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Pasadena

Bloqueio de bens contraria MPF e Dilma promete recorrer

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff emitiu uma nota à imprensa avisando que vai recorrer da decisão do Tribunal de Contas da União que, nesta quarta (11), decidiu bloquear os bens dos ex-membros do Conselho de Administração da Petrobras envolvidos na compra da refinaria de Pasadena.

O TCU entendeu que a equipe deve ser responsabilizada financeiramente pelo prejuízdo de maid de 580 milhões de dólares na operação.

Na nota, Dilma destacou que a decisão do TCU contraria entendimento do Ministério Público, que não atribui culpa ao Conselho pela crise com a refinaria.

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Dilma tem bens bloqueados pelo TCU por causa de Pasadena

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff teve os bens bloqueados pelo Tribunal de Contas da União, nesta quarta (11), por ter integrado o Conselho de Administração da Petrobras à época da compra da refinaria de Pasadena. 
 
A decisão afirma que "todos aqueles que participaram da valoração da refinaria de Pasadena no momento de aquisição dos 50% iniciais devem ser responsabilizados pelo débito total".
 
Além de Dilma, foram atingidos pela decisão do TCU os ex-membros do Conselho Antonio Palocci, Sergio Gabrielli, Cláudio Luis da Silva Haddad, Fabio Colleti Barbosa e Gleuber Vieira. Segundo informações do Estadão, ainda cabe recurso.
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Um ano após impeachment, Dilma é inocentada no caso Pasadena

Foto: Agência Senado
 
 
Jornal GGN - Exatamente um ano após Dilma Rousseff defender-se do impeachment no Senado, o Tribunal de Contas da União resolver fazer contraponto a delações e conclui que a ex-presidente, que encabeçou o Conselho de Administração da Petrobras em 2006, não teve responsabilidade pela compra da refinaria de Pasadena.
 
Segundo informações do Painel da Folha desta terça (29), o TCU entendeu que o negócio foi um dos piores já fechado pela Petrobras em toda a história da estatal. Mas não responsabilizou Dilma pelo prejuízo gerado pela compra da refinaria. "O caso deve ser avaliado pelo plenário da corte nesta quarta."
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3 ministros da Justiça de Temer barram investigação contra primo de Serra

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Desde 2016, o Ministério da Justiça do governo Michel Temer trava a formação de uma equipe de cooperação internacional solicitada pela Espanha para investigar pagamento de propina e lavagem de dinheiro sobre contratos de Pasadena que podem atingir um empresário casado com a prima de José Serra (PSDB).
 
Segundo reportagem do Estadão, o procurador-geral da República Rodrigo Janot cobrou, há algumas semanas, o ministro Torquato Jardim sobre o desentrave das investigações. Outros dois ministros, Alexandre de Moraes e Osmar Serraglio, nada fizeram para avançar com o assunto e, de acordo com o chefe do Ministério Público Federal, o próprio Temer teria sido avisado.
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Venda de Pasadena é mais um passo na operação de liquidação da Petrobras

Foto: Divulgação

Por Eduardo Maretti

Da Rede Brasil Atual

Apesar da Petrobras, por meio de seu presidente, o tucano Pedro Parente, ter anunciado esta semana o balanço da companhia, com lucro de R$ 4,45 bilhões no primeiro trimestre, contra prejuízo de R$ 1,25 bilhão no mesmo período do ano passado, o assunto mais relevante da semana foi outro anúncio: o de que a estatal vai vender a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e sua participação na Petrobras Oil & Gas B.V., na África.

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Plano de desinvestimentos da Petrobras inclui refinaria de Pasadena e ativos na África

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Foto: Divulgação/Petrobras
 
Jornal GGN - Por meio de nota, a Petrobras informou hoje (10) que sua diretoria executiva aprovou uma nova composição de sua carteira de desinvestimentos, com a inclusão da venda da Refinaria de Pasadena e também da participação da Petrobras Oil & Gas B.V., que possui ativos na África. 
 
De acordo com a estatal, estes e outros projetos de “parcerias e desinvestimentos” vão seguir a sistemática revisada para cumprir decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). 
 
Segundo o acordado com o tribunal, os projetos devem ser submetidos individualmente para a diretoria executiva, e também prevê mais transparência no processo, com divulgação da oportunidade de desinvestimento no site da empresa, entre outros pontos. 

