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JBS

STF abre inquérito sobre propina de R$ 60 milhões da JBS a Aécio Neves

Foto: George Gianni/PSDB
 
 
Jornal GGN - As revelações da JBS à Lava Jato renderam a Aécio Neves (PSDB) um inquérito por obstrução de Justiça e corrupção que, agora, será desdobrado em uma segunda apuração apenas sobre lavagem de dinheiro, envolvendo pagamentos de R$ 60 milhões em notas frias ao senador tucano.
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No Arraiá dos Batista, por Leo Villanova

por Leo Villanova

Sugestiva fogueira no Arraiá dos Batista.

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Fachin tem 5 votos no Supremo para continuar no caso JBS-Temer

Foto: Flickr/Michel Temer

Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal retomou nesta quarta (21) o julgamento de um recurso que questiona se Edson Fachin deve continuar com o caso JBS, se os acordos podem ser homologados monocraticamente - ou seja, apenas pelo ministro relator - e se podem ser revistos pelo Judiciário caso os colaboradores não tenham conseguido provar o que disseram ao Ministério Público.

Ontem, Fachin já havia dado seu voto no sentido de que as delações não precisam ser homologadas pelo plenário do Supremo. Também defendeu sua manutenção no caso JBS - contrariando os interesses do governo Michel Temer, um dos principais investigados - e apontou que os acordos podem, sim, passar por uma revisão, desde que isso ocorra ao final dos julgamentos, para não criar uma atmosfera de insegurança jurídica.

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Janot pode denunciar Temer quatro vezes e aumentar desgaste político

Foto: Agência CNJ
 
Jornal GGN - O governo Michel Temer deve se preparar para um cenário um pouco pior do que imagina em relação à denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente, em função das revelações da JBS. Isso porque, segundo informações da jornalista Lydia Medeiros, Rodrigo Janot deve fatiar em quatro a denúncia contra Temer.
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AFBNDES se diz surpresa com pedido da AGU para bloquear bens de funcionários

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Por meio de nota, a Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) se disse surpresa com o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) ao Tribunal de Contas da União (TCU) para bloquear os bens, da empresa e dos responsáveis pelos financiamentos conseguidos com o BNDES, com o objetivo de ressarcir eventuais perdas que a companhia tenha causado ao banco.
 
“Tanto o BNDES quanto seus funcionários por nós representados já comprovaram tecnicamente, em diversas frentes e momentos, que não houve dano ao erário, qualquer tipo de irregularidade ou favorecimento nas operações objeto de investigação por parte de seu corpo técnico”, diz a associação dos funcionários do BNDES. 
 
Além disso, a AFBNDES afirma que deve ser esclarecida que qualquer suspeita levantada “decorre de iniciativas praticadas por empresários e agentes públicos que não integram o quadro de empregados” do banco. 

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JBS: outra catástrofe de terra arrasada?, por Boeotorum Brasiliensis

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Foto: Divulgação

Por Boeotorum Brasiliensis

Ontem, 20 de junho de 2017, a Globonews mostrou uma reportagem sobre a JBS, a cadeia industrial da carne e a pecuária nacional. Destacou, além da participação da JBS em esquemas de corrupção, outros fatos sobre o grupo, sua atuação e sua situação. Menciona um quase monopólio da carne bovina nas mãos da JBS, o consequente desaparecimento de inúmeros pequenos frigoríficos e a decorrente dependência das fazendas de bovinocultura de corte em relação a um comprador principal, principalmente, mas não só, no Mato Grosso.
 
Descreve a preocupação desses produtores com tal dependência, o que, segundo relatado, implica na deterioração dos preços da arroba do boi vivo. Preocupam-se ainda por um eventual risco de inadimplência da JBS face aos efeitos das penas pecuniárias a que está submetida e, também, por possível aplicação de outras penalidades que possam seguir-se, tanto no Brasil quanto no exterior. Passa, também, pela menção a uma política governamental, ou melhor dizendo, a uma prática espúria de favorecimento via “crédito subsidiado” à JBS que a levou à posição de maior processadora mundial de proteína animal. Em seguida se refere à concentração da pecuária em grandes propriedades, à destruição consequente dos biomas onde ocorre e se instala, da precarização das pastagens dadas como, em sua maioria, degradadas e, também, ao abate de animais não certificados quando à origem.

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Começa articulação para Alexandre de Moraes relatar caso Temer-JBS

Foto: Daniel Ferreira/Metrópolis
 
 
Jornal GGN - Responsável pelo furo de reportagem sobre a delação de Joesley Batista mostrando envolvimento de Michel Temer em corrupção, o jornalista Lauro Jardim divulgou nesta quarta (21), em O Globo, que "há uma articulação em curso no STF [Supremo Tribunal Federal], por parte de um ministro, para que Alexandre de Moraes seja o relator da delação da JBS." O nome do "ministro" que costura nos bastidores não foi divulgado.
 
Alexandre de Moraes foi filiado ao PMDB, depois passou ao PSDB e atuou no governo Geraldo Alckmin antes de ser alçado a ministro da Justiça de Michel Temer. Se relator da delação da JBS, Moraes tomaria de Edson Fachin a atribuição de instruir o inquérito de Temer no Supremo Tribunal Federal. Temer é acusado de receber propina da JBS para intervir em negócios no Cade, órgão ligado a Fazenda. Além disso, teria dado aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, entre outros crimes de obstrução de Justiça.
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Depois de delação, JBS pretende vender R$ 6 bilhões em ativos

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, anunciou ontem (20) um programa para vender cerca de R$ 6 bilhões em ativos. Este montante não inclui os negócios realizados na Argentina, Uruguai e Paraguai, que chegaram a R$ 1 bilhão.
 
