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“A memória da ditadura não é individual, pertence a todos nós”, diz historiadora

Por Lucas Marques

Na Revista Fórum

Jovens, como os que integram o Levante Popular da Juventude, têm se destacado na luta por memória, verdade e justiça no Brasil e em outros países da América Latina. Nos últimos anos, eles têm revisitado suas histórias vinculadas ao passado recente, com ênfase nos episódios relacionados às ditaduras civis-militares. Baseado nessa relação, Ana Paula Brito lança neste sábado (12), o livro Escrachos aos Torturadores da Ditadura, que busca mostrar as ações desse movimento “em prol da memória” e, principalmente, uma de suas expressões: os escrachos.

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AO VIVO: Escracho em frente à casa de Doria

Jornal GGN - Integrantes do Levante Popular da Juventude estão em frente à casa de João Doria, prefeito de São Paulo, promovendo um escracho contra as medidas adotadas e que ferem os direitos da população.

 

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Bom-mocismo é a marca de uma esquerda que tem medo do embate político, por Luis Felipe Miguel

Bom-mocismo é a marca de uma esquerda que tem medo do embate político

por Luis Felipe Miguel

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Eu não queria mais falar do affair Míriam Leitão, mas há algo que está incomodando demais. É a epifania que o episódio gerou em alguns, a visão de que há uma "selvageria" que a esquerda precisa a todo custo extirpar. Com argumentos delirantes e um bom-mocismo de gelar os ossos.

Primeiro, muita gente ignora um fato central: a tal agressão provavelmente nunca existiu. Há as incongruências do relato dela, há o timing estranhíssimo, há os depoimentos, vários, que a contradizem. Daí eu leio gente dizendo que não se pode duvidar da vítima. Isso, me perdoem, é uma demência. Há uma falha lógica. Se não houve agressão, não há vítima, então não há porque deixar de duvidar...

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A bolinha de papel de Mirian Leitão

Não gosto de me meter em brigas de jornalistas. Mas o episódio abaixo teve intenções políticas óbvias, que transcendem as meras quizílias corporativas.

Estamos em plena era das redes sociais. Hoje em dia, celulares captam PMs assassinando pessoas em ruelas escuras, políticos sendo escrachados na rua, em casa, em aviões. Um funcionário da United foi filmado retirando um passageiro do avião.

Segundo a jornalista Mirian Leitão, no dia 3 de junho, ou seja, dez dias atrás, ela foi escrachada em um avião da Avianca por um grupo do PT. Segundo Mirian, não foi uma manifestação qualquer, foram duas horas (!) de ofensas.

"Durante o voo foram muitas as ofensas, e, nos momentos de maior tensão, alguns levantavam o celular esperando a reação que eu não tive. Houve um gesto de tão baixo nível que prefiro nem relatar aqui. Calculavam que eu perderia o autocontrole. Não filmei porque isso seria visto como provocação. Permaneci em silêncio. Alguns, ao andarem no corredor, empurravam minha cadeira, entre outras grosserias”.

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Escracho em frente à casa de Serra o acusa de entreguismo

Jornal GGN - A frente Povo Sem Medo fez um escracho em frente à casa do ministro das Relações Exteriores José Serra (PSBD), acusado de entregar o pré-sal a estrangeiros pelos movimentos sociais. Enquanto senador, Serra assina um projeto que altera o regime de partilha do pré-sal. Gritando palavras de ordem, cerca de 150 manifestantes ainda apontaram que o tucano é um "golpista", em alusão ao apoio de seu partido ao impeachment de Dilma Rousseff (PT).

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Levante da Juventude faz escracho com senadora Ana Amélia

Jornal GGN – O Levante Popular da Juventude fez um escracho em frente ao escritório da senadora Ana Amélia Lemos, em Porto Alegre, por ela ter se manifestado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em nota pública, o movimento social chamou a senadora de golpista, corrupta, e órfã da ditadura.

“Ana Amélia não nos representa e não representa o povo brasileiro. Não descansaremos até que a democracia seja reestabelecida. Não vamos aceitar o golpe! Golpistas, ruralistas, filhotes da ditadura: não passarão”.

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Jovens fazem ato na casa de pré-candidato à prefeitura do Rio

Jornal GGN – Hoje (quarta-feira, 4), jovens cariocas realizaram um escracho na frente da casa do deputado federal Pedro Paulo, pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro pelo PMDB. O ato foi convocado pelo Levante Popular da Juventude para protestar contra o voto favorável ao impeachment de um político que pretende disputar um cargo Executivo ainda este ano.

“Pedro Paulo é um golpista e um machista. Um homem assim não poderia sequer sonhar em ser prefeito do Rio de Janeiro. Viemos hoje aqui como juventude e como mulheres dizer que esse tipo de político não passará!”, disse Luana Vitorio, militante do Levante Popular da Juventude e estudante da UFRRJ.

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Jovens fazem ato de escracho em frente à casa de Temer

Da Agência Brasil e Mídia Ninja

Manifestantes do movimento Levante Popular da Juventude fizeram um ato na manhã desta quinta (21) em frente à residência do presidente em exercício Michel Temer, no Alto de Pinheiros, zona oeste da capital paulista.

Carregando cartazes com imagens de Temer, instrumentos musicais, coreografias e gritos de “Não vai ter golpe”, os manifestantes protestaram entre as 08h e as 09h da manhã. Eles deixaram o local em um ônibus.

Segundo Larissa Sampaio, uma das integrantes do movimento, o ato foi destinado a chamar a atenção para o que chama de golpe contra a presidenta da República, Dilma Rousseff.

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Cordão da Mentira usa arte para denunciar herança da ditadura e fascismo no Brasil

Jornal GGN - No dia 1º de abril, artistas e ativistas ligados a movimentos sociais que lutam pelo respeito aos direitos humanos promoverão um "desfile e escracho carnavalesco" que denunciará a "herança" da ditadura militar e o "fascismo crescente" na sociedade brasileira atual. O tema oficial do Cordão da Mentira será "Condenadxs da Terra", e o foco serão os "povos que continuam perseguidos pelo Estado".

"Nas ruas, os participantes lembrarão as perseguições, extermínios e violações dos direitos dos povos indígenas, negros, sem-terra, sem-teto, imigrantes, transexuais, trabalhadores e todos os segmentos da sociedade que até hoje lutam pela garantia das condições de sobrevivência", informa a organização do evento.

A concentração será feita a partir das 18h no Largo General Osório, em frente ao Memorial
da Resistência (antigo prédio do Departamento de Ordem Política e Social, o Dops), conhecido
centro de tortura e prisão dos indesejados do Estado durante a ditadura militar.

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