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Dilma critica vazamento do TCU ao Estadão e diz que PGR a inocentou no caso Pasadena

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Jornal GGN - A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) rebateu reportagem do Estadão deste sábado (24) sobre uma nova auditoria do Tribunal de Contas do União apontando responsabilidade do Conselho de Administração da Petrobras sobre os prejuízos causados pela compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). À época, Dilma era presidente do Conselho, mas alegou que o colegiado não teve acesso a todos os documentos que demonstrariam os problemas da transação.

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Auditor do TCU confronta Procuradoria da República e tenta bloquear bens de Dilma

Jornal GGN - Um auditor do Tribunal de Contas da União decidiu confrontar decisão da Procuradoria Geral da República e outro estudo feito pelo próprio TCU ao apontar Dilma Rousseff como responsável "solidária" pelos prejuízos causados à Petrobras no caso Pasadena. A intenção do auditor com essa conclusão é bloquear os bens de Dilma e dos demais membros do Conselho de Administração da estatal.

Ocorre que, no ano passado, a Procuradoria Gerald a República já havia mandado arquivar esse assunto alegando que o Conselho não tinha informações suficientes para compreender que a compra e posterior venda de Pasadena traria prejuízos à Petrobras. Por isso, à época, apenas os diretores com função executiva tiveram seus bens bloqueados - caso do ex-presidente José Sergio Gabrielli.

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As offshores do Panamá e a contradição nos interesses políticos

Documentos trazem o nome de Robalinho de Barros, que foi assessor e amigo de José Jorge, ex-ministro do TCU que julgou Pasadena

Jornal GGN - Um capítulo do vazamento de dados do escritório panamenho Mossack Fonseca a jornalistas de todo o mundo pode trazer mais provas sobre como as offshores em paraísos fiscais criadas para esconder recursos ilícitos se relacionavam com o esquema de corrupção praticado na Petrobras, alvo da Lava Jato. E outros nomes do meio político vão, aos poucos, vindo à tona.

Reportagem do Estado de S. Paulo, desta sexta-feira (08), traz uma das possíveis pontes para a remessa de propinas e recursos milionários de contratos da estatal ao exterior: Frederico José Otaviano Robalinho de Barros, figura conhecida entre o mundo político brasileiro e das empresas de energia. Nomeado em ato secreto, foi assessor do ex-senador José Jorge (PFL-PE), em 1999. A sua assinatura consta em contratos da offshore Oil & Gas Venture Capital Corp, nas Ilhas Virgens, que recebeu, ao menos, R$ 1 milhão de comissões suspeitas, na intermediação da venda de óleo da Petrobras.

Três anos após assessorar José Jorge no Senado, do qual se considerava "amigo", Robalinho passou a atuar como único proprietário da Oil & Gas de 2004 até 2009. A partir de então, a fundação SCH Foundation assumiu ficticiamente a empresa, com quadro de funcionários também fictício para aumentar o sigilo das transações das offshores. Mas falhas são levantadas hoje como provas: após a mudança de donos, o advogado de Robalinho que trocava emails com a Mossack permaneceu o mesmo.

Sob esses mantos do anonimato, a offshore assinou três contratos de intermediação de compra e venda de petróleo da Petrobras por empresas estrangeiras. E recebeu comissão por, pelo menos, um desses acordos – mostram os documentos da investigação Panamá Papers.

Robalinho trabalhou como Secretário de Comércio Exterior para o ministro da Indústria José Eduardo de Andrade Vieira, em 1993, no governo de Itamar Franco. Em 1999, foi assessor parlamentar do então senador José Jorge (PFL-PE), seu conterrâneo, e ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras na gestão de Fernando Henrique Cardoso.

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"Que Dilma soubesse de irregularidades, eu nunca ouvi falar", disse lobista

Jornal GGN - Em mais de 100 horas de gravação e 288 vídeos obtidos pela Folha de S. Paulo com relatos inéditos de delatores sobre o envolvimento de políticos na Operação Lava Jato, o jornal conseguiu detectar pouco mais de cinco minutos em que operador do PMDB no esquema, Fernando Baiano, cita a presidente Dilma Rousseff. Após uma sequência de induções nas perguntas do investigador, Baiano diz: "Que eu tenha conhecimento, só [o Delcídio de agente político teria envolvimento no caso]. Eu não posso [induzir]... Mas o que todo mundo fala, comentários que eu ouvi, depois da história de que a Dilma disse que ela não sabia de nada, o que todo mundo fala é 'como é que ela não sabia de nada'?".

