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Odebrecht

Gilmar abre sindicância para apurar vazamento de depoimentos sigilosos

Do Conjur

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, criou uma comissão de sindicância para apurar denúncias de vazamento à imprensa de trechos de depoimentos sigilosos da ação de investigação da chapa Dilma-Temer. Gilmar nomeou uma juíza auxiliar da Presidência, o coordenador de infraestrutura de TI do tribunal e um representante da Corregedoria-Geral Eleitoral.

A intenção do ministro é saber como trechos de depoimentos prestados por executivos da Odebrecht ao TSE foram repassados a jornalistas. A comissão tem 60 dias para apresentar um resultado.

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Delator da Odebrecht acusa caciques do PMDB ao TSE

 
Atualizada para acréscimo de informações
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, conhecido como BJ, afirmou que as propinas relacionadas à construção da usina de Belo Monte, no Pará, foram destinadas exclusivamente ao PMDB. "Eu afirmei - tenho quase certeza - que não foi pago nada pro PT por Belo Monte. O PMDB era uma conta específica da obra, uma despesa que foi combinada e debitada a obra", disse o executivo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
Na íntegra da delação, que foi disponibilizada à Folha de S. Paulo, o ex-funcionário da Odebrecht acusou o senador Edison Lobão (PMDB-MA) de receber os recursos referentes ao esquema ilícito e isentou o PT de qualquer benefício relacionado ao caso.
 
Sem citar qual pergunta foi feita pelo ministro relator do processo de cassação no TSE, Herman Benjamin, o jornal transcreveu a resposta de Benedicto Júnior provavelmente a um questionamento sobre participações do PT.
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Marcelo diz que Dilma e Temer sabiam de caixa dois, mas não os acusa diretamente

 
Jornal GGN - Alguns depoimentos de executivos e ex-funcionários da Odebrecht concedidos ao ministro Herman Benjamin, relator do processo de cassação da chapa Dilma e Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram vazados à Folha de S. Paulo. Desses conteúdos, o jornal produziu três reportagens com conteúdos selecionados: "Dilma sabia de caixa dois na campanha, diz Marcelo Odebrecht", "Marcelo Odebrecht diz que pagou resgate em Angola, Iraque e Colômbia" e "Caixa dois da chapa Dilma-Temer foi entregue em hotéis e flats, diz delator".
 
A primeira reportagem foi a única antecipada na internet antes da impressão desta sexta-feira (24). Já na quinta, o jornal dedicava espaço no portal online para dizer que a ex-presidente Dilma Rousseff teria conhecimento dos repasses de caixa dois à campanha eleitoral de 2014. Entretanto, apesar de apontar Dilma, a declaração do ex-presidente da companhia foi com base no "achismo".
 
"Veja bem, Dilma sabia da dimensão da nossa doação, e sabia que nós éramos quem fazia grande parte dos pagamentos via caixa dois para o João Santana. Isso ela sabia", afirmou Marcelo, a questionamento de Benjamin na audiência.
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Janot diz que Gilmar faz "disenteria verbal" e tem mente "ociosa" e dada ao "desvaneio"

 
Jornal GGN - Irritado com as manifestações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que acusou a Procuradoria-Geral da República de vazar à imprensa parte dos nomes dos delatados pela Odebrecht, Rodrigo Janot disse que é "uma mentira que beira a irresponsabilidade" e, sem citar o nome, chamou o ministro de "mentes ociosas e dadas a devaneios" e de sofrer "disenteria verbal".
 
"Apesar da imputação expressa de até ao Supremo Tribunal Federal, não vi uma só palavra de quem teve uma desinteria verbal a se pronunciar sobre essa imputação ao Congresso, ao Palácio do Planalto e até, como diz a matéria, ao Supremo Tribunal Federal. Só posso atribuir tal ideia a mentes ociosas e dadas a devaneios, mas, infelizmente, com meios para distorcer fatos e desvirtuar instrumentos legítimos de comunicação institucional", afirmou.
 
Foi um dos discursos mais fortes do procurador-geral contra críticas à Operação Lava Jato, aos investigadores e procuradores da República. Janot respondeu às falas do ministro de que procuradores da força-tarefa do Paraná teriam convocado uma entrevista coletiva em off, na última semana, para passar os nomes dos políticos suspeitos de receber propina da Odebrecht.

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PF cumpre mandados relacionados a senadores do PMDB e PT, apoiada na delação da Odebrecht

 
Jornal GGN - A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça (21) mandados expedidos pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, com base nas delações dos executivos da Odebrecht, que foram homologadas no final de janeiro.
 
