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Para Gilmar, investigação do MP virou “terra de ninguém”

Jornal GGN – O embate continua. Ontem, dia 8, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, disse que a investigação criminal do Ministério Público (MP) virou “terra de ninguém”. A crítica foi feita durante a sessão da Segunda Turma da Corte, que é responsável pelos julgamentos da Operação Lava Jato.

A declaração se deu quando proferiu voto em caso envolvendo questão da prisão antes do trânsito em julgado. Gilmar, então, criticou os procedimentos internos de investigação realizados pelo MP.

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Bom-mocismo é a marca de uma esquerda que tem medo do embate político, por Luis Felipe Miguel

Bom-mocismo é a marca de uma esquerda que tem medo do embate político

por Luis Felipe Miguel

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Eu não queria mais falar do affair Míriam Leitão, mas há algo que está incomodando demais. É a epifania que o episódio gerou em alguns, a visão de que há uma "selvageria" que a esquerda precisa a todo custo extirpar. Com argumentos delirantes e um bom-mocismo de gelar os ossos.

Primeiro, muita gente ignora um fato central: a tal agressão provavelmente nunca existiu. Há as incongruências do relato dela, há o timing estranhíssimo, há os depoimentos, vários, que a contradizem. Daí eu leio gente dizendo que não se pode duvidar da vítima. Isso, me perdoem, é uma demência. Há uma falha lógica. Se não houve agressão, não há vítima, então não há porque deixar de duvidar...

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Guerra verde amarelo, por Aline Souza Martins e Miriam Debieux Rosa

Debret - Um funcionário do Governo a passeio com sua família (Foto: Reprodução)

do Psicanalistas pela Democracia

 
por Aline Souza Martins e Miriam Debieux Rosa

Quando falamos em guerra, certamente uma sirene começa a tocar em cada um de nós com o aviso de “fuga ou luta”. Essa experiência avassaladoramente violenta faz parte da História de todos os países do mundo e, apesar de não vermos sangue e bombas hoje aqui no Brasil, ela continua a ter efeitos.

Para Bobbio, filósofo político, historiador, escritor e senador vitalício italiano

a guerra é um processo judicial em que o mal maior [derrota] é infligido não a quem tem mais direito, mas a quem tem mais força, do que se verifica a situação em que não mais a força está a serviço do direito mas o direito acaba por estar a serviço da força. Em síntese: em determinado processo judicial é instituído com o escopo de fazer vencer quem tem razão. Mas o resultado da guerra é justamente o oposto: é dar razão a quem vence (Bobbio – 2003) (qualquer semelhança é mera coincidência)

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O prego no Vinil de O Globo

 
Na Veja do final dos anos 70, cunhamos a expressão “prego no vinil” para definir as intervenções do Secretário de Redação – a quem incumbia fazer a última leitura das matérias – nos textos que saíam das editorias.
 
Muitas vezes, eram intervenções tão forçadas que a definição até era suave.
 
É o caso de O Globo e a cobertura da entrevista que fiz com a presidente licenciada Dilma Rousseff.
 
Quem assistiu a entrevista viu uma primeira parte, em que questionei Dilma sobre todos seus erros. E uma segunda em que a deixei à vontade para falar.
 
Aliás, a ideia de que toda entrevista é um embate entre entrevistador e entrevistado, uma luta de boxe, é um tic típico de um certo jornalismo espetáculo. É colocar o entrevistador como personagem principal, e não o entrevistado. A maior das entrevistadoras brasileiras, Marilia Gabriela, torna-se quase uma confidente do entrevistado. Porque o que interessa é obter o maior número de revelações. E a entrevista de pugilato não busca a informação, mas transformar o entrevistado em escada para o entrevistador.

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O previsível embate de egos no show midiático da Lava Jato

 
Jornal GGN - Mais um capítulo no embate entre quem tem mais poderes nas investigações dos políticos envolvidos da Lava Jato no STF. O delegado da Polícia Federal, Eduardo Mauat, pediu explicações de Rodrigo Janot, procurador-geral da República, sobre a suspensão dos depoimentos dos políticos à PF. Para Janot, a polícia estava "atropelando as investigações", o que foi assegurado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. 
 
De O Globo
 
 
Órgãos disputam comando de investigação sobre políticos no Supremo Tribunal Federal
 
Por Eduardo Bresciani, Vinicius Sassine e Thais Skodowski, especial para O Globo
 
O delegado Eduardo Mauat, um dos integrantes da força tarefa da Operação Lava-Jato, cobrou explicações públicas do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ele rebateu as críticas de Janot que esta semana pediu a suspensão dos depoimentos de políticos envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras por entender que a PF estaria “atropelando as investigações”.
 
Nesta semana, a relação da PF e a Procuradoria Geral da República (PGR) entrou em rota de colisão e tem como pano de fundo a disputa pelo protagonismo nas investigações dos envolvidos com foro privilegiado. Na quarta-feira, o ministro Teori Zavascki suspendeu os depoimentos desta semana atendendo a um pedido do procurador-geral. Em nota, a PF negou condenou a medida.
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Desde Sarney e Collor, Dilma sofreria a pressão mais forte em um segundo mandato

Por Flavio Patricio Doro

Ref. ao post: O que seria um segundo governo Dilma?

