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Turma de Dallagnol não entrega originais de documentos questionados por Lula

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Os procuradores de Curitiba não possuem os originais de documentos que a defesa de Lula questionou em um incidente de falsidade. A informação consta em uma resposta oficial [em anexo] encaminhada por Deltan Dallagnol ao juiz Sergio Moro no último dia 20. Segundo o líder da força-tarefa da Lava Jato, os originais estão em um banco de dados na Suécia, onde supostamente a Odebrecht mantém registros de pagamentos de propina.
 
"(...)  informa o Ministério Público Federal que os documentos constantes do evento 999 da Ação Penal, como já exposto por diversas vezes, foram extraídos diretamente de cópia dos discos rígidos relacionados ao sistema 'Drousys', fornecidos pela Odebrecht S/A. que se encontravam armazenados em servidor localizado na Suécia - cf. Relatório Técnico n' O11/2017-SPEA/PGR (evento lO, OUT2, destes autos) e Relatório de Análise n' 7/2017 (evento 999. ANEX02)", escreveu Dallagnol.
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Para Moro, mídia deve ser usada "independentemente da culpa" do investigado

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro admitiu ao Estadão, ainda que indiretamente, que a operação Lava Jato expõe os investigados na mídia "independentemente da culpa", apenas para "contrabalançar" o suposto "poderio" ou influência que essas figuras poderiam exercer com o intuito de fugir do processo.
 
A declaração foi dada em entrevista divulgada nesta segunda (23), para promover um fórum sobre Lava Jato e Mãos Limpas promovido pela Estadão. Moro vai palestrar nesse evento, ao lado do procurador de Curitiba Deltan Dallagnol e de magistrados italianos.
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Moro manda delegado investigar prova que Odebrecht apresentou contra Lula

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro determinou que um delegado da Polícia Federal estabeleça quando e quem inseriu numa planilha atribuída à Odebrecht alguns valores que os procudores de Curitiba utilizam na tentativa de criar um elo entre Lula e suposta propina proveniente da empreiteira.

A decisão de Moro faz parte de uma perícia que o juiz determinou em provas que Odebrecht e Lava Jato inseriram nos autos da segunda ação penal contra Lula, agora por vantagem indevida envolvendo um imóvel para o Instituto Lula e um apartamento da propriedade de um primo distante de Bumlai, o engenheiro (e réu) Glaucos da Costamarques. 

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Lula diz para Moro também cobrar documentos originais de procuradores e delator

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Os advogados do ex-presidente Lula decidiram demandar que Sergio Moro dê tratamento igual à defesa e acusação e solicitaram que os procuradores de Curitiba sejam intimados a apresentar a versão original de vários documentos que estão sob suspeita de falsidade.

A iniciativa ocorreu após Moro determinar que Lula apresente as vias originais dos comprovantes de aluguel que juntou aos autos para atestar que não recebeu vantagens indevidas em processo que envolve a Odebrecht.

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Imóveis de Youssef encalham e vão a segundo leilão por metade do valor

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Os imóveis que faziam parte do patrimônio milionário do doleiro Alberto Youssef e que receberam autorização de Sergio Moro para irem a leilão acabaram encalhando e, agora, vão participar de uma segunda rodada de vendas, por metade do preço estipulado pela Justiça.

Em setembro, Moro autorizou o leilão de imóveis de Youssef apreendidos na Lava Jato. No entanto, com apenas um imóvel vendido, as propriedades vão a 2ª praça com 50% do valor da avaliação judicial. As ofertas estão disponíveis até o dia 30 de outubro no site do Canal Judicial. O leiloeiro responsável é o Afonso Marangoni.

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Vaccari pode sair da prisão até início do ano que vem, diz coluna

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, condenado por Sergio Moro na Lava Jato por quatro vezes, pode sair da prisão até o ínicio do ano que vem. Pelo menos essa é a "expectativa" alimentada por interlocutores do petista, segundo relatos do Painel da Folha desta segunda (16).
 
De acordo com a coluna, os interlocutores de Vaccari apostam nas decisões do Tribunal Regional Federal da 4ª Região contra as sentença de Moro. 
 
