Revista GGN

Assine

Paulo Roberto Costa

Japonês da federal e condenados da Lava Jato lançam livros sobre a operação

Foto: Brenda Alcantara
 
 
Jornal GGN - Depois dos procuradores de Curitiba que fazem palestras alavancadas pela fama com a Lava Jato, agora é a vez de Newton Ishii, o agente que ficou conhecido como "japonês da federal", mais Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e Delcídio do Amaral - os três, delatores e condenados na Lava Jato - decidirem rentabilizar o envolvimento com a operação lançando-se no mercado editorial.
 
Segundo informações da Folha deste domingo (3), o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa "negocia com duas editoras um contrato para lançamento de seu livro e pretende terminar de escrever a obra em cerca de um mês. Não fala em cifras."
Média: 5 (1 voto)

Japonês da federal e condenados da Lava Jato lançam livros sobre a operação

Foto: Brenda Alcantara
 
 
Jornal GGN - Depois dos procuradores de Curitiba que fazem palestras alavancadas pela fama com a Lava Jato, agora é a vez de Newton Ishii, o agente que ficou conhecido como "japonês da federal", mais Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e Delcídio do Amaral - os três, delatores e condenados na Lava Jato - decidirem rentabilizar o envolvimento com a operação lançando-se no mercado editorial.
 
Segundo informações da Folha deste domingo (3), o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa "negocia com duas editoras um contrato para lançamento de seu livro e pretende terminar de escrever a obra em cerca de um mês. Não fala em cifras."
Sem votos

Lava Jato em Curitiba avança sobre empresas estrangeiras

Foto: Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba usou a delação premiada de Paulo Roberto Costa para chegar a empresas estrangeiras que teriam firmado contratos de afretamento com a Petrobras que somam quase 1 bilhão de dólares.
 
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, ajustou com o cônsul honorário da Grécia no Brasil, Konstantinos Kotronakis, um "esquema de facilitação de contratação de navios gregos, mediante o fornecimento de informações privilegiadas e o pagamento de propinas".
Média: 1.8 (10 votos)

Como a Lava Jato de Curitiba apura propina ao PSDB

República de Curitiba não demonstra interesse em descobrir quem poderia ter operado o repasse de R$ 10 milhões em propina ao PSDB, negociados com a Queiroz Galvão
 
 
Jornal GGN - A história de que o PSDB recebeu, a pedido de Sergio Guerra, R$ 10 milhões de propina para atrapalhar a CPI da Petrobras, em 2009, é questão secundária para a Lava Jato de Curitiba. É o que indicam os vídeos da audiência feita com uma das principais testemunhas do caso, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele revelou em delação que o pagamento foi efetuado ao ex-presidente tucano, ao menos parcialmente, pela Queiroz Galvão. Com os vídeos é possível constatar que nem Sergio Moro e nem os procuradores liderados por Deltan Dallagnol arrancaram detalhes da trama.
Média: 4.3 (18 votos)

2 anos depois, PF revela que delações usadas contra Palocci não têm provas

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O delegado Filipe Hille Pace enviou um ofício ao juiz Sergio Moro, em abril passado, reclamando do fato do Ministério Público Federal ter negociado benefícios a 3 delatores que foram usados contra Antonio Palocci e que não provaram nada do que disseram sobre o ex-ministro. O Estadão só revelou a existência do documento nesta segunda, 7 de agosto, tratando o episódio como mais uma "queda de braço" entre PF e procuradores por causa dos acordos.
 
“É temerário que inquérito policial tenha tramitado por quase dois anos em função de três versões de fatos diferentes apresentadas por três criminosos que celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e que a partir disso obtiveram inegáveis benefícios. Em outras palavras, no presente caso, os colaboradores em nada auxiliaram os trabalhos investigativos, muito embora tenham sido beneficiados para tanto. Leia mais »
Média: 4.6 (13 votos)

Todos os 5 delatores de Vaccari foram poupados por Moro e estão soltos

Sergio Moro garantiu regime aberto aos réus colaboradores que ajudaram a condenar João Vaccari Neto em 2015. Ex-tesoureiro do PT foi absolvido em segunda instância por falta de provas correspondentes às delações  
 
 
Jornal GGN - Pedro Barusco, Augusto Mendonça, Eduardo Leite, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. Esses cinco delatores da Lava Jato têm algo em comum: todos foram poupados pelo juiz Sergio Moro por terem sido os responsáveis pela condenação de João Vaccari Neto a 15 anos de prisão, em setembro de 2015. Eles estão em regime aberto, graças ao acerto com o Ministério Público Federal, enquanto Vaccari está preso há mais de dois anos em Curitiba, assistindo à proliferação de denúncias contra si.
 