Comunicado da empresa afirma que o programa pretende vender a participação de 19,2% que JBS tem na Vigor Alimentos, assim como as operações da Moy Park e da Five Rivers Cattle Feeding.
 
A Moy Park foi adquirida pela empresa dos irmãos Batista em  junho de 2015 pelo valor de US$ 1,5 bilhão. Antes, a empresa pertencia à Marfrig e tem 13 unidades em diversos países europeus, como Irlanda do Norte, Inglaterra, França e Holanda, focada em alimentos processados. Em seu site, a empresa afirma que fornece 25% do frango consumido na Europa Oriental. 

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STF pode zerar inquérito de Temer, ao julgar delação da JBS


Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Está em jogo um dos principais eixos de acusações contra o presidente Michel Temer: o acordo de delação da JBS com a Procuradoria-Geral da República (PGR) corre o risco de ser anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Nesta quarta-feira (21), a Suprema Corte analisa a validade do acordo celebrado pelos executivos da JBS, entre eles os irmãos Wesley e Joesley Batista. Em sessão prevista para começar às 14h, os ministros decidem se os juízes podem avaliar o mérito das acusações dentro de um acordo para que ele seja efetivado.
 
Isso porque os acordos, hoje, no âmbito da Operação Lava Jato e dos desdobramentos que continuaram as acusações da JBS, têm como base a Lei das Organizações Criminosas, a 12.850/2013, que impõe ao juiz verificar a regularidade, a legalidade e a voluntariedade da delação, exigências para que os depoimentos passem a valer como meios de provas.

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Juiz não aceita ação de Temer contra Joesley

Jornal GGN – Marcos Vinícius Reis Bastos, juiz da 12a. Vara Federal em Brasília, não aceitou a ação protocolada pela defesa de Michel Temer contra o empresário Joesley Batista, da JBS. Temer, em sua ação, queria a condenação do empresário por crimes de calúnia, difamação e injúria. A ação foi proposta após a entrevista que o empresário concedeu à revista Época, em que o empresário diz que Temer é “o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil“.

Joesley “desfia mentiras em série“, bradou o presidente, e partiu para processar o empresário. Mas chegou ao juiz que, analisando o processo, entendeu que Joesley não cometeu crimes ao citar o presidente na entrevista. No entendimento do juiz, Joesley somente relatou os fatos no contexto de seus depoimentos de delação premiada.

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Caminho alternativo da Lava Jato para derrubar Temer passa por Angra 3

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - A delação da JBS não é a única carta na manga que a Lava Jato dispõe contra Michel Temer. Mesmo que o presidente consigo criar uma narrativa que abafe o escândalo revelado na gravação de Joesley Batista, ainda terá de explicar suas relações com o coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, mais conhecido como Coronel Lima. Amigo de Temer desde a década de 1980, ele é o caminho alternativo da Lava Jato para derrubar o peemedebista.
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PF quer mais prazo para investigar Temer

Jornal GGN – A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que conceda mais prazo para que conclua inquérito aberto para investigar o presidente Michel Temer com base nas delações da JBS. O prazo inicial terminou nesta segunda, dia 19 de junho.

A PF ainda não divulgou nenhum prévia sobre o relatório parcial da apuração, enviado para justificar pedido de alongamento de prazo. No inquérito em questão, além de Temer é investigado o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, também do PMDB.

Este inquérito já teve uma primeira prorrogação, a pedido da PF, que disse precisar de mais tempo para concluir as investigações. Isso aconteceu no começo do mês. No dia 9 de junho, o advogado de Temer, Antônio Mariz de Oliveira, informou ao STF que seu representado não responderia às perguntas enviadas pela PF no inquérito, e pediu o arquivamento das investigações tecendo críticas ao teor do questionário.

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Delatado, Temer processa Joesley Batista por calúnia e pede indenização

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - Antes de viajar para a Rússia e Noruega, Michel Temer deixou preparada uma nova investida contra delatores da JBS. Temer decidiu processar Joesley Batista em duas frentes: numa queixa-crime, por calúnia, injúria e difamação, e em outra, por danos morais com direito a pedido de indenização. A informação é do Estadão desta segunda (19).

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Funcionários lançam site para defender importância do BNDES

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Imagem: Divulgação

Jornal GGN - A Associação de Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) lançou o site ‘Precisamos Falar sobre o BNDES’,  que pretende explicar questões sobre o banco que começaram a surgir em razão das investigações contra a JBS, e também protestar contra medidas do governo de Michel Temer em relação ao banco.

No site, os funcionários explicam que não são contra as investigações, e sim contra a maneira que elas têm sido conduzidas. “Não aceitamos acusações genéricas e divulgações levianas de informações parciais”, dizem os funcionários, afirmando que contestam campanhas difamatórias “com espetáculos midiáticos”.

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Joesley “desfia mentiras em série”, diz Temer

Além de processar o delator e empresário da JBS, Temer retrucou as acusações, dizendo que Joesley Batista é “bandido notório de maior sucesso na história brasileira"

Michel Temer e Joesley Batista, em inauguração de fábrica de celulose em Mato Grosso do Sul, em 2012
Foto: Romério Cunha - Vice-Presidência

Por Mariana Tokarnia

Da Agência Brasil

O presidente Michel Temer informou, em nota divulgada hoje (17), que vai protocolar, na segunda-feira (19), ações civil e penal na Justiça contra o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F. Em entrevista à revista Época, Joesley disse que Temer é "o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil".

Na nota, o presidente diz que Joesley "desfia mentiras em série" e que o empresário é o “bandido notório de maior sucesso na história brasileira".

Leia mais: "Temer é o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa", diz Joesley

Na entrevista à revista Época, Joesley fala que a relação com o presidente Temer nunca foi de amizade. "Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas".

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