Revista GGN

Assine

Odebrecht

Moro vê "ameaça" em delação de Palocci e o condena a 12 anos de prisão

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Ao condenar Antonio Palocci a poucos mais de 12 anos de prisão por corrupção envolvendo a Odebrecht, o juiz Sergio Moro apontou que a proposta de delação do ex-ministro parece muito mais com uma "ameaça" do que com uma "declaração sincera de que pretendia colaborar". Como fez com Eduardo Cunha, Moro tentou esvaziar o protagonismo das delações.

No episódio com Cunha, Moro impediu que Michel Temer recebesse as perguntas enviadas pela defesa do ex-deputado, que foram interpretadas, por grande parte da imprensa, como um roteiro de delação. À época, Moro também encarou as questões como uma "ameaça" por parte de Cunha. Com Palocci, a situação se repete, a despeito do aparente interesse do Ministério Público Federal em fazer a negociação com o ex-ministro petista avançar.

Leia mais »

Média: 4.1 (9 votos)

Gilmar é sorteado relator de ação contra Aécio

Foto: Armando Franca/AP

Jornal GGN - Após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os inquéritos solicitados contra Aécio Neves (PSDB) ao Supremo Tribunal Federal por conta da delação da Odebrecht foram retirados do relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, e sorteados a Gilmar Mendes.

Segundo informações de O Globo, Gilmar já assumiu a relatoria do caso em que Aécio teria recebido "pagamento de vantagens indevidas em seu favor e em benefício de seus aliados políticos" nas eleições de 2014.

Leia mais »

Média: 2.1 (7 votos)

Jornal brasileiro ajuda EUA a repercutir a Lava Jato na África e América Latina

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O jornal Folha de S. Paulo se uniu a vários veículos da América Latina e África para repercutir os casos de corrupção descobertos pela Lava Jato, envolvendo principalmente Odebrecht e BNDES, em 12 países. Anunciado no blog Novo Em Folha nesta quinta (22), o projeto "Investiga Lava Jato" é inspirado e sustentado por investigações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre as obras onde a empreiteira admite ter feito pagamento de propina. 

Leia mais »

Média: 3.8 (10 votos)

Fachin também impede Moro de julgar Paulo Skaf por repasse da Odebrecht

Foto: Fiesp
 
 
Jornal GGN - Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin 
retirou das mãos do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara de Curitiba, o inquérito aberto que apurava pagamento da Odebrecht ao presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), na campanha ao governo do Estado, em 2014.
 
A delação da Odebrecht revelou que Skaf recebeu R$ 2,5 milhões após solicitação de Benjamin Steinbruch, presidente à época da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). O pagamento foi feito pelo departamento de propina da Odebrecht e os recursos não foram declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Média: 4.9 (7 votos)

Ministro do STF tira 3 casos contra Lula das mãos de Sergio Moro

Foto: Marcos Oliveira /Agência Senado
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro não deve julgar o ex-presidente Lula em três casos envolvendo a delação da Odebrecht, determinou o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Segundo informações da Agência Brasil, contrariando o Ministério Público Federal, Fachin entendeu que os inquéritos não têm conexão com as investigações instruídas por Moro a partir da 13ª Vara Federal em Curitiba. Os casos foram distribuídos para a Justiça de Brasília.
Média: 4 (9 votos)

Com fim de prazo para Lula, quanto tempo até a sentença de Moro sobre o triplex?

Quando há petistas sentados no banco dos réus, Sergio Moro costuma dar a sentença condenatória em menos de 2 semanas

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - Termina nesta terça (20) o prazo para a defesa de Lula apresentar as alegações finais sobre o caso triplex. Há uma expectativa em torno de quanto tempo levará até que o juiz Sergio Moro emita decisão condenando ou absolvendo o ex-presidente. Levantamento do GGN mostra que, quando há petista sentado no banco dos reús, o magistrado de Curitiba costuma decidir em menos de 2 semanas. De 10 sentenças analisadas, seis enquadram-se nesse intervalo. Disputado por eventos empresariais, acadêmicos e político-partidários, Moro sempre leva em consideração se há prisão preventiva dos denunciados para acelerar o processo.

O ex-tesoureiro João Vaccari Neto foi um dos que recebeu a punição - 8 anos de encarceramento - rapidamente. Entre o fim do prazo para as alegações finais e o momento em que Moro recebeu os autos conclusos para decisão, passaram-se apenas 3 dias. Na mesma sentença, de 227 páginas, o juiz condenou também Renato Duque, considerado o operador do PT dentro da Petrobras, a 20 anos de prisão.

Leia mais »

Média: 3.8 (6 votos)

Lava Jato será denunciada por tentativa de intimidar defesa de Lula

Advogados prometem alardear nos órgãos nacionais e internacionais a perseguição a Roberto Teixeira pelo MPF em Curitiba

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - A defesa de Lula promete denunciar aos órgãos nacionais e internacionais a tentativa de intimidação encampada pela Lava Jato em ação penal em que o ex-presidente é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht. Isso porque, mesmo contra depoimentos colhidos na frente do juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal insiste em dizer que o advogado Roberto Teixeira ajudou a lavar dinheiro de esquema de corrupção na Petrobras ao prestar consultoria na negociação de imóveis.

Leia mais »

Média: 4.6 (11 votos)

Relatoria especial para inquérito de Aécio deve aprofundar caso Furnas


Foto: Senado
 
Jornal GGN - O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), concordou que a acusação contra Aécio Neves (PSDB-MG) que traz como protagonista o articulador do esquema de Furnas não guarda relação com a Petrobras e, por isso, pediu sorteio do novo relator. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, aceitou o pedido e o novo ministro a comandar o processo será Ricardo Lewandowski.
 