A sentença de Moro foi derrubada em segunda instância nesta terça (27). Por 2 votos a 1, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região entenderam que o simbolo da Lava Jato admitiu delação sem provas correspondentes contra Vaccari.
 
O petista foi acusado pelos procuradores de Curitiba de ter recolhido propina em cima de contratos da Petrobras, na forma de doação oficial ao partido. O esquema na estatal envolvia as direitorias de Serviços, de Renato Duque, de Engenharia, de Pedro Barusco, e de Abastecimento, de Paulo Roberto Costa.
Média: 4.6 (15 votos)

Delator corrige cobertura da imprensa sobre as reuniões de Lula na Petrobras

Foto: Instituto Lula

Jornal GGN - O delator Paulo Roberto Costa corrigiu "espontaneamente" as informações divulgadas pela grande mídia, em parceria com a Lava Jato, sobre as reuniões de Lula na Petrobras durante seus dois mandatos. A agenda do ex-presidente na estatal foi usada pela força-tarefa para insinuar que Lula mentiu diante de Sergio Moro, quando afirmou que não teve encontros específicos com ex-diretores, com poucas exceções.

Leia mais »

Média: 4.4 (14 votos)

MPF pede suspensão de benefícios de ex-diretor da Petrobras por delação

Imagem: Bigfull

da Agência Brasil

MPF pede suspensão de benefícios de ex-diretor da Petrobras por delação

Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na Justiça Federal, que suspenda os benefícios do acordo de delação premiada concedidos ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, no processo que responde na 13ª Vara Federal de Curitiba. O MPF suspeita que Costa tentou ocultar provas e obstruir investigações relativas a desvios de recursos da estatal petrolífera.

São réus no mesmo processo as filhas de Costa, Arianna Costa Bachmann e Shanni Costa Bachmann, além de Márcio Lewkowicz, genro do ex-diretor da Petrobras.

Leia mais »

Média: 2 (4 votos)

A Procuradoria da República atua para quebrar a Odebrecht

Um dos pontos centrais dos acordos de delação é a palavra das partes. O delator precisa acreditar que os acordos fechados serão cumpridos.

Peça central da Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto da Costa, está ameaçado de perder as regalias da delação.

Segundo O Globo, o procurador Deltan Dallagnol – aparentemente em síndrome de abstinência de holofote – notou irregularidades na delação de Costa.

“Um dos exemplos de versões divergentes citadas pelo MPF diz respeito ao termo de colaboração número 80. No depoimento, Costa disse que requisitou à Arianna a retirada de R$ 100 mil e US$ 10 mil de sua empresa. Contudo, em juízo ele mudou a versão. Afirmou ter solicitado que a acusada buscasse R$ 50 mil no escritório da Costa Global Consultoria” (MPF pede a Moro suspensão de benefícios e a condenação de Paulo Roberto Costa). Fantástico! Melhor que isso só a informação de que a Procuradoria Geral da República juntou procuradores de onze países para liquidar de vez com a Odebrecht.

Leia mais »

Média: 5 (26 votos)

Delatores "não têm conhecimento" de crimes de Lula em triplex

 
Jornal GGN - Apesar de todos os delatores da Operação Lava Jato, convocados pela própria força-tarefa, isentarem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex no Guarujá, no segundo dia de audiências nesta quarta-feira (23), Sérgio Moro antecipou juízo contra Lula.
 
"Mais uma vez, a defesa foi interrompida, impedida de fazer os questionamentos na forma que a lei processual penal estabelece e, por isso, nós fizemos os devidos protestos. Chegou num momento, inclusive, em que o próprio juiz Sergio Moro antecipou juízo de valor, fez o novo pré julgamento no curso da audiência, que foi objeto de registro pela defesa", disse o advogado Cristiano Zanin Martins.
 
