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Governo enviará "pacote" para mudar leis de segurança pública


Tropas do Exército patrulham a Linha Vermelha após o início da operação de reforço das Forças Armadas na segurança do Rio de Janeiro - Foto:Fernando Frazão/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Sob a bandeira de combate ao crime organizado, o governo de Michel Temer quer endurecer as políticas de segurança pública. Projetos de leis, portarias e decretos serão enviados pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado pelo ministro Sérgio Etchegoyen, ao Congresso Nacional em um "pacote" para incrementar o Plano Nacional de Segurança.
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Com fim da era Aécio e Temer, sem saída, revista detalha propinas

Reportagem de Época insere-se no contexto de mudança drástica de editoriais da imprensa em ritmo de sobrevivência e adaptação, com os inegáveis esquemas envolvendo PMDB e PSDB
 
 
Jornal GGN - O primo de Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, foi a ponte usada pelo senador para retirar R$ 2 milhões ilícitos acordados com o dono da JBS, Joesley Batista. Em ação similar também foi a entrega de outros R$ 500 mil destinados ao presidente Michel Temer, por meio do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures. A mala preta com rodinhas deste último e a de Fred, como é chamado o empresário e familiar de Aécio, contendo a segunda parcela de R$ 500 mil ao tucano foram registradas por fotografias da Polícia Federal, após as apreensões.
 
Ambas as entregas foram realizadas em ações controladas pelos delegados da PF, com o aval do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Apesar de algumas imagens das mochilas contendo notas de R$ 50 e R$ 100 já terem sido divulgadas, pelos relatórios das investigações e à imprensa, a revista Época publicou novas fotografias, nesta sexta (04).

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Temer moribundo no governo favorece Lula em 2018


Foto: Marcello Casal JR/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - A permanência de Michel Temer no posto de presidente da República é eleitoralmente benéfica a partidos de oposição, sobretudo ao PT e Luiz Inácio Lula da Silva. Isso porque quanto mais o peemedebista tem a sua imagem afetada, com altos níveis de impopularidade, e a associação de seu governo PMDB a de partidos como o DEM e o PSDB, maiores a chances de adesão e apoio a um nome da oposição no Planalto em 2018.
 
A avaliação é de cientistas políticos e pesquisadores, consultados por reportagem do UOL, que entenderam que o sangramento de Michel Temer favorece a candidatura, principalmente, de Lula. O partido nega que tenha a intenção de se aproveitar desse possível fortalecimento às custas da destruição do atual governo.
 
Mas pesquisadores assim vem: enquanto no cenário atual de crise "é difícil imaginar que Temer se recupere e que recupere as condições de administração", "do ponto de vista eleitoral, isso é vantajoso para o PT",  manifestou o cientista político e professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Fábio Wanderley Reis.
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No dia seguinte ao enterro da denúncia, aliados correm por interesses no Congresso


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O enterro da denúncia contra Michel Temer foi o primeiro passo dado pelos parlamentares governistas para se chegar ao segundo: aprovar, o quanto antes, as reformas paralisadas, medidas econômicas de interesse, inclusive, a tentativa de abertura do financiamento eleitoral por empresas. A corrida tem um fator adicional: além da forte impopularidade que assola neste momento o governo Temer, uma nova denúncia deve ser protocolada a qualquer momento, que os próprios aliados não garantem mais segurar.
 
Além de Medidas Provisórias que assumem a prioridade na Câmara e no Senado, pendem ainda as reformas política e da Previdência, interesses que atendem grande parte da gama dos partidos aliados, possibilitados pelo mandatário peemedebista e que exigem respostas imediatas, frente à pressão popular que só deve aumentar a cada dia. 
 
A reforma política discute, neste momento, o uso do fundo eleitoral público para alimentar as campanhas de 2018. Também na proposta que se diz reformar o sistema como se elegem hoje os representantes no Executivo e Legislativo, está a tentativa de incluir um prazo maior para proibir a prisão de candidatos.
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Temer gasta R$ 17 bi para se salvar às custas de cortes e contenções no país


Foto: Christopher Goodney / Bloomberg
 
Jornal GGN - Bilhões de reais com a liberação de emendas parlamentares a aliados, criação de cargos comissionados, nomeações e ameaças de retiradas de postos em caso de "traições" são algumas das medidas de Michel Temer para garantir menos de 342 votos de deputados na denúncia contra ele na Câmara dos Deputados. 
 
Mas as atuações da corrida do presidente peemedebista para se manter na cadeira não são só gestos de desespero contra a pesada crise política que afeta sua gestão. Inserem-se no cenário que crise econômica do país, em paralelo a contraditórias medidas de cortes em diversas pastas, incluindo a educação, contigências de recursos para órgãos de investigação, como a Polícia Federal e Operações como a Lava Jato, e até o aumento do imposto da gasolina para a população.
 
