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Joesley

Contrariando Temer, Câmara liberou vídeos de Funaro e áudios de Joesley

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Inaugurando mais uma turbuência com o Planalto, a Câmara dos Deputados sob Rodrigo Maia (DEM) decidiu publicar vídeos e áudios de delações do operador Lúcio Funaro e dos irmãos Batista contra o presidente Michel Temer.
 
O material consta na denúncia que Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República, apresentou ao Supremo Tribunal Federal contra Temer e líderes do PMDB, por obstrução de Justiça e formação de quadrilha.
 
Temer havia solicitado ao relator do caso no Supremo, o ministro Edson Fachin, acesso aos áudios e vídeos. Mas Fachin colocou tudo sob segredo de Justiça.
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Juiz federal revalida parte do acordo de leniência da J&F


Foto: Divulgação

Da Agência Brasil

Por Ivan Richard Esposito 

Um mês após suspender o acordo de leniência da J&F para fins criminais, o juiz federal Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília, decidiu nesta quarta (11) revalidar parte do acordo firmado em junho pelo grupo e a Procuradoria da República no Distrito Federal.

Na decisão, Vallisney diz que a sustação do acordo poderia prejudicar o andamento de investigações relativas à Operação Greenfield, que apura um esquema de desvio em fundos de pensão de empresas estatais, e a Lava Jato, além de atrasar o processo de pagamento de indenizações.

“A sustação dos efeitos da homologação pode prejudicar de fato a própria verdade real que se quer buscar com as investigações e processos criminais na Operação Greenfiels, Cui Bono (Lava Jato) e Sépis, pelo fato de que possíveis aderentes pessoas naturais podem vir a ser testemunhas ou colaboradores na investigação criminal e que, se continuar a sustação da homologação, haverá prejuízo para a Justiça Penal”, argumentou  Vallisney  de Souza.

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Irmãos Batista devem ser indiciados pela PF por crime financeiro

Foto: Ayrton Vignola/AE

Jornal GGN - Os irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, devem ser indiciados pela Polícia Federal, nesta terça (10), pelos crime de insider trading. Os dois são acusados de obterem lucro no mercado após a divulgação da delação feita à Procuradoria Geral da República contra Aécio Neves, Michel Temer e outros políticos. 

Segundo informações do Painel, o relatório da investigação feita pela PF deve ser divulgado hoje. "A peça tem mais de 100 páginas e reafirma a posição de Wesley como o mandante das negociações de câmbio. A PF diz que Joesley, à época chefe da FB Participações, controladora da JBS, operou em outras frentes. Ele não será incriminado pela compra de dólares."

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Após Lava Jato, irmãos Batista vendem quase metade de R$ 50 bilhões da JBS


Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Após o escândalo envolvendo a JBS e o grupo J&F, os empresários irmãos Wesley e Joesley Batista venderam quase a metade do império de seus negócios para tentar salvar parte de suas ganâncias. Em uma somatória de mais de R$ 50 bilhões, cerca de R$ 24,4 bilhões já foram arrecadados pela família com a venda de negócios, enquanto outras empresas ainda pertencentes aos Batista atingem R$ 26,4 bilhões. É o que traz levantamento feito pela Folha de S. Paulo, em reportagem deste domingo (01).
 
Entretanto, a fonte dos cálculos - os próprios empresários - pode trazer números nem tão reais: enquanto em meio à crise envolvendo a JBS no Judiciário e suas negociações, tanto a nível nacional como internacional, o frigorífico está sendo sbavaliado por investidores, o comprador da fabricante de celulose Eldorado pode ter oferecido mais do que ela vale.
 
As estimativas são de que como grande parte da cartela de recursos da JBS vem dos Estados Unidos, com 51% de representação no mercado de compradores, e o próprio Brasil com 13%, a estratégia dos irmãos Batista foi a de vender parte das empresas, antes que as autoridades norte-americanas pudessem provocar mais estragos à imagem junto a investidores.
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Gilmar Mendes mantém presos os irmãos Joesley e Wesley Batista

Foto: Agência Brasil
 
 
Por Andre Richter
 
Da Agência Brasil
 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou hoje (22) o pedido de liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da J&F, presos preventivamente na semana passada por uma decisão da Justiça Federal em São Paulo.
 
