Revista GGN

Assine

golpismo

Juiz não aceita ação de Temer contra Joesley

Jornal GGN – Marcos Vinícius Reis Bastos, juiz da 12a. Vara Federal em Brasília, não aceitou a ação protocolada pela defesa de Michel Temer contra o empresário Joesley Batista, da JBS. Temer, em sua ação, queria a condenação do empresário por crimes de calúnia, difamação e injúria. A ação foi proposta após a entrevista que o empresário concedeu à revista Época, em que o empresário diz que Temer é “o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil“.

Joesley “desfia mentiras em série“, bradou o presidente, e partiu para processar o empresário. Mas chegou ao juiz que, analisando o processo, entendeu que Joesley não cometeu crimes ao citar o presidente na entrevista. No entendimento do juiz, Joesley somente relatou os fatos no contexto de seus depoimentos de delação premiada.

Leia mais »

Média: 4.6 (9 votos)

A sepultura de Temer, o exílio de Aécio e a prisão de Moro, por Armando Coelho Neto

A sepultura de Temer, o exílio de Aécio e a prisão de Moro

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Vaidoso, safado, conspirador e ladrão tem sido alguns adjetivos com os quais o enigmático político Ciro Gomes tem presenteado o impostor Michel Temer. Às vezes, esses mimos vêm acompanhados da gentileza com a qual torcedores costumam agraciar juízes de futebol. Tudo, entretanto, muito aquém do abominável e indescritível que possa representar esse ser repudiado por 95% dos brasileiros. Das supostas falcatruas no porto de Santos às urdiduras nos bastidores do golpe, nada serve de perfil para definir um político que mandou “bilhetinho” para Dilma Rousseff, deixou vazar discurso de posse antes do golpe e hoje empenhado em defenestrar da história um partido que ousou enfrentar a miséria do País. Leia mais »

Média: 4.9 (35 votos)

O PSDB e sua decomposição moral, por Aldo Fornazieri

O PSDB e sua decomposição moral

por Aldo Fornazieri

Todo organismo político, seja ele um líder, um partido, um movimento ou um Estado tem (ou deveria ter) um fundamento moral, definido pelos seus princípios, e um fundamento ético, definido pelos seus objetivos e finalidades. A corrupção, no sentido amplo do termo, tem se revelado, ao longo dos temos, o mal mortal dos organismos políticos, incluindo os líderes. Ela costuma decompor a substância do organismo nas suas dimensões morais, éticas, políticas e programáticas, transmutando-o daquilo que ele é a aquilo que ele não é.

A História e a Filosofia Política mostram que a corrupção leva os corpos políticos e os líderes a um declínio inexorável, por mais generalizadamente corrupto que seja um sistema e por mais que ele tenha uma vida prolongada no tempo. De modo geral, nos momentos de erosão e de ocaso, o que se manifesta são agudas crises de legitimidade do Estado, do partido ou do líder. Claro que existem possibilidades e mecanismos de regeneração de corpos degenerados, mas esta tarefa sempre é difícil e demanda esforços hercúleos e pouco suscetíveis de serem assumidos pelos entes corrompidos.

Quando se critica um partido, ressalve-se, não se está criticando o conjunto de militantes e das pessoas que o integram, mas aquilo que o partido representa enquanto instituição. Existem pessoas honestas e respeitáveis em todos os partidos, mas nem todos os partidos são expressões institucionais desses valores.

Leia mais »

Média: 5 (12 votos)

Temer usa BNDES para 'comprar apoio político', diz economista

Para o economista João Sicsú, ação de Temer no atual contexto “é uma clara interferência política” (VALTER CAMPANATO/ABR)
 
da Rede Brasil Atual
 
Presidente oferece renegociação de dívidas dos estados com o banco para obter apoio político e enfrentar possível denúncia de Janot. "É inaceitável usar o BNDES para esse fim", avalia João Sicsú
 
por Luciano Velleda, para a RBA

São Paulo – O presidente Michel Temer reuniu governadores de diversos estados para um jantar, na última terça-feira (13), no Palácio da Alvorada. No menu, foi servida a possibilidade de renegociação das dívidas dos estados com o BNDES.

