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governo Temer

Terra arrasada, no Brasil de Temer, por Nilto Tatto

Terra arrasada, no Brasil de Temer

por Nilto Tatto

Sociólogos, economistas e historiadores terão, no futuro próximo, um rico acervo para análises, avaliações e registro do que terá representado para o Brasil esse curto período de governo Temer. Na hipótese de chegar até o final de 2018, o que é uma incógnita, deverá deixar um triste legado para o Brasil e para o povo brasileiro. Por qualquer ângulo que se olhe, o quadro é de devastação, degradação e deterioração do país sob os aspectos, econômico, social, político e mesmo moral, do ponto de vista do respeito às instituições e entre elas.

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Emendas, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Governo Temer tira autonomia da Comissão da Anistia


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O governo de Michel Temer esvaziou a Comissão de Anistia, dentro do Ministério da Justiça que julga os pedidos de indenização a perseguidos da ditadura do regime militar no Brasil (1964-1985). Dos 24 conselheiros sem remuneração, 19 já deixaram o colegiado.
 
Entre as medidas que impulsionaram o esvaziamento foi a revisão de decisões da comissão, que antes era independente e passou a ser subordinada a uma consultoria jurídica do Ministério da Justiça. A situação levou o ex-presidente Arlindo de Oliveira a pedir também a demissão.
 
Não somente a Comissão de Anistia, como a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, vinculado ao Ministério de Direitos Humanos, comprou a briga com o governo federal e enviou um ofício pedindo que se pare a "continuidade de todo o retrocesso anunciado e que as atividades sejam retomadas com urgência". 
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Governo Temer crava frustrações dos que apoiavam Meirelles, por Paulo Kliass

 
Foto: Lula Marques/Agência PT
 
Por Paulo Kliass
 
 
Do Portal Vermelho
 
A semana já começou quente para Michel Temer e sua equipe. A janela de oportunidade que teria sido a possibilidade de ganhar um folegozinho básico no discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU escorregou-lhe por entre os dedos. Assim como ocorreu no ano passado, o conhecido protagonismo com que são agraciados os ocupantes da Presidência da República naquele importante e esperado evento não foi aproveitado pelo atual ocupante do cargo.
 

Em 2016 os motivos estavam associados à incerteza generalizada percebida pelo ambiente diplomático internacional quanto à natureza do “golpeachment” que vinha de ter sido implantado em nossas terras. Naquele momento, em Nova York, Temer mal conseguia esconder o profundo abismo que separava o seu discurso a respeito de uma suposta normalidade político-institucional e a evidência da natureza inconstitucional do golpe jurídico-político-midiático que o havia recém conduzido ao Palácio do Planalto.

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Temer tem a pior avaliação de governo desde FHC, aponta CNT

Enquanto isso, o ex-presidente Lula aparece com vitória larga em todos os cenários à Presidência em 2018
 

Foto-montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer obteve a pior aprovação pessoal e de governo já registrada pela pesquisa CNT/MDA, desde 1998: 75,6% dos entrevistados avaliam de forma negativa a gestão do peemedebista. Outros 84,5% desaprovam o desempenho pessoal de Temer, também alcançando o recorde negativo histórico da avaliação, que é feita desde 2001.
 
Realizada entre os dis 13 e 16 de setembro, a pesquisa CNT/MDA consultou 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas, de todas as cinco regiões do Brasil, e tem 95% de nível de confiança, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
 
A pesquisa perguntou como a população enxergava a atuação de Temer na Presidência da República: a pergunta é feita desde o segundo mandato de Fernanrdo Henrique Cardoso. Até então, a ex-presidente Dilma Rousseff atingia o pior índice, de 70,9% em julho de 2015, valor superado agora por Temer, com 75,6%.
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Governo Temer corre risco de paralisar serviços públicos por falta de orçamento

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - O governo Michel Temer pode ter de suspender a oferta de alguns serviços públicos por causa do rombo no orçamento. Segundo reportagem veiculada pelo jornal O Globo, nesta segunda (11), os planos de Temer para aumentar a receita estão frustrando a equipe econômica e há risco de novo contingenciamento no orçamento de diversos setores.
 
A reportagem afirma que "mesmo com o aval do Congresso para ampliar o rombo das contas públicas em R$ 20 bilhões", há risco real de que a falta de recursos provoque um "shutdown, ou seja, a paralisação da máquina pública."
 