As informações são no sentido de que essas medidas cautelares são sigilosas para não atrapalhar as investigações. Elas estariam relacionadas a inquéritos que já estavam em andamento, ou seja, não têm conexão com os mais de 80 pedidos de investigação que a Procuradoria enviou ao Supremo na última semana, com base no pacote de delações.
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Segunda lista de Janot traz cerca de 100 alvos de inquéritos

 
Jornal GGN - Até o momento, sabe-se que grande parte da cúpula de governo de Michel Temer, com os principais ministros de sua equipe, além da grande base aliada, com deputados e senadores do PMDB e PSDB, além da própria oposição, do outro lado levando nomes do PT, estão na segunda lista de Janot.
 
Assim denominada, os pedidos de inquéritos da Procuradoria-Geral da República, sob o comando de Rodrigo Janot, contra políticos ao Supremo Tribunal Federal (STF), tramitam sob sigilo. O que foi divulgado oficialmente pelo próprio Ministério Público Federal (MPF) é que foram enviados um total de 320 pedidos.
 
Entre eles, 83 pedidos de abertura de inquérito, 211 declínios de competência para outras instâncias da Justiça, envolvendo aqueles que não detêm foro privilegiado, 7 arquivamentos e 19 outras providências.
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Jorge Viana e Tião Viana posicionam-se sobre a segunda lista de Janot

 
Jornal GGN - Incluídos na segunda lista de Janot de pedidos de inquéritos, com base nas delações premiadas da Odebrecht, o senador Jorge Viana (PT-AC) e o governador do Acre, Tião Viana (PT), se posicionaram sobre a citação a possível investigação contra os políticos.
 
Segundo eles, o "Brasil vive a mais grave crise de sua representação política, com nocivas consequências para a vida social e econômica do país. Tal crise atinge a todos os partidos e coligações com tamanha profundidade que, sem exceção, todos os políticos precisam dar explicações à opinião pública".
 
"Sem ocupar cargo público, fui candidato em 2010 e fiz uma campanha que custou R$ 968,1 mil, dos quais R$ 280 mil foram repassados a outros candidatos. Os recursos foram declarados e minhas contas, aprovadas pela Justiça Eleitoral, de acordo com a legislação vigente", afirmou o parlamentar.
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Espetáculo da mídia não pode antecipar título de "criminoso", por Siro Darlan

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Por Siro Darlan

No Jornal do Brasil

Colaboração premiada

A sociedade do espetáculo está em festa. Foram 320 pedidos enviados pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, com 83 pedidos de abertura de inquérito contra parlamentares e ministros de Estado e 211 indícios de irregularidade atribuídos a pessoas sem direito ao foro privilegiado. Embora todo cuidado dos órgãos de perseguição criminal seja necessário para deter a sangria dos cofres públicos, é preciso dizer que não há nesse rol nenhum criminoso que mereça antecipadamente esse título. São apenas investigações que estão sendo iniciadas se os indícios forem suficientes para que a autoridade judiciária autorize o início do inquérito.

Portanto é preciso ter muita cautela para que conduzidos por esse espetáculo midiático já sejam considerados culpados antes de julgados. Eu era juiz criminal em Bangu, e ao ouvir um preso que havia confessado na fase policial o crime que lhe fora atribuído, negar a autoria, indaguei a razão dessa negativa. Informou que na Delegacia Policial de Bangu fora torturado no então conhecido como “pau de arara”. No mesmo instante, dirigi-me à sede da delegacia e constatei a existência do aparato de tortura.

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É necessário cuidado com o espetáculo denuncista, por Siro Darlan

Siro Darlan

Do Jornal do Brasil

 
por Siro Darlan
 
A sociedade do espetáculo está em festa. Foram 320 pedidos enviados pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, com 83 pedidos de abertura de inquérito contra parlamentares e ministros de Estado e 211 indícios de irregularidade atribuídos a pessoas sem direito ao foro privilegiado. Embora todo cuidado dos órgãos de perseguição criminal seja necessário para deter a sangria dos cofres públicos, é preciso dizer que não há nesse rol nenhum criminoso que mereça antecipadamente esse título. São apenas investigações que estão sendo iniciadas se os indícios forem suficientes para que a autoridade judiciária autorize o início do inquérito.
 
Portanto é preciso ter muita cautela para que conduzidos por esse espetáculo midiático já sejam considerados culpados antes de julgados. Eu era juiz criminal em Bangu, e ao ouvir um preso que havia confessado na fase policial o crime que lhe fora atribuído, negar a autoria, indaguei a razão dessa negativa. Informou que na Delegacia Policial de Bangu fora torturado no então conhecido como “pau de arara”. No mesmo instante, dirigi-me à sede da delegacia e constatei a existência do aparato de tortura.
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Gilmar Mendes oferece jantar a Temer, Aécio, Serra e outros da lista da Odebrecht

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Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes ofereceu um jantar a Michel Temer e aliados, na noite de quarta (15), dia em que a imprensa passou a relevar alguns nomes da chamada segunda lista de Janot - que contém 83 pedidos de inquéritos contra políticos envolvidos na Lava Jato, enviados à Suprema Corte pela Procuradoria Geral da República.

