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Ivo Sartori

O sangue novo e a prata da casa da FEE/RS, por Geraldo Hasse

O sangue novo e a prata da casa da FEE/RS

por Geraldo Hasse

Sete meses depois de "extinta", no papel, pelo governador José Ivo Sartori, a Fundação de Economia e Estatística (FEE) prova estar mais ativa do que nunca. Nesta terça (15/8) à tarde, com o auditório lotado (120 lugares) por profissionais e estudantes, um grupo de quatro jovens economistas da "casa" apresentou uma síntese da situação econômica do Rio Grande do Sul diante da crise brasileira. Como disse a economista Cecilia Hoff, numa metáfora precisa sobre aquele rico momento no subsolo da instituição que exerce no RS os papéis do IBGE e do IPEA, era "o sangue novo" diante da "prata da casa", simbolicamente representada, na primeira fila, por meia dúzia de cabeças brancas – os veteranos da FEE, já aposentados como pesquisadores e professores. Belo encontro que há de ficar como lembrança desse tempo maluco.

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Governo do RS é acusado de afrontar “violentamente” Legislativo

Deputado estadual foi preso durante reintegração de posse promovida pelo governador do RS, Ivo Sartori

Deputado Jeferson Fernandes foi detido diante do prédio da Ocupação Lanceiros Negros | Foto: Guilherme Santos/Sul21
Foto: Guilherme Santos/Sul21

Jornal GGN - A detenção do deputado do estado do Rio Grande do Sul, Jeferson Fernandes (PT), durante uma ação de reintegração de posse realizada pelo governo de Ivo Sartori, retirando a força cerca de 70 famílias da ocupação Lanceiros Negros, na noite de quarta-feira (14), revoltou o presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado Edegar Pretto (PT). Para o parlamentar, a condução impositiva foi um "violentamente afrontado" contra a própria Assembleia Legislativa. As informações são do Sul21.

A reintegração foi realizada por volta das 19h, enquanto ocorria uma audiência pública no plenarinho da Assembleia Legislativa para se chegar a um acordo sobre a ocupação, dessa forma Pretto acusa o Sartori de desrespeitar o poder Legislativo.

As famílias ocupavam um prédio localizado no centro de Porto Alegre tomado pelo governo do Estado que, em 2015, entrou com um pedido de integração. Na segunda-feira (12) a juíza Aline Santos Guaranha da 7a. Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre determinou o despejo em caráter de urgência. No processo de desocupação, a tropa de choque da Brigada Militar usou gás lacrimogêneo, spray de pimenta e bombas de efeito moral para conseguir desmobilizar a resistência dos moradores e ativistas que se recusavam a deixar do local.
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Com 2872 homicídios, governo gaúcho comemora redução de 3% em roubo de veículos

Jornal GGN - Nesta quinta (26), o governo do Estado do Rio Grande do Sul divulgou os índices da segurança no ano de 2016. O secretário Cezar Schirmer destacou a diminuição de 2,9% de redução nos casos de roubo e de 3,5% nos de furto de veículos, enquanto foram registrados 2.872 casos de homicídio, sendo 164 deles latrocínios.

Algumas das razões para os assassinatos, segundo o secretário, seriam o tráfico de drogas e a disputa entre grupos criminosos. Schirmer falou também que, em outros Estados, há uma “espécie de manipulação” dos dados sobre violência.

“Quando conta homicídios, eles contam não o número de pessoas que morrem, mas de ocorrências. Se é uma ocorrência que morrem 4, é considerado um homicídio. Isso descaracteriza o dado. O que nós apresentamos aqui são os números de homicídio, somados um a um”, afirmou.

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Secretário de segurança é irresponsável, diz sindicato dos servidores da Polícia Civil do RS

Jornal GGN - Em meio à grave crise econômica enfrentada pelo estado, o governo de Ivo Sartori (PMDB) no Rio Grande do Sul tenta aprovar um pacote de ajuste fiscal. Servidores gaúchos, entre eles policiais civis, tem protestado contra as medidas e enfrentando repressão do Batalhão de Choque da Brigada Militar, que cercou a Assembleia e impediu que as pessoas acompanhassem a votação. 

A Brigada usou bombas de gás e balas de borracha e ao menos cinco policiais civis ficaram feridos. “O pessoal da Civil e da Susepe ia avançar neles. Todo mundo com a pistola na cintura. Imagine o que ia acontecer. Nós tivemos o cuidado de evitar que o pior acontecesse. Teríamos uma tragédia”, relata Isaac Ortiz, presidente do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul.