Embora a pauta não seja nova, integrantes do próprio governo Temer reconhecem que a retomada do assunto é uma ação para angariar apoio político dos governadores e suas respectivas bancadas, num momento em que o presidente está prestes a ser denunciado por corrupção pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Leia mais »
Média: 4.2 (5 votos)

Sem descanso, Eleonora Menicucci enfrenta a treva, por Paulo Moreira Leite

eleonora_menicucci_elza_fiuza_abr.jpg

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Do Brasil 247

Sem descanso, Eleonora Menicucci enfrenta a treva

por Paulo Moreira Leite

Quarenta e oito horas depois de perder um primeiro recurso contra uma indenização de R$ 10 000 a ser paga ao ator pornô Alexandre Frota como indenização por danos morais, a professora Eleonora Menicucci, ministra de Políticas Públicas para Mulheres entre 2012-2016, avisou aos interessados que a luta continua. "Esse pessoal não me conhece. Vou até o fim", disse Eleonora ao 247, no final de um ato de mulheres por Diretas no largo do Arouche, no centro de São Paulo, na tarde de domingo. Na próxima etapa, seu recurso será examinado pelo Colégio de Juízes, de São Paulo, última etapa antes da Segunda Instância. Enquanto juristas ligados ao PT se dizem convencidos de que as chances de uma vitória nesta fase são baixas, mas devem crescer na medida em que o caso ascender a outros degraus do Judiciário, Eleonora avisa: "Não importa. O que importa é lutar, sempre."

Na cronologia de um governo que transformou o Planalto num bunker, Eleonora ocupa o lugar honroso de adversária pioneira e irredutível. Orgulha-se de ter participado da mobilização de mulheres, que foram as primeiras a ocupar as ruas para gritar "Fora, Temer!"

Leia mais »

Média: 3.9 (9 votos)

Nave Brasil em turbulência, por Nilto Tatto

Nave Brasil em turbulência

por Nilto Tatto

Parece que foi ontem. Em 2013 fomos surpreendidos com uma sequência de manifestações como há muito tempo não víamos. Em São Paulo, tendo à frente o Movimento Passe Livre, grandes mobilizações tomaram as ruas e praças contra o aumento das tarifas no transporte público. Rapidamente se estendeu por outras capitais e, pelo inusitado da época, ocupou generosos espaços nos meios de comunicação.

Estas manifestações que começaram com foco específico - não ao aumento da tarifa e transporte público de qualidade - rapidamente tomaram dimensão mais ampla, porém de maneira difusa, numa espécie de contra tudo e contra todos. Uma resposta à reação de boa parte dos governantes, que receberam os manifestantes com repressão, violência gratuita e prisões injustificadas. Em especial da parte do governo Alckmin, ficaram as marcas do autoritarismo e falta de diálogo, que resultaram em expressiva revolta na sociedade.

Leia mais »

Média: 4.5 (4 votos)

Que fossa precisa ser aberta para chamar o golpe de golpe?, por Armando Coelho Neto

Que fossa precisa ser aberta para chamar o golpe de golpe?

por Armando Rodrigues Coelho Neto

É redundante lembrar que o Congresso Nacional está acuado por denúncias. Ao que consta, só em 2014, a JBS teria beneficiado quase dois mil candidatos de 28 partidos, tendo sido decisiva na eleição de 167 deputados federais e 18 senadores ligados a vários partidos. Em igual sentido, aparecem os beneficiados pela Odebrecht. Ao sabor de mídia golpista e vazamentos criminosos, doações legais e ilegais ganham o mesmo tom criminoso e já não se sabe quem é quem. Em meio a tudo isso, há aqueles parlamentares objetivamente investigados e suspeitos, que de alguma forma tentam salvar a pele. Tentar salvar a pele, a essa altura, significa também obedecer a ordens da misteriosa cozinha do golpe. Quem recebeu dinheiro para votar assim ou assado tem que honrar o compromisso.

