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Depoimento

Juiz federal revalida parte do acordo de leniência da J&F


Foto: Divulgação

Da Agência Brasil

Por Ivan Richard Esposito 

Um mês após suspender o acordo de leniência da J&F para fins criminais, o juiz federal Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília, decidiu nesta quarta (11) revalidar parte do acordo firmado em junho pelo grupo e a Procuradoria da República no Distrito Federal.

Na decisão, Vallisney diz que a sustação do acordo poderia prejudicar o andamento de investigações relativas à Operação Greenfield, que apura um esquema de desvio em fundos de pensão de empresas estatais, e a Lava Jato, além de atrasar o processo de pagamento de indenizações.

“A sustação dos efeitos da homologação pode prejudicar de fato a própria verdade real que se quer buscar com as investigações e processos criminais na Operação Greenfiels, Cui Bono (Lava Jato) e Sépis, pelo fato de que possíveis aderentes pessoas naturais podem vir a ser testemunhas ou colaboradores na investigação criminal e que, se continuar a sustação da homologação, haverá prejuízo para a Justiça Penal”, argumentou  Vallisney  de Souza.

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Gabrielli diz que depoimento de Palocci sobre encontro com Lula é mentiroso

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - O ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli enviou uma carta à Globo rebatendo a declarações escritas pelo ex-ministro Antonio Palocci em um manifesto endereçado ao PT nacional. Palocci pediu a desfiliação do partido após ser questionado sobre o depoimento que prestou a Sergio Moro no início do mês, alegando que Lula tinha um "pacto de sangue" com a Odebrecht.

No pedido de desfiliação, Palocci diz que não pode dar detalhes das afirmações que fez pois elas fazem parte de uma negociação com o Ministério Público que está sob sigilo. Porém, garantiu que tudo que disse sobre os encontros com Lula, Dilma Rousseff e Gabrielli para tratar de propina em obras da Petrobras era "verdade".

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PT decide afastar Palocci do partido após depoimento contra Lula

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O PT decidiu afastar Antonio Palocci da legenda após o ex-ministro depor ao juiz Sergio Moro acusando Lula de conhecer os esquemas de corrupção na Petrobras e aceitar vantagens indevidas da Odebrecht. Segundo a nota do diretório de Ribeirão Preto, onde Palocci foi filiado, um procedimento disciplinar para avaliação ética do comportamento do petista será aberto. Isso porque Palocci teria mentido e seguido o roteiro da Lava Jato, colocando-se a serviço da perseguição contra Lula.

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Moro usou depoimento sem provas para condenar Lula, indica parecer de Janot

 
Jornal GGN - A sentença do caso triplex proferida por Sergio Moro contra Lula foi golpeada por um parecer enviado pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, no mês passado.
 
No documento (em anexo, abaixo), Janot afirma que Léo Pinheiro não fechou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e, portanto, "não há nenhum elemento de prova obtido a partir dessas tratativas preliminares." Além disso, o então PGR apontou que mesmo que o acordo tivesse sido fechado e homologado pela Justiça, seria necessário investigar se as falas e os indícios de provas eventualmente entregue por Pinheiro seriam verdadeiros.
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Procuradores usaram documentos possivelmente falsos para interrogar Lula

Defesa afirma que ex-presidente deixou de responder perguntas de Moro e do Ministério Público por 3 razões. Entre elas está a possibilidade de adulteração em documentos usados pela acusação
 
 
Jornal GGN - Tão logo os vídeos do segundo depoimento de Lula a Sergio Moro caíram na internet, na tarde de quarta (13), parte da grande mídia fez questão de destacar em manchetes que o ex-presidente não quis responder a "várias perguntas" do juiz e dos procuradores de Curitiba. Só esqueceram de dizer que a defesa deu 3 razões para isso, e uma delas é que Lula foi abordado com documentos possivelmente falsos.
 
"Foram feitas perguntas com base em papéis que a defesa questionou. Já haviamos apontado a existência de indícios de falta de origem ou adulteração dos documentos e até o momento não existe nenhuma resposta sobre se os documentos são idôneos", disse o advogado Cristiano Zanin.
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De novo, Moro assumiu papel de acusador contra Lula, avalia Kennedy Alencar

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - Após analisar o segundo depoimento de Lula a Sergio Moro, o jornalista Kennedy Alencar publicou um artigo apontando que, mais uma vez, o magistrado de Curitiba se comportou como membro do Ministério Público Federal e assumiu o papel de acusador, em vez de se comportar com a imparcialidade que demanda a figura de um juiz.
 
Para Kennedy, esse embate entre Lula e Moro foi mais "duro" do que o primeiro depoimento, sobre o caso triplex. Mas mesmo com o depoimento de Antonio Palocci detonando Lula como um "trunfo", a Lava Jato em Curitiba ainda não conseguiu deixar o ex-presidente "sem saída".
 
Neste processo, Lula é acusado de supostamente receber vantagens indevidas da Odebrecht.
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Interrogatório de Lula mostra que Moro não busca a verdade, diz Zanin

Jornal GGN - Após o depoimento de Lula a Sergio Moro nesta quarta (13), a defesa do ex-presidente Lula disse, durante uma coletiva de imprensa, que o interrogatório do juiz e dos procuradores de Curitiba deixa claro que eles não estão em busca da verdade dos fatos, mas sim de uma "versão" que se encaixe melhor numa eventual sentença condenatória. 

Segundo o advogado Cristiano Zanin, o depoimento de Lula fez "ruir" a acusação de que ele foi beneficiado indevidamente pela Odebrecht com a compra de um imóvel nunca usado pelo Instituto Lula, entre outras vantagens alegadas pelo Ministério Público Federal.

