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Deputados aprovam relatório contrário à denúncia sobre Temer

Foto: REUTERS

Da Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na noite de hoje (18) por 39 votos favoráveis, 26 contrários e 1 abstenção o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela inadmissibilidade da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. Os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência também são citados na denúncia pelo crime de organização criminosa.

O placar inferior ao registrado na apreciação da denúncia anterior já era esperado pelo governo. Após uma manobra do PSB, a líder do partido e aliada do Planalto, deputada Tereza Cristina (MS) foi substituída pelo oposicionista deputado Júlio Delgado (MG). Com isso, a base governista teve três votos a menos do que o registrado na votação do parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG). Naquela ocasião, 42 deputados foram favoráveis ao parecer que também recomendava a rejeição da denúncia.

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Ao vivo: CCJ quer votar hoje segunda denúncia contra Temer


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara segue com o debate sobre o relatório alternativo do deputado tucano Bonifácio de Andrada (MG), que pede o engavetamento da segunda denúncia contra Michel Temer.
 
Na manhã desta quarta (18), os deputados pretendem terminar as discussões, de 15 minutos para cada parlamentar da Comissão, e votar ainda hoje o parecer, a tempo de que na próxima semana o Plenário possa votar a denúncia.
Sem votos

Presidente da CCJ pede mais prazo para votação da denúncia contra Temer

Foto: Agência Brasil

Por Iolando Lourenço

Da Agência Brasil


O presidente da Comissão de Constituição e de Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), requereu ao presidente da Casa, Rodrigo Maia, a prorrogação por mais três sessões para o colegiado discutir e votar o parecer sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. O pedido foi feito como medida de precaução. Regimentalmente, a comissão tem só até a meia-noite de hoje (17) para concluir a discussão e votação da matéria.

O Regimento Interno da Câmara estabelece um prazo de cinco sessões plenárias da Casa, a partir da apresentação da defesa, para que a CCJ conclua seus trabalhos votando parecer sobre a denúncia, que será encaminhado à votação final no plenário da Câmara. As defesas do presidente Temer e dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), que também foram denunciados, foram apresentadas no último dia 4. De lá para cá, foram realizadas sessões da Câmara, que serviram para contagem de prazos, nos dias 5, 9, 10, 11 e 17 de outubro.

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Ao vivo: CCJ analisa denúncia contra Temer

 
Jornal GGN - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu início à análise da segunda denúncia contra Michel Temer por obstrução à Justiça e organização criminosa, nesta terça-feira (17).
Sem votos

Tereza Cruvinel: carta de Temer aos deputados é uma confissão de desespero

Por Tereza Cruvinel

No Brasil 247

A carta de Michel Temer aos deputados é uma confissão de desespero, um sinal de que a situação na Câmara realmente piorou muito para ele com a delação de Lúcio Funaro. Ao dirigir-se apenas aos parlamentares, que votarão contra ou a favor da aceitação da segunda denúncia de Rodrigo Janot, Temer revela mais uma vez seu profundo desprezo pelo povo brasileiro, que não mereceu qualquer palavra sua sobre os crimes de que é acusado – obstrução da Justiça e formação de organização criminosa. Os cidadãos não participarão da votação na Câmara mas em nome deles é que os deputados vão votar. Entretanto, ele se dirige apenas ao “prezado parlamentar”.

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Contrariando Temer, Câmara liberou vídeos de Funaro e áudios de Joesley

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Inaugurando mais uma turbuência com o Planalto, a Câmara dos Deputados sob Rodrigo Maia (DEM) decidiu publicar vídeos e áudios de delações do operador Lúcio Funaro e dos irmãos Batista contra o presidente Michel Temer.
 
O material consta na denúncia que Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República, apresentou ao Supremo Tribunal Federal contra Temer e líderes do PMDB, por obstrução de Justiça e formação de quadrilha.
 
