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JBS

Ao Vivo: Senado discute se Aécio deve ou não ficar afastado

Foto: George Gianni/PSDB

Jornal GGN - Aécio Neves (PSDB) terá o destino traçado por seus pares nesta terça (17). Os senadores estão reunidos para discutir se as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal a reboque das revelações da delação da JBS devem ser mantidas ou revogadas.

Acusado de solicitar e receber R$ 2 milhões em dinheiro da empresa, Aécio acabou sendo afastado do mandato. O Supremo ainda impôs recolhimento noturno ao Senador.

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Sem votos

Impeachment comprado deve ser anulado, diz Dilma

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - As páginas oficiais da presidente deposta Dilma Rousseff agora promove uma campanha que registra as notícias sobre a compra de votos orquestrada por Eduardo Cunha para garantir o impeachment.

A defesa da ex-presidente enviou ao Supremo Tribunal Federal a delação em que Lúcio Funaro admite que foi o operador financeiro do esquema que derrubou a petista através de um golpe parlamentar.

Em nota divulgada nesta terça (17), Dilma diz que os deputados foram subordados para garantir voto a favor do processo por crime de responsabilidade. "Muita gente sabia, mas na época ficou por isso mesmo. Hoje, ninguém tem mais motivo para ignorar: o impeachment foi resultado de propina", disparou.

O informe ainda defende que "impeachment comprado tem que ser anulado" e incita o Supremo a se manifestar sobre o assunto. A ação que pede a reversão do impeachment está nas mãos de Alexandre de Moraes.

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Procurador diz que Janot cometeu crime de conspiração política usando a Lava Jato

Jornal GGN - O procurador da República Angelo Goullart Villela, acusado de receber mensalinho de R$ 50 mil para atuar em favor da JBS junto à Procuradoria Geral da República, disse em depoimento à Câmara, nesta terça (16), que Rodrigo Janot praticou crime de "conspiração política" com a Lava Jato enquanto comandava o Ministério Público Federal.

Segundo Villela, o "modus operandi" de Janot com a delação da JBS para derrubar Michel Temer "foi muito parecido" com o modus operandi da PGR nas delações de Sergio Machado e Delcídio do Amaral, ambas usadas antes e depois do impeachment de Dilma Rousseff.

O procurador chamou atenção para o fato de que, em todos esses episódios, "alguns personagens se repetem: procurador Marcelo Miller e a advogada Fernanda Tórtima [que atuou no acordo da JBS]."

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Tereza Cruvinel: carta de Temer aos deputados é uma confissão de desespero

Por Tereza Cruvinel

No Brasil 247

A carta de Michel Temer aos deputados é uma confissão de desespero, um sinal de que a situação na Câmara realmente piorou muito para ele com a delação de Lúcio Funaro. Ao dirigir-se apenas aos parlamentares, que votarão contra ou a favor da aceitação da segunda denúncia de Rodrigo Janot, Temer revela mais uma vez seu profundo desprezo pelo povo brasileiro, que não mereceu qualquer palavra sua sobre os crimes de que é acusado – obstrução da Justiça e formação de organização criminosa. Os cidadãos não participarão da votação na Câmara mas em nome deles é que os deputados vão votar. Entretanto, ele se dirige apenas ao “prezado parlamentar”.

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Contrariando Temer, Câmara liberou vídeos de Funaro e áudios de Joesley

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Inaugurando mais uma turbuência com o Planalto, a Câmara dos Deputados sob Rodrigo Maia (DEM) decidiu publicar vídeos e áudios de delações do operador Lúcio Funaro e dos irmãos Batista contra o presidente Michel Temer.
 
O material consta na denúncia que Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República, apresentou ao Supremo Tribunal Federal contra Temer e líderes do PMDB, por obstrução de Justiça e formação de quadrilha.
 
Temer havia solicitado ao relator do caso no Supremo, o ministro Edson Fachin, acesso aos áudios e vídeos. Mas Fachin colocou tudo sob segredo de Justiça.
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História do golpe em Temer é digna de roteiro da Disney, diz Limongi

Foto: F. Cavalcanti
 
 
Jornal GGN - Nem a defesa de Michel Temer, nem o relator da denúncia contra o presidente na Câmara dos Deputados conseguem explicar porque supostamente Rodrigo Janot em conluio com os criminosos da JBS tentaram dar um "golpe" e tirar o peemedebista do poder. E isso ocorre porque a história de golpe em Temer é digna de quem viajou a Disney e ainda está vivendo no "mundo maravilhoso" recheado de fantasias. É o que diz Fernando Limongi, em artigo no Valor, nesta segunda (16).
 
Segundo o cientista político e professor da USP, embora o argumento do golpe seja o principal na defesa de Temer, seus advogados não conseguem criar uma narrativa plausível para sustentá-lo. Dizem que sob Janot, a Procuradoria quis dar o golpe na Presidência porque têm um "denuncismo" exarcebado nas veias.
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Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - A defesa da presidente deposta Dilma Rousseff vai requerer a juntada da delação de Lúcio Funaro sobre o uso de dinheiro da JBS por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment, na ação que está no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de anular o golpe de 2016. 

Na delação, Funaro afirmou que Cunha recebeu recursos da JBS para distribuir entre deputados que prometessem dar voto a favor da saída de Dilma do poder. 

A defesa da petista já sustenta no pedido de anulação que Cunha usou o impeachment como vingança pessoal e para "estancar a sangria" da Lava Jato, em conluio com a cúpula do PMDB.

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Defesa de Temer diz que Cármen Lúcia esqueceu de por sigilo na delação de Funaro

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O advogdo Eduardo Pizarro Carnelós, que faz a defesa de Michel Temer contra a denúncia por obstrução de Justiça e formação de quadrilha, enviou nota à imprensa tangenciando a abertura de um conflito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por conta a divulgação no site oficial da Casa dos vídeos da delação de Lúcio Funaro.
 