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Ao vivo: entidades protocolam representação contra Sartori, que livrou PMs do Carandiru

Acompanhe AO VIVO a coletiva de imprensa.

Entidades de direitos humanos, acadêmicos e juristas protocolaram hoje reclamação no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra o desembargador Ivan Sartori, do TJ-SP. Em recente decisão, Sartori anulou os júris que condenaram 74 policiais militares envolvidos no massacre do Carandiru, em 1992.

do Conectas

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Para sindicatos, acordo de Temer com Sartori pode destruir serviço público

Jornal GGN- Sindicatos de servidores públicos alertam para as ameaças que o acordo da dívida firmado entre o governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori (PMDB) e a União pode representar para o serviço público gaúcho.

No último dia 20, o presidente interino Michel Temer anunciou o acordo que determina a suspensão do pagamento das dívidas dos Estado até o final de 2016 e alonga a negociação dos débitos por 20 anos. Para o Sindicato dos Servidores da Justiça do Rio Grande do Sul (Sindjus) e o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do RS (Ugeirm), o acordo é comparado com aquele firmado em 1996 pelo ex-governador Antônio Britto, que colocou a venda do Banrisul como exigência para o acerto.

O Sindjus crê que o Estado terá de vender patrimônio público e arrochar os serviços públicos. "Reajustes aos servidores? Só a reposição inflacionária do ano anterior. Gastos com saúde e educação? Desvinculados do orçamento, afirma o sindicato.

Já a Urgeim ressalta que o acordo firmado por Sartori prevê um limite do aumento dos gastos públicos à inflação do ano anterior durante 20 anos. “Esqueçam investimentos em segurança, educação e saúde", diz o sindicato, acrescentando que "os governos estaduais se desresponsabilizam de aplicar 25% de suas receitas em educação e 12% em saúde, com o argumento de não desrespeitar a lei de limitação dos gastos públicos”.

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Sartori exonera primeira-dama para período de férias

Do Sul 21

 
Marco Weissheimer

O Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul publicou nesta quinta-feira (14) ato do governador José Ivo Sartori exonerando a primeira-dama Maria Helena Sartori das funções de Secretária Extraordinária do Gabinete de Políticas Públicas. A primeira-dama deve acompanhar Sartori em um período de 15 dias de férias. O governador transmite, nesta sexta-feira (15) o cargo de chefe do Executivo em exercício ao vice-governador José Paulo Cairolli. Segundo o Palácio Piratini, Sartori se ausentará do governo entre 15 e 29 de janeiro, na companhia da primeira-dama e de familiares. O governador e seus familiares – incluindo filhos, irmãos, cunhados e sobrinhos – deverão passar as férias na Flórida, segundo informou em sua coluna a jornalista Rosane de Oliveira, do jornal Zero Hora.

No dia 13 de fevereiro de 2014, o governador nomeou a primeira-dama como Secretária de Estado Extraordinária do Gabinete de Políticas Sociais. A transformação da primeira-dama em secretária exigiu um complexo trabalho de engenharia política. Um dia antes de sua nomeação ser publicada no Diário Oficial do Estado, Maria Helena Sartori tomou posse como deputada estadual na Assembleia e, logo em seguida, anunciou que estava se licenciando para assumir uma secretaria do governo Sartori. Na eleição de 2014, a esposa do governador fez 31.234 votos e ficou como segunda suplente da bancada do PMDB. Dois deputados do partido, Fábio Branco e Juvir Costella, foram nomeados secretários, abrindo uma vaga para a segunda suplência.

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Para Flavio Koutzii, Sartori está 'partindo Rio Grande ao meio'

Do Sul 21

'Sartori está partindo o Rio Grande ao meio com uma política mais radical que a da Yeda’

Marco Weissheimer

Flavio Koutzii nos recebeu em seu apartamento, no Bom Fim, na tarde cinzenta e abafada do último dia de 2015. Uma data apropriada para falar sobre a conjuntura política de um ano extremamente conturbado e repleto de acontecimentos. A poucas horas da passagem de ano, diminuía a possibilidade de uma nova surpresa. O final de ano foi alucinante. Koutzii confessa que estava muito pessimista até o início de dezembro, quando a retomada da capacidade do campo de esquerda de levar gente para a rua, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o rito do processo de impeachment e a conduta de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, jogaram um balde de água fria na ânsia oposicionista de derrubar a presidenta Dilma Rousseff.