A dinâmica da campanha eleitoral deixará sequelas. No início do segundo mandato, Dilma Rousseff sofrerá a pressão mais intensa a que um presidente foi submetido desde Sarney e Collor. Pelo menos é essa a minha previsão. 

Há também uma novidade: o respaldo da população ao governo será menor do que nos três mandatos anteriores. Basta lembrar que, por duas vezes, Dilma esteve atrás nas simulações de segundo turno. A maioria da população já não a apoia. Um segmento relevante - suficiente para assegurar-lhe a vitória - vota nela como um mal menor.

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Marina diz que PT mente e tenta explicar votação da CPMF

Jornal GGN - Alvo do PT pelas contradições ou recuos durante a campanha, a presidenciável Marina Silva (PSB) enviou uma nota à imprensa na tentativa de explicar a polêmica em torno da votação da CPMF. Propagandas eleitorais e a própria presidente  Dilma Rousseff exploram, nas últimas semanas, a atuação de Marina em relação ao tema. No debate do último domingo, Dilma disse que está "estarrecida" ao ver Marina agir como se não tivesse votado contra a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira quatro vezes.

Em nota, Marina diz que o PT "distorce a realidade" e que a verdade é outra. "A então senadora pelo PT se opôs a todas as propostas em debate que ofereciam a possibilidade de distorção da finalidade social da CPMF, em especial aquelas que permitiam o uso dos recursos da contribuição para tampar os rombos das contas do governo federal."

Veja a nota, abaixo.

"Vamos aos fatos e ao contexto:

Em 22 de outubro de 1996, o Senado aprovou a lei que regulamentou a CPMF, que passaria a ser recolhida a partir de janeiro do ano seguinte. Não houve qualquer alteração no projeto que a Câmara aprovou. O único voto contrário foi o do senador Fernando Bezerra (PMDB-RN).
A votação no Senado foi simbólica, sem registro eletrônico do voto. A bancada do PT no Senado – e Marina era senadora pelo PT no período – foi favorável ao projeto, de maneira contrária ao que decidiram os deputados do partido.

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Lula à Marina: "Um verdadeiro líder não muda de opinião ou de partido toda hora"

Jornal GGN - O ex-presidente Lula rebateu, na tarde deste sábado (13), as acusações de Marina Silva ao PT, após reportagem da Folha, na qual Marina teria chorado ao falar de Lula e do embate com Dilma Rousseff (PT) nesta eleição. Lula disse que não costuma citar nome de adversários em palanques do PT, mas que abriria uma exceção para deixar claro que ele jamais falou mal de Marina.

"Vocês nunca me viram xingando um adversário. Eu prefiro falar bem da minha candidata. Mas hoje, surpreendentemente, vi na Folha uma manchete que não sei se é verdade, mas dizia que Maria chorou falando que eu tinha falado dela em algum lugar. Primeiro, dona Marina, não precisa contar inverdades a meu respeito. Que ela chore por outra coisa", respondeu o ex-presidente, durante agenda em São Paulo, ao lado de Eduardo Suplicy, Alexandre Padilha e Fernando Haddad.

“Nunca falei mal da dona Marina e vou morrer sem falar mal da dona Marina. Ela é que tem que explicar por que nasceu, cresceu e ganhou todos os cargos no PT e falou mal do PT essa semana. Eu não tenho que me explicar, porque eu vou morrer sem falar mal dela e de qualquer pessoa que tenha saído do PT. Eu tenho é a obrigação de falar bem da minha candidata que é Dilma Rousseff”, acrescentou.

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Aécio diz que ataques do PT à Marina são "inaceitáveis"

Jornal GGN - Em passagem por Minas Gerais nesta quinta (11), Aécio Neves (PSDB) defendeu a adversária Marina Silva (PSB) do embate político com a presidente Dilma Rousseff (PT). Durante entrevista, ele afirmou que Dilma faz ataques pessoais "inaceitáveis" contra Marina em propagandas eleitorais. Aécio garantiu que não vai seguir essa linha.

"Estamos vendo ataques pessoais na TV comparando Marina a outros ex-presidente da República [Collor e Jânio]. Eu não faço esse tipo de ataque pessoal. Não entro em vale-tudo para ganhar a eleição", disse.

Aécio afirmou que seguirá com sua entratégia de mostrar o que chama de "contradições de Marina". Para ele, isso é diferente de fazer ataques. Anteontem, no Pará, Aécio disse que Marina se faz de vítima toda vez que alguém aponta alguma fragilidade em seus discursos e propostas. 

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Dilma ganha as páginas dos jornais do mundo todo com discurso "contundente"

Jornal GGN - O discurso da presidente brasileira Dilma Rousseff na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas na manhã desta terça-feira (24) foi um dos assuntos mais comentados pelos jornais internacionais nesta quarta-feira (25). A declaração de que a espionagem norte-americana é uma “violação aos direitos humanos” e um ataque à soberania do Estado ganhou destaque em publicações de todo o mundo. Leia mais »

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