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Dilma tem bens bloqueados pelo TCU por causa de Pasadena

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff teve os bens bloqueados pelo Tribunal de Contas da União, nesta quarta (11), por ter integrado o Conselho de Administração da Petrobras à época da compra da refinaria de Pasadena. 
 
A decisão afirma que "todos aqueles que participaram da valoração da refinaria de Pasadena no momento de aquisição dos 50% iniciais devem ser responsabilizados pelo débito total".
 
Além de Dilma, foram atingidos pela decisão do TCU os ex-membros do Conselho Antonio Palocci, Sergio Gabrielli, Cláudio Luis da Silva Haddad, Fabio Colleti Barbosa e Gleuber Vieira. Segundo informações do Estadão, ainda cabe recurso.
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Marqueteiros que delataram Dilma e Lula já estão em casa

Foto: Reuters
 
 
Jornal GGN - Delatores de Dilma e Lula, o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura passaram pouco mais de cinco meses presos e, desde a última sexta-feira (6), já estão em regime domiciliar, monitorados por tornozeleira eletrônica. 
 
Segundo informações do Estadão, os dois ficarão mais um ano e seis meses nesse novo regime, ou seja, deixarão de usar a tornozeleira e poderão sair de casa a partir de abril de 2019.
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Após delatar Lula, Palocci deve passar o Natal em casa

Jornal GGN - É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, nesta terça (3), que Antonio Palocci deve passar o Natal em casa. O prêmio seria concedido por ele ter dito que Lula tem um "pacto de sangue" que envolvia R$ 300 mil em propina, com a Odebrecht.

"A defesa de Antonio Palocci acredita que o ex-ministro da Fazenda passará o Natal em casa. Ainda que, depois de fechado o acordo de delação premiada, ele tenha que passar mais um tempo preso, a esperança é que seja beneficiado com a permissão para comemorar a data em casa, com a família."

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Lula e o pânico dos analistas dissimulados, por Aldo Fornazieri

Lula e o pânico dos analistas dissimulados

por Aldo Fornazieri

O golpe que derrubou Dilma trouxe consigo muitas mazelas:  erosão da democracia, crise institucional, decomposição política e moral do país, um governo criminoso rejeitado por quase a unanimidade nacional, revogação de direitos e cancelamento de políticas públicas sociais, destruição da pesquisa científica e da cultura. Mas as mazelas não param ali. Já no processo do impeachment se multiplicou o número de analistas na mídia e de mercado, explícita ou envergonhadamente neogolpistas, que passaram a falar em nome de uma certa neutralidade científica, de uma equidistância do objeto analisado - a crise. Essa suposta neutralidade só tem duas explicações: ou se trata de gente que não entende a natureza das teorias sociais e políticas ou de gente que usa um ardil para dissimular as suas posições, despossuídos da coragem de assumi-las.

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Geraldo Vandré e Antônio Palocci, uma infeliz comparação, por Armando Coelho Neto

Geraldo Vandré e Antônio Palocci, uma infeliz comparação

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Eram tempos nos quais militantes do Partido dos Trabalhadores ainda vendiam estrelinhas nas cercanias do Teatro Municipal e da Praça da Sé, em São Paulo. Ali, e já ali, o jornal Folha de S. Paulo, zelosa com a moralidade, questionava a origem do dinheiro que financiava as pobres campanhas do PT. Era mais fácil especular se o dinheiro de camisetas e estrelinhas bancavam mesmo as campanhas da espartana agremiação, do que saber, desde então, como as grandes campanhas eram financiadas e a que título. Afinal, era presumível que o PT mal elegeria vereadores, deputados e não ameaçaria o modelo social dos Frias, Mesquitas e Marinhos, pré-Moro.

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Gabrielli diz que depoimento de Palocci sobre encontro com Lula é mentiroso

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - O ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli enviou uma carta à Globo rebatendo a declarações escritas pelo ex-ministro Antonio Palocci em um manifesto endereçado ao PT nacional. Palocci pediu a desfiliação do partido após ser questionado sobre o depoimento que prestou a Sergio Moro no início do mês, alegando que Lula tinha um "pacto de sangue" com a Odebrecht.