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Ex-assessor diz que deputado negociou votos com governo gaúcho

Jornal GGN - Em um vídeo divulgado nesta segunda (28), Walmir Yemi Martins, ex-assessor do deputado estadual Mario Jardel (PSD), afirma que houve troca de cargos no Rio Grande do Sul por votos favoráveis em projetos do governo estadual, como a elevação do ICMS. O aumento das alíquotas do imposto foi decidida em setembro, onde o deputado Jardel deu o voto decisivo para a aprovação do projeto.

Walmir diz que Jardel recebeu cargos de confiança para votar no projeto do governo gaúcho. O deputado nega as acusações, e a oposição afirma que a denúncia é baseada em documentos do Ministério Público Estadual, que investiga o parlamentar e ex-jogador do Grêmio por suposto desvio de recursos de seu gabinete.

Enviado por Jorge Lima

Como antecipei aqui, há algum tempo, o grampo no Deputado Jardel trouxe a tona o "mensalão" patrocinado pelo Governo Sartori.

Do G1

Jardel negociou votos com o governo do RS, diz ex-assessor em vídeo

Imagens são de depoimento de ex-assessor do deputado na Assembleia. Deputado nega acusações e governo diz ter interesse no esclarecimento. 

Jonas Campos
 
Um vídeo divulgado nesta segunda-feira (28) mostra o ex-assessor do deputado estadual Mario Jardel (PSD) Walmir Yemi Martins concedendo depoimento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul durante a investigação sobre denúncias contra o parlamentar e ex-jogador de futebol (veja acima). Nas imagens, Martins afirma que teria havido troca de cargos no governo estadual por votos favoráveis a projetos, entre eles a elevação das alíquotas do ICMS.

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Tesouro volta a bloquear contas do governo gaúcho

Da Agência Brasil

O governo do Rio Grande do Sul confirmou hoje (1°) que voltou a ter suas contas bloqueadas em função de atraso no pagamento de parcela da dívida com a União. De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Fazenda do estado, venceu ontem (31) a parcela da dívida relativa a agosto, no valor de R$ 265,4 milhões. Como a prestação não foi paga, a Secretaria do Tesouro Nacional enviou esta manhã comunicado sobre o bloqueio ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). As contas do estado já haviam sido bloqueadas em julho. Elas permanecem inacessíveis até o pagamento da parcela.  Leia mais »

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Com unidade inédita, servidores gaúchos iniciam greve geral

Do Sul 21

Servidores constroem unidade inédita e iniciam greve geral; Sartori anuncia corte do ponto

Marco Weissheimer

“Aqui no Rio Grande do Sul, ninguém vai bater nos professores como aconteceu no Paraná. Ninguém vai encostar um dedo em um professor. Não permitiremos. Bater em professor é como bater na própria mãe”. A fala de Isaac Ortiz, presidente do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul (Ugeirm), durante a assembleia geral do funcionalismo público estadual, no Largo Glênio Peres, sintetizou a unidade inédita do movimento dos servidores contra as políticas do governo José Ivo Sartori (PMDB). Mais de 43 entidades de servidores participaram da organização do ato desta terça-feira que decretou greve geral de três dias de todo funcionalismo público. Todas as categorias de servidores do Estado estiveram representadas na mobilização que iniciou pela manhã e terminou no final da tarde com um ato em frente ao Palácio Piratini.

Perguntado sobre a dimensão da manifestação desta terça, Claudio Augustin, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do RS (Sindsepe), lembrou uma caminhada ocorrida durante a greve do magistério no governo de Pedro Simon, em 1987. “Ela saiu do colégio Júlio de Castilhos e quando chegamos ao viaduto da Duque, ainda tinha saindo do Julinho”. Em comum com aquela caminhada de 1987, o mesmo partido no governo, o PMDB, e a presença de milhares de servidores nas ruas caminhando em direção ao Palácio Piratini.

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Governador do RS diz que não deu calote na União

 

Do Sul 21

Bloqueio de contas é regra do acordo da dívida firmado pelo governo Britto

Marco Weissheimer

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), afirmou nesta quarta-feira (12), em Brasília, que não passou calote na União, mas só descumpriu uma parte do contrato de refinanciamento da dívida do Estado com a União. Sartori voltou a pedir ao governo federal “compreensão e solidariedade ativa em relação às contas do Rio Grande do Sul”. O contrato ao qual Sartori fez menção foi assinado em 1996 pelo então governador Antônio Britto (PMDB) com a União, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na época, Sartori era líder do PMDB na Assembleia  Legislativa.

Em nota oficial, divulgada terça-feira (11) à noite, o governo do Estado reclamou que o bloqueio “implica em severas restrições à governabilidade do Estado”, que perderia completamente, assim, “a capacidade de gerência sobre os seus próprios recursos”.

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