Vaccari já foi absolvido duas vezes. Nos dois episódios, a maioria dos desembargadores do TRF4 entendeu que o juiz de Curitiba usou delações sem provas contra o ex-tesoureiro.
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Jurista argentino diz a Moro que condenação de Lula é ilegítima

 
Jornal GGN - A defesa de Lula enviou a Sergio Moro o parecer do jurista argentino Júlio Meier,
que foi ministro e presidente do Tribunal Superior de Justiça de Buenos Aires, afirmando que a sentença imposta ao ex-presidente no caso triplex foi "ilegítima". Meier argumentou que até Moro admitiu que o apartamento da OAS não estava em nome de Lula. 
 
“O domínio do imóvel do caso pertence a uma sociedade (pessoa jurídica) e a sentença tampouco parte de afirmar que o ex-presidente seja um dos sócios ou acionistas dessa sociedade, hipóteses na qual poder-se-ia discutir que o “presente” foi recebido indiretamente. A hipótese, portanto, é também descartável”, afirma Meier.
 
Além disso, ele criticou a figura do juiz que instrui o processo e julga o réu, pelo perfil de acusador, apontou reportagem do Conjur.
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Defesa de Lula rebate MPF e informa ter recibos originais para perícia

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A defesa de Lula respondeu nesta quarta (11) os questionamentos apresentados pela Lava Jato de Curitiba sobre os recibos do aluguel apresentados na tentativa de provar licitude na relação contratual entre Glaucos da Costamarques e Marisa Letícia. Os documentos viraram objeto de uma perícia pelo Ministério Público Federal, que alega falsidade ideológica.

"Em mais um ato de convicção, o MPF afirmou em manifestação apresentada em 04/010, sem perícia ou amparo técnico, que 'sem margem à dúvida' (sic) os recibos seriam falsos. Na manifestação protocolada hoje, apresentamos 9 motivos que demonstram o erro dos procuradores ao sustentar a falsidade desses documentos", apontou a defesa.

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Lula quer desculpas de Moro e ameaça ser cabo eleitoral em 2018

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O ex-presidente Lula usou um evento do PT que discutia os retrocessos na área da Educação para atacar a Lava Jato e tecer comentários sobre a disputa eleitoral de 2018. O petista disse que não espera ser absolvido por Sergio Moro, mas quer um pedido de desculpas pela perseguição da Lava Jato. Segundo Lula, a empreitada dos procuradores para tirá-lo da próxima corrida presidencial, se bem sucedida, não vai impedí-lo de funcionar como um cabo eleitoral.

"Eles agem todo santo dia para me tirar da disputa. Juntam meia dúzia de juiz e votam. Não me deixam ser candidato e pronto. Se eles acham que, me tirando da disputa, está resolvido o problema deles, façam e vamos ver o que acontece no País. Se acham que não vou ter força para ser cabo eleitoral, testem”, disse.

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Youssef tentou usar acordo com Moro para anular condenação em Maringá

Entre 1993 e 1996, Youssef participou de esquema que desviou mais de R$ 15 milhões da Prefeitura de Maringá. O julgamento só ocorreu em agosto deste ano, mais de duas décadas após o escândalo. O principal argumento do doleiro para não ser condenado foi o acordo que fez com Sergio Moro no Banestado 
Fotos: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O acordo de delação premiada que Sergio Moro fez com Alberto Youssef em meados dos anos 2000, no âmbito do caso Banestado, foi usado pelo doleiro como argumento contrário a uma nova condenação, agora pelo desvio de R$ 15 milhões da Prefeitura de Maringá. A sentença, proferida pelo juiz Joaquim Pereira Alves, da 3ª Vara Criminal de Maringá, saiu em agosto passado, e estabelece mais de cinco anos de regime fechado a Youssef, sem nenhuma das regalias que ele recebeu na Lava Jato.
 
