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Olimpíadas 2016

Negado pedido de habeas corpus de Nuzman

Jornal GGN – A Primeira Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), por decisão do desembargador federal Abel Gomes, negou pedido de habeas corpus ao ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) Carlos Arthur Nuzman, que foi preso na Operação Unfair Play.

O pedido foi feito pelos advogados, que pretendiam revogar as determinações da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A primeira instância decretou prisão temporária, convertida depois em preventiva, além de ordenar busca e apreensão na casa de Nuzman, determinando bloqueio de bens e apreensão de passaporte. As medidas foram tomadas em atendimento a acordo de cooperação jurídica internacional com o governo francês.

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Investigadores franceses levantam provas para Lava Jato investigar Olimpíadas do Rio


O presidente do Comitê Organizador Rio-2016 e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman - Foto: Reuters
 
Jornal GGN - A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (05) dois mandados de prisão preventiva e outros 11 de busca e apreensão. O caso é uma nova fase da Lava Jato no Rio de Janeiro, denominada Operação "Unfair Play", mas tem como base a investigação internacional do Ministério Público das Finanças francês sobre corrupção envolvendo campeonatos de futebol.
 
A frente investiga esquema de corrupção envolvendo a compra de votos para a eleição da cidade sede da Olimpíadas de 2016 e ainda o pagamento de subornos para a contratação de empresas terceirizadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, a vencedora.
 
Uma das miras já conhecidas é o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, que teve a sua casa alvo de buscas e apreensões ainda por volta das 6h desta terça. Ele também será intimado a depor e a sede da COB, no Rio, também foi ocupada pelos agentes na manhã de hoje.
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Vejam os medalhistas. E querem reduzir os programas sociais?, por Marcelo Auler

" Dez das onze medalhas conquistadas pelos brasileiros vieram de atletas beneficiados com programas de incentivo"

Vejam os medalhistas. E querem reduzir (acabar?) os programas sociais?

Por Marcelo Auler

“Essa medalha tem um significado especial por ter vindo de um projeto social, mas me dá tristeza ver que isso acabou no Brasil. Se vocês tiverem como tirar fotos dessa medalha, mostrem aos nossos políticos no Planalto para que eles parem de brigar entre si e continuem a buscar novos atletas. Os EUA são uma potência no esporte porque lá existe incentivo do governo”.

A frase de Isaquias Queiroz, medalha de prata na canoagem, é um soco, tão forte quanto o do baiano Robson Conceição  – medalha de ouro no boxe -. naqueles que criticam e condenam programas sociais. São geralmente os neoliberais que fazem de tudo em defesa do chamado mercado. Falam em reduzir gastos com os mais necessitados para gerar superávit e pagar a dívida (jamais auditada, como deveria ser) e o serviço dela.

Isaquias não é uma exceção. Nestes Jogos Olímpicos Rio 2016, dez das onze medalhas conquistadas pelos brasileiros vieram de atletas beneficiados com programas de incentivo bancados pelo governo,

Para muitos, pode ser considerado dinheiro jogado fora, que poderia gerar o tão desejado superavit que os neo-liberais defendem.

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As imagens dos protestos de hoje contra Temer e contra os jogos

Jornal GGN - A sexta-feira (5), data de abertura oficial da Olimpíada no Rio de Janeiro, foi marcada por protestos contra a permanência do presidente interino Michel temer (PMDB) no poder, em função do impeachment de Dilma Rousseff, e contra a realização dos jogos. 

Leia mais: Censurando protestos contra Temer, Rio 2016 viola a lei máxima

Agora à noite, a Mídia Ninja flagrou imagens da Polícia Militar agindo contra manifestantes anti-jogos na Avenida Paulista, em São Paulo. Na televisão foi possível ver o isolamento, por parte de oficiais, de um grupo que tentou descer a Rua Augusta. A PM afirmou que houve confusão que obrigou a ação repreensiva. A região do MASP também foi monitorada ostensivamente pelos policiais.

No Rio de Janeiro, a polícia usou de força contra os manifestantes do bloco "Jogos da Exclusão” que se aproximavam do estádio Maracanã, onde ocorre hoje a cerimônia de abertura da Rio 2016. "Policiais intensificaram as revistas no perímetro do local, agrediram e lançaram contra os manifestantes bombas de gás lacrimogênio, uma delas atingiu uma ativista que ficou desacordada", reportou a Mídia Ninja.

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O frasista Eduardo Paes e a lista turbinada de autoridades

A política do Rio de Janeiro tem duas singularidades. A primeira, a enorme facilidade com que muda o padrão de vida dos principais homens públicos. A segunda, a inominável capacidade de seus próceres em dizer besteiras.

Agora, é Eduardo Paes, de ex-grande revelação de gestor para um final de governo melancólico. Pelas obras que deixará no Rio, com o amplo apoio do governo federal, a única explicação para esse final de linha é sua verborragia e a insistência inexplicável em um candidato inviável.

A torneira da incontinência verbal começou a jorrar na escuta vazada pela Lava Jato, de Eduardo Paes comentando o sitio de Atibaia com Lula: "Agora, da próxima vez, o senhor me para com essa vida de pobre, com essa tua alma de pobre, comprando esses barcos de merda, sitiozinho vagabundo"

E prosseguiu com críticas à organização das Olimpíadas e, agora, com essa preciosidade sobre os australianos: “Estou quase botando um canguru na frente do prédio deles para ficar pulando e eles se sentirem em casa”. Leia mais »

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Começa a campanha "imagina na Olimpíada"

Enviado por Alan Souza

Olimpíadas no Rio de Janeiro só daqui a dois anos, mas a mídia já começou a campanha "imagina na Olimpíada!"...