Na audiência, foram ouvidos os delatores Pedro Corrêa, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, que negaram a realização de qualquer reunião com o ex-presidente, em que ele tenha solicitado ou recebido vantagem indevida, e também qualquer relação de Lula com o triplex no litoral paulista.
Média: 4.8 (17 votos)

Moro tira tornozeleira eletrônica de primeiro delator da Lava Jato

Jornal GGN - Idolatrado por ser o "simbolo do combate à corrupção" no Brasil, nas palavras do procurador da República Deltan Dallagnol, o juiz federal Sergio Moro mandou tirar a tornozeleira eletrônica do primeiro delator da Lava Jato, o ex-diretor da Petroras Paulo Roberto Costa.

Segundo a Folha desta quinta (30), Costa livra-se de um "pesadelo" porque a tornozeileira o obrigava a ficar em casa, pois necessitava ser recarregada na tomada a cada quatro horas, e às vezes, por falhas, gerava conflitos com a Polícia Federal. Agora, sem o equipamento, o delator não precisa mais ser monitorado pelos agentes federais.

Leia mais »

Média: 1 (6 votos)

Depoimento de delator à CPI desmonta versão de procuradores contra Lula

Jornal GGN - O depoimento que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa deu à CPI da Petrobras em maio do ano passado derruba parte da denúncia apresentada pela Operação Lava Jato contra Lula, na qual o ex-presidente figura como o comandante de toda a corrupção que existe no plano federal, com destaque para a Petrobras.

Costa, um dos principal delatores da Lava Jato, foi questionado, na CPI, pela deputada Eliziane Gama (PPS-MA) sobre a hipótese de Lula conhecer o esquema de arrecadação de propina na Petrobras. Na ocasião, segundo resgatou a Folha nesta segunda (19), ele respondeu: "Não! Eu nunca conversei nem com a presidente atual [Dilma], nem com o [ex] presidente Lula sobre esse tema. Eu nunca conversei".

Leia mais »

Média: 4.6 (14 votos)

Que fim levou Venina Venosa, a mulher que denunciou a Petrobras no Fantástico?


Jornal GGN - Depois de aparecer no Fantástico como a funcionária repreendida e enviada a outro país por ter denunciado esquemas de corrupção na Petrobras, Venina Venosa amarga decisões da Justiça que não deve ter previsto quando decidiu processar a estatal.

Dias após a reportagem da Globo - que ajudou a derrubar Graça Foster da presidência da Petrobras - Venina decidiu processar a empresa numa ação de R$ 2 milhões que incluia reclamação trabalhista e por danos morais. No final, foi condenada a pagar R$ 40 mil pelas custas processuais, já que a juíza não deu ganho de causa.

Leia mais »

Média: 5 (8 votos)

Delação sem provas faz PF pedir arquivamento de inquérito contra Humberto Costa (PT)

Jornal GGN - A falta de prova material que sustentasse a delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, contra o senador Humberto Costa (PT), fez a Polícia Federal pedir o arquivamento do inquérito ao ministro Teori Vazascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Agora, Zavascki pedirá a manifestação da Procuradoria Geral da República, chefiada por Rodrigo Janot, que apresentou a denúncia.

Leia mais »

Média: 4.6 (9 votos)

Em prisão domiciliar, delatores da Lava Jato levam vida de luxo

Jornal GGN - Os delatores da Operação Lava Jato, como Fernando Baiano, Sergio Machado e Nestor Cerveró, tem tido uma vida de luxo após firmarem acordos de colaboração premiada e receberam o benefício da prisão domiciliar.

Machado, ex-presidente da Transpetro, cumpre pena em sua casa, uma mansão no litoral de Fortaleza, Ceará. Ele admitiu que recebeu R$ 75 milhões em propina e, após o acordo com o Ministério Público Federal, cumprirá três anos de prisão domiciliar.

Ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró cumpre sua pena em um sítio em Itaipava (RJ), após ter sido preso em Curiiba (PR). Localizado em um condomínio de luxo, o sítio tem 2700 metros quadrados e Cerveró não pode deixar o perímetro de sua residência por um ano e meio, exceto em caso de emergências médicas.

Já Fernando Baiano, lobista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, cumpre pena desde novembro de 2015 em uma cobertura na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliada em R$ 12 milhões. Apesar de não poder sair do prédio, o condomínio oferece piscina, quadra de tênis, churrasqueira e salão de beleza. 

Leia mais »

Média: 3.7 (3 votos)