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PSDB assinou seu atestado de óbito, por Felipe Pena

no Extra

PSDB assinou seu atestado de óbito

por Felipe Pena
 
O partido de Aécio, que antes era conhecido por ficar em cima do muro, agora optou pelo buraco. As últimas ações da legenda revelam que a nova vocação dos tucanos é o suicídio político. E não estamos falando da face elitista e impopular dos tucanos, mas apenas de três atitudes recentes que, ao potencializarem essa face, levarão (ou já levaram) o partido à morte.

O PSDB se aliou a Temer para resgatar o mandato de Aécio no senado.O relator da CCJ que emitiu parecer para arquivar o processo contra Temer é do PSDB.O prefeito de que quer dar ração para os pobres de São Paulo é do PSDB.

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Rumo ao Brasil Colônia, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Carta aberta à ministra Cármen Lúcia sobre a anulação do impeachment, por Dom Orvandil

do Cartas Proféticas

Carta aberta à ministra Cármen Lúcia sobre a anulação do impeachment

por Dom Orvandil Moreira Barbosa

Prezada Senhora ministra Cármen Lúcia,

Presidenta do STF, Brasília, DF.

Sem ser desrespeitoso com sua pessoa nem com sua investidura como ministra e presidenta do STF, dirijo-me à senhora numa linguagem não protocolar, senhora Cármen.

Sabe-se que ninguém nem instituição alguma têm o poder da neutralidade ao ponto de existir a serviço de duas classes antagônicas, com projetos contraditórios e interesses contrários.

A pessoa  ou instituição move-se a serviço de uma ou de outra.

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A face arcaica do Governo Temer, por Manoel Dias

A face arcaica do Governo Temer

por Manoel Dias

Elevado a Presidência da República, por meio das mais baixas conspirações das elites brasileiras, o governo de Michel Temer revela a sua face mais primitiva, revela sua cruzada de desmonte do Estado nacional associados às suas medidas que beiram a barbárie civilizatória e assombram o mundo.

Sua mais nova investida reacionária a Portaria 1.129/2017 que altera o conceito sobre o trabalho escravo. Remontando-nos à quase abolição da Lei Áurea de 1888, absurdamente assistimos esse governo ainda com o conceito ultrapassado de que o trabalhador seja mero objeto de exploração, desprovido de direitos e garantias.

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Carta Aberta em defesa da Educação, por Aloizio Mercadante

Carta Aberta em defesa da Educação

por Aloizio Mercadante

São Paulo, 19 de outubro de 2017.

Buscando esconder as imensas dificuldades de gestão, o ministro da Educação, Mendonça Filho, volta a atacar, em matéria publicada no UOL, na última segunda-feira (16), os governos Lula e Dilma no intuito de criar uma cortina de fumaça sobre os retrocessos que o governo Temer impõe à educação brasileira. Há quase um ano e meio no cargo, a gestão Temer - Mendonça Filho é marcada pelo desmonte e truculência e pela falta de diálogo, sendo que as sequelas, infelizmente, já estão em cada escola e universidade pública do país.

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O fascismo vem aí?, por Gustavo Noronha

O grau de sofrimento imposto à população cedo ou tarde resultará em algum grau de ebulição social, o que poderá tornar irreversível o caminho do fascismo no Brasil. É preciso que as esquerdas se unifiquem na reação e resistência, antes que seja tarde

do Brasil Debate

O fascismo vem aí?

por Gustavo Noronha

Quase todas as análises possíveis do tamanho do estrago do golpe em qualquer possível projeto de país já foram feitas. Os impactos da Emenda Constitucional nº 95 transcendem os limites do absurdo. Nenhuma área foi poupada dos cortes e isso implica um teto de gastos ainda mais baixo do que o antes imaginado. A contrarreforma trabalhista e terceirização irrestrita foram aprovadas sem dificuldades e a contrarreforma da previdência continua na pauta. A agenda das privatizações avança para sua pauta máxima. Para além da Eletrobras, a venda da Petrobras já foi lançada ao vento por um ministro enquanto o mercado especula que o Banco do Brasil também sairá do controle do Estado.

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Hoje, lançamento do livro “Estado Pós-Democrático” de Rubens Casara

Jornal GGN – Rubens Casara, Doutor em Direito, Mestre em Ciências Penais e Juiz de Direito do TJ/RJ, lança hoje seu livro “Estado Pós-Democrático, neo-obscurantismo e gestão dos indesejáveis”. O lançamento será na Livraria da Vila, na alameda Lorena, 1731, em São Paulo.

Em entrevista ao Viomundo, Casara diz que o livro nasce desta percepção de mutação do Estado, o democrático de Direito, que, em nova conformação, não apresenta mais limites rígidos. Assim, os direitos e garantias fundamentais, nesta nova onda neoliberal, são tratados como mercadorias. E assim são negociáveis.

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História do golpe em Temer é digna de roteiro da Disney, diz Limongi

Foto: F. Cavalcanti
 
 
Jornal GGN - Nem a defesa de Michel Temer, nem o relator da denúncia contra o presidente na Câmara dos Deputados conseguem explicar porque supostamente Rodrigo Janot em conluio com os criminosos da JBS tentaram dar um "golpe" e tirar o peemedebista do poder. E isso ocorre porque a história de golpe em Temer é digna de quem viajou a Disney e ainda está vivendo no "mundo maravilhoso" recheado de fantasias. É o que diz Fernando Limongi, em artigo no Valor, nesta segunda (16).
 