Fontes do Planalto teriam dito ao jornal que entre as principais incertezas na arrecadação do governo este ano está o leilão de 4 hidrelétricas operadas pela Cemig. A expectativa é de arrecadar R$ 11 bilhões com a medida, mas até agora não há previsão de quando e se ela, de fato, será efetuada.
 
Há atraso e possível não realização dos leilões, diz o jornal. Especialistas afirmam que empresas podem não demonstrar interesse e isso afetar no preço das concessões, acarretando prejuízos ao erário, inclusive.
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O desespero de Moniz Bandeira apelando para intervenção do Exército, por J. Carlos de Assis

O desespero de Moniz Bandeira apelando para intervenção do Exército

por J. Carlos de Assis

O desespero político que toma conta de milhões de brasileiros progressistas em face da situação brasileira está expresso no dramático apelo do cientista político Moniz Bandeira por uma intervenção militar em defesa dos interesses nacionais. Por mais de um momento pensei na mesma coisa. Entretanto, parei na beira do abismo. Sou, sim, a favor da intervenção dos militares, a despeito do trauma de 64, como única forma de defender os valores da Pátria. Mas antes seria necessário assegurar à Nação que entrarão do nosso lado.

Meu pressuposto é que o nosso lado é o certo. Entretanto, pensam os militares do mesmo jeito? Se pensassem, talvez uma figura de perfil hitlerista como o deputado Bolsonaro não teria tanto prestígio entre eles. Por outro lado, os militares se apóiam ferreamente nos princípios de disciplina e hierarquia que formam a estrutura básica de sua organização. Sair desse xadrez, como diria Luís Nassif, é arriscado. Seu ponto fixo é a institucionalidade, mais do que valores que a luta política torna inexoravelmente abstratos.

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Processos sobre Renca são paralisados, por enquanto

Jornal GGN – A Justiça Federal em Brasília suspendeu os efeitos do decreto de Temer que extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). No dia seguinte, dia 31 de agosto, o governo Temer decidiu paralisar os trâmites relativos a eventuais direitos de mineração na área da reserva, que fica entre os estados do Pará e do Amapá.

Em nota, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que será providenciado um “amplo debate” para buscar alternativas de proteção da região. Afirma que a paralisação se deve ao “respeito” que se dá às “legítimas manifestações da sociedade e a necessidade de esclarecer e discutir as condições que levaram à decisão de extinção da Renca”.

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Com agenda predatória, golpe eliminará futuro do Brasil, por Gleisi Hoffmann


Foto: Agência PT

Por Gleisi Hoffmann

 
O golpe destrói um bem intangível: a esperança no futuro. A persistir em sua intensa agenda predatória, eliminará o futuro do Brasil, de nossos filhos e netos
 

Apenas um ano após o afastamento definitivo da presidenta Dilma pelo Senado, o Brasil está num processo acelerado de destruição em todos os níveis. Nunca se destruiu tanto em tão pouco tempo.

As primeiras vítimas foram a democracia e o sistema de representação. O golpe continuado, que se iniciou logo após as eleições de 2014, teve como primeiro alvo o voto popular, base de qualquer democracia e fonte de legitimidade do sistema político de representação.

Não bastasse, os derrotados imediatamente questionaram um dos sistemas de votação mais modernos e seguros do mundo, alegando, de forma irresponsável, “só para encher o saco”, como afirmou Aécio Neves, a ocorrência de supostas fraudes. Depois, questionaram, sem nenhuma evidência empírica, as contas da presidenta eleita. Não faltaram aqueles que afirmaram que haviam perdido as eleições para uma “organização criminosa”.

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Opinião do Nassif: Eletrobras, um assalto planejado contra o país

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Eletrobras - crime da privatização, por Paulo Kliass

 

no Vermelho

Paulo Kliass: Eletrobras - crime da privatização

Foi golpe ou não foi golpe? Até os dias de hoje ainda há gente que resiste a aceitar a evidência dos fatos. A estratégia para aprovar o impedimento da Presidenta Dilma carregava consigo o atalho político-jurídico para colocar em prática o sonho dourado da turma do financismo. Depois de sucessivas derrotas nas eleições presidenciais de 2002, 2006, 2010 e 2014, finalmente as elites enxergaram uma janela de oportunidade para voltar ao poder sem a necessidade de voto popular.

