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Marcelo Bretas

Negado pedido de habeas corpus de Nuzman

Jornal GGN – A Primeira Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), por decisão do desembargador federal Abel Gomes, negou pedido de habeas corpus ao ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) Carlos Arthur Nuzman, que foi preso na Operação Unfair Play.

O pedido foi feito pelos advogados, que pretendiam revogar as determinações da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A primeira instância decretou prisão temporária, convertida depois em preventiva, além de ordenar busca e apreensão na casa de Nuzman, determinando bloqueio de bens e apreensão de passaporte. As medidas foram tomadas em atendimento a acordo de cooperação jurídica internacional com o governo francês.

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Marcelo Bretas manda prender réu 3 dias após Gilmar Mendes libertá-lo

Foto: Agência Brasil

 

Por Sergio Rodas
 
 
O alívio do ex-presidente do Departamento de Transportes do Rio de Janeiro (Detro) Rogério Onofre durou pouco. Após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, aceitar Habeas Corpus dele na terça-feira (22/8) e mandar soltá-lo, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, determinou nova prisão preventiva do acusado.
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Justiça do Rio autoriza leilão de bens de Cabral

Foto Valter Campanato/Ag.Brasil

Jornal GGN – O juiz da 7a. Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, autorizou leilão de alguns bens do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) e de sua esposa Adriana Ancelmo, confiscados na Operação Calicute. Os bens: uma casa de praia, joias, automóveis, uma lancha e uma moto aquática, estão avaliados em R$ 14,5 milhões, com base em dados da perícia judicial e da Polícia Federal.

A casa fica em condomínio de luxo na Costa Verde fluminense, em Mangaratiba, e está estimada em cerca de R$ 8 milhões. O lote de joias contém 50 peças, das 189 adquiridas pelo casal em joalherias sem nota fiscal, apreendidas na casa de Cabral e Adriana e em outros endereços.

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Juiz exige que Eike pague R$ 52 milhões em fiança para continuar em prisão domiciliar

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Marcelo Bretas, juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, determinou o pagamento de uma fiança de R$ 52 milhões para que empresário Eike Batista continue em prisão domiciliar. A decisão foi tomada na tarde desta terça-feira (2) e a fiança deve ser paga em até cinco dias úteis, ou Eike terá de voltar à cadeia.
 
Na última sexta-feira (28), Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar para que o fundador do grupo X deixasse a prisão. Ele saiu de Bangu depois que o juiz de plantão na justiça fluminense determinou o cumprimento da decisão, estabelecendo medidas cautelares como se afastar da administração das empresas do grupo ou de manter contato com réus de processo da Operação Lava Jato.

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Justiça nega habeas corpus para Eike Batista

 
Jornal GGN - O pedido de habeas corpus feito pelo advogado do empresário Eike Batista, preso preventivamente desde a última segunda (30), foi negado pelo juiz Vigdor Teitel, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). No entendimento da justiça, o mérito do habeas corpus ainda deve ser decidido pela Primeira Turma Especializada do Tribunal, com três juízes.
 
Teitel argumentou que a prisão de Eike, decretada por Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, está devidamente fundamentada e não contém ilegalidades ou abuso de poder. Ao pedir a prisão do empresário, Bretas pretendeu garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal, com a possibilidade de Eike obstruir as investigações.

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Juiz que mandou prender Eike é o mesmo que condenou almirante que tentou suicídio

Jornal GGN - O juiz federal Marcelo Bretas é a bola da vez da Lava Jato desde que autorizou a prisão do empresário Eike Batista, suspeito de pagar 16 milhões de dólares em propina para o ex-governador Sergio Cabral, em contas no exterior.

A BBC Brasil fez um perfil do magistrado, levantando biografia e reclamações da defesa de réus da Lava Jato sobre as mudanças nos métodos empregados por Bretas.

Em suma, os advogados dizem que Bretas era um juiz muito ponderado e preocupado em não cercear defesas. Mas desde que a Lava Jato caiu em seu colo por decisão do Supremo Tribunal Federal, Bretas passou a "pesar a mão" para mostrar rigor, a exemplo de Sergio Moro.

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"Está na hora de ajudar a passar as coisas a limpo", diz Eike antes de ser preso

 
Jornal GGN - O empresário Eike Batista foi preso, nesta segunda (30), pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro. Em entrevista a um repórter de O Globo que acompanhou o voo que saiu Nova York, Eike disse que está se entregando porque é seu dever, e que pretende colaborar com a Justiça, mas não quis antecipar quem entregará em um eventual acordo de delação premiada. "Eu estou voltando para responder à Justiça, como é meu dever. Está na hora de ajudar a passar as coisas a limpo”, falou.
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Mandado de prisão foi expedido dia 13, mas PF só tentou cumprir quando Eike saiu do País

Jornal GGN - O jornalista Josias de Souza usou seu blog no portal UOL, nesta sexta (27), para cobrar da Lava Jato explicações sobre o fato de Eike Batista não ter sido alcançado por um mandado de prisão assinado pelo juiz Marcelo Bretas. O mandado foi expedido no dia 13 de janeiro, mas a Polícia Federal só decidiu cumprir a ordem mais de 10 dias depois, dando tempo para que o magnata fizesse uma viagem internacional em posse de um passaporte alemão, pois tem dupla cidadania. 

Agora, a imprensa levanta a hipótese de Eike chegar à Alemanha a partir de Nova York, onde está no momento, e gerar dificuldades à Lava Jato. 

Josias ainda destacou que não faz sentido a Polícia Federal afirmar que estava monitorando os passos dos investigados e deixar um dos principais alvos do mandado de prisão viajar sem que se houvesse notícias.

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