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Paulo Roberto Costa

2 anos depois, PF revela que delações usadas contra Palocci não têm provas

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O delegado Filipe Hille Pace enviou um ofício ao juiz Sergio Moro, em abril passado, reclamando do fato do Ministério Público Federal ter negociado benefícios a 3 delatores que foram usados contra Antonio Palocci e que não provaram nada do que disseram sobre o ex-ministro. O Estadão só revelou a existência do documento nesta segunda, 7 de agosto, tratando o episódio como mais uma "queda de braço" entre PF e procuradores por causa dos acordos.
 
“É temerário que inquérito policial tenha tramitado por quase dois anos em função de três versões de fatos diferentes apresentadas por três criminosos que celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e que a partir disso obtiveram inegáveis benefícios. Em outras palavras, no presente caso, os colaboradores em nada auxiliaram os trabalhos investigativos, muito embora tenham sido beneficiados para tanto. Leia mais »
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Todos os 5 delatores de Vaccari foram poupados por Moro e estão soltos

Sergio Moro garantiu regime aberto aos réus colaboradores que ajudaram a condenar João Vaccari Neto em 2015. Ex-tesoureiro do PT foi absolvido em segunda instância por falta de provas correspondentes às delações  
 
 
Jornal GGN - Pedro Barusco, Augusto Mendonça, Eduardo Leite, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. Esses cinco delatores da Lava Jato têm algo em comum: todos foram poupados pelo juiz Sergio Moro por terem sido os responsáveis pela condenação de João Vaccari Neto a 15 anos de prisão, em setembro de 2015. Eles estão em regime aberto, graças ao acerto com o Ministério Público Federal, enquanto Vaccari está preso há mais de dois anos em Curitiba, assistindo à proliferação de denúncias contra si.
 
A sentença de Moro foi derrubada em segunda instância nesta terça (27). Por 2 votos a 1, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região entenderam que o simbolo da Lava Jato admitiu delação sem provas correspondentes contra Vaccari.
 
O petista foi acusado pelos procuradores de Curitiba de ter recolhido propina em cima de contratos da Petrobras, na forma de doação oficial ao partido. O esquema na estatal envolvia as direitorias de Serviços, de Renato Duque, de Engenharia, de Pedro Barusco, e de Abastecimento, de Paulo Roberto Costa.
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Delator corrige cobertura da imprensa sobre as reuniões de Lula na Petrobras

Foto: Instituto Lula

Jornal GGN - O delator Paulo Roberto Costa corrigiu "espontaneamente" as informações divulgadas pela grande mídia, em parceria com a Lava Jato, sobre as reuniões de Lula na Petrobras durante seus dois mandatos. A agenda do ex-presidente na estatal foi usada pela força-tarefa para insinuar que Lula mentiu diante de Sergio Moro, quando afirmou que não teve encontros específicos com ex-diretores, com poucas exceções.

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MPF pede suspensão de benefícios de ex-diretor da Petrobras por delação

Imagem: Bigfull

da Agência Brasil

MPF pede suspensão de benefícios de ex-diretor da Petrobras por delação

Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na Justiça Federal, que suspenda os benefícios do acordo de delação premiada concedidos ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, no processo que responde na 13ª Vara Federal de Curitiba. O MPF suspeita que Costa tentou ocultar provas e obstruir investigações relativas a desvios de recursos da estatal petrolífera.

São réus no mesmo processo as filhas de Costa, Arianna Costa Bachmann e Shanni Costa Bachmann, além de Márcio Lewkowicz, genro do ex-diretor da Petrobras.

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A Procuradoria da República atua para quebrar a Odebrecht

Um dos pontos centrais dos acordos de delação é a palavra das partes. O delator precisa acreditar que os acordos fechados serão cumpridos.

Peça central da Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto da Costa, está ameaçado de perder as regalias da delação.

Segundo O Globo, o procurador Deltan Dallagnol – aparentemente em síndrome de abstinência de holofote – notou irregularidades na delação de Costa.

“Um dos exemplos de versões divergentes citadas pelo MPF diz respeito ao termo de colaboração número 80. No depoimento, Costa disse que requisitou à Arianna a retirada de R$ 100 mil e US$ 10 mil de sua empresa. Contudo, em juízo ele mudou a versão. Afirmou ter solicitado que a acusada buscasse R$ 50 mil no escritório da Costa Global Consultoria” (MPF pede a Moro suspensão de benefícios e a condenação de Paulo Roberto Costa). Fantástico! Melhor que isso só a informação de que a Procuradoria Geral da República juntou procuradores de onze países para liquidar de vez com a Odebrecht.