No pedido de desfiliação, Palocci diz que não pode dar detalhes das afirmações que fez pois elas fazem parte de uma negociação com o Ministério Público que está sob sigilo. Porém, garantiu que tudo que disse sobre os encontros com Lula, Dilma Rousseff e Gabrielli para tratar de propina em obras da Petrobras era "verdade".

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Por benefícios, Palocci rompeu com sua própria história, diz Gleisi


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A polêmica carta escrita pelo ex-ministro preso na Operação Lava Jato, Antonio Palocci, que se alastrou pelas redes sociais em poucas horas, tentando fazer um acerto de contas com o PT após pedir a desfiliação do partido e atacando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu resposta direta e objetiva da sigla: "política e moralmente, Palocci já está fora do PT".
 
A declaração é da presidente do partido, a senadora Gleisi Hoffmann, que alertou que a carta escrita pelo ex-ministro, apesar de aparentemente dirigida ao PT, era destinada aos procuradores da República membros da força-tarefa da Lava Jato, com a única pretensão de fechar um acordo de delação.
 
"A carta divulgada hoje (26) por Antônio Palocci e seus advogados não se destina verdadeiramente ao PT, mas aos procuradores da Lava Jato. É a mensagem de um condenado que desistiu de se defender e quer fechar negócio com o MPF, oferecendo mentiras em troca de benefícios penais e financeiros", assim descreveu Glesisi. 

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"Até quando vamos acreditar na autoproclamação do homem mais honesto do país?"

Foto: Eraldo Peres/AP
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Antonio Palocci escreveu uma carta ao comando nacional do PT oferecendo sua desfiliação e atacando a inocência de Lula, numa tentativa de reforçar a delação informal que fez diante de Sergio Moro, para ganhar benefícios na Lava Jato.
 
Na carta, Palocci diz: "Até quando vamos fingir acreditar na autoproclamação do "homem mais honesto do país enquanto os presentes, os sítios, os apartamentos e até o prédio do Instituto são atribuídos à Dona Marisa?"
 
E continua: "Somos um partido sob a liderança de pessoas de carne e osso ou somos uma seita guiada por uma pretensa divindade? Chegou a hora da verdade para nós."
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Ex-presidente do STJ pede investigação sobre vazamentos da Lava Jato

Foto: STJ/Divulgação
 
 
Jornal GGN - Ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha enviou à procuradora-geral da República Raquel Dodge, na última semana, um pedido para que a Polícia Federal instaure um inquérito para apurar os vazamentos seletivos da Lava Jato.
 
Asfor foi alvo de um vazamento a partir do suposto acordo de delação de Antonio Palocci. A imprensa publicou que o ex-presidente da Corte teria recebido R$ 5 milhões para ajudar a enterrar as investigações da Castelo de Areia, segundo possíveis relatos de Palocci.
 
O ex-ministro tentou obter, pelas vias formais, a confirmação de que Palocci, de fato, disparou tais denúncias, mas sem nenhum sucesso. Decidiu, então, contratar o ex-procurador-geral da República Aristides Junqueira como advogado na causa e pressionar Dodge a fazer o que Rodrigo Janot nunca fez: investigar e coibir os vazamentos. 
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PT decide afastar Palocci do partido após depoimento contra Lula

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O PT decidiu afastar Antonio Palocci da legenda após o ex-ministro depor ao juiz Sergio Moro acusando Lula de conhecer os esquemas de corrupção na Petrobras e aceitar vantagens indevidas da Odebrecht. Segundo a nota do diretório de Ribeirão Preto, onde Palocci foi filiado, um procedimento disciplinar para avaliação ética do comportamento do petista será aberto. Isso porque Palocci teria mentido e seguido o roteiro da Lava Jato, colocando-se a serviço da perseguição contra Lula.

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De novo, Moro assumiu papel de acusador contra Lula, avalia Kennedy Alencar

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - Após analisar o segundo depoimento de Lula a Sergio Moro, o jornalista Kennedy Alencar publicou um artigo apontando que, mais uma vez, o magistrado de Curitiba se comportou como membro do Ministério Público Federal e assumiu o papel de acusador, em vez de se comportar com a imparcialidade que demanda a figura de um juiz.
 
