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"Temer é o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa", diz Joesley

 
Jornal GGN - "Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente. O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites", disse Joesley Batista, o delator da JBS que entregou documentos e grampeou conversas com o mandatário e seu grupo político.
 
A declaração integra a entrevista exclusiva concedida à revista Época, publicada na noite desta sexta-feira (16). O empresário da JBS, um dos que tiveram maior trânsito entre todos os políticos de quase todos os partidos brasileiros, afirmou que o grupo de Michel Temer, além de ser o mais perigoso, foi o "de mais difícil convívio": "daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele", descreveu.
 
Junto a Temer, Joesley contou que atuava Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara pelo PMDB, preso na Operação Lava Jato por Sérgio Moro, juiz da Vara Federal de Curitiba. "Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo [Cunha] me pediu R$ 5 milhões. Disse que eu devia a ele. Não devia, mas como ia brigar com ele?".
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Janot precisará denunciar Lula como chefe de organização criminosa

A denúncia dos procuradores da República na Justiça Federal do Paraná pode ter efeito reverso: tirar de Moro a ação contra o ex-presidente Lula

Jornal GGN - Durante a apresentação da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (14), pelos membros da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, o coordenador da equipe de procuradores Deltan Dallagnol afirmou que Lula não estava sendo denunciado por organização criminosa, porque essa investigação está tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF), e portanto, fora da competência daqueles procuradores.
 
Dallagnol disse, contudo, que tinha confiança no procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a quem compete denunciar a suspeita de quadrilha no esquema de corrupção da Petrobras.
 
A apresentação que seguiu por mais de duas horas, no elaborado evento que anunciou Lula como denunciado da equipe de procuradores, expôs em toda as suas conclusões que o ex-presidente era o "chefe" do esquema criminoso, com todos os seus sinônimos e expressões similares: que o ex-presidente "sabia de tudo", que devido à sua "influência no meio político" era o "comandante", "o verdadeiro maestro dessa orquestra criminosa", o "comandante máximo do esquema de corrupção investigado na Lava Jato", além de ser o "maior beneficiário do esquema".
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Bandeira da China na Olimpíada está incorreta

Jornal GGN – As bandeiras da China içadas nas premiações das Olimpíadas Rio 2016 estão incorretas. O erro foi percebido por internautas durante a entrega das medalhas de tiro para as atletas Du Li e Yi Siling.

A versão que foi apresentada no pódio trazia as quatro estrelas menores todas alinhadas, paralelas entre si. Na versão correta elas são ligeiramente inclinadas, acompanhando o semicírculo em que estão posicionadas.

“Sabemos que houve um problema e precisamos corrigi-lo. Conseguimos entrar em contato com a empresa e estamos produzindo um lote correto, que deve ser entregue em breve”, disse o diretor executivo de Comunicações do Comitê Rio 2016, Mário Andrada.

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Direita está mais organizada nas redes sociais, aponta estudo

Jornal GGN - Movimentos sociais ditos de direita estão mais organizados que grupos de esquerda nas redes sociais, segundo um levantamento feito pelos professos Esther Solano (Unifesp), Pablo Ortellado (USP) e Marcio Moretto (USP). Quando o impeachment de Dilma Rousseff era apenas uma ameaça, a internet parecia mais dividida entre os segmentos políticos, sendo que as divisões à direita se uniram sob a bandeira do "Fora PT". Agora, com o impeachment, as páginas que defendem esses ideiais seguem organizadas, enquanto a esquerda não foi capaz produzir o mesmo volume de seguidores.

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Na véspera do Dia de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, PF desarticula organização

Alguns dos alvos da operação foram depor na sede da PF em Manaus (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)
 
Jornal GGN - Na véspera do Dia Mundial do Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, a Polícia Federal deflagra a Operação Salve Jorge, para desarticular uma organização criminosa que pretendia levar jovens amazonenses à Coréia do Sul para apresentações artísticas e exploração sexual no país.
 
No total, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e 5 mandados de condução coercitiva, expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Amazonas e a ação contou com aproximadamente 30 policiais. Os conduzidos foram levados para a Superintendência Regional do Amazonas. 
 
O grupo investigado integrava a empresa Brazil Amazon Shows & Productions. Segundo os investigadores, os criminoses ofereciam aos dançarinos passagens aéreas, visto, alimentação, moradia e ainda salário mensal de R$ 3 mil.
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A crise dos partidos e a necessidade de organização, por Aldo Fornazieri

Mesmo depois do centenário da publicação do clássico “Sociologia dos Partidos Políticos”, de Robert Michels, a discussão acerca dos partidos está mais viva do que nunca. Está viva justamente por conta da crise de legitimidade que os partidos enfrentam. A perda de legitimidade dos partidos e das instituições políticas coincide com a crise econômico-financeira iniciada em 2008 e que se prolonga até hoje, particularmente na Europa. Na América Latina, após uma década de crescimento contínuo, os sinais de crise econômica e de legitimidade das instituições se evidenciam em alguns dos principais países da região, a exemplo do Brasil, Argentina, Venezuela e México, ao menos.

No século XX a democracia foi identificada como democracia de partidos. No rastro da crise econômico-financeira e da crise de legitimidade dos partidos e das instituições políticas fortaleceram-se movimentos autonomistas e anarquistas, avessos a rigidez organizacional vista por eles como portadora de um caráter coercitivo. Mas os novos movimentos, definidos pela maior fluidez, articulados horizontalmente e em rede, pouco prosperaram. Os mais expressivos – Occupy Wall Sreet e os Indignados da Espanha – praticamente desapareceram. No Brasil, o MPL (Movimento Passe Livre) se recusa dar um passo para além da pauta de luta pela tarifa zero.

Os limites do autonomismo e do anarquismo abriram espaços para a emergência de outras organizações que vinham se articulando ou que se estruturaram mais recentemente. Os exemplares mais notórios são o Syriza, que venceu as eleições gregas na semana passada e o Podemos na Espanha, que se apresenta com força para as eleições locais e regionais de março e para as eleições gerais de novembro. O Syriza é um partido-frente e o Podemos é classificado por Boaventura de Souza Santos como um movimento-partido. Além da luta contra a austeridade imposta pela União Européia, que vem empobrecendo os países do sul da Europa, esses partidos se caracterizam pela luta contra a corrupção, pela defesa da democracia participativa interna, por uma maior articulação entre democracia participativa e democracia representativa em termos institucionais, pela exigência de transparência total, pelo financiamento individual e não empresarial dos partidos, pelo combate aos privilégios salariais dos políticos, por um maior vinculo e controle dos representantes pelos representados, pela visão do partido como um meio a serviço dos cidadãos e não como um fim em si próprio dominado por interesses de grupos, pela transitoriedade da vida política profissional etc.

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Dilma se orgulha da organização da Copa do Mundo

Enviado por Pedro Penido dos Anjos

Da Agência Brasil

Dilma: somos capazes de fazer uma Copa no padrão Brasil

Paulo Victor Chagas

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira (26), em São Paulo, que a Copa do Mundo ora jogada no Brasil deve ser motivo de orgulho, devido à forma como está sendo organizada. Em uma referência ao “padrão Fifa”, foco de protestos que criticavam que a educação e a saúde também deveriam ter esse padrão, e não somente os estádios, a presidenta disse que o Mundial está sendo feito no “padrão Brasil”.

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