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entrevista

Juiz de Lula em 2ª instância diz que "tem de fazer aquilo que acredita"

Foto: Divulgação/TRF4

 
Jornal GGN - Em entrevista a um dos produtos da Globo, o desembargador João Pedro Gebran Neto, um dos juízes de Lula em segunda instância, afirmou que está ciente de que o julgamento do caso triplex no Tribunal Regional Federal terá "consequências políticas".
 
"Todas elas [as decisões do TRF4] têm. A decisão sobre conceder ou não um medicamento também tem uma consequência política. O julgador não se preocupa com isso. Muitas vezes, ele tem de agir contramajoritariamente. Mas tem de fazer aquilo que acredita. Todos nós lá no tribunal fazemos isso."
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Para Doria, Bolsonaro é legítimo e Lula perderia eleições

Jornal GGN – João Doria, prefeito de São Paulo eleito pelo PSDB e apadrinhado por Geraldo Alckmin, acredita que o partido deveria aceitar o apoio do deputado Jair Bolsonaro na eventualidade de um segundo turno contra o PT. Suas declarações foram colhidas por Débora Bergamasco, jornalista da revista Época, pertencente às Organizações Globo.

Para Doria, todo e qualquer apoio é importante para um candidato do PSDB, principalmente aqueles com mais tempo de televisão. O não-político conhece bem o poder da televisão para formatar apoio dos eleitores. Segundo ele, Bolsonaro tem legitimidade para ser candidato, pois que foi eleito com votação expressiva e, tal como ele, faz campanha intensa pelo país. O gestor de São Paulo entende ter posições distintas do candidato de extrema-direita no tocante ao modelo de gestão, mas o respeita.

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Urariano Mota fala sobre "A mais longa duração da juventude"

Jornal GGN - Urariano Mota concedeu entrevista à Globo News Literatura. O tema foi seu novo livro "A mais longa duração da juventude", lançado pela editora LiteraRua. Na pauta, o protagonismo jovem, no Recife, durante a ditadura militar. Urariano mescla memória e ficção, romance e relato, unindo o passado e o presente de maneira memorável. Ouça a entrevista a seguir, divulgada pela editora.

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Aldous Huxley em entrevista em 1958

Enviado por Jackson da Viola

1958...

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Haddad: Delação mentirosa mexe mais com democracia que caixa dois

 
Jornal GGN - "O Ministério Público diz: ‘Olha, caixa dois é um crime mais hediondo do que qualquer outro, porque mexe com a democracia’. Uma delação mentirosa mexe com a democracia muito mais!”, afirmou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad em entrevista a Kennedy Alencar, no SBT Notícias.
 
Haddad tratou de temas polêmicos como a reforma da Previdência, o salário mínimo, dívida pública, a reformulação e autocrítica dentro do PT, o instituto da delação premiada, o teto para os gastos públicos por 20 anos congelados por Michel Temer, entre outros. Sobre este último, refletiu: "Como é que você vai tratar da retomada do crescimento econômico sem investimento público, num um país em desenvolvimento? Essa é a pergunta central. País em desenvolvimento depende de investimento público para crescer."
 
"Quando você congela os gastos por 20 anos, a pergunta que cabe é: o interesse corporativo vai falar mais ou menos alto que o interesse difuso, o interesse de todos? (...) Suponha que nós consigamos voltar a crescer como crescíamos no tempo do governo Lula, por exemplo. Crescemos 4% ao ano. Por que a despesa tem que ficar congelada 20 anos, se nós crescermos 4% ao ano?", agregou.
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Janot usa imprensa para criticar delatores e tentar salvar acusações


Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - Na atual condição de ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot concedeu entrevista para se defender de ataques contra a credibilidade das investigações da Operação Lava Jato e tentar ainda salvar as acusações dos executivos da J&F, ainda que considerando que cometeram irregularidades. Fora do posto maior do Ministério Público Federal (MPF), Janot mostra que não medirá esforços, incluindo espaços públicos e meios de imprensa, para se defender.
 