Em grau maior ainda de complexidade aparece o impostor Michel Temer. A qualquer momento, o traidor e usuário fajuto da Faixa Presidencial pode deixar o posto e sair direto para o presídio da Papuda. Questões econômicas, firulas legais, interpretações restritivas ou elásticas do ordenamento jurídico ainda seguram o golpista no arremedo presidencial. Mas, não apenas isso, pois até que outros alicerces sejam redesenhados, qualquer rompimento pode ter reflexos maiores na economia, já seriamente afetada pelo amadorismo politizado da Farsa Jato. Eis que o jogo já não transparece tão calculado quanto antes. As cartas não estariam tão bem marcadas quanto pareciam. É inegável que a nebulosa cozinha do golpe transformou Fora Temer em refém.

Leia mais »

Média: 5 (7 votos)

Xadrez da revisão do projeto dos campeões nacionais

Peça 1 – o modelo dos campeões nacionais

O estrago promovido pela Lava Jato na economia obrigará a uma revisão dos conceitos de desenvolvimentismo – e não apenas no Brasil.

Em todos os países que assumiram protagonismo global, o grande instrumento de expansão do poder nacional foram as grandes empresas nacionais como agentes do poder externo do país.

Com o avanço da cooperação internacional, entre autoridades judiciárias dos diversos países, esse modelo entrou em xeque.

Peça 2 – a versão moralista do chutando a própria escada

Ao longo dos séculos, a expansão das empresas multinacionais se deu com corrupção e suborno, no financiamento político dos governos aliados dos países de origem e na conquista de mercados externos. Desse modelo se regalaram as empresas alemãs pós-guerra, como a Siemens, as grandes petroleiras e empreiteiras norte-americanas, os fabricantes de armas. E tudo com ampla complacência dos países de origem.

A partir do início do século 21, o combate à corrupção transacional de outros países tornou-se a principal arma geopolítica comercial norte-americana é. Trata-se de uma estratégia na qual se envolvem as corporações de Estado – FBI, NSA e CIA -, ONGs privadas, Departamento de Justiça. E, especialmente, o poder do Império.

A ação geopolítica norte-americana sempre atuou em duas frentes: as instituições de Estado e as parcerias (ONGs) privadas, um hard power da intervenção militar e um soft power das ações humanitárias. Em vez do discurso do ódio, do anticomunismo, propostas humanitárias, de defesa de princípios civilizatórios, meio ambiente, direitos das populações indígenas, combate à escravidão e outras formas de dumping social, combatendo vícios inerentes ao modelo de expansão das multinacionais das primeiras fases.

Leia mais »

Média: 4.7 (23 votos)

Golpeachment abriu porteira para qualquer mudança de ordem institucional, por Paulo Kliass

temer_marcha_dos_municipios_marcos_correa_pr_0.jpg

Foto: Marcos Correa/PR

Da Carta Maior

 
Patrocinar o golpeachment sem base jurídico-legal que o embasasse abriu porteira do casuísmo generalizado a toda e qualquer mudança de ordem institucional
 
Paulo Kliass*
 
A evolução da crise de natureza econômica, política, social, ética, jurídica e tudo- o-mais-que-se-quiser acrescentar à lista ganha contornos diferentes a cada novidade que surge no horizonte. A falta de institucionalidade capaz de canalizar as tensões crescentes e a extrema incapacidade de Temer em dar conta das tarefas mínimas de governabilidade são fatores que contribuem para que a instabilidade permanente confira ares de insegurança para qualquer lado que se pretenda olhar.
Leia mais »
Média: 5 (3 votos)

O acordo por cima: continuidade do golpe sem Temer, por Jeferson Miola

O acordo por cima: continuidade do golpe sem Temer

por Jeferson Miola

Em paralelo à guerra entre a Globo, a FSP e o Estadão pela primazia de protagonismo na arena política, avançam as costuras no interior da classe dominante para definir as saídas para a crise.