A soltura dos acusados foi decidida pelo ministro no caso em que os irmãos Batista são acusados crime de insider trading [informação privilegiada], sob a suspeita de usarem informações obtidas por meio de seus acordos de delação premiada, para venderem e comprarem ações da JBS no mercado financeiro.
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Justiça nega habeas corpus a Wesley e Joesley Batista

Foto: Guilherme Zauith e Marcelo Min

Jornal GGN - A juíza Taís Ferracini, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), negou nesta sexta (15) o pedido de liberdade feito pelos irmãos Wesley e Joesley Batista, sócios do grupo J&F. Os dois foram alvos de mandado de prisão nesta semana, no âmbito do processo que investiga a compra de dólar e venda de ações no mercado financeiro às vésperas do vazamento da delação da JBS. 

Na visão da juíza, o habeas corpus deve ser negado porque a liberdade dos empresários representa riscos à ordem econômica. “Por ser detentor de grande poder econômico, é possível que, com vazamento de informações e/ou indicações de futuro novo acordo de delação ou mesmo a anulação daquele já feito, possa novamente ‘movimentar’ indevidamente o mercado financeiro a seu favor”, entendeu.
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Joesley pode ser processado junto com primeira denúncia de Temer


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Se o dono da JBS, Joesley Batista, e o executivo da J&F, Ricardo Saud, perderem os benefícios do acordo de delação premiada, a Procuradoria-Geral da República (PGR) irá incluí-los em denúncias e devem ser processados. Uma delas é a própria peça contra o presidente Michel Temer, a primeira delas enviada à Câmara dos Deputados.
 
Na denúncia contra Temer por corrupção passiva, entregue por Janot à Câmara em julho deste ano, Joesley não podia ser incluído como alvo de acusação, uma vez que contava com a imunidade do acordo fechado com a força-tarefa da Operação Lava Jato.
 
Joesley seria apontado por Janot na primeira denúncia, que teve como uma das bases a gravação feita pelo empresário dono da JBS, de encontro que teve com Temer no Palácio do Jaburu. Aquele grampo teria sido feito antes de a JBS e o grupo J&F ter fechado a negociação de acordo com os investigadores e passarem a trabalhar de forma monitorada e controlada.
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Irmãos Batista têm medo de traição de Ricardo Saud, diz Mônica Bergamo

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Os empresários Joesley e Wesley Batista estão com medo de uma eventual traição do também executivo da JBS Ricardo Saud. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, nesta quinta (14), o risco do acordo de delação premiada do grupo ser inteiramente revogado aumenta as chances de Saud tentar uma negociação paralela e entregar detalhes que possam comprometer ainda mais a situação dos irmãos.

"O clima entre os delatores da J&F é de desconfiança. Joesley Batista e seu irmão, Wesley, acreditam que o executivo Ricardo Saud pode traí-los caso a negociação com o Ministério Público Federal para preservar benefícios que obtiveram no acordo de delação premiada naufrague", disse Bergamo.

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Wesley Batista é preso em operação que investiga venda de ações da JBS

Foto: Reprodução/TV Globo
 
 
Jornal GGN - O sócio proprietário da JBS, Wesley Batista, irmão de Joesley Batista, foi preso na manhã desta quarta (13) em São Paulo. Segundo informações da Folha, o mandado foi expedido no âmbito da investigação sobre a compra de dólares e venda de ações da empresas no mercado financeiro, dias antes da delação da JBS estourar e atingir o governo Temer.
 
Nesta segunda fase da chamada Operação Tendão de Aquiles, Joesley também foi alvo de um pedido de prisão. Porém, ele já está detido em Brasília desde domingo (10), por conta das polêmicas envolvendo a delação da JBS e o procurador Marcelo Miller.
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Gilmar Mendes tem "convicção" de que foi gravado por Joesley Batista

Foto: IDP
 
 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes disse à colunista Mônica Bergamo, segundo a Folha desta terça (12), que "está seguro de que foi gravado pelo empresário Joesley Batista".
 