Nesse intento, apesar de aparentemente os novos áudios de conversa entre o dono da JBS, Joesley Batista, e o executivo Ricardo Saud se apresentarem como um engano, Janot sustentou outra tese: a de que os delatores colocaram os novos arquivos nos autos do processo de forma mascarada para passarem despercebidos.
 
Teria sido um tiro no pé: enquanto a Polícia Federal apurava áudios possivelmente omitidos dos delatores e se aproximava de uma possível recuperação do grampo, eles anexaram a conversa ao processo com outro título e como se fosse referência a outra linha de investigação. Mas os procuradores abriram o áudio e confirmaram que se tratava de outras informações.
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Uma entrevista exemplar de Pedro Bial

Confesso que tinha certo preconceito em relação a Pedro Bial, quando assumiu o lugar de Jô Soares. Até ontem não havia assistido a seu programa. Assisti hoje a entrevista com o Comandante do Exército General Villas Boas, esperando um entrevistador vacilante e bajulador.

Engano meu! Um entrevistador altivo, não vacilando em relação a perguntas delicadas, mas dando ao entrevistado a oportunidade de explicar suas posições, goste-se ou não delas.

Clique aqui para assistir.

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A entrevista de Lula na TVE Bahia

Jornal GGN - Na entrevista, concedida ao escritor e crítico de cinema, Pablo Villaça, Lula tratou de temas como o clima de ódio na sociedade, o poder judiciário, o comportamento da mídia brasileira, eleições 2018 e a reforma política.

Veja a entrevista a seguir, em três partes.

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Democracia ganhou com a exposição de Dilma e Lula, diz Moro ao New York Times

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro disse ao jornal New York Times, em entrevista publicada no último dia 25, que não se arrepende de ter vazado à imprensa o grampo de conversa entre Dilma Rousseff e Lula sobre o termo de posse na Casa Civil. O episódio ocorreu às vésperas da votação do impeachment na Câmara e ajudou a fomentar a tempestade perfeita contra a presidente reeleita em 2014.

Na visão de Moro, não cabe arrependimento porque a democracia ganhou com a exposição dos "ilícitos" do ex-presidente, uma vez que o povo pôde tomar conhecimento do que acontecia "nas sombras".

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Os colunistas do GGN: Romério Rômulo e a solidão da poesia

Romério Rômulo e a solidão da poesia

O contato do poeta Romério Rômulo com o Blog tem mais de dez anos. Nesse período todo, Romério tornou-se um colaborador precioso, com seus poemas e suas histórias. Sua série sobre Maradona e outros poemas encantam permanentemente os leitores do Blog.

Doze poemas de Romério Romulo

Hoje, Romério conversou longamente comigo, trazendo informações preciosas sobre o mundo da poesia, para um levantamento que estamos fazendo sobre os colunistas do GGN.

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Moro se nega a explicar falta de "provas diretas" na sentença de Lula

 
Jornal GGN - Em entrevista a veículos de imprensa da América Latina, incluindo a Folha de S. Paulo, o juiz Sergio Moro se negou a responder as críticas sobre a falta de provas diretas na sentença que proferiu contra Lula no caso triplex. O bate-papo com Moro, publicado na edição da Folha de domingo (30), mostra que o juiz também não quis rebater os disparos de Gilmar Mendes contra a Lava Jato, tampouco demonstrou arrependimento por ter vazado à imprensa um grampo de conversa entre Lula e Dilma e ainda negou que a operação esteja desfigurando o Direito Penal.
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Haddad nega candidatura a presidente: "PT não trabalha com essa possibilidade"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O ex-prefeito Fernando Haddad compartilhou em sua página pessoal no Facebook a entrevista cedida a Mário Sergio Conti, da GloboNews, na quinta (21), ocasião em que foi apresentado como potencial candidato a presidente da República em 2018. A projeção foi feita por Lula, numa entrevista em que o ex-presidente abordou a dificuldade do PT em criar novas lideranças.