Além dos movimentos dos atores partidários da oligarquia, as entidades empresariais passaram a defender publicamente suas perspectivas.

Nos jornais pode-se observar estes movimentos:

- num Comunicado à Nação, a CNI, sem mencionar o governo e o presidente moribundo, defende que “As reformas trabalhista, previdenciária, tributária e política são imprescindíveis e têm decontinuar avançando”;

- em anúncio de página inteira, o SECOVI [Sindicato da Habitação de SP], também omite o descartável Temer e sustenta que “A agenda de reformas veio para ficar e deve ser obrigatoriamente implantada”;

Leia mais »

Média: 4.3 (6 votos)

As contradições do golpismo e a brecha para restaurar a democracia

temer_acena_marcello_casal_jr_abr.jpg
 
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
 
Por ml
 
Comentário ao post "Xadrez da última aposta da Globo"
 
Concordo, em linhas gerais, com o exposto nesse Xadrez. No entanto, a questão crucial é que, pela primeira vez, as contradições do golpismo resultaram numa brecha para restauração da democracia. Discuto, primeiro, a crise do golpismo; e, em seguida, a impossibilidade do consenso – e aí, penso que me afasto do Nassif.
 
O ponto fundamental da crise do golpismo é o seu fracasso econômico. O golpismo apostou suas fichas num ajuste do setor público calcado em reformas draconianas. Evidentemente, isso não poderia aumentar da demanda agregada, a não ser se houvesse um mínimo de racionalidade econômica e evidências empíricas robustas para a tese da “restauração da confiança”. Como essa tese é ridícula em ambos os aspectos, o programa do golpismo simplesmente não poderia reverter a crise recessiva, como não a reverteu.

Leia mais »

Média: 5 (11 votos)

A ruína do Golpe, o juízo da História e o movimento da Elite, por Aldo Fornazieri

A ruína do Golpe, o juízo da História e o movimento da Elite

por Aldo Fornazieri

O arranjo do golpe ruiu. Se não vierem eleições diretas e Temer continuar no governo, o que se verá nos próximos meses  será um semimorto se arrastando, com as carnes rasgadas e dilaceras, empunhando um bastão, ainda tentando fazer algum mal ao povo brasileiro.A história foi justa, rápida, implacável e severa para com os líderes do golpe e suas respectivas quadrilhas. Aécio, Temer e Cunha lideraram o impeachment para se apossar do poder, barrar a Lava Jato e continuar cometendo crimes, o último, inclusive, da cadeia.

Quis a história ou a deusa Fortuna retirar o debate acerca do caráter golpista do impeachment do terreno acadêmico e especulativo para colocá-lo no terreno dos fatos, pronunciando uma sentença irrevogável e definitiva: o impeachment foi golpe e, a cada dia que passa, novas revelações comprovam o seu caráter conspirativo. Com isso, foi julgada também a conduta de vários intelectuais, analistas consultores e jornalistas que se acovardaram diante dos acontecimentos e da pressão dos interesses opressivos e criminosos que agrediram a democracia.

A história carimbou a conduta do Supremo Tribunal Federal com a marca de omisso e conivente. A questão era simples: não se pode tirar um governo eleito, em nome do combate à corrupção, para colocar em seu lugar as piores e mais especializadas quadrilhas que vinham assaltando o poder público há décadas. Tal artimanha das elites estava destinada ao fracasso e a abrir feridas de um conflito político que se prolongará pelos próximos anos. Se quisessem uma saída razoável para os impasses do governo Dilma teriam que buscá-la em outro lugar e por outros métodos, não pela violência contra a democracia e a Constituição.