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Delatores "não têm conhecimento" de crimes de Lula em triplex

 
Jornal GGN - Apesar de todos os delatores da Operação Lava Jato, convocados pela própria força-tarefa, isentarem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex no Guarujá, no segundo dia de audiências nesta quarta-feira (23), Sérgio Moro antecipou juízo contra Lula.
 
"Mais uma vez, a defesa foi interrompida, impedida de fazer os questionamentos na forma que a lei processual penal estabelece e, por isso, nós fizemos os devidos protestos. Chegou num momento, inclusive, em que o próprio juiz Sergio Moro antecipou juízo de valor, fez o novo pré julgamento no curso da audiência, que foi objeto de registro pela defesa", disse o advogado Cristiano Zanin Martins.
 
Na audiência, foram ouvidos os delatores Pedro Corrêa, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, que negaram a realização de qualquer reunião com o ex-presidente, em que ele tenha solicitado ou recebido vantagem indevida, e também qualquer relação de Lula com o triplex no litoral paulista.
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Moro tira tornozeleira eletrônica de primeiro delator da Lava Jato

Jornal GGN - Idolatrado por ser o "simbolo do combate à corrupção" no Brasil, nas palavras do procurador da República Deltan Dallagnol, o juiz federal Sergio Moro mandou tirar a tornozeleira eletrônica do primeiro delator da Lava Jato, o ex-diretor da Petroras Paulo Roberto Costa.

Segundo a Folha desta quinta (30), Costa livra-se de um "pesadelo" porque a tornozeileira o obrigava a ficar em casa, pois necessitava ser recarregada na tomada a cada quatro horas, e às vezes, por falhas, gerava conflitos com a Polícia Federal. Agora, sem o equipamento, o delator não precisa mais ser monitorado pelos agentes federais.

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Depoimento de delator à CPI desmonta versão de procuradores contra Lula

Jornal GGN - O depoimento que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa deu à CPI da Petrobras em maio do ano passado derruba parte da denúncia apresentada pela Operação Lava Jato contra Lula, na qual o ex-presidente figura como o comandante de toda a corrupção que existe no plano federal, com destaque para a Petrobras.

Costa, um dos principal delatores da Lava Jato, foi questionado, na CPI, pela deputada Eliziane Gama (PPS-MA) sobre a hipótese de Lula conhecer o esquema de arrecadação de propina na Petrobras. Na ocasião, segundo resgatou a Folha nesta segunda (19), ele respondeu: "Não! Eu nunca conversei nem com a presidente atual [Dilma], nem com o [ex] presidente Lula sobre esse tema. Eu nunca conversei".

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Que fim levou Venina Venosa, a mulher que denunciou a Petrobras no Fantástico?


Jornal GGN - Depois de aparecer no Fantástico como a funcionária repreendida e enviada a outro país por ter denunciado esquemas de corrupção na Petrobras, Venina Venosa amarga decisões da Justiça que não deve ter previsto quando decidiu processar a estatal.

Dias após a reportagem da Globo - que ajudou a derrubar Graça Foster da presidência da Petrobras - Venina decidiu processar a empresa numa ação de R$ 2 milhões que incluia reclamação trabalhista e por danos morais. No final, foi condenada a pagar R$ 40 mil pelas custas processuais, já que a juíza não deu ganho de causa.

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Delação sem provas faz PF pedir arquivamento de inquérito contra Humberto Costa (PT)

Jornal GGN - A falta de prova material que sustentasse a delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, contra o senador Humberto Costa (PT), fez a Polícia Federal pedir o arquivamento do inquérito ao ministro Teori Vazascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Agora, Zavascki pedirá a manifestação da Procuradoria Geral da República, chefiada por Rodrigo Janot, que apresentou a denúncia.

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Em prisão domiciliar, delatores da Lava Jato levam vida de luxo

Jornal GGN - Os delatores da Operação Lava Jato, como Fernando Baiano, Sergio Machado e Nestor Cerveró, tem tido uma vida de luxo após firmarem acordos de colaboração premiada e receberam o benefício da prisão domiciliar.