Temer havia solicitado ao relator do caso no Supremo, o ministro Edson Fachin, acesso aos áudios e vídeos. Mas Fachin colocou tudo sob segredo de Justiça.
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História do golpe em Temer é digna de roteiro da Disney, diz Limongi

Foto: F. Cavalcanti
 
 
Jornal GGN - Nem a defesa de Michel Temer, nem o relator da denúncia contra o presidente na Câmara dos Deputados conseguem explicar porque supostamente Rodrigo Janot em conluio com os criminosos da JBS tentaram dar um "golpe" e tirar o peemedebista do poder. E isso ocorre porque a história de golpe em Temer é digna de quem viajou a Disney e ainda está vivendo no "mundo maravilhoso" recheado de fantasias. É o que diz Fernando Limongi, em artigo no Valor, nesta segunda (16).
 
Segundo o cientista político e professor da USP, embora o argumento do golpe seja o principal na defesa de Temer, seus advogados não conseguem criar uma narrativa plausível para sustentá-lo. Dizem que sob Janot, a Procuradoria quis dar o golpe na Presidência porque têm um "denuncismo" exarcebado nas veias.
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Defesa de Temer diz que Cármen Lúcia esqueceu de por sigilo na delação de Funaro

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O advogdo Eduardo Pizarro Carnelós, que faz a defesa de Michel Temer contra a denúncia por obstrução de Justiça e formação de quadrilha, enviou nota à imprensa tangenciando a abertura de um conflito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por conta a divulgação no site oficial da Casa dos vídeos da delação de Lúcio Funaro.
 
No final de semana, o defensor emitiu nota criticando o vazamento dos vídeos, classificando-os como um atentado ao Estado Democrático de Direito.
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Maia dá recado de ruptura a Temer, ameaçado por denúncia na Câmara


Foto: Beto Barata/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - "Daqui para frente, vou, exclusivamente, cumprir meu papel institucional: presidir a sessão", foi o recado de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, a Michel Temer sobre a denúncia contra o mandatário na Casa, às vésperas do início das votações.
 
A declaração foi mais um sinal de ruptura do ex-fiel escudeiro de Temer no Legislativo, após a reação do presidente diante da divulgação pelo site da Câmara dos áudios sigilosos de Joesley Batista e dos vídeos da delação do operador financeiro Lúcio Funaro, que atacam Michel Temer.
 
A polêmica está no fato de que Maia informou que as gravações, disponibilizadas no portal da Câmara, não estavam em sigilo, uma vez que foram inclusive anexas à denúncia contra o presidente da República e encaminhados a ele e aos ministros Moreira Franco (da Secretaria-Geral) e Eliseu Padilha (da Casa Civil), para produzirem suas defesas.
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Ao vivo: Relator recomenda rejeição da segunda denúncia contra Temer


Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O deputado federal Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) entrega na tarde desta terça (10) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara o relatório da segunda denúncia contra Michel Temer a reboque da delação da JBS, recomendando a rejeição das acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Grampo de caciques do PMDB foi usado em denúncias por Janot e agora é arquivado

A conversa entre peemedebistas que se tornou um dos marcos dos grampos na Lava Jato foi usada pelo ex-PGR em diversas peças acusatórias. Quando deixou de ser necessária, tornou-se insuficiente para uma denúncia
 

Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, atendeu ao pedido do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e arquivou o inquérito contra o senador Romero Jucá (PMDB-RR), Renan Calheiros (PMDB-AL), José Sarney (PMDB-AP) o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, por obstrução à Operação Lava Jato.
 
Conforme o GGN divulgou, outras peças do ex-procurador-geral da República usavam trechos do diálogo grampeado entre Machado e os caciques peemedebistas para indicar que o impeachment de Dilma Rousseff foi parte das negociações de obstrução dos políticos aos avanços das investigações.
 