Para Kennedy, esse embate entre Lula e Moro foi mais "duro" do que o primeiro depoimento, sobre o caso triplex. Mas mesmo com o depoimento de Antonio Palocci detonando Lula como um "trunfo", a Lava Jato em Curitiba ainda não conseguiu deixar o ex-presidente "sem saída".
 
Neste processo, Lula é acusado de supostamente receber vantagens indevidas da Odebrecht.
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O labirinto de Palocci, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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O Brasil da traição, por Aldo Fornazieri

O Brasil da traição

por Aldo Fornazieri

O que espanta no depoimento de Antônio Palocci ao juiz Moro não foi a traição que ele perpetrou contra Lula, mas o despudorado cinismo da traição - a total desfaçatez com que foi feita. O depoimento foi, praticamente, uma delação. Nestes termos, seguiu o padrão de outras delações. Todas revelam o apodrecimento do caráter moral da política brasileira e de boa parte dos políticos e de empresários que se relacionam com o mundo político e com o Estado.

Palocci, a exemplo de tantos outros delatores, não revelou "verdades" a Moro como forma de arrependimento moral, como sinal de  consciência penitente de alguém que havia cometido graves violações da lei, como alguém que vem a público confessar imperdoáveis pecados contra a sociedade, como alguém que sente uma dor moral insuportável e um sentimento angustiante de perda da honra pessoal. Nada disso está presente no depoimento de Palocci. O único objetivo do depoimento foi torpe: conseguir um benefício pessoal, buscando que lhe seja concedido o privilégio da delação premiada. Este tipo de pessoa está apta a alcançar a liberdade para continuar persistindo no crime, assim como Temer se habilitou pela traição a chegar à presidência da República para continuar na senda criminosa.

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Quanto vale a delação de Palocci? Por Ricardo Amaral


Fotos Públicas

Quanto vale a delação de Palocci? Nada

Por Ricardo Amaral

O depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sergio Moro, tão festejado pela Globo, tem o mesmo valor jurídico da delação recentemente desmoralizada de Delcídio do Amaral: rigorosamente nenhum. Serve, como serviu o ex-senador, para dar verossimilhança à ficção contra Lula que a TV dirige e a Lava Jato encena. São atores que valem mais pelo currículo passado que pelas falas de hoje. Ícones de uma farsa.

Palocci está preso ilegalmente há quase um ano, condenado a 12 anos de prisão. Está sob controle de Sergio Moro e seus carcereiros. Assim como outros réus, desistiu de se defender e passou a acusar Lula, orientado pelos advogados de porta de cadeia que Moro arregimenta a peso de ouro em Curitiba. Com garantia de benefícios, orientam o cliente a mentir para preencher as lacunas das denúncias porcas do MPF.

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Retomada a ofensiva contra Lula para fechar o roteiro do golpe, por Tereza Cruvinel

Foto: Ricardo Stuckert

Por Tereza Cruvinel

No Brasil 247

São redundantes e ociosas as considerações morais sobre o que fez Antonio Pallocci, o primeiro petista a delatar o ex-presidente Lula em busca da salvação numa delação premiada. Há algum tempo circula no PT um diagnóstico atribuído a José Dirceu: "Pallocci já virou cachorro". Na ditadura, cachorros eram os militantes que se tornavam colaboradores da repressão, levando companheiros à prisão e à morte. Certo é que a Lava Jato, Janot e Moro retomaram a ofensiva contra o PT e o ex-presidente, apesar das lambanças envolvendo Temer, Geddel e outros partidos da coalizão governista, e pode estar em curso uma ação coordenada para fechar o cerco com a prisão de Lula. E Pallocci, com seu depoimento, forneceu uma das peças mais importantes para o roteiro que começou a ser montado esta semana. Um roteiro de filme de ação vertiginosa, em que o telespectador perde o encadeamento das cenas e o significado da narrativa.

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