O caso era um dos cinco inquéritos contra o senador tucano afastado no STF, como desdobramento da Lava Jato, que foram abertas investigações a partir das delações premiadas da empreiteira Odebrecht.
 
A investigação que será relatada por Lewandowski apura o pagamento de vantagens indevidas e propinas, a pedido de Aécio Neves (PSDB-MG), para a sua campanha, para a do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do então deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG).
Média: 5 (4 votos)

Moro impede PF de expor combate à corrupção por Lula

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula emitiu uma nota à imprensa relatando o que chamou de mais um episódio de abuso praticado pelo juiz Sergio Moro em ação penal em que o petista é acusado de receber propina da Odebrecht. 

Segundo o advogado Cristiano Zanin, Moro "interrompeu o trabalho da defesa na oitiva do ex-diretor geral da Polícia Federal Luiz Fernando Correa, exatamente quando o depoente, na mesma linha dos ex-procuradores gerais da República Claudio Fontelles e Antonio Fernando Barros, também ouvidos hoje, discorria sobre o estímulo e condições materiais propiciados pelo então Presidente Lula no combate à corrupção e a lavagem de dinheiro."

Leia mais »

Média: 4.7 (13 votos)

Caso LILS: Como fabricar uma denúncia contra Lula, segundo a Lava Jato

Primeiro passo para promover devassa na vida de Lula é achar uma brecha no meio das empreiteiras da Lava Jato. Depois, é preciso detectar um elo entre a empresa do ex-presidente e a corrupção na estatal. Caso as evidências não sejam suficientes, dê tiro para todo lado: use o sítio de Atibaia e o triplex no Guarujá. Se nada der certo, recorra à delação
 
Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
Jornal GGN - O Estadão divulgou nesta terça (13) que a Polícia Federal, sem finalizar a investigação, encaminhou o inquérito contra a LILS - empresa de palestras de Lula - para o Ministério Público Federal, em Curitiba (PR). Leia mais »
Média: 4.3 (11 votos)

PGR impõe limites à cooperação internacional no caso Odebrecht

odebrecht_fachada_rovena1_2.jpg
 
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Por meio de nota para a imprensa, a Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) da Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que existem limites para a cooperação internacional em relação às delações de empresários da Odebrecht na Operação Lava Jato. 
 
O órgão afirma que foram recebidos 80 pedidos de cooperação jurídica internacional e que as condições para o cumprimento destes pedidos estão fundamentadas em tratados internacionais, que permitem que o Estado brasileiro estabeleça requisitos para atender aos pedidos de outros países. 
 
“O Brasil não está autorizado a enviar ao exterior provas fornecidas por colaboradores, não Leia mais »
Média: 3 (2 votos)

Lula tenta provar que Petrobras não era "empresa facilmente manobrável"

Foto: Paulo Pinto/Agência PT
 
 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula tenta provar que a Petrobras não era uma "empresa facilmente manobrável" na ação penal em que o petista é acusado de receber propina da Odebrecht por meio da compra de um imóvel nunca utilizado pelo Instituto Lula, entre outras supostas benesses. A Lava Jato acusa o ex-presidente de ser o chefe do chamado petrolão, pois Lula teria dado o aval à nomeação dos ex-diretores condenados por desvios na estatal para enriquecimento pessoal e abastecer partidos políticos. A denúncia se repete, em parte, no caso triplex.
Média: 4.4 (7 votos)

Zanin: Depoimentos a Moro comprovam isenção de Lula na Lava Jato

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula dos processos da Lava Jato que tramitam na Vara Federal do juiz Sergio Moro, emitiu nota à imprensa, nesta segunda (12), afirmando que novos depoimentos colhidos pelo magistrado comprovam que o ex-presidente não tinha conhecimento de esquema de corrupção na Petrobras.
 
Zanin destacou as falas de duas testemunhas. A primeira, Fábio Barbosa, que compôs o Conselho de Administração da Petrobras, apontou que nunca foi detectado por funcionários da Petrobras ou do governo Lula a existência do que esquema que foi revelado pela Lava Jato. 
Média: 4.6 (10 votos)

Com derrota, Benjamin defende que crimes foram comprovados sem Odebrecht


Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - O voto do ministro Herman Benjamin tem 550 páginas e ainda não foi concluído, o que deve ocorrer nesta sexta-feira (09). Mas o resultado já é claro: após três dias de julgamento, o relator pede a cassação da chapa presidencial de 2014, formada por Michel Temer e Dilma Rousseff. 
 
O ministro aplicou uma estratégia para concluir que houve crimes antes mesmo do uso de informações prestadas por executivos da Odebrecht nas delações premiadas e que foram testemunhas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Benjamin chegou à conclusão com declarações dos ex-executivos da Petrobras, como Pedro Barusco e Paulo Roberto Costa, que explicaram o caminho da propina, e com provas levantadas pela Operação Lava Jato e requeridas pelo próprio partido autor da ação, o PSDB.
 
Acompanhe ao vivo:
Apenas nesta sexta que o relator começou a mencionar as provas dos marqueiteiros e da Odebrecht
 
Média: 5 (2 votos)

Testemunhas da Odebrecht negam pagamento de propina a Lula por meio de imóvel

Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Testemunhas da Odebrecht ouvidas pelo juiz Sergio Moro na terça (7) negaram que a compra de um imóvel para o Instituto Lula pela empreiteira tenha ocorrido com dinheiro de propina e também confirmaram que o ex-presidente nunca utilizou o espaço, derrubando a tese da Lava Jato de que este é mais um caso de favorecimento indevido a Lula. É o que aponta nota assinada pelo advogado Cristiano Zanin à imprensa.
Média: 4.5 (8 votos)