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encruzilhadas

Sobre Oferendas e Encruzilhadas, por Leandro Bulhões

Ilustração Jaider Esbell Macuxi

do Xapuri

Sobre Oferendas e Encruzilhadas: Nota do Doutor em História pela UnB, Leandro Bulhões

A bênção às mais velhas; a bênção aos mais velhos.

O texto que está circulando começa com “De acordo com o professor Leandro…”. Isso é perigoso porque alguém cita o meu nome, mas não fui eu quem o escreveu. Eu fiz uma fala pública e uma pessoa que me ouviu escreveu e publicou no facebook um texto associando os meus argumentos a uma espécie de “história das origens das oferendas e da macumba”. Em seguida, ela aponta outras coisas de tal modo que não é possível fazer uma separação entre um tema que foi discutido em minha fala e depois as suas considerações próprias a respeito do assunto. Na medida em que este texto viralizou, ficou parecendo que se tratava de um texto de minha autoria, mas não é o caso. Peço licença para explicar nestas próximas linhas o meu entendimento sobre o acontecido.

Na semana passada, eu participei de uma banca de defesa de trabalho de conclusão de curso na Universidade de Brasília. Na ocasião, houve uma discussão sobre como as encruzilhadas atuais das cidades modernas são espaços de sociabilidades e de resistências. Nos semáforos, homens, mulheres e crianças, expressivamente negros e negras, realizam trabalhos diários, conseguindo dinheiro por meio da venda de doces, água, panos de prato, frutas, entre outros produtos.

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As difíceis encruzilhadas da vida..., por Gilberto Carvalho

As difíceis encruzilhadas da vida...

por Gilberto Carvalho

Mais uma vez o Partido dos Trabalhadores vê̶se numa encruzilhada, devendo tomar uma decisão polêmica. Neste caso, trata-se de nossa posição na eleição das mesas diretoras e presidências da Câmara e Senado.

Decidi apresentar estas reflexões pelo dever de tentar contribuir com o processo, sabendo que minha posição provocará divergências que reputo saudáveis e necessárias.Nestes dias, devo confessar, minha posição a respeito desta “encruzilhada” sofreu alterações, justamente em função de muitas conversas com companheiras e companheiros, além dos textos que li.Vamos ser claros: a posição mais tranquila neste momento (e que eu sustentava até agora), é a que considera que em função da situação excepcional de golpe, é reclamada uma posição mais dura e clara do nosso Partido, declarando que não votaremos em golpistas e tentando assegurar na Justiça a ocupação dos postos a que temos direito, pelo critério da proporcionalidade do número de parlamentares.

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