A resposta de Fernando Baiano foi toda embasada no que o operador escutou do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, e não de fatos que ele próprio tenha presenciado. Baiano explicou ao investigador que, "em algumas conversas" que teve com Cerveró, o ex-diretor teria contado que um relatório, juntamente com um resumo, sobre todas as atividades relacionadas à compra da refinaria de Pasadena, assim como ocorre em todos os negócios fechados pela Petrobras, é entregue aos conselheiros do Conselho de Administração da estatal. 
 
"Segundo o que ele [Nestor Cerveró] me falou, esse material foi entregue para todos os conselheiros. Se alguém diz que não teve acesso, é porque não leu o que foi entregue. Ou se deu o trabalho de simplesmente ler o resumo, porque no resumo não tem tudo. Mas, em si, quem se deu ao trabalho de ler [o relatório completo], estaria tudo ali", disse.
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Delações contra Delcídio também arrastam o governo FHC para a Lava Jato

Jornal GGN - Embora Delcídio do Amaral (PT) tenha ganhado destaque na imprensa, nos últimos dias, por suspeita de receber propina pela transação de navios sondas e a compra de Pasadena pela Petrobras, outro fato relatado pelo delator Paulo Roberto Costa às autoridades da Lava Jato - incluindo o juiz Sergio Moro - relembrado após a prisão do senador dá conta de que ele também teria recebido vantagens indevidas em um negócio com a Alstom, em 2001, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Reportagem do Fato Online lembra que Delício foi diretor da Petrobras naquele ano e trabalhou com Nestor Cerveró, com quem teria dividido a propina sobre a contratação da Alstom durante a crise de geração de energia que marcou a gestão FHC. Delcídio foi preso com autorização do Supremo Tribunal Federal após ser flagrado tentando comprar o silêncio de Cerveró. Numa gravação, ele demonstra preocupação com exposição em relação ao caso Alstom.

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Ex-jurídico da Petrobras que não assinou acordo de Pasadena

Thales Rodrigues de Miranda, ex-coordenador jurídico Internacional da Petrobrás. Foto: Arquivo pessoal
 
Jornal GGN - O ex-coordenador jurídico da Petrobras, Thales Rodrigues de Miranda, que participou das negociações para a compra de Pasadena disse, em entrevista ao Estadão, que o parecer jurídico encaminhado ao Conselho de Administração da estatal não falava nada sobre uma multa de 20%, no qual a empresa teria que comprar a outra metade da refinaria em caso de desentendimento com a Astra Oil. 
 
Miranda era responsável pela análise jurídica do contrato de compra da primeira metade da refinaria dos Estados Unidos, em 2006, e se recusou a assinar os termos do acordo com a belga Astra Oil, então dona da outra metade do empreendimento. Ele disse que, na época, sofreu pressão da diretoria Internacional, sem saber especificar de quem vinha a ordem. Mesmo trabalhando na área jurídica da Petrobras, Miranda contou que "não sabia que havia esse nível todo de envolvimento de corrupção", percebendo somente depois que "estava todo mundo envolvido".
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Parente de Serra participou de esquema de propinas

Jornal GGN - De acordo com depoimento do delator Fernando Soares no âmbito da Operação Lava Jato, o empresário Gregorio Marin Preciado faria parte de um esquema de pagamento de propinas durante a compra, pela Petrobras, da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).

Preciado é casado com uma prima do senador José Serra (PSDB-SP) e ajudou em campanhas eleitorais do PSDB em São Paulo. Além disso, ele também foi conselheiro banco Banespa e, de acordo com o livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr. (Geração Editorial, 2011), Preciado teve papel central no esquema do Banestado, com movimentações financeiras em paraísos fiscais em negócios com o ex-tesoureiro de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira.

Segundo Fernando Soares, o empresário ficou com US$ 500 mil ou US$ 700 mil por ter cedido uma empresa sob seu controle e registrada em nome de familiares para receber e distribuir uma propina de US$ 15 milhões relativa à venda da refinaria.

Da Folha

Companhia de empresário repassou propina de Pasadena, diz delator

RUBENS VALENTE
 
Depoimento prestado na Operação Lava Jato pelo delator Fernando Soares, o Baiano, revela o papel do empresário Gregorio Marin Preciado, descrito pelo Ministério Público Federal como "operador", no episódio de pagamento de propina durante a compra, pela Petrobras, da refinaria de Pasadena (EUA).
 