Nada disso se vê afetado, em meio à estratégia de Michel Temer de garantir unicamente o apoio a si, chegando ao ponto de prever uma possível flexibilização da meta fiscal prevista no ano: engana-se quem acredita que é um arrependimento dos cortes que paralisam o país. É para liberar mais emendas e criar mais cargos comissionados a políticos e partidos que o apoiem.
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Ambos delatados, Temer se encontra com Aécio para reaproximação


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A três dias para a votação da Câmara dos Deputados sobre autorizar a denúncia contra Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente reuniu-se com o senador também alvo da Operação Lava Jato, Aécio Neves (PSDB-MG). Temer o convidou para um jantar no Palácio do Jaburu, neste sábado (29).
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o convite de Temer a Aécio foi um gesto de "manter o PSDB como aliado". Entretanto, se a tentativa é se reaproximar do partido, o mandatário peemedebista, por outro lado, não adota cautelas em associar seu nome a de outro alvo das acusações do grupo J&F. Temer e Aécio foram delatados por Joesley Batista, dono da JBS, que integra o grupo.
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A força do governo mais impopular da história, por Erico Firmo

Temer está mal perante a opinião pública, mas segue bem na política. A economia já esteve pior, mas as más notícias se avolumam. E, principal trunfo, a equipe que comanda a Fazenda tem credibilidade do mercado nacional e do internacional.
 
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil
 
 
Política tem variáveis curiosas. Michel Temer (PMDB) obteve neste semana o pior percentual de aprovação de um presidente já medido pelo Ibope. Nenhum governante teve índices tão ruins em mais de 30 anos, desde que passaram a ser feitas pesquisas minimamente confiáveis. Esse mesmo presidente é alvo de denúncia gravíssima da Procuradoria Geral da República. A Câmara dos Deputados marcou para a semana que vem a sessão que deve decidir se a denúncia deve prosseguir ou não. Caso tenha andamento, Temer será preventivamente afastado do cargo. Situação politicamente calamitosa, não é?
 
Não exatamente. A sustentação política do presidente vai surpreendentemente bem. Tem percalços com PSDB, enfrenta dificuldades, não tem maioria para aprovar as reformas constitucionais mais complicadas, mas a situação acaba sendo muito mais confortável do que o cenário justificaria. Com problemas no âmbito penal e com a economia derrapando, onde Temer hoje se sai melhor é na política.
 
É intrigante. Dentro de um ano, a campanha eleitoral estará praticamente começando. Políticos são normalmente suscetíveis à pressão popular, sobretudo perto de eleição. Isso ainda não ocorreu em relação ao governo de maior impopularidade jamais medida no Brasil.
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Governo comemora desmobilização social contra aumento de impostos

Planalto avalia que não haverá perdas de votos da base aliada e conseguirá enterrar denúncia de corrupção passiva no Congresso 
 
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A falta de mobilização contra o aumento de imposto anunciado pelo governo no dia 20 de julho, portanto há mais de uma semana, está sendo considerada pela equipe do governo Temer como uma vitória. 
 
Pouco antes de anunciar a medida havia uma preocupação de que, com o aumento da insatisfação popular materializada em manifestações nas ruas, Temer perderia apoio da base aliada no Congresso. Agora, com a escassa mobilização popular o governo confia que falta pouco para conseguir engavetar de vez a denúncia de corrupção passiva, com votação marcada para a próxima quinta (03/agosto), e ainda conseguir fazer passar a reforma da Previdência. As informações são do jornal O Globo. 
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Moro força elo com Dilma na ordem de prisão contra Bendine

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro usou um trecho da delação de Marcelo Odebrecht que faz menções indiretas à presidente deposta Dilma Rousseff para prender o ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine. À Lava Jato, Marcelo insinuou que Bendine foi "indicado" por Dilma para o comando da estatal, em meio à Lava Jato, para fazer a "interlocução" entre o governo e as empresas investigadas.
 
As insinuações aparecem em dois trechos do depoimento de Marcelo. Um deles relata suposto encontro entre Marcelo, Bendine, André Gustavo Vieira da Silva (acusado de operar o pagamento de propina) e Fernando Ayres da Cunha, ex-executivo da Odebrecht.
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Cunha quer se vingar de seus delatores e PGR cobra mais


Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O esperado acordo de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ainda enfrenta obstáculos antes de ser fechado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) exige que o ex-presidente da Câmara entregue aliados e indícios mais certeiros contra o presidente da República, Michel Temer. O acordo já leva mais de dois meses. 
 
O ex-parlamentar, por outro lado, já mostrou que não enfrenta resistências para indicar tudo o que sabe contra Temer, o que não ocorre de igual forma com aliados. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (27), investigadores indicam que Cunha ainda tenta blindar aliados do chamado "centrão", o bloco alimentado por ele mesmo quando ocupava a Câmara dos Deputados.
 