No final de semana, o defensor emitiu nota criticando o vazamento dos vídeos, classificando-os como um atentado ao Estado Democrático de Direito.
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STF não pode "continuar acovardado" após saber da compra do impeachment, diz deputado

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O deputado federal Paulo Pimenta (PT) usou as redes sociais para se manifestar sobre a delação de Lúcio Funaro sobre o uso de recursos da JBS, por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Na visão de Pimenta, a revelação impõe alguma atitude ao Supremo Tribunal Federal, que permaneceu "acovardado" diante do golpe. "STF não pode continuar acovadado diante dos fatos", disparou.
 
Para Pimenta, as informações de Funaro ainda complicam a situação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. "Janot e o STF foram decisivos para que Dilma fosse afastada e Temer assumisse. Funaro revelou que eles sabiam de tudo e ficaram calados", disse.
 
Poucos dias antes de deixar o posto, Janot se manifestou no processo movido por Dilma para anular o impeachment. Um dos argumentos utilizados pela presidente deposta era o fato de Cunha ter praticado desvio de função, ou seja, deflagrado a ação por improbidade administrativa por vingança pessoal e para colocar o PMDB no poder, com o intuito de frear a Lava Jato.
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Juiz federal revalida parte do acordo de leniência da J&F


Foto: Divulgação

Da Agência Brasil

Por Ivan Richard Esposito 

Um mês após suspender o acordo de leniência da J&F para fins criminais, o juiz federal Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília, decidiu nesta quarta (11) revalidar parte do acordo firmado em junho pelo grupo e a Procuradoria da República no Distrito Federal.

Na decisão, Vallisney diz que a sustação do acordo poderia prejudicar o andamento de investigações relativas à Operação Greenfield, que apura um esquema de desvio em fundos de pensão de empresas estatais, e a Lava Jato, além de atrasar o processo de pagamento de indenizações.

“A sustação dos efeitos da homologação pode prejudicar de fato a própria verdade real que se quer buscar com as investigações e processos criminais na Operação Greenfiels, Cui Bono (Lava Jato) e Sépis, pelo fato de que possíveis aderentes pessoas naturais podem vir a ser testemunhas ou colaboradores na investigação criminal e que, se continuar a sustação da homologação, haverá prejuízo para a Justiça Penal”, argumentou  Vallisney  de Souza.

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Ao vivo: Relator recomenda rejeição da segunda denúncia contra Temer


Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O deputado federal Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) entrega na tarde desta terça (10) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara o relatório da segunda denúncia contra Michel Temer a reboque da delação da JBS, recomendando a rejeição das acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Presidente da CCJ impede fatiamento de denúncia contra Temer

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Rodrigo Pacheco (PMDB) decidiu, nesta terça (10), que não vai fatiar a denúncia apresentada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Michel Temer e ministros como Moreira Franco e Eliseu Padilha. A apreciação da peça acusatória será analisada de forma conjunta, afirmou Pacheco. As informações são do jornal O Globo.

Segundo a reportagem, o relator da denúncia na Câmara, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB), deve ler até o final da tarde de hoje o seu voto sobre o caso de Temer e os ministros. Eles foram acusados por Janot de formação de organização criminosa e obstrução de Justiça, a reboque da delação da JBS. 

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Irmãos Batista devem ser indiciados pela PF por crime financeiro

Foto: Ayrton Vignola/AE

Jornal GGN - Os irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, devem ser indiciados pela Polícia Federal, nesta terça (10), pelos crime de insider trading. Os dois são acusados de obterem lucro no mercado após a divulgação da delação feita à Procuradoria Geral da República contra Aécio Neves, Michel Temer e outros políticos. 

Segundo informações do Painel, o relatório da investigação feita pela PF deve ser divulgado hoje. "A peça tem mais de 100 páginas e reafirma a posição de Wesley como o mandante das negociações de câmbio. A PF diz que Joesley, à época chefe da FB Participações, controladora da JBS, operou em outras frentes. Ele não será incriminado pela compra de dólares."

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Raquel Dodge envia ao STF parecer contra liberdade a Joesley e Saud


Foto: DIvulgação

Da Agência Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer pela manutenção da prisão preventiva do empresário Joesley Batista, um dos sócios do grupo J&F, e do executivo do grupo Ricardo Saud. Ambos foram presos no mês passado por determinação do ministro Edson Fachin após a rescisão dos benefícios do acordo de delação premiada.

Na manifestação, a procuradora sustenta que a prisão preventiva dos acusados é necessária diante da gravidade dos fatos apurados e para prevenir a prática reiterada dos crimes. Dodge também destacou a possiblidade de os acusados fugirem do país por terem bens, contas bancárias e residência no exterior.

“Estão presentes não só os pressupostos da prisão preventiva – boa prova de materialidade e de autoria – mas, igualmente, o risco à investigação e à instrução criminal, à ordem pública e à aplicação da lei penal, bem como a adequação de tal medida no caso concreto”, diz o parecer.

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Depoimento de Coutinho em CPI motiva outra investigação contra a JBS

Jornal GGN - O depoimento de Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES, à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura escândalos envolvendo a JBS acabou criando um novo braço de investigação. Deputados suspeitam que uma Medida Provisória de 2008 recebeu uma emenda destinada a beneficiar a empresa dos irmãos Batista.

Segundo o Painel da Folha desta segunda (9), o subrelator da CPI da JBS, Hugo Leal vai investigar se a MP 451, sobre a legislação tributária, previa a dispensa da apresentação de certidão negativa de empresas interessadas em obter crédito firmadas de instituições financeiras públicas.

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