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Dilma tem bens bloqueados pelo TCU por causa de Pasadena

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff teve os bens bloqueados pelo Tribunal de Contas da União, nesta quarta (11), por ter integrado o Conselho de Administração da Petrobras à época da compra da refinaria de Pasadena. 
 
A decisão afirma que "todos aqueles que participaram da valoração da refinaria de Pasadena no momento de aquisição dos 50% iniciais devem ser responsabilizados pelo débito total".
 
Além de Dilma, foram atingidos pela decisão do TCU os ex-membros do Conselho Antonio Palocci, Sergio Gabrielli, Cláudio Luis da Silva Haddad, Fabio Colleti Barbosa e Gleuber Vieira. Segundo informações do Estadão, ainda cabe recurso.
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Gabrielli diz que depoimento de Palocci sobre encontro com Lula é mentiroso

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - O ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli enviou uma carta à Globo rebatendo a declarações escritas pelo ex-ministro Antonio Palocci em um manifesto endereçado ao PT nacional. Palocci pediu a desfiliação do partido após ser questionado sobre o depoimento que prestou a Sergio Moro no início do mês, alegando que Lula tinha um "pacto de sangue" com a Odebrecht.

No pedido de desfiliação, Palocci diz que não pode dar detalhes das afirmações que fez pois elas fazem parte de uma negociação com o Ministério Público que está sob sigilo. Porém, garantiu que tudo que disse sobre os encontros com Lula, Dilma Rousseff e Gabrielli para tratar de propina em obras da Petrobras era "verdade".

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Moro permite que Castelo de Areia seja usada contra Lula, denuncia Zanin

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin, que defende Lula contra os processos da Lava Jato, denunciou nesta segunda (3) o "cerceamento de defesa" por parte do juiz Sergio Moro. Isso porque o magistrado permitiu que o Ministério Público Federal usasse a operação Castelo de Areia - em que a Camargo Corrêa foi investigada por corrupção em obras públicas - na mesma ação penal em que Lula é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht na forma da compra de um imóvel para o Instituto Lula, entre outras hipóteses.

A discussão com Moro está registrada a partir dos 20 minutos do vídeo abaixo. Começou quando o procurador Diogo Castor de Mattos perguntou ao ex-presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, por que nenhuma comissão de investigação interna foi criada em 2009, quando a Castelo de Areia demonstrou que a refinaria de Abreu e Lima estava entre outras obras suspeitas de corrupção.

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Mudança no regime de partilha e privatização são crimes de lesa-pátria, diz Gabrielli

Jornal GGN - Em entrevista à TVT, o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli disse que as mudanças na estatal pretendidas por aliados do governo interino de Michel Temer (PMDB) são crimes de "lesa-pátria". Segundo ele, as propostas são uma tentativa de enfraquecer a empresa para depois entregá-la ao capital privado, em um processo de privatização por fatias.

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A arte de fazer legenda, segundo o Estadão

Jornal GGN - A legenda da foto acima foi feita pelo Estadão desta quinta-feira, 1º de abril. O jornal trouxe em sua edição uma reportagem sobre o encontro do PT no Sindicato dos Bancários no dia anterior. Na ocasião, o ex-presidente Lula defendeu o governo Dilma, cobrou que o partido discuta a corrupção e se disse orgulhoso de ter nomeado José Sérgio Gabrielli presidente da Petrobras. A sutileza do jornal é evidente. 

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TCU pode reavaliar papel de Conselho presidido por Dilma no caso Pasadena

Jornal GGN -  O Tribunal de Contas da União vai avaliar proposta de responsabilização da presidente Dilma Rousseff (PT) e de outros ex-integrantes do Conselho de Administração da Petrobras, em função do caso Pasadena. A compra da refinaria, na visão do TCU, causou o prejuízo de US$ 792 milhões. O ministro André Luís de Carvalho propôs que o papel do Conselho seja julgado em plenário. As informações são do Estado de S. Paulo.

Ao jornal, Carvalho justificou que, se houve culpa de ex-diretores da companhia, alvos de um processo no TCU e de bloqueio de bens, ela também é aplicável a membros do Conselho. "Estou usando o mesmo argumento que eles (os demais ministros) usaram para incluir a diretoria. Se o conselho aprovou a compra daquela monta, com aquele prejuízo, examinando um resumo de duas páginas, ele foi negligente, é claro", disse ele.

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A guerra dos Rose, entre Dilma e Gabrielli

Não se sabe onde a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli  pretendem chegar insistindo em uma polêmica inútil sobre a compra da refinaria Pasadena.

Depois de um ano e meio de investigações do TCU (Tribunal de Contas da União), de pedidos de informação do PSDB, de declarações de um procurador irresponsável, nada foi descoberto além de um uma aposta errada na compra da refinaria.

Um bilhete de Dilma ao Estadão transformou uma questão administrativa em uma suspeita de corrupção, uma notícia de página interna na manchete do dia de todos os jornais, por vários dias, quase resultando na abertura de uma CPI em pleno ano eleitoral. Leia mais »

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Os erros da Petrobras, de Dilma e da mídia no episódio Pasadena

É curiosa a maneira como se desenvolve o jogo de slogans no mercado de notícias.
 
Com uma exceção, a entrevista de José Sérgio Gabrielli ao Estadão sobre o caso Pasadena bate integralmente com o depoimento de Graça Foster no Senado - ele, ex-presidente, ela, atual presidente da Petrobras.
 