Foi o caso das denúncias contra Michel Temer, enviada à Câmara, e a denúncia contra Aécio Neves, enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nas peças, Janot recorreu da chamada "estancar a sangria" para descrever ações de parlamentares e da cúpula do governo Temer para impedir as investigações da Operação, ocasionando o impeachment de Dilma.
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Presidente da CCJ impede fatiamento de denúncia contra Temer

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Rodrigo Pacheco (PMDB) decidiu, nesta terça (10), que não vai fatiar a denúncia apresentada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Michel Temer e ministros como Moreira Franco e Eliseu Padilha. A apreciação da peça acusatória será analisada de forma conjunta, afirmou Pacheco. As informações são do jornal O Globo.

Segundo a reportagem, o relator da denúncia na Câmara, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB), deve ler até o final da tarde de hoje o seu voto sobre o caso de Temer e os ministros. Eles foram acusados por Janot de formação de organização criminosa e obstrução de Justiça, a reboque da delação da JBS. 

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Demissão de chefe de combate à escravidão teria sido compra de votos a Temer


André Roston, agora ex-chefe da Detrae/MTPS - Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O governo de Michel Temer resolveu demitir o chefe do combate à escravidão, André Roston, do cargo de coordenador da divisão de fiscalização para erradicação do trabalho escravo. A suspeita é de que o mandatário foi pressionado pela bancada ruralista, que integra a base de apoio de Temer no Congresso, a fazer a substituição em meio à tramitação da denúncia na Câmara.
 
A decisão foi assinada pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira (10). As ações de fiscalização e de responsabilização de casos de emprego de trabalhadores em condições análogas à escravidão vinham incomodando parte dos parlamentares ruralistas, muitos alvos destas ações.
 
A relação entre a demissão de Roston com as pressões foi ditada pelo Painel da Folha, nesta terça-feira: o posto era uma das demandas de congressistas que ainda negociavam votos para barrar a segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara.
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Padres denunciam: PF impediu reitor de receber ajuda religiosa, por Raquel Wandelli

dos Jornalistas Livres

Padres denunciam: PF impediu reitor de receber ajuda religiosa

por Raquel Wandelli 

#EXCLUSIVO | PADRE DENUNCIA: "FOMOS IMPEDIDOS DE PRESTAR APOIO ESPIRITUAL AO REITOR QUE SE SUICIDOU" 

Assista em vídeo a denúncia do padre da Pastoral Carcerária, William Barbosa Vianna, na missa em homenagem ao reitor da UFSC. 

Ao celebrar missa em homenagem ao reitor Luiz Carlos Cancellier neste domingo (8/10), pela manhã, no Templo Ecumênico da UFSC, o padre William Barbosa Vianna fez uma denúncia espantosa: ele e outro frei foram impedidos ao menos quatro vezes pela Polícia Federal de oferecer apoio ao reitor, embora esse direito seja garantido pela Constituição. Cancellier foi preso, algemado nu, submetido a exame interno vexatório e encarcerado sem processo judicial.  Leia mais »
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Prova de defesa de Duran pode ameaçar parte da denúncia contra Temer

Para se defender das acusações da PGR, o advogado quer apresentar e-mails que indicam que a sua conta não foi usada para o repasse de propinas da Odebrecht ao hoje presidente da República
 

Rodrigo Tacla Durán, em seu refúgio na Espanha - Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O advogado que promete trazer informações de bastidores de acordos de delação que comprometem a Odebrecht e o juiz federal Sérgio Moro, Rodrigo Taclar Duran, informa que tem provas de que a sua conta bancária no exterior supostamente usada pela empreiteira para pagar propina a Michel Temer estava inativa.
 
Após colocar na mira questionamentos contra o juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, expondo ter recibos direcionados à esposa do magistrado, Rosângela Moro, e ao amigo do juiz, o advogado Carlos Zucolotto Júnior, Duran tenta a própria defesa.
 
Foi acusado pela força-tarefa da Lava Jato de lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. Queria revelar as informações que diz ter em acordo de delação premiada, que não foi aceito pelos procuradores da República. Na Espanha, país onde detém cidadania e está foragido, o advogado é alvo de ameaças de prisão. Sérgio Moro já pediu a sua extradição, que é negada pelo país. 
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