Entretanto, procuradores da República pressionam para que Cunha delate fatos ilícitos contra parlamentares antigos aliados. Preso desde outubro do ano passado, o ex-deputado também precisaria ajudar os investigadores a chegar a uma conta ou trust em paraíso fiscal que teria ligação com recebimentos de propinas e caixa dois por Michel Temer.
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Novo DEM pode se juntar ao PSDB e formar superbancada

 

Jornal GGN - O DEM - que tenta inflar sua bancada num movimento liderado por Rodrigo Maia - tem feito um discurso diferente a cada interlocutor que tenta descobrir a agenda oculta do partido. Ao aliado eleitoral de décadas, o PSDB, por exemplo, democratas têm dito que se chegarem a 50 deputados, como pretendem, podem se aliar aos tucanos e o resultado será uma superbancada de 100 deputados que "jamais poderia ser ignorada" pelo governo.

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Procurador de Curitiba: "Só queriam o fim do governo Dilma, não da corrupção"

Jornal GGN - No Facebook, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, uma das "estrelas" da Lava Jato em Curitiba, admitiu que a operação serviu aos interesses daqueles que queriam derrubar o governo Dilma e disse que, agora que a presidência está nas mãos de outro grupo político, as investigações estão sendo minadas. Além de criticar a fala do deputado Fábio Ramalho - que defendeu um deadline para a Lava Jato - o procurador ainda atacou o Estadão em outro post na rede social, nesta segunda (24).

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Temer tenta driblar envolvimento em ilícitos que miram Cunha


Foto: Agência Câmara
 
Jornal GGN - Em mais uma tentativa de encurralar Michel Temer, o ex-deputado Eduardo Cunha conseguiu enviar 22 questões que levantam indicativos de que o mandatário peemedebista teria responsabilidade ou, pelo menos, conhecimento dos ilícitos que recaem hoje apenas contra Cunha. Por sua vez, nas respostas à Justiça Federal, Temer contorna qualquer relação com os ilícitos no Fundo de Investimentos do FGTS.
 
O presidente da República disse "não" à pergunta se ele tinha conhecimento dos pagamentos de vantagens indevidas para a liberação do financiamento do Fundo e outros sete pontos. Também negou conhecer o ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, que comandava o setor conhecido como "departamento de propina".
 
O ex-presidente da Câmara dos Deputados também havia arrolado Moreira Franco, o atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência de Temer, que chegou a ocupar a vice-presidência da Caixa de fundos e loterias, à época dos ilícitos investigados.
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Governo quer abafar conflitos em nome de interesses econômicos

Tanto o presidente da República como da Câmara não querem repercussão do conflito da Reforma Trabalhista na Previdenciária
 
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Foto: Beto Barata/ PR
 
Jornal GGN - Após os conflitos públicos gerados entre o presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os rumores que seguiram desde que o deputado trouxe sinais de que seria favorável ao afastamento do mandatário, com o desgaste de sua imagem e o pós das reformas conquistadas no Congresso, ambos tentam recuperar o diálogo.
 
O motivo é justamente evitar que as repercussões negativas de um conflito entre o presidente da Casa Legislativa e o presidente da República recaiam sobre as medidas que ainda tramitam, como a Reforma da Previdência.
 
O receio é que não se repita o ocorrido na Reforma Trabalhista que, após ser aprovada pelo Senado graças a uma suposta concessão de Temer junto a parlamentares indecisos, lido em carta pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de que enviaria uma Medida Provisória para abrandar alguns dos pontos mais polêmicos, Maia negou que acataria a revisão da Reforma.
 
O interesse do deputado estava no fato de que o texto original, aprovado pela Câmara por empenho dos aliados e depois também aceito pelo Senado, não fosse modificado. Jucá ignorou que Maia manifestou-se publicamente pelo engavetamento da medida e comunicou que as mudanças já haviam sido enviadas à Câmara.
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Governo quer acordo de leniência com bancos excluindo o MPF


Foto: Valter Campanato - Fotos Públicas

Da Agência Pública

Governo tem pressa em fechar acordos com bancos sem comunicar crimes ao MP, diz subprocuradora da República

Por Ciro Barros

Em entrevista à Pública, Luiza Frischeisen critica exclusão do Ministério Público dos acordos de leniência no sistema financeiro e protesta contra a regulamentação do tema por medida provisória

No início do mês passado, o presidente Michel Temer promulgou a MP 784/2017, que mexe em um ponto sensível para a investigação de crimes financeiros. Entre várias alterações, a medida provisória regulamentou especificamente a possibilidade de os órgãos de controle das instituições financeiras — sobretudo o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) — firmarem acordos de leniência, no âmbito administrativo, com pessoas físicas e jurídicas que atuam no sistema financeiro.

Semelhante à delação premiada, o acordo de leniência é firmado entre pessoas jurídicas e a administração pública na área cível. Ele é firmado entre empresas que cometeram crimes e os confessaram à administração pública, comprometendo-se a cooperar com as investigações, em troca de atenuação das penas a que estariam sujeitas. A MP 784 trouxe a possibilidade de o Banco Central e a CVM firmarem esses acordos na área administrativa. Os termos, no entanto, geraram protestos do MPF. Em uma nota técnica, três procuradores coordenadores das câmaras de revisão do órgão atacaram duramente a medida. “A Medida Provisória 784/2017 deve ser rejeitada”, diz a nota.

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