Machado, ex-presidente da Transpetro, cumpre pena em sua casa, uma mansão no litoral de Fortaleza, Ceará. Ele admitiu que recebeu R$ 75 milhões em propina e, após o acordo com o Ministério Público Federal, cumprirá três anos de prisão domiciliar.

Ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cerveró cumpre sua pena em um sítio em Itaipava (RJ), após ter sido preso em Curiiba (PR). Localizado em um condomínio de luxo, o sítio tem 2700 metros quadrados e Cerveró não pode deixar o perímetro de sua residência por um ano e meio, exceto em caso de emergências médicas.

Já Fernando Baiano, lobista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, cumpre pena desde novembro de 2015 em uma cobertura na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliada em R$ 12 milhões. Apesar de não poder sair do prédio, o condomínio oferece piscina, quadra de tênis, churrasqueira e salão de beleza. 

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Dona da mansão dos Marinho divide agente no Panamá com Paulo Roberto Costa

Do Tijolaço

 
por Fernando Brito
 

Os provocadores da direita que vêm a este blog perguntar o que tem a ver a mansão dos Marinho com a Lava Jato iriam sumir, se tivessem vergonha na cara.

E o mesmo se aplicaria, se tivessem a mesma nas faces , aos policiais e procuradores do Dr. Sérgio Moro.

O que tem a ver?

Tudo.

Firme-se para não cair da cadeira: a dona da mansão dos Marinho, a controladora da Agropecuária Veine, a Blainville, dividia sala no Panamá com a empresa de picaretagem de Paulo Roberto Costa, operador supremo o “petrolão”.

No relatório “paralelo” do PDSB (e PPS/DEM) é dito que Paulo Roberto Costa montou a Sunset Global Services Ltd. Corp, no Panamá, para – transcrição literal – “comprar” uma casa em Mangaratiba, no Rio. A casa valia R$ 3,2 milhões. À época da Operação, a Polícia Federal ainda não sabia se a negociação tinha sido realizada.

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Imagens

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Ligações perigosas de Marinho com Paulo Roberto Costa

A mansão de Marinho está registrada em nome de empresa que tem como sócia a offshore Murray Holdings LLC, investigada pela Lava Jato
 
 
Jornal GGN - Além de apresentar irregularidades com as leis ambientais, como relatado em reportagem do Diário do Centro do Mundo, a mansão da família de Roberto Marinho, dona da TV Globo, tem documentos em nome da empresa Agropecuária Veine, que traz entre o quadro de sócios a Vaincre LLC: supostamente outro nome para a Murray Holdings LLC, a offshore dona de um apartamento tríplex no Guarujá e alvo da Operação Lava Jato. A informação é do blog de Helena Sthephanowitz.
 
Ao contrário das tentativas dos grandes veículos de tentarem associar o apartamento triplex no Guarujá, de propriedade da OAS e com a compra cancelada por Lula, e o sítio em Atibaia, que supostamente teve reformas pagas pela empreiteira, ao nome do ex-presidente como hipotético proprietário, a mansão de fato é da família Marinho. Mas estaria registrada, tecnicamente em nome da empresa que tem como sócio a offshore. Entretanto, não há inquéritos da equipe da Lava Jato para investigar o caso.
 
Não é o único ponto em comum com as operações investigadas pela Lava Jato. Em junho de 2014 o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em depoimento à Lava Jato, afirmou que criou uma consultoria, em agosto de 2012, a Costa Global, após ter saído da Petrobras, que teria como missão fazer o "casamento" de investidores com donos de projetos. Entre eles, estaria a venda do terreno da família Marinho, onde está a mansão.
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Sentidos opostos, por Ronaldo Souza

Delator nega ter tratado pagamento de propina com Marcelo Odebrecht

Ao juiz Sergio Moro, Ministério Público, Polícia Federal, Supremo Tribunal Federal.

Deixemos de lado todos os acontecimentos anteriores; vazamentos extremamente seletivos, prisões irregulares, coerção, torturas psicológicas e mesmo físicas pelas condições impostas.

Vamos somente aos fatos mais recentes.

Vindo à tona, o vídeo do depoimento do Sr. Paulo Roberto Costa o mostra dizendo o seguinte:

“Então, assim, eu conheço ele, mas nunca tratei de nenhum assunto desses com ele, nem põe o nome dele aí porque ele, não, ele não participava disso”.