Leia mais »

Média: 4.6 (21 votos)

Game over do golpe e diretas já, por Jeferson Miola

Game over do golpe e diretas já

por Jeferson Miola

A dinamitação do Temer implode não somente a cleptocracia que tomou de assalto o Poder através do golpe de Estado, mas põe fim ao empreendimento golpista da oligarquia. Com o desmanche do Temer também se encerra o capítulo das selvagens reformas antinacionais e antipopulares.

O Congresso, dominado por uma maioria de parlamentares corruptos que, como Temer, Aécio, e políticos do bloco golpista [PMDB, PSDB, PP, PTB etc] trocavam a impunidade na Lava Jato entregando a agenda de interesse do capital financeiro e dos EUA, tem agora a obrigação de enterrar as reformas previdenciária e trabalhista.

Não é improvável que, para contrabalançar o cataclismo no bloco golpista, venham a surgir denúncias diversionistas atingindo figuras do PT, em especial Lula, para confundir ainda mais o cenário. Ainda assim, quaisquer que sejam as invenções que a Lava Jato e a Globo possam fabricar, elas não terão força para alterar o rumo dos fatos e evitar o enterro da cleptocracia golpista.

Leia mais »
Média: 2.7 (7 votos)

Considerações sobre (in) visibilidade e espetacularização nos movimentos de resistência à Reforma da Previdência

Polly Peek

do Psicanalistas pela Democracia

Jaquelina Imbrizi, Dr. Eduardo de Carvalho Martins, Diego Amaral Penha e Miriam Debieux Rosa

 

A política é antes de mais uma intervenção sobre o visível e o enunciável (Jacques Rancière)

Transcorridos nove meses da conclusão do impeachment contra a presidenta Dilma Roussef, o Brasil segue sendo governado por Michel Temer. Ainda é difícil esquecer o teatro de horrores transmitido em cadeia nacional, no dia 24 de abril de 2016, quando a Câmara dos deputados aprovou o prosseguimento do impeachment no Senado. Alguns deputados que votaram a favor do impedimento da então presidenta justificavam sua posição ao emitirem enunciados vinculados às suas crenças religiosas ou às suas convicções referenciadas no modelo de família nuclear tradicional brasileira; ou seja, os representantes políticos escolhidos por eleições diretas por grande parte dos brasileiros sustentavam o que havia de mais conservador em valores e modos de vida e de fazer política no Brasil e, mais que isso, eles estavam interessados na manutenção das vantagens econômicas para poucos e que são os alicerces históricos da segregação e desigualdade social à brasileira. Cabe assinalar que o modo como os deputados fizeram uso de seus cargos públicos seguiram as vias da espetacularização, pois o processo de votação, ao ser transmitido em cadeia nacional, oferece a imagem de uma suposta democracia na qual seus representantes políticos justificam seus votos, porém, o que não se dá a ver são os significados e valores do que diz respeito à política.

Leia mais »
Média: 3 (2 votos)

A guerra entre as facções jurídicas do golpe, por Jeferson Miola

A guerra entre as facções jurídicas do golpe

por Jeferson Miola

Há uma guerra ruidosa e mal cheirosa instalada entre as facções jurídicas do golpe. Numa trincheira desta guerra está a força-tarefa da Lava Jato. Na outra trincheira está o pólo comandado pelo juiz tucano do STF Gilmar Mendes.

Nesta guerra, a Rede Globo está do lado da força-tarefa da Lava Jato, com quem forma a ditadura jurídico-midiática que manieta um cada vez mais cambaleante Michel Temer.

As escaramuças entre o pólo golpista comandado por Gilmar Mendes e a turma do Moro, Janot e Dallagnol se acentuaram precisamente no momento em que ficou impossível esconder a corrupção das lideranças do PSDB. Gilmar teve, então, de maneirar a artilharia anti-petista depois que FHC, Alckmin, Aécio, Serra e os esquemas industriais de corrupção do PSDB foram revelados pelos diretores da Odebrecht e de outras empreiteiras.

Leia mais »
Média: 4.6 (11 votos)