A ideia mais importante não seria tanto a tomada inconstitucional do Palácio do Planalto. O servilismo e a cumplicidade do vice presidente Temer para o sucesso do golpeachment apontavam para mudanças muito mais profundas em nossa forma de organizar a sociedade, o Estado e a economia. A onda conservadora perpassava as orientações da ortodoxia na política econômica e avançava em termas mais sensíveis. É o caso do conjunto de aspectos associados ao pacto selado há quase 3 décadas, quando a transição democrática consolidou os determinações presentes em nossa Constituição em 1988.

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Eu sou o PMDB da seriedade, não da 'Ponte para o Futuro', diz Requião


Foto: Fotos públicas
 
Jornal GGN - Roberto Requião (PMDB-PR) também foi alvo de pedido de expulsão pelo Diretório Nacional da legenda, assim como a senadora Kátia Abreu (TO), mas terá seu caso analisado pela Comissão de Ética e e Disciplina do PMDB. No partido desde a década de 1980, Requião afirmou ser "o peemedebista mais fiel neste Congresso Nacional", mas "do PMDB da seriedade".
 
"É evidente que eu não sou do PMDB da 'Ponte para o Futuro'", disse o senador, destacando que o que mudou não foi sua fidelidade, mas os projetos e ideias do partido, hoje comandados por parlamentares "submetidos aos interesses" do governo de Michel Temer.
 
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Com sinais a Temer, Cunha emparedou Moreira Franco diretamente

Eduardo Cunha mostra-se menos tolerante em livrar caciques do PMDB e a cúpula do governo de Michel Temer, enquanto é isolado pelas acusações do FI-FGTS na Justiça
 

Foto: Gustavo Lima - Agência Câmara
 
Jornal GGN - Sem grandes ruídos, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, foi ouvido como testemunha do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta terça-feira (16), pela Justiça Federal de Brasília. Mencionado pelo menos 34 vezes pelas delações da Odebrecht, sobretudo pedindo propina para a campanha eleitoral de 2014, e mais recentemente condenado a devolver R$ 2 milhões que teria desviado nas verbas para escolas do Rio de Janeiro, quando era governador do estado em 1987, Moreira Franco foi testemunha enfrentada por Cunha.
 
O caso é ainda outro: as acusações que recaem contra o ex-presidente da Câmara pelo PMDB dizem respeito a desvios no fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal. O hoje ministro de Temer e uma das principais sustentações do governo ocupou a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterais da Caixa de 2007 e 2010. Em suas perguntas enviadas a Michel Temer, Eduardo Cunha já havia arrolado o nome de Moreira Franco diversas vezes, indicando que o atual ministro e o presidente é que teriam participação nos ilícitos que hoje apenas o investigam.
 
A possível relação de Moreira Franco com o caso é lógica até para os leigos: depois dele, ocupou o mesmo cargo Joaquim Lima e Fábio Cleto, que hoje são réus junto com Eduardo Cunha na mesma ação e apontados como a conexão dentro da Caixa com o peemedebista. 
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Temer e seu nó fiscal, por Paulo Kliass

na Carta Maior

Temer e seu nó fiscal

Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade

por Paulo Kliass

As últimas semanas têm sido marcadas por um verdadeiro movimento de vai-e-vem nas declarações oficiais relativas ao imbróglio fiscal que avassala nosso País. Porém, é forçoso reconhecer que essa onda de hesitação em assumir o inevitável é bastante compreensível. Afinal, a narrativa dos defensores do financismo sempre assegurou amplamente que a solução era simples. Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade.

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Militares são a presença visível da força do Estado, diz Temer

Com humor aos decretos polêmicos adotados por ele, o presidente disse que "está muito na moda" a garantia da lei da ordem
 

Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil
 
Jornal GGN - A grande aproximação de Michel Temer com as Forças Armadas, incluindo as ações do Plano Nacional de Segurança Pública e o anúncio do envio de um pacote de mudanças legislativas para apoiar as ações em campo, coincidiu com a notícia do corte de 44,5% dos recursos das forças federais, desde 2012.
 
Mas o tom da amizade não se deixou abalar pelo mandatário peemedebista. Em cerimônia no Palácio do Planalto, Temer elogiou os representantes do Exército, Marinha e Aeronáutica presentes.
 
O encontro foi em homenagem aos oficiais generais promovidos: "Tenho certeza de que os senhores [militares promovidos] seguirão exercendo com competência as funções que lhes atribui a Carta Magna, a defesa da pátria, as garantias dos poderes constitucionais".
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