É verdade que Vossa Excelência e a operação sob o seu comando, conhecida como Lava Jato, não incorporaram as declarações do Sr. Costa ao processo, mas aos autos foi incorporada a “sua” interpretação, oficialmente chamada de “transcrição”?

Se isso é verdade, permita-me convida-lo para uma interpretação conjunta.

Por favor, não interprete como insolência da minha parte. É que também tenho o hábito de querer interpretar as coisas.

Depoimento do Sr. Paulo Roberto Costa:

“...eu conheço ele (Marcelo Odebrecht), mas nunca tratei de nenhum assunto desses com ele, nem põe o nome dele aí porque ele, não, ele não participava disso.

Ao dizer que ”... nunca tratei de nenhum assunto desses com ele, nem põe o nome dele aí porque ele, não, ele não participava disso, a impressão que tive foi a de que Paulo Roberto Costa disse que ele, o Sr. Marcelo Odebrecht, “não participava disso, ou seja, das falcatruas a ele atribuídas.

Com a supressão do vídeo e a incorporação da transcrição aos autos da afirmativa “a despeito de não ter tratado diretamente o pagamento de vantagens indevidas com Marcelo Odebrecht”, a interpretação que foi dada pelo senhor e a sua laboriosa equipe não estaria equivocada?

Peço desculpas por ser, digamos, repetitivo, e tomar o seu precioso tempo, mas mesmo temendo ter como resposta um “não vem ao caso”, peço-lhe que me corrija se eu estiver errado.

Quando o senhor desconsidera “nem põe o nome dele aí porque ele, não, ele não participava disso e diz que “a despeito de não ter tratado diretamente o pagamento de vantagens indevidas com Marcelo Odebrecht” o senhor quis dizer pode pôr o nome dele aí porque ele participava disso?

Se assim for meritíssimo com todos os méritos, ao contrário do que disse o delator bastante premiado, Vossa Excelência afirma, nos autos sem o vídeo, que o Sr. Marcelo Odebrecht fez “o pagamento de vantagens indevidas”.

Estaria correta a minha interpretação?

Mesmo após tentativas diversas de conte-la, aproximando-me do impossível, um esforço hercúleo, não alcancei o meu intento (peço que entenda e aceite o meu modo de falar, é uma tentativa desesperada, provavelmente vã, de me aproximar daquele linguajar que nos deixa encantados nos tribunais), ela veio.

A dúvida atroz e avassaladora se transformou em palavras (por aí, meritíssimo, no meio desse povo inculto, vulgarizam chamando esse momento de profunda introspecção de “a pergunta que não quer calar”. Veja [opa] que absurdo).

Para que delatores bastante premiados?

Para que delações bastante premiadas?

Não seriam melhores, mais rápidas, mais práticas e cômodas somente as transcrições?

Excelência, só mais dois minutinhos.
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O Ministério Público e as "cenas proibidas" da Lava Jato, por Mauro Santayana

Enviado por Webster Franklin

Do blog de Mauro Santayana

O Ministério Público e as "cenas proibidas" da Operação Lava Jato

A defesa de Marcelo Odebrecht, detido no contexto da Operação Lava-Jato, pediu a reabertura do inquérito – que já entra na fase de julgamento - depois que descobriu que trecho do depoimento em vídeo feito pelo delator “premiado” Paulo Roberto Costa em que ele eximia Odebrecht de participação direta no esquema de propina foi omitido na transcrição feita pelo Ministério Público, e encaminhada ao Juiz Sérgio Moro, ainda antes da prisão do empresário.
 
“Se a declaração completa estivesse nos autos, obviamente teria inibido o juiz a determinar a realização de buscas e apreensões e a prisão de uma pessoa que foi inocentada por aquele que é apontado como coordenador das condutas criminosas no âmbito da Petrobras.”- declarou o advogado Nabor Bulhões, que solicitou acesso a todos os outros depoimentos em vídeo que citem seu cliente, para se assegurar que eles não foram alterados e correspondem às transcrições.
 
Em resposta à solicitação, o Juiz Sérgio Moro disse que “processo anda para frente” e deu a entender que não se pode voltar a etapas já encerradas para mudar essa questão.

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