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Impeachment comprado deve ser anulado, diz Dilma

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - As páginas oficiais da presidente deposta Dilma Rousseff agora promove uma campanha que registra as notícias sobre a compra de votos orquestrada por Eduardo Cunha para garantir o impeachment.

A defesa da ex-presidente enviou ao Supremo Tribunal Federal a delação em que Lúcio Funaro admite que foi o operador financeiro do esquema que derrubou a petista através de um golpe parlamentar.

Em nota divulgada nesta terça (17), Dilma diz que os deputados foram subordados para garantir voto a favor do processo por crime de responsabilidade. "Muita gente sabia, mas na época ficou por isso mesmo. Hoje, ninguém tem mais motivo para ignorar: o impeachment foi resultado de propina", disparou.

O informe ainda defende que "impeachment comprado tem que ser anulado" e incita o Supremo a se manifestar sobre o assunto. A ação que pede a reversão do impeachment está nas mãos de Alexandre de Moraes.

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Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - A defesa da presidente deposta Dilma Rousseff vai requerer a juntada da delação de Lúcio Funaro sobre o uso de dinheiro da JBS por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment, na ação que está no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de anular o golpe de 2016. 

Na delação, Funaro afirmou que Cunha recebeu recursos da JBS para distribuir entre deputados que prometessem dar voto a favor da saída de Dilma do poder. 

A defesa da petista já sustenta no pedido de anulação que Cunha usou o impeachment como vingança pessoal e para "estancar a sangria" da Lava Jato, em conluio com a cúpula do PMDB.

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STF não pode "continuar acovardado" após saber da compra do impeachment, diz deputado

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O deputado federal Paulo Pimenta (PT) usou as redes sociais para se manifestar sobre a delação de Lúcio Funaro sobre o uso de recursos da JBS, por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Na visão de Pimenta, a revelação impõe alguma atitude ao Supremo Tribunal Federal, que permaneceu "acovardado" diante do golpe. "STF não pode continuar acovadado diante dos fatos", disparou.
 
Para Pimenta, as informações de Funaro ainda complicam a situação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. "Janot e o STF foram decisivos para que Dilma fosse afastada e Temer assumisse. Funaro revelou que eles sabiam de tudo e ficaram calados", disse.
 
Poucos dias antes de deixar o posto, Janot se manifestou no processo movido por Dilma para anular o impeachment. Um dos argumentos utilizados pela presidente deposta era o fato de Cunha ter praticado desvio de função, ou seja, deflagrado a ação por improbidade administrativa por vingança pessoal e para colocar o PMDB no poder, com o intuito de frear a Lava Jato.
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Bloqueio de bens contraria MPF e Dilma promete recorrer

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff emitiu uma nota à imprensa avisando que vai recorrer da decisão do Tribunal de Contas da União que, nesta quarta (11), decidiu bloquear os bens dos ex-membros do Conselho de Administração da Petrobras envolvidos na compra da refinaria de Pasadena.

O TCU entendeu que a equipe deve ser responsabilizada financeiramente pelo prejuízdo de maid de 580 milhões de dólares na operação.

Na nota, Dilma destacou que a decisão do TCU contraria entendimento do Ministério Público, que não atribui culpa ao Conselho pela crise com a refinaria.

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Dilma faz paralelo entre suicídio de reitor e busca na casa de Marcos Lula

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff traçou um paralelo entre a busca e apreensão na casa do filho mais velho de Lula e o suicídio do reitor da UFSC. Segundo ela, os dois fatos foram motivados por arbitrariedades dignas de regimes fascistas. No caso de Marcos Lula, a operação teve como objetivo, na visão de Dilma, de fomentar a perseguição ao ex-presidente. Ela responsabilizou a polícia comandada por Geraldo Alckmin (PSDB) pela jogada política.

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Dilma tem bens bloqueados pelo TCU por causa de Pasadena

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff teve os bens bloqueados pelo Tribunal de Contas da União, nesta quarta (11), por ter integrado o Conselho de Administração da Petrobras à época da compra da refinaria de Pasadena. 
 
A decisão afirma que "todos aqueles que participaram da valoração da refinaria de Pasadena no momento de aquisição dos 50% iniciais devem ser responsabilizados pelo débito total".
 
Além de Dilma, foram atingidos pela decisão do TCU os ex-membros do Conselho Antonio Palocci, Sergio Gabrielli, Cláudio Luis da Silva Haddad, Fabio Colleti Barbosa e Gleuber Vieira. Segundo informações do Estadão, ainda cabe recurso.
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Marqueteiros que delataram Dilma e Lula já estão em casa

Foto: Reuters
 
 
Jornal GGN - Delatores de Dilma e Lula, o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura passaram pouco mais de cinco meses presos e, desde a última sexta-feira (6), já estão em regime domiciliar, monitorados por tornozeleira eletrônica. 
 
