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PSDB assinou seu atestado de óbito, por Felipe Pena

no Extra

PSDB assinou seu atestado de óbito

por Felipe Pena
 
O partido de Aécio, que antes era conhecido por ficar em cima do muro, agora optou pelo buraco. As últimas ações da legenda revelam que a nova vocação dos tucanos é o suicídio político. E não estamos falando da face elitista e impopular dos tucanos, mas apenas de três atitudes recentes que, ao potencializarem essa face, levarão (ou já levaram) o partido à morte.

O PSDB se aliou a Temer para resgatar o mandato de Aécio no senado.O relator da CCJ que emitiu parecer para arquivar o processo contra Temer é do PSDB.O prefeito de que quer dar ração para os pobres de São Paulo é do PSDB.

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Rumo ao Brasil Colônia, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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A face arcaica do Governo Temer, por Manoel Dias

A face arcaica do Governo Temer

por Manoel Dias

Elevado a Presidência da República, por meio das mais baixas conspirações das elites brasileiras, o governo de Michel Temer revela a sua face mais primitiva, revela sua cruzada de desmonte do Estado nacional associados às suas medidas que beiram a barbárie civilizatória e assombram o mundo.

Sua mais nova investida reacionária a Portaria 1.129/2017 que altera o conceito sobre o trabalho escravo. Remontando-nos à quase abolição da Lei Áurea de 1888, absurdamente assistimos esse governo ainda com o conceito ultrapassado de que o trabalhador seja mero objeto de exploração, desprovido de direitos e garantias.

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País à deriva e destruição a galope, por Paulo Kliass

do Portal Vermelho

Paulo Kliass: País à deriva e destruição a galope

O final da primeira quinzena de outubro marca 18 meses desde a fatídica sessão em que a Câmara dos Deputados, à época comandada por Eduardo Cunha, votou pela continuidade do processo de impedimento de Dilma Rousseff. Naquela noite de 16 de abril de 2016 teve início a largada para a consolidação desse verdadeiro festival de vale-tudo em que se transformou ainda mais a forma tradicional de se fazer política em nosso País.

Por Paulo Kliass*

Desde então, aquele sonho político em que as elites do financismo jogaram todas as suas fichas converteu-se pouco a pouco no esperado pesadelo fisiológico. A retirada da presidenta sem que houvessem sido apresentadas provas a respeito de qualquer ilícito de responsabilidade durante o mandato operou como uma senha para que fossem deixados de lado os requisitos mínimos de respeito à legalidade e à institucionalidade a partir de então. Leia mais »

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Toga, farda, sotaina e outras vestes, por Pedro Augusto Pinho

Toga, farda, sotaina e outras vestes

por Pedro Augusto Pinho

A questão que todos os brasileiros, que tem verdadeiro interesse no País, no seu futuro como a Nação, onde viverão seus filhos e netos, se põe é: o que fazer neste pântano onde os golpistas de 2016 nos lançaram?

Ouvem-se à esquerda e à direita manifestações de desagrado e revolta.

Mas as soluções, quando apontadas, parecem não cativar a população; a maioria do povo brasileiro, mesmo sofrendo, ainda não se aglutinou em torno de uma proposta, de um projeto para o País.

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Comunicado de falecimento, por Pedro Augusto Pinho

Comunicado de falecimento

por Pedro Augusto Pinho

É com tristeza e desesperança que a maioria absoluta do apático povo brasileiro, com a omissão de suas forças armadas, comunica o falecimento do Estado Nacional Brasileiro (Brasil).

O Brasil sofria há 517 anos de uma doença grave, conhecida pelo nome "país colonizado". As diversas tentativas de cura, usando os mais diferentes métodos terapêuticos, pelos doutores Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck, João Goulart, Ernesto Geisel, Leonel Brizola, Lula da Silva e Dilma Rousseff sempre resultaram em algum tipo de golpe.

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Estelionato golpista, por Manoel Dias

Estelionato golpista

por Manoel Dias

Um dos maiores argumentos que as forças retrógradas que aplicaram o golpe no Brasil usam é que arrumariam a economia do país, e que uma nova era de desenvolvimento chegaria aos lares brasileiros.