O julgamento do esquema de corrupção já se arrastava há mais de 10 anos. O Ministério Público ofereceu em 2002 a denúncia relativa aos desvios praticados na Prefeitura entre 1993 e 1996. Mas o caso só foi aceito em 2009. De lá para cá, dois dos principais acusados (o então prefeito Said Felício Ferreira e seu secretário de finanças, Luis Antonio Paolicchi) já faleceram.
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Dallagnol não descarta convite para carreira política

Jornal GGN - O fim próximo da Lava Jato já foi anunciado pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima e pelo juiz Sergio Moro em entrevistas e eventos públicos. Mas Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa de Curitiba, diz que está focado na operação, embora não descarte convites para ser candidato a um cargo público ou trabalhar no setor privado. Foi o que ele afirmou à CBN na manhã desta sexta (6).
 
Quando questionado sobre planos eleitorais para 2018, Dallagnol respondeu: "É natural que exista especulação quando o nome de alguém tem visibilidade, pois essa pessoa passa a ter potencial político. Hoje não tenho planos ou pretensões políticas, estou focando na Lava Jato. Não descarto, no futuro, qualquer carreira no setor público ou privado onde possa servir melhor a sociedade, mas hoje o foco é na Lava Jato." 
 
Dallagnol ainda chamou de fake news as notícias de que vai se filiar à Rede de Marina Silva ou a outro partido novo. "Eu nunca tive oportunidade de conversar com Marina sobre candidatura ou filiação", disse. Com o senador Álvaro Dias, o procurador só trocou mensagens sobre projeto que limita direitos do foro privilegiado.

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Defesa de Lula recorre ao STJ para que suspeição de Moro seja discutida

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula recorreu da decisão do desembargador Felix Fischer e solicitou que o julgamento da suspeição de Sergio Moro seja ao menos discutido pelo Superior Tribunal de Justiça. A banca alega que há um "bloqueio" que impede que a parcialidade do juiz de Curitiba seja debatida.

A ação de suspeição de Moro se arrasta desde que a 8ª Turma do do Tribunal Regional Federal da 4ª Região rejeitou unilateralmente o pedido da defesa de Lula. Um recurso foi apresentado ainda no TRF4, mas o então vice-presidente, Thompson Flores (que hoje comanda a corte e já disse que a sentença de Moro era irretocável, mesmo sem ter lido o mérito da decisão), negou seguimento.

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Moro diz que Lava Jato em Curitiba está "indo para o final"

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro disse nesta segunda (2), durante um evento em São Paulo, que a operação Lava Jato em Curitiba está perto de terminar. Isso porque, segundo ele, os assuntos conectados à Petrobras estão esgotados. 

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Por benefícios, Palocci rompeu com sua própria história, diz Gleisi


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A polêmica carta escrita pelo ex-ministro preso na Operação Lava Jato, Antonio Palocci, que se alastrou pelas redes sociais em poucas horas, tentando fazer um acerto de contas com o PT após pedir a desfiliação do partido e atacando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu resposta direta e objetiva da sigla: "política e moralmente, Palocci já está fora do PT".
 
A declaração é da presidente do partido, a senadora Gleisi Hoffmann, que alertou que a carta escrita pelo ex-ministro, apesar de aparentemente dirigida ao PT, era destinada aos procuradores da República membros da força-tarefa da Lava Jato, com a única pretensão de fechar um acordo de delação.
 
"A carta divulgada hoje (26) por Antônio Palocci e seus advogados não se destina verdadeiramente ao PT, mas aos procuradores da Lava Jato. É a mensagem de um condenado que desistiu de se defender e quer fechar negócio com o MPF, oferecendo mentiras em troca de benefícios penais e financeiros", assim descreveu Glesisi. 

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Recibos foram feitos por quem recebeu o aluguel, não por Lula, diz Zanin

 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula disse à coluna da jornalista Mônica Bergamo, na noite desta terça (6), que a polêmica que tentam criar em torno dos recibos do aluguel apresentados à Lava Jato é uma "bobagem".
 
A longo do dia, a imprensa deu destaque ao fato de que nos recibos constam duas datas que não existem no calendário: 31 de novembro de 31 de junho. O caso é usado por alguns portais anti-Lula para insinuar que os documentos são falsos.
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