresário Sérgio Amoroso é um tipo controvertido. Self-made-man, começou a vida como office boy, montou uma companhia de venda de papéis e, em 1999 conseguiu assumir o controle do Projeto Jari, que estava sob intervenção do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), pagando 1 real e assumindo as dívidas.

Desde então, tornou-se uma espécie de Dr. Jekill e Mr. Hide do setor de celulose. Numa ponta, recebeu vários prêmios de responsabilidade corporativa, apregoando a defesa da sustentabilidade, as iniciativas em favor de crianças com câncer, entre outras atividades meritórias.

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Com ajuda do FBI, PF prepara operação contra cartolas, por Wanderley Nogueira

Foto: Divulgação

Jornal GGN - A Polícia Federal e o Ministério Público receberam documentos e delações enviadas por autoridades do FBI e da Justiça dos Estados Unidos e estão prestes a deflagrar uma operação que envolve "cartolas do futebol brasileiro." É o que informa Wanderley Nogueira, em coluna publica na terça (29).

Segundo Nogueira, as autoridades brasileiras já encontraram provas de transferências irregulares de valores que partiram do Brasil. Os juízes estadunidenses pediram que o FBI e a Interpol se esforcem para "trazer ao Tribunal todos os citados e investigados" que estão em liberdade no Brasil.
 
Wanderley foi taxativo: "Para isso é preciso a colaboração das autoridades locais."
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