Segundo informações do Estadão, os dois ficarão mais um ano e seis meses nesse novo regime, ou seja, deixarão de usar a tornozeleira e poderão sair de casa a partir de abril de 2019.
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Aragão diz que Janot acusou Dilma e ministro Navarro apenas para forçar impeachment

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-ministro Eugênio Aragão disse, em artigo publicado pelo DCM, que Rodrigo Janot acusou Dilma Rousseff e Marcelo Navarro, do Superior Tribunal de Justiça, para jogar lenha na fogueira do impeachment. Segundo Aragão, Janot sabia que a base da denúncia era frágil (a delação de Delcídio do Amaral), mas mandou investigar Dilma e o ministro do STJ mesmo assim, intensificando a crise do governo derrubado.

O Conjur fez um resumo dos principais pontos abordados por Janot. Aragão apontou que o ex-procurador-geral da República "preferiu esconder sua fraqueza no moralismo tacanho que faz sucesso no país dominado pela falta de ideias e de ideais, lamenta Aragão. Como o impulso era seguir a manada no seu estouro contra as instituições, passou a fustigar a presidente que o nomeou no esforço de pacificação nacional, diz. Ele também lembra quando o juiz Sérgio Moro, responsável pela lava jato em primeira instância, divulgou gravações da então presidente sem autorização judicial, em flagrante ilegalidade, e Janot nada fez."

 

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Janot muda explicação sobre impeachment de Dilma ao sabor da conveniência

Na ação no Supremo que pode anular o impeachment, Janot disse que o processo ocorreu dentro da normalidade constitucional e negou que Eduardo Cunha tenha aceitado o pedido por vingança ou benefício próprio. Já na denúncia contra o "quadrilhão do PMDB", procurador tratou o impeachment como subproduto de um plano frustrado para frear a Lava Jato
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot deu duas versões muito diferentes para os motivos que levaram à derrubada do governo Dilma Rousseff (PT). A mudança de postura ficou registrada em dois documentos enviados ao Supremo Tribunal Federal no mesmo dia, quinta-feira (14).
 
Primeiro, para posicionar-se contra a anulação do impeachment, Janot disse que o processo se deu dentro da normalidade constitucional, afirmou que as pedaladas fiscais justificavam a condenação da ex-presidenta e garantiu que não houve nenhum "desvio de função" por Eduardo Cunha. O ex-deputado é acusado por Dilma de ter deflagrado o impeachment por vingança e em benefício próprio e de seu grupo político, interessados em escapar da Lava Jato. A narrativa ganhou força após o vazamento de grampo sobre "botar o Michel [Temer]" no poder e "estancar a sangria".
 
Depois, na denúncia que apresentou ao Supremo contra o chamado "quadrilhão do PMDB", Janot mudou a narrativa ao sabor da conveniência: disse que o impeachment foi subproduto de um plano frustrado do PMDB do Senado para frear as investigações.
 
"Como não lograram êxito em suas tratativas, em 29.03.2016, o PMDB decidiu deixar formalmente a base do governo e, em 17.04.2016, o pedido de abertura de impeachment da Presidente Dilma Rousseff foi aprovado pela Câmara dos Deputados", admitiu Janot.
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A desculpa de Janot para criminalizar papel de Lula e Dilma

Procurador diz que não está criminalizando a política, mas denuncia Dilma e Lula por formação de alianças mesmo assim
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot tentou explicar, na denúncia que apresentou contra Michel Temer e outros do PMDB por formação de quadrilha, o porquê de também considerar Dilma, Lula e outros petistas como membros de uma mesma organização criminosa. Essa justificativa de Janot é uma versão abrandada do discurso adotado pelos procuradores de Curitiba usam em todos os processos contra Lula.
 
Segundo Janot, tudo se justifica porque Dilma e Lula foram os chefes do Executivo desde 2003 e, por conta disso, fizeram com que o PT tivesse um "papel mais relevante" nos esquemas criminosos até de outros partidos, como o PMDB de Michel Temer e o PP.
 
Dilma e Lula são indiciados por Janot especialmente por terem aderido ao presidencialismo de coalizão e distribuído cargos a aliados. No caso, a "quadrilha do PMDB" se aliou ao PT e penetrou na Petróleo, Furnas, Caixa Econômica Federal, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Agricultura, Secretaria de Aviação Civil, entre outros.
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Janot se posiciona contra anular o impeachment de Dilma

Foto: Ricardo Stuckert Filho
 
 
Jornal GGN - Quatro meses após ser incitado pelo Supremo Tribunal Federal a se manifestar sobre a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, o procurador-geral da República Rodrigo Janot avaliou que a petista não apresentou motivos suficientes para reverter o processo que ocorreu no Senado, em agosto de 2016.
 