Até analistas sérios têm batido na falsa tecla de que Gabrielli afirmou que era um bom negócio; e Graça garantiu que era um mau negócio. Virou o bordão repetido em todas as matérias e análises
 
Ambos disseram a mesmíssima coisa:
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Para Gabrielli, omissões sobre Pasadena não eram relevantes para a análise da compra

Do Estadão

‘Dilma não pode fugir à responsabilidade’, diz ex-presidente da Petrobrás

Por Ricardo Galhardo

Presidente da Petrobrás à época da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006, José Sergio Gabrielli admitiu em entrevista ao Estado sua parcela de responsabilidade no polêmico negócio, mas dividiu o ônus com a presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, o relatório entregue ao Conselho de Administração da estatal foi "omisso" ao esconder duas cláusulas que constavam do contrato, mas Dilma, que era ministra da Casa Civil e presidia o conselho, "não pode fugir da responsabilidade dela". Leia mais »

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Pasadena: mitos e verdades, por José Gabrielli de Azevedo

Da Folha

Pasadena: mitos e verdades

Por José Gabrielli de Azevedo

A aquisição de Pasadena foi aprovada porque era vantajosa. Empresários do conselho que não pertenciam ao governo foram favoráveis

Pasadena foi um bom negócio? A resposta é sim para o momento da compra, mas não teria sido sob o cenário entre 2008 e 2012.

Nos últimos dois anos, as condições do mercado de petróleo, sobretudo nos Estados Unidos, voltaram a se inverter, com a crescente valorização dos ativos.

 

A refinaria está em operação todos esses anos e, devido à disponibilidade de petróleo leve e barato no Texas, como efeito do "shale gas" [gás de xisto], ela é lucrativa, ainda que a Petrobras não tenha realizado os investimentos para capacitá-la a processar petróleo pesado.

Irresponsavelmente, a oposição distorce fatos e dados sobre sua aquisição, criando uma narrativa que desinforma a população, prejudica a imagem da Petrobras e atenta na depreciação de seu valor de mercado.

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Valor Econômico mistura números e eleva prejuízo de Pasadena para US$ 2 bi

Jornal GGN -  Em geral mais objetivo nas suas matérias, o jornal “Valor Econômico” pouco a pouco parece abrir mão do rigor jornalístico, igualando-se aos demais jornais na falta de apuração correta dos dados.

Sob o olho “Análise”, a matéria "Ex-presidente tenta blindar a estatal" é eivada de erros técnicos, erros graves de informação e de interpretação:

Erro 1 – afirma que a Petrobrás “jogou pelo ralo” US$ 2 bilhões com a compra da refinaria Pasadena. Todas as denúncias até agora divulgadas não chegam perto desse número.

Erro 2 – na hora de contabilizar o que considera prejuízo total, a matéria soma US$ 485 milhões pagos pela refinaria, mais US$ 340 milhões pelos estoques de óleo cru, mais US$ 340 milhões por multas, juros e honorários dos advogados. Mesmo descontando-se erros primários de contabilização de prejuízos, o total é US$ 825 milhões, longe dos US$ 2 bilhões informados. Leia mais »

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Gabrielli explica Pasadena para bancada do PT e diz que foi um "bom negócio"

de O Globo

Gabrielli diz que compra de Pasadena foi um 'bom negócio'

  • Ex-presidente da Petrobras se reuniu com bancada do PT na Câmara. Estratégia é montar um discurso de defesa da estatal
  • CRISTIANE JUNGBLUT 
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Bancada do PT na Câmara se reúne com o ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli<br />
Foto: Ailton de Freitas / O Globo

Bancada do PT na Câmara se reúne com o ex-presidente da Petrobras Sérgio GabrielliAilton de Freitas / O Globo

BRASÍLIA - Em encontro de duas horas e meia com a bancada do PT na Câmara, o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli classificou a compra da refinaria de Pasadena como “cíclica": sendo um bom negócio no momento de sua compra, tendo problemas por mudanças de mercado em 2008 e voltando agora a ser um negócio lucrativo. Gabrielli admitiu que a presidente Dilma Rousseff não tinha todas as informações como presidente do Conselho da Petrobras, na época, mas insistiu que a compra da refinaria foi um "bom negócio" e "correto". Mas Dilma criticou, em nota, a compra. Perguntado sobre esta contradição, Gabrielli disse que "todos estão corretos" em suas posições.

Para ele, a oposição está fazendo "alegações com motivações políticas e eleitorais". Ele disse que a refinaria custou em ativos US$ 486 milhões e que o restante foi decorrente de estoques (de petróleo) comprados e vendidos e de despesas bancárias para garantir a operação. A estratégia do PT é montar um discurso de defesa da Petrobras e da compra da refinaria e tentar evitar a instalação de uma CPI específica sobre o assunto.

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Para Gabrielli, acusações do Caso Pasadena são eleitoreiras

Da Folha de S. Paulo

 

Oposição faz campanha contra Dilma, diz ex-presidente da Petrobras

JOÃO PEDRO PITOMBO
ENVIADO ESPECIAL 

O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli afirmou neste sábado (29), na Bahia, que há um exagero nas informações sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), motivado por questões eleitorais.

"Não há dúvida de que essa exacerbação das informações é campanha eleitoral. É claramente uma ação da oposição contra a presidente Dilma [Rousseff]. Não tenho dúvida de que é uma questão política", disse Gabrielli a jornalistas ao chegar à reunião anual do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), em Costa do Sauípe (85 km de Salvador).

A compra da refinaria de Pasadena é alvo de investigações do Tribunal de Contas da União (TCU), da Polícia Federal e do Ministério Público Federal por suspeita de superfaturamento. Leia mais »

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