Acusavam o governo constitucional e legítimo de Dilma Rousseff de promover a falência do Estado e as ruínas das finanças.  Chamaram então um dos papas do mercado para resolver tamanho desafio, Henrique Meirelles.

O resultado desta equação revelou-se um dos maiores estelionatos contra a sociedade brasileira. Programas sociais de vital importância foram abandonados, créditos foram suprimidos, impostos foram aumentados, e o discurso de austeridade se desvenda como um grande embuste.

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No aniversário do golpe, é hora de avaliar a Globo, por Luís Nassif

Peça 1 – os antecedentes do processo de concentração da mídia

Em 10 de novembro de 1996, em minha coluna na Folha, sob o título “A globalização da mídia”, alertei para os efeitos das novas tecnologias no mercado de mídia, e os riscos de uma concentração excessiva de poder nas mãos da Globo.

Dizia

Nos próximos anos, será a vez de a mídia entrar na dança da modernização e das grandes fusões que estão marcando a imprensa, em nível mundial..


No Brasil, será um dos últimos setores a sentir na própria carne os efeitos da globalização. E o resultado final poderá ser bom tanto para a mídia como para o Brasil, desde que se estabeleça um equilíbrio nesse jogo.

(...) Se não houver reação dos demais grupos, essa acumulação de forças poderá provocar o monopólio virtual da comunicação no Brasil, algo que não interessa nem aos concorrentes nem ao Brasil.
 

Mesmo que em seu segmento de atuação, individualmente, cada concorrente tenha uma operação específica mais competente ou, no mínimo, competitiva em relação à Globo, a soma de forças do complexo poderá desequilibrar a competição em todas as frentes, seja em jornal, editora ou televisão. Leia mais »

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Contra o Brasil, contra os brasileiros, por Nilto Tatto

Contra o Brasil, contra os brasileiros

por Nilto Tatto

No início deste segundo semestre, entre as tantas Medidas Provisórias do governo Temer, três delas traziam propostas de mudanças no Código da Mineração. Agora, com o decreto de extinção da RENCA (Reserva Nacional de Cobre e Associados), localizada nos Estados do Pará e Amapá, fica evidente que, mais do que regular essa atividade, há nessas MPs interesses que vão além de questões técnicas sobre a extração de minérios

A MP 791, institui a Agência Nacional de Mineração, em substituição ao Departamento Nacional de Produção Mineral. Já a 790 propõe alterações no Decreto Lei 227/1967 e Lei 6567/1978, sobre o Regime Especial para Exploração. E, por fim, a 789, que traz alterações na Lei 7990/1989, bem como na Lei 8001/1990, que tratam de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais.

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A receita de Meirelles para liquidar a economia brasileira e viabilizar as privatizações, por J. Carlos de Assis

A receita de Meirelles para liquidar a economia brasileira e viabilizar as privatizações

por J. Carlos de Assis

Não há a mais remota possibilidade de reverter a  depressão econômica brasileira com aumento de impostos e restrição aos gastos públicos. No entanto, insiste-se com essa estupidez. Estamos, inequivocamente, numa depressão, medida tanto pela contração do PIB – cerca de 9% em três anos – quanto pelo alto desemprego – cerca de 14% da população ativa, sem considerar o subemprego. Por que então o governo de Meirelles insiste em cortar gastos públicos e se revela inteiramente indiferente ao drama do desemprego?

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Eletrobras - crime da privatização, por Paulo Kliass

 

no Vermelho

Paulo Kliass: Eletrobras - crime da privatização

Foi golpe ou não foi golpe? Até os dias de hoje ainda há gente que resiste a aceitar a evidência dos fatos. A estratégia para aprovar o impedimento da Presidenta Dilma carregava consigo o atalho político-jurídico para colocar em prática o sonho dourado da turma do financismo. Depois de sucessivas derrotas nas eleições presidenciais de 2002, 2006, 2010 e 2014, finalmente as elites enxergaram uma janela de oportunidade para voltar ao poder sem a necessidade de voto popular.