Há pouco mais de um ano, Dilma perdeu o cargo sob a acusação de que teria praticado crime de responsabilidade fiscal com as chamadas pedaladas fiscais. 
 
Janot considerou, em sua argumentação, que o procedimento adotado pelo Senado observou a Constituição e que as pedaladas fiscais eram suficientes para condenar Dilma.
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Quanto vale a delação de Palocci? Por Ricardo Amaral


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Quanto vale a delação de Palocci? Nada

Por Ricardo Amaral

O depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sergio Moro, tão festejado pela Globo, tem o mesmo valor jurídico da delação recentemente desmoralizada de Delcídio do Amaral: rigorosamente nenhum. Serve, como serviu o ex-senador, para dar verossimilhança à ficção contra Lula que a TV dirige e a Lava Jato encena. São atores que valem mais pelo currículo passado que pelas falas de hoje. Ícones de uma farsa.

Palocci está preso ilegalmente há quase um ano, condenado a 12 anos de prisão. Está sob controle de Sergio Moro e seus carcereiros. Assim como outros réus, desistiu de se defender e passou a acusar Lula, orientado pelos advogados de porta de cadeia que Moro arregimenta a peso de ouro em Curitiba. Com garantia de benefícios, orientam o cliente a mentir para preencher as lacunas das denúncias porcas do MPF.

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Delações premiadas por quem e para que? Por Robson Leite

Reprodução
Foto: Reprodução

Sugerido por Webster Franklin

Por Robson Leite*

Na CartaMaior

Por enquanto, provas - e bem contundentes - só existem contra o Temer, seus ministros e assessores mais próximos e contra o Senador Mineiro Aécio Neves

É impressionante como a mídia e o judiciário ainda possuem um enorme poder de influência nas opiniões do nosso país. Chega ao ponto de confundir até aos militantes mais inseridos no dia-a-dia da política e da área de comunicação. A delação premiada do ex-Ministro Antônio Palocci é um excelente exemplo que ilustra bem essa minha afirmação.
 
O ex-Ministro ficou preso quase dois anos. A sua condenação o deixaria pelo menos mais 20 na cadeia. Ele pediu vários habeas corpus nesse último período e todos foram negados. O Ministério Público afirmou que ele só seria solto e teria sua pena reduzida para menos de três anos em regime aberto (ou seja, só mais alguns meses e cumprida em casa) se fizesse uma delação "que colaborasse com o objetivo do trabalho do MP". Ele tentou vários acordos e nenhum foi aceito, pois não continha nada contra o Lula e o PT. Ele topou fazer a delação que atendesse a esse propósito, mas não teria como provar. O MP aceitou. Isso também aconteceu com o Delcídio que afirmou, inclusive, coisas piores sobre Lula e Dilma. Como não havia provas, o STF inocentou-os um ano e meio depois da delação - agora comprovadamente mentirosa - do ex-Senador Delcídio do Amaral. Porém, depois desse tempo todo, apesar da absolvição dos acusados, o estrago político já tinha sido feito, incluindo aí o impeachment, pois essa famosa delação foi antes da votação do dia 17 de abril de 2016.

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Dilma: Janot inverte papéis e processa quem deveria ser vítima

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff reagiu, em nota à imprensa, à denúncia que a Procuradoria Geral da República apresentou contra ela, o ex-presidente Lula e Aloysio Mercadante, agora por obstrução de Justiça. A denúncia usa a delação de Delcídio do Amaral e o grampo vazado por Sergio Moro à imprensa, situação que Dilma classificou como lamentável. Para ela, Janot inverte a Justiça, processando quem deveria ser vítima e beneficiando os verdadeiros corruptos.

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Janot denuncia Dilma e Lula de novo, agora por obstrução de Justiça

 
Por André Richter
 
Da Agência Brasil
 
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou hoje (6) nova denúncia contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por suposto crime de obstrução de Justiça. No entendimento de Janot, a nomeação de Lula para ministro da Casa Civil em 2016 teve objetivo de combater as investigações porque ele já figurava como réu em um dos processos da Lava Jato. O ex-ministro Aloizio Mercadante também foi denunciado.
 
Em março de 2016, por uma decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, a nomeação de Lula foi suspensa, por entender que a nomeação para o cargo teve o objetivo de retirar a competência do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, para julgá-lo e passar a tarefa ao Supremo, instância que julga ministros de Estado.
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