"Eu hoje estou convicto disso", afirmou Gilmar, admitindo que se encontrou com Francisco de Assis, advogado da J&F, em abril, a pedido do profissional, sem saber que eles já negociavam acordo de delação com a Procuradoria Geral da República, comandada por Rodrigo Janot.
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Só a conversa de bêbado salva o Brasil, por Xico Sá

Áudios das conversas de Joesley Batista
Foto: JOÉDSON ALVES EFE

Enviado por Gilberto Cruvinel

Por Xico Sá

Na vida pública ou privada, nos negócios ou no amor, nada como o sincericídio para resolver a história

do El País

O Joesley falou para não levar em conta sua conversa com o caro amigo Ricardinho. Conversa de bêbado, disse o açougueiro viciado em comprar arrobas de autoridades no pasto seco de Brasília. Como não levar a sério uma prosa bêbada, colega, seria o mesmo que jogar fora toda a sabedoria de Freud sobre o inconsciente e seus labirintos. Um bêbado com direito às benesses da delação premiada, então, nem se fala. Tem mais crédito ainda no mercado. Mesmo bebendo seu uísque com um axé ao fundo. 

Nada contra o axé da Ivete, Joesley, é que prefiro os bêbados mais tristes, são mais confiáveis, os bêbados que afogam as mágoas com um brega do José Ribeiro ou uma moda sofrida de Tião Carreiro e Pardinho. Também soaria supimpa e irônica, no quase monólogo do rapaz da Friboi, uma trilha de ópera buffa ou um rock-sacanagem do grupo Velhas Virgens.

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As trapalhadas finais de Rodrigo Janot, por Luis Nassif

Imagine-se a cabeça do Procurador Geral da República Rodrigo Janot ontem, sexta-feira.

Comportara-se no acordo da JBS como o repórter com pouca experiência em jornalismo investigativo, em cujo colo cai o furo do século. Afobado, tratará de publicar o furo o mais rapidamente possível, com a ansiedade dos focas. E, na pressa, abre a guarda com erros não essenciais que são utilizados para desmoralizar a parte relevante da matéria.

O “foca” Janot enfrentava problemas maiores. Nos processos criminais, erros na forma podem anular o furo. E, por afobação, Janot cometeu inúmeros erros, quando a JBS apresentou-lhe a possibilidade de dar o furo do século. E, agora, os erros passaram a desabar sobre sua cabeça; Leia mais »

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Após pedir prisão de Joesley, Janot encontra advogado em boteco "casualmente"

Em resposta, Bottini indica que teria afortunadamente encontrado o autor do pedido de prisão de seu cliente no estabelecimento
 

Foto: Reprodução de arquivo pessoal divulgado por O Antagonista
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi flagrado encontrando-se com o advogado de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini, fora da agenda oficial em um boteco em Brasília, na noite deste sábado.
 
O encontro foi registrado por fotografia por um frequentador do local e divulgado pelo site O Antagonista, que publicou que a conversa durou mais de 20 minutos e ambos teriam tomado o cuidado de "não chamar a atenção", selecionando uma mesa no canto do estabelecimento, atrás de uma pilha de caixas de cerveja.
 
Janot portava óculos escuros e tentou manter a discrição.
 
O encontro casual de Janot com o advogado ocorreu momentos após o pedido de prisão feito pelo procurador-geral contra Joesley Batista. Pierpaolo Bottini foi quem assinou a petição protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF), colocando o passaporte do investigado à disposição da Justiça.
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Janot quer revogar imunidade de delatores da JBS

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot pode encaminhar ao Supremo Tribunal Federal, nesta sexta (8), um pedido para revogar a imunidade dos delatores da JBS, entre eles, Joesley Batista. A medida ocorre após o escândalo revelado em novas gravações feitas por Ricardo Saud, executivo da empresa, denotando que o ex-procurador Marcelo Miller cometeu irregularidades no acordo de cooperação.

Segundo informações da Folha, Janot "entende que houve patente descumprimento de dois pontos de uma cláusula do acordo de delação que tratam de omissão de má-fé, o que justificaria rever os benefícios. A imunidade foi considerada a parte mais polêmica do acordo celebrado."

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Joesley depõe por 3 horas na PGR para esclarecer áudios sobre Miller

Foto: Reprodução
 
 
Por Kariane Costa
 
Da Agência Brasil
 
 
Depois de cerca de três horas, terminou na Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília, o depoimento do executivo do grupo J&F Joesley Batista. Neste momento, está sendo ouvido Ricardo Saud, outro executivo da holding. Os dois chegaram por volta das 10h ao aeroporto internacional de Brasília, em um jatinho particular para prestar depoimento. A responsável por ouvi-los é a subprocuradora Cláudia Sampaio.
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