A ideia mais importante não seria tanto a tomada inconstitucional do Palácio do Planalto. O servilismo e a cumplicidade do vice presidente Temer para o sucesso do golpeachment apontavam para mudanças muito mais profundas em nossa forma de organizar a sociedade, o Estado e a economia. A onda conservadora perpassava as orientações da ortodoxia na política econômica e avançava em termas mais sensíveis. É o caso do conjunto de aspectos associados ao pacto selado há quase 3 décadas, quando a transição democrática consolidou os determinações presentes em nossa Constituição em 1988.

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Temer, um brasileiro ou o silêncio das ruas, por Pedro Augusto Pinho

Montagem com imagens WikiMidia

Temer, um brasileiro ou o silêncio das ruas

por Pedro Augusto Pinho

“Declaro que sempre tive no estado de solteira e por fragilidade humana tenho três filhos de pais incógnitos a saber: Vicente exposto em casa de Antônio Rangel; Luiz exposto em casa de Pedro Soares de Moura; Manoel que o criou com assento no batismo de exposto em casa de Simão de Oliveira os quais ditos meus filhos os constituo por meus legítimos herdeiros” (1793).

Qual a história do Brasil que você conhece?

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O golpe pode não terminar em 2018, mas se tornar mais violento e ilegítimo, por Jeferson Miola

O golpe pode não terminar em 2018, mas se tornar mais violento e ilegítimo

[O banimento do Lula]

por Jeferson Miola

A situação política brasileira nunca foi tão imprevisível como atualmente; são tempos de enorme imponderabilidade. Denúncias e escândalos se sucedem vertiginosamente, a Nação é desmanchada com incrível ferocidade e o Estado de Direito está sendo violentado até a morte por ataques contínuos à democracia.

Isso tudo se desenrola num ambiente de exceção jurídica e de caos institucional em que viceja a atuação anômala dos não-eleitos – os empoderados sem voto popular – na arena da política: a mídia, o judiciário, ministério público, polícia federal, sistema financeiro e o grande capital.

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O Agosto de Temer, por Paulo Kliass

da Carta Maior

O Agosto de Temer

por Paulo Kliass

A lista de acontecimentos que se aproximam da tragédia política contribui para reforçar a crença de que o mês é mesmo portador de mau agouro em nossas terras

(de acordo com a sabedoria popular

brasileira, agosto é

considerado como o mês do

cachorro louco).

A lista de acontecimentos históricos que se aproximam da tragédia política contribui para reforçar a crença de o mês é mesmo portador de mau agouro em nossas terras. Assim foi o suicídio de Getúlio Vargas em 1954, a renúncia de Jânio Quadros em 1961, a morte suspeita de Juscelino Kubitschek em acidente automobilístico em 1976 e a morte de Eduardo campos durante a campanha presidencial em 2014. Leia mais »

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Xadrez da guerra final entre Temer e a Globo, por Luis Nassif

A ópera do impeachment vai chegando a uma segunda onda decisiva, com o vale-tudo que se instaurou envolvendo os dois principais personagens da trama: a organização comandada por Michel Temer; e a organização influenciada pela Rede Globo.

Do lado da Globo alinha-se a Procuradoria Geral da República e a Lava Jato. Do lado de Temer, o centrão, o Ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), alguns grupos de mídia, como a Rede Record, e provavelmente políticos jogados no fogo do inferno, como Aécio Neves.

No pano de fundo, o agravamento da crise, com um plano econômico inviável aplicado por economistas radicais valendo-se do vácuo político. E, fora das fronteiras, ventos complicados ameaçando botar mais lenha na fogueira.

O caos – que irá se ampliar nos próximos dias – é resultado direto da quebra da institucionalidade, com a Lava Jato e o impeachment. No mínimo servirá para que cabeças superficiais, como o Ministro Luís Roberto Barroso, se deem conta da imprudência que cometeram ao cederem às pressões especialmente da Rede Globo.

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