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Confira o segundo depoimento de Lula a Sergio Moro

 

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Gleisi Hoffmann se reúne com apoiadores de Lula em Curitiba


Imagem: Reprodução Facebook Gleisi Hoffmann

Jornal GGN - Diversos apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestam homenagem, neste momento, em encontro em frente ao prédio da Justiça Federal de Curitiba, onde Lula dará seu depoimento sobre o processo envolvendo a suposta compra pela Odebrecht de um terreno ao Instituto Lula.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) se juntou aos milhares de manifestantes e gravou alguns momentos antes do início do interrogatório:

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Militantes já esperam a chegada de Lula para depoimento a Sergio Moro

Fotos: Divulgação

 

Jornal GGN - Cerca de 1,2 mil pessoas já aguardam a chegada do ex-presidente Lula à 13ª Vara Federal de Curitiba, onde ocorrerá o segundo encontro entre o petista e o juiz Sergio Moro. Lula será interrogado nesta quarta (13) no âmbito do processo em que é acusado de receber vantagens indevidas da Odebrecht, incluindo um terreno para o Instituto Lula, no valor de R$ 13 milhões, entre outros supostos benefícios. A oitiva começará a partir das 14h.

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Folha bate em Cardozo com denúncia sem prova enquanto afaga o IDP de Gilmar

A reportagem tem 19 parágrafos, sendo que os repasses da JBS ao IDP de Gilmar Mendes ocupam 10 deles. Os outros 9 são destinados à acusação aparentemente frágil de Joesley Batista ao escritório de Marco Aurélio Carvalho, envolvendo um contrato assinado quando o advogado ainda não era sócio de José Eduardo Cardozo. Mas quem a Folha escolhe para emprestar o nome a um título explosivo? O ex-ministro da Justiça e advogado de Dilma Rousseff (PT)
 
 
Jornal GGN - A reportagem "Joesley diz que fez contrato fictício com sócio de Cardozo", publicada pela Folha de S. Paulo na tarde desta segunda-feira (11), é caso exemplar da seletividade da grande mídia. 
 
A reportagem tem 19 parágrafos, sendo que os repasses da JBS ao IDP de Gilmar Mendes ocupam 10 deles. Os outros 9 são destinados à acusação aparentemente frágil de Joesley Batista ao escritório de Marco Aurélio Carvalho, envolvendo um contrato assinado quando o advogado ainda não era sócio de José Eduardo Cardozo. Mas quem a Folha escolhe para emprestar o nome a um título explosivo? O ex-ministro da Justiça e advogado de Dilma Rousseff (PT).
 
Folha começou tratando do caso Gilmar nos parágrafos 5, 6 e 7, mas fazendo questão de esclarecer que, para a JBS, os patrocínios ao IDP é uma questão completamente legal. 
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Moro e Lula ficam cara a cara novamente nesta quarta

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula e o juiz Sergio Moro têm encontro marcado para quarta (13), em Curitiba, em função da ação penal em que o petista é acusado de receber propina da Odebrecht. O depoimento do petista ocorre poucos dias após os testemunhos do ex-ministro Antonio Palocci e o empresário Marcelo Odebrecht.
 
Condenados por Moro, Palocci e Odebrecht tentaram implicar o ex-presidente em seus depoimentos diante do juiz de Curitiba. Palocci chegou a dizer que tinha um "pacto de sangue" com a empreiteira para oferecer a Lula vantagens indevidas, como a reforma do sítio de Atibaia, um terreno para o Instituto Lula e uma "reserva" de 300 milhões de reais.
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Zanin: Palocci tinha frases contra Lula anotadas em um papel

Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin gravou um vídeo na saída do depoimento de Antonio Palocci contra Lula, afirmando que o ex-ministro levou "frases e expressões prontas, anotadas em um papel, para poder dizer na audiência, como foi, por exemplo, a expressão 'pacto de sangue'. Foi algo ensaiado."

Diante do juiz Sergio Moro, nesta quarta (6), Palocci disse que firmou com a Odebrecht um "pacto de sangue" que incluia um "presente pessoal" para Lula, que era a reforma do sítio de Atibaia, além de uma reserva de R$ 300 milhões, entre outros benefícios.

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"Obter benefícios é a minha vontade", diz Palocci em depoimento que incrimina Lula

Jornal GGN - Condenado por Sergio Moro na Lava Jato, o ex-ministro Antonio Palocci decidiu mudar seu depoimento e incriminar o ex-presidente Lula em uma das ações penais em que ambos são acusados de receber vantagens indevidas da Odebrecht.

Defendido por Adriano Bretas, Palocci tenta, há alguns meses, fechar um acordo de delação premiada, mas Moro e os procuradores têm esnobado as informações, principalmente após o ex-ministro sinalizar que poderia entregar nomes do mercado financeiro e grandes grupos de comunicação.

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Para defesa de Lula, depoimento de Odebrecht a Moro enfraqueceu processo em Curitiba

Jornal GGN - A defesa de Lula acredita que o depoimento que Marcelo Odebrecht prestou ao juiz Sergio Moro, em Curitiba, ajuda a enfraquecer a denúncia do Ministério Público Federal sobre pagamento de vantagem indevida ao ex-presidente através da compra de um terreno nunca usado pelo Instituto Lula, entre outras supostas ações.

Marcelo Odebrecht é acusado pela Lava Jato de corrupção ativa por ter ofertado propina ao PT, e favores a Lula, em troca de 8 contratos da empreiteira com a Petrobras. "Essa é a parte que não acho que é aderente à realidade dos fatos. Não participei de acertos nesses contratos", disse. 

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