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Força-tarefa do Paraná ajudou Janot nos inquéritos de políticos ao STF

 
Jornal GGN - O efeito do envio dos 83 pedidos de inquéritos, 211 pedidos de repasse a instâncias inferiores, 7 arquivamentos e 19 outras providências relacionadas a políticos acusados por delações da Odebrecht foi celebrado por Rodrigo Janot, procurador-geral da República. Em comunicado interno ao Ministério Público Federal (MPF), revelou a participação dos procuradores de Curitiba também no caso dos detentores de foro privilegiado.
 
Em carta aos demais membros da instituição, Janot adiantou uma auto-defesa de possíveis relações de parcialidade da atividade do procurador nas investigações da Operação Lava Jato que recaem, agora, com mais força, sobre políticos.
 
Em tom heróico, escreveu que o trabalho "extraordinário", "sobre-humano" e "histórico" dos procuradores da República revelarão "a triste realidade de uma democracia sob ataque", mas que diante dela, seu objetivo pessoal – "sou um democrata congênito e convicto", acrescentou – não é o de "criminalizar a atividade política".
 
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A hecatombe do governo golpista, por Jeferson Miola

Governo Temer

Por Jeferson Miola

Hecatombe do governo golpista - Diretas já!
 
A lista do Janot tem o efeito de uma hecatombe para o governo golpista. A mega-denúncia de corrupção oferecida pelo MP ao STF é aterradora. Ela implica, até este momento de divulgação parcial das informações, personagens-chave do bloco golpista:
 
- cinco ministros: Aloysio Nunes e Bruno Araújo, do PSDB; Eliseu Padilha e Moreira Franco, do PMDB; e Gilberto Kassab, do PSD;
 
- os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia/DEM; e do Senado, Eunício de Oliveira/PMDB – primeiro e segundo da linha de sucessão do presidente usurpador;
 
- o líder do governo no Senado, Romero Jucá, presidente do PMDB e artífice da “solução Michel”, montada para derrubar a Presidente Dilma e “estancar a sangria” da Lava Jato;

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Alckmin e mais 9 governadores estão na segunda lista de Janot

 
Jornal GGN - O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e mais nove governadores estão listados nos pedidos de abertura de inquérito que o procurador-geral da República encaminhou ao Supremo Tribunal Federal, a reboque das delações da Odebrecht na Lava Jato. A informação é do jornal Valor Econômico desta quarta (15).
 
Segundo o veículo, os governadores que Janot pede para que sejam investigados foram incluídos nos "211 declínios de competência — solicitações para que essas investigações sejam encaminhadas para instâncias inferiores." No caso, o Superior Tribunal de Justiça é a corte que deve decidir se os requerimentos de Janot devem ser atendidos. 
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Janot fez o que o PSDB queria: separar "caixa 2 do bem" do "caixa 2 do mal"

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot entregou ao Supremo Tribunal Federal, na noite de terça (14), 82 pedidos de inquéritos feitos com base nas delações da Odebrecht, incluindo nomes do PSDB como Aécio Neves, José Serra e Aloysio Nunes, além de ministros de Michel Temer.

Porém, ao contrário do que fez na chamada "primeira lista de Janot", o chefe do Ministério Público Federal decidiu, nesses requerimentos, atender a um pleito público do tucanato: separar o joio do trigo, ou seja, especificar quem recebeu o "caixa 2 do bem" (doações eleitorais sem registro) e o "caixa 2 do mal" (doações eleitorais sem registro como pagamento de propina).

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Aécio, Serra, Moreira Franco e Padilha estão na segunda lista de Janot

Foto-montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - A segunda lista de Janot, como foi chamado os pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base nas delações da Odebrecht chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (14). Segundo informações da Folha de S. Paulo, pelo menos cinco ministros de Temer estão na lista: Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações).
 
Segundo informações do JOTA, o presidente Michel Temer não aparece como investigado e tem seu nome arrolado apenas no pedido de abertura de inquérito contra Padilha. A decisão é com base na Constituição, que determina que presidente da República não pode ser investigado por fatos alheios ao mandato.
 
Em sigilo, os nomes dos alvos dos 83 pedidos de inquéritos não foram divulgados oficialmente, mas já se sabe que as apurações incluem ministros e parlamentares citados nos depoimentos dos 78 executivos e ex-funcionários da empreiteira, dos quais parte significante integra a cúpula do governo, entre o PMDB e o PSDB.
 
Ainda, segundo reportagem da Folha, também estão nos pedidos de investigação os parlamentares Aécio Neves (PSDB-MG), José Serra (PSDB-SP), Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), além dos presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
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