Do UOL Esporte

Olimpíada repete Copa e tem 5% de projetos prontos a 2 anos do início

Você gostou da Copa do Mundo de 2014? Achou que o torneio foi bem organizado? Ficou satisfeito com o legado? Pois saiba que a Olimpíada de 2016 ruma para ter uma organização bem parecida com a do Mundial da Fifa. Faltando exatamente dois anos para o início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o evento tem o mesmo percentual de obras concluídas que a Copa tinha dois anos antes de começar: 5%.

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Filósofo italiano acha que Brasil errou ao atrair Copa e Olimpíadas

Sugerido por Nilva de Souza

Da Folha

Brasil errou ao atrair Copa e Olimpíada, afirma filósofo marxista

BERNARDO MELLO FRANCO

Um dos mais influentes intelectuais marxistas deste início de século, o filósofo italiano Antonio Negri, 80, diz que o Brasil errou ao apostar na realização da Copa e da Olimpíada. Ele vê na "política dos grandes eventos" uma negação dos valores locais e da cultura das favelas.

Em visita ao país às vésperas do Mundial, Negri critica as exigências da Fifa e diz que a entidade age como um instrumento do "novo capitalismo" globalizado. "A Fifa e o Comitê Olímpico Internacional atuam como grandes ONGs capitalistas. Mas não vão aos países para ajudar ou distribuir esmolas, e sim para buscar lucros", afirma.

Para Negri, a cultura popular foi negada pela política dos grandes eventos, "a política de Dilma". "Os revoltados estão certos ao avaliar a política dos grande eventos como um erro político."

Negri fala em São Paulo nesta quinta (5), às 19h, no evento "Multitude", no Sesc Pompeia. Ele recebeu a Folha no Rio. Estava acompanhado por Giuseppe Cocco, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), com quem publicou "GlobAL: Biopoder e lutas em uma América Latina globalizada" (Record, 2005).

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COI faz intervenção na preparação dos Jogos Olímpicos de 2016

Do Estadão

 
Um administrador independente será contratado para monitorar diariamente as construções na cidade
 
Jamil Chade, correspondente - O Estado de S. Paulo

GENEBRA - Diante da ameaça que os atrasos nas obras do Rio de Janeiro já representam para os Jogos Olímpicos de 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anuncia uma verdadeira intervenção na preparação da cidade carioca para o evento, que acontece em dois anos,e assume parte significativa do comando da disputa. Em entrevista na Turquia, o presidente do COI, Thomas Bach, revelou uma série de iniciativas para permitir que sua entidade passe a ter um "papel central para coordenar" as decisões do Rio de Janeiro, com a contratação até mesmo de uma consultoria independente para avaliar diariamente o andamento das obras na cidade.

Nos últimos dias, Bach passou a ser pressionado por federações esportivas que denunciaram atrasos preocupantes nas obras no Rio de Janeiro e pediam até mesmo um Plano B para a Olimpíada de 2016. Em uma reunião de emergência, o presidente do COB e seus diretores optaram por uma intervenção.

O alemão tentou explicar que não se trata de uma medida "unilateral" e que as propostas foram apresentadas na noite da última quarta-feira ao prefeito do Rio, Eduardo Paes. "Ele aceitou a proposta", garantiu Bach. Paes havia declarado que a preparação estava "dentro do cronograma", uma avaliação que foi rejeitada pelos demais dirigentes do COI.

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Os atrasos na despoluição da Baía da Guanabara

Sugerido por Mário de Oliveira

Do Jornal do Brasil

Atrasos comprometem mais uma vez despoluição da Baía de Guanabara

A dois anos das Olimpíadas, meta de 80% da baía despoluída está longe de ser cumprida

Gisele Motta * 

Uma das principais apostas do governo para a despoluição da Baía de Guanabara terá a inauguração mais uma vez adiada. A Unidade de Tratamento de Rios (UTR) do Rio Irajá, que foi primeiramente prometida para novembro de 2013, adiada para março de 2014, teve o prazo novamente transferido, agora para julho. A Baía de Guanabara será um dos principais locais de competição nas Olimpíadas de 2016 e a poluição nas suas águas já repercutiu até na equipe de vela da Alemanha. Eles publicaram um texto num blog intitulado "Bem-vindo à lixeira que é o Rio de Janeiro". Lá, postaram fotos do local e questionam: "Permanece a questão de como exatamente os organizadores dos Jogos de 2016 vão resolver esse problema. Não é apenas o lixo que já está na água: toneladas de esgoto continuam sendo levadas para as águas. Sem estações de tratamento, a situação não vai ficar melhor". 

O governo brasileiro prometeu ao Comitê Olímpico Internacional (COI) entregar a Baía de Guanabara 80% saneada para as competições de vela que vão acontecer no local, nas Olimpíadas de 2016, colocando esse ponto como um dos legados dos jogos. Porém, até agora, poucas melhoras foram observadas. O biólogo Mário Moscatelli, coordenador do Projeto Olho Verde, que monitora as áreas verdes da Região Metropolitana e do Litoral Sul do estado do Rio de Janeiro, acompanha os ecossistemas do estado há mais de dez anos, em voos de helicóptero. “Posso dizer que 60% da Baía de Guanabara está podre. Toda a parte do Rio de Janeiro, inclusive. A parte que não está completamente poluída é aquela no fundo da baia, a partir dos municípios de Itaboraí, Guapimirim e Magé, que têm uma baixa ocupação urbana. Mesmo essas áreas estão agora ameaçadas por causa do Comperj”, comenta o biólogo, mencionando o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro que, ao ser finalizado, deve atrair moradores para a área. 

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