Segundo o cientista político e professor da USP, embora o argumento do golpe seja o principal na defesa de Temer, seus advogados não conseguem criar uma narrativa plausível para sustentá-lo. Dizem que sob Janot, a Procuradoria quis dar o golpe na Presidência porque têm um "denuncismo" exarcebado nas veias.
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STF não pode "continuar acovardado" após saber da compra do impeachment, diz deputado

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O deputado federal Paulo Pimenta (PT) usou as redes sociais para se manifestar sobre a delação de Lúcio Funaro sobre o uso de recursos da JBS, por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Na visão de Pimenta, a revelação impõe alguma atitude ao Supremo Tribunal Federal, que permaneceu "acovardado" diante do golpe. "STF não pode continuar acovadado diante dos fatos", disparou.
 
Para Pimenta, as informações de Funaro ainda complicam a situação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. "Janot e o STF foram decisivos para que Dilma fosse afastada e Temer assumisse. Funaro revelou que eles sabiam de tudo e ficaram calados", disse.
 
Poucos dias antes de deixar o posto, Janot se manifestou no processo movido por Dilma para anular o impeachment. Um dos argumentos utilizados pela presidente deposta era o fato de Cunha ter praticado desvio de função, ou seja, deflagrado a ação por improbidade administrativa por vingança pessoal e para colocar o PMDB no poder, com o intuito de frear a Lava Jato.
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País à deriva e destruição a galope, por Paulo Kliass

do Portal Vermelho

Paulo Kliass: País à deriva e destruição a galope

O final da primeira quinzena de outubro marca 18 meses desde a fatídica sessão em que a Câmara dos Deputados, à época comandada por Eduardo Cunha, votou pela continuidade do processo de impedimento de Dilma Rousseff. Naquela noite de 16 de abril de 2016 teve início a largada para a consolidação desse verdadeiro festival de vale-tudo em que se transformou ainda mais a forma tradicional de se fazer política em nosso País.

Por Paulo Kliass*

Desde então, aquele sonho político em que as elites do financismo jogaram todas as suas fichas converteu-se pouco a pouco no esperado pesadelo fisiológico. A retirada da presidenta sem que houvessem sido apresentadas provas a respeito de qualquer ilícito de responsabilidade durante o mandato operou como uma senha para que fossem deixados de lado os requisitos mínimos de respeito à legalidade e à institucionalidade a partir de então. Leia mais »

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"Daria golpe no mesmo dia", disse Bolsonaro sobre o que faria ao chegar ao poder

Jornal GGN - Bernardo Mello Franco resgatou em sua coluna na Folha, nesta terça (10), uma entrevista em que Jair Bolsonaro fala livremente sobre como o governo brasileiro deveria ser, na sua visão. À época no terceiro mandato de deputado, Bolsonaro disse que daria um golpe se assumisse a presidência da República, defendeu a tortura e uma guerra civil para limpar a sociedade, apontou Fernando Henrique Cardoso como o primeiro a ser fuzilado e ainda disse que o voto dos eleitores não muda nada.
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Lula e o pânico dos analistas dissimulados, por Aldo Fornazieri

Lula e o pânico dos analistas dissimulados

por Aldo Fornazieri

O golpe que derrubou Dilma trouxe consigo muitas mazelas:  erosão da democracia, crise institucional, decomposição política e moral do país, um governo criminoso rejeitado por quase a unanimidade nacional, revogação de direitos e cancelamento de políticas públicas sociais, destruição da pesquisa científica e da cultura. Mas as mazelas não param ali. Já no processo do impeachment se multiplicou o número de analistas na mídia e de mercado, explícita ou envergonhadamente neogolpistas, que passaram a falar em nome de uma certa neutralidade científica, de uma equidistância do objeto analisado - a crise. Essa suposta neutralidade só tem duas explicações: ou se trata de gente que não entende a natureza das teorias sociais e políticas ou de gente que usa um ardil para dissimular as suas posições, despossuídos da coragem de assumi-las.

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E há quem defenda o Temer, por Pedro Augusto Pinho

E há quem defenda o Temer

por Pedro Augusto Pinho

A história do Brasil tem várias leituras, como a dos Estados Unidos da América (EUA), da Inglaterra, de quase todos, se não de todos os países. Isto porque as narrativas são divulgadas e repetidas por um interesse político. Quase sempre e unicamente dos detentores do poder.

Isto não tira o brilho e o empenho de historiadores, e o Brasil os tem de grande capacidade e de profundos e denodados trabalhos. Se não os cito aqui, penso mais em suas próprias defesas e na injustiça da omissão.

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Militares não têm que dar opinião política, diz Celso Amorim

do Brasil de Fato

Militares não têm que dar opinião política, diz Celso Amorim

Em entrevista exclusiva, ex-ministro da Defesa considera "muito grave" posição de generais sobre intervenção militar

por Vanessa Martina Silva

“Vemos militares dando opinião favorável às privatizações no Brasil. Isso é surpreendente”, diz o ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, respectivamente, em entrevista exclusiva para o Brasil de Fato.

Celso Amorim se refere às declarações recentes dadas pelo general Sérgio Westphalen Etchegoyen, ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que defendeu o processo de privatizações que vem sendo levado a cabo pelo presidente golpista, Michel Temer (PMDB).

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Temer recua e revoga decreto da extinção da Renca

Jornal GGN – Deu grita. E uma grita mundial. Então Michel Temer pegou a caneta e postou novo Decreto, o de número 9.159, que revoga o de número 9.147, que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). O novo decreto que extingue o outro foi publicado hoje no Diário Oficial da União. E a Renca permanece.

A história não é longa e não é bonita. O governo determinou que Renca atrapalhava os negócios e resolveu tirar do caminho. Foi uma comoção. Quando a grita começou, o governo determinou a suspensão da medida, no começo de setembro. Como explicação, o Planalto disse que “houve falta de clareza sobre os efeitos da extinção”. Mas o tema não saiu da pauta, ao contrário, está ali para ser reeditado a qualquer momento.

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