De origem espanhola e radicado no Brasil, Preciado é casado com uma prima do senador José Serra (PSDB-SP) e ajudou em campanhas eleitorais do PSDB de São Paulo.
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Operador tucano de Pasadena não é denunciado na Lava Jato

Além de Nelson Martins Ribeiro, o principal interlocutor para a compra irregular da refinaria de Pasadena, segundo os investigadores, Gregorio Marin Preciado teria colaborado para o esquema
 
 
Jornal GGN - A 20ª fase da Operação Lava Jato denota como a relação de operadores do PMDB com irregularidades em contratos da Petrobras eram desenhadas com o PSDB, contrariando o curso das investigações até o momento, que incidia sobre proximidades que afetavam o PT. O novo operador que surge como um dos responsáveis pela venda da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, é figura de longa data dos tucanos, Gregorio Marin Preciado.
 
Preciado é marido da prima do senador José Serra (PSDB-SP). Foi conselheiro do banco Banespa e ajudou em campanhas eleitorais tucanas em São Paulo. De acordo com o livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr. (Geração Editorial, 2011), Preciado foi peça-chave no esquema do Banestado, com movimentações financeiras em paraísos fiscais em negócios com o ex-tesoureiro de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira. Ao contrário dos demais supostos interlocutores de esquemas de corrupção da Petrobras, ele ainda não é investigado em nenhuma denúncia que tramita da Lava Jato.
 
Além dele, outro operador indicado pela PF, Nelson Martins Ribeiro, foi um dos presos preventivamente na fase deflagrada na manhã desta segunda (16). Conforme adiantou o Jornal GGN, também foram alvos o ex-gerente de Inteligência de Mercado e de Negócios de Abastecimento, Rafael Mauro Comino, e o ex-gerente executivo de Desenvolvimento de Negócios da Área Internacional, Luiz Carlos Moreira Da Silva, além dos ex-funcionários Cezar de Souza Tavares e Agosthilde Monaco de Carvalho.
 
Eles formavam o grupo que teria recebido propinas pelo contrato de aluguel do navio-sonda Petrobras 10.000, pela Mitsui, de acordo com os investigadores, além de estarem envolvidos no esquema da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Em ambos os casos, foi o lobista Fernando Soares, o Baiano - principal interlocutor do PMDB no esquema -, que delatou os fatos em depoimentos à força-tarefa da Lava Jato.
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Nova fase da Lava Jato mira em diretoria comandada pelo PMDB

Publicado originalmente às 9h e atualizado às 11h40
 
Ainda sem nomes adiantados, a 20ª fase mira em grupo de ex-funcionários que teria recebido propina em contrato da denúncia contra Eduardo Cunha
 
 
Jornal GGN - A Polícia Federal deflagrou a 20ª etapa da Operação Lava Jato, na manhã desta segunda-feira (16). Denominada Corrosão, a equipe da força-tarefa não revelou nomes de alvos da fase, que investiga a atuação de ex-funcionários da Petrobras envolvidos em desvios de contratos da diretoria de Abastecimento da estatal, comandada pelo PMDB.
 
De acordo com o blog "O antagonista", formado por ex-jornalistas da Veja, os investigados da etapa são o ex-gerente de Inteligência de Mercado e de Negócios de Abastecimento, Rafael Mauro Comino, e o ex-gerente executivo de Desenvolvimento de Negócios da Área Internacional, Luiz Carlos Moreira Da Silva, além dos ex-funcionários Cezar de Souza Tavares e Agosthilde Monaco de Carvalho.
 
Eles integravam um grupo que recebeu propinas pelo contrato de aluguel do navio-sonda Petrobras 10.000, pela Mitsui, o mesmo que integra a denúncia do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. De acordo com o lobista e delator Fernando Soares, o Baiano - interlocutor do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras -, do grupo de executivos, que também integrava o ex-gerente da Área Internacional da Petrobras Eduardo Musa, "todos eles receberam valores". Do contrato de US$ 586 milhões gastos pela Petrobras, Baiano teria repassado "aproximadamente US$ 8 ou 9 milhões de dólares para os funcionários"
 
Cumprida em quatro cidades do Rio de Janeiro - Rio Bonito, Petrópolis, Niterói e a capital - e em Salvador, na Bahia, a Operação prendeu provisoriamente dois investigados e realizou 11 mandados de busca e apreensão. Entre os locais de busca e apreensão, estão o escritório Cezar Tavares Consultores Ltda e Moreira dias Editora Ltda. Cinco foram alvos de condução coercitiva, quando o envolvido é obrigado a prestar depoimento à PF. Eles foram levados para a Superintendência da Polícia em Curitiba, ainda nesta segunda (16). 
 
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