"Sinceramente, o PT não trabalha com essa possibilidade [de Lula não ser o candidato]. O PT trabalha com a tese de que vai reverter a decisão de primeira instância, contrária ao ex-presidente, e ele vai ter condição de disputar, o que acho a estratégia correta. (...) O que vi depois da sentença foi verdadeira mobilização de dezenas de juristas que querem escrever uma opinião técnica, balizada, sobre a decisão tomada, dizendo que não havia base para a condenação [no caso triplex", comentou Haddad. 

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"O problema do Brasil não era a Dilma", diz Lula sobre o golpe


Foto: Ricardo Stuckert / Lula.com
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o juiz que o condenou a 9 anos e 6 meses de prisão, Sérgio Moro, de "czar", em referência aos monarcas dos impérios búlgaro e russo, e os procuradores da força-tarefa de Curitiba, comandada por Deltan Dallagnol, de "jovens mal-intencionados".
 
As declarações foram feitas à rádio Capital, de São Paulo, em entrevista na manhã desta terça-feira (18). Uma semana após a sentença por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente disse querer "provar que o Moro errou, que a equipe da Lava Jato errou" e que "mentiram demais".
 
"Não vou, depois de 70 e poucos anos de vida, permitir que meia dúzia de jovens mal-intencionados venham tentar jogar a minha imagem na lama. (...) O juiz Moro não pode continuar se comportando como um czar. Ele faz o que quer, quando quer, sem respeitar o direito democrático, sem respeitar a Constituição. E não deixa a defesa falar", disse.
 
O ex-presidente também ressaltou o cenário político atual, como consequência após a queda da então presidente e sua sucessora, Dilma Rousseff. Se antes, em dezembro de 2014, o país apresentava "o menor índice de desemprego de sua história, 4,5% de desemprego", com "padrão Suécia, Dinamarca e Alemanha", com aumento de 74% no salário mínimo, hoje a situação é outra.
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Os crimes de Gilmar Mendes, segundo os autores da denúncia


Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - Gilmar Mendes cometeu crimes junto à Lei Orgânica da Magistratura, ao Código do Processo Civil e à Lei do Impeachment por três motivos: atuação político-partidária ilegal, ao articular com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) a aprovação da lei de abuso de autoridade; por julgar causas com a defesa do advogado Guilherme Pitta, membro do escritório de sua própria esposa; e por desrespeitar com ataques membros do Ministério Público Federal (MPF), ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
As considerações são do constitucionalista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Marcelo Neves, do ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, e outros 29 representantes do Direito e Universidades, que enviaram contra o ministro Gilmar Mendes três peças para o seu afastamento do Supremo: um pedido de impeachment ao Senado, uma reclamação disciplinar ao STF e uma "notitia criminis" ao MPF.
 
Ao GGN, Marcelo Neves explicou como o ministro e presidente do TSE infringiu diversas leis e regulamentações da magistratura, que se caracterizam como crime de responsabilidade. "O primeiro é exercício ilegal de atividade político-partidária que fere tanto a Constituição, como a Lei de Organização da Magistratura, como também o artigo 39 da Lei de Impeachment", introduziu.
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Para advogados de Lula, Joesley ‘negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história’

Responsável pela defesa do ex-presidente, Zanin avalia que “Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida” | Foto: Felipe Araújo/Tempus Comunicação

do Sul21

Para advogados de Lula, Joesley ‘negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história’

Da Redação

Na entrevista exclusiva que concedeu à revista Época, da Editora Globo, neste final de semana, Joesley Batista, um dos donos do grupo J&S, do qual faz parte a JBS, disse que Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) “institucionalizaram a corrupção”. “Houve essa criação de núcleos, com divisão de tarefas entre os integrantes, em Estados, ministérios, fundos de pensão, bancos, BNDES. O resultado é que hoje o Estado brasileiro está dominado por organizações criminosas. O modelo do PT foi reproduzido por outros partidos”, afirmou ele.

Porém, para os advogados do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, a declaração deve “ser entendida no contexto de um empresário que negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história”. Em nota lançada também no final de semana, eles apontam que “Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida, conversada ou do conhecimento do ex-presidente Lula”.

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