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delação

As regalias dos delatores da Odebrecht

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A coluna de Mônica Bergamo nesta quarta (16) mostra porque compensa fazer delação premiada com os procuradores da Lava Jato. O caso Odebrecht talvez seja o melhor exemplo. Executivos que foram condenados a mais 19 anos de prisão já estão em regime domiciliar, com liberdade para sair durante o dia e voltar para casa às 22h.
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Lava Jato cancela novo acordo com Andrade por falta de acusações contra Lula

Por outro lado, força-tarefa de Curitiba e de Brasília não quiseram saber de acusações da empreiteira contra Aécio Neves e o trensalão tucano
 

Foto: Lula Marques - Agência PT
 
Jornal GGN - Além da OAS, também se vê ameaçada a delação da Andrade Gutierrez. Mas além da falta de tempo suficiente para que o caso seja conduzido sob a gestão de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República, o motivo é maior: os executivos da empreiteira negaram ter acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A Andrade Gutierrez já fechou um acordo de delação com a Lava Jato em 2015, pagando uma multa de R$ 1 bilhão. Entretanto, novas delações de outras empresas levantaram que a empreiteira escondeu dos investigadores outros fatos, relacionados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e sobre o chamado trensalão tucano.
 
A empresa originalmente mineira, que carrega em seu histórico relações com Aécio, teria perdido a confiança dos investigadores quando, a partir de outras delações, como da Odebrecht, por exemplo, soube-se que a Andrade omitiu pagamento de propina a Aécio Neves relacionada às obras na Cidade Administrativa.
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Janot reduz 60% dos acordos de delação da OAS antes de sua saída


Foto-montagem: Blasting News
 
Jornal GGN - Considerado outro dos mega-acordos de delação premiada na Operação Lava Jato, a construtora OAS teve suas acusações de cerca de 50 empresários enxugadas para que Rodrigo Janot alcance comandar o caso na Procuradoria-Geral da República (PGR) antes do fim de seu mandato.
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, dos 50 envolvidos que diziam ter material para entregar aos investigadores, mantiveram a colaboração com apenas 20, incluindo funcionários da empreiteira e acionistas. Ou seja, houve uma redução de 60% dos acusadores da OAS que poderiam levar a diversas frentes de investigação e desdobramentos da Lava Jato.
 
As negociações entre o Ministério Público Federal (MPF) e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, tiveram início em março de 2016. Desde lá, os acordos de leniência e com os demais executivos do grupo sofreram interrupções e foram desfocados com o avanço dos acordos junto à Odebrecht, rival econômico da OAS, e, mais recentemente, com a JBS.
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Briga por delações e mudança de delegados implodiu a Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba foi minada por "múltiplos fatores", mas os dois principais são: o fim da força-tarefa exclusiva da Polícia Federal, imposto no governo Temer e, antes disso, a disputa entre procuradores da República e delegados em torno das delações premiadas.

Reportagem do Estadão deste domingo (13) divulgou que, na visão dos procuradores, "a origem do problema é o esvaziamento – de 9 para 4 delegados – da polícia, que teria sido provocado pelo governo Michel Temer, na tentativa de frear as investigações [contra políticos]. O presidente tem negado qualquer interferência."

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PSDB de São Paulo está "atemorizado" com a delação de Adir Assad, diz Lauro Jardim

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - É destaque na coluna de Lauro Jardim que a delação de Adir Assad "atemoriza" o PSDB de São Paulo. O empresário que fechou acordo de delação premiada junto com o irmão, Samir Assad, admitiu que criou um esquema nos governos tucanos que movimentou R$ 1,7 bilhão em propina. 
 
"A delação de ambos preocupa o PSDB paulista. Mais do que preocupa, atemoriza", disse Jardim. 
 
Por conta do acordo, Samir já conseguiu ser transferido da prisão onde estava no Rio de Janeiro para o regime domiciliar. Adir segue preso em Curitiba, por determinação de Sergio Moro.
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Cármen Lúcia não deixa Aécio escolher Gilmar Mendes como relator

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - A presidente do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia negou um pedido da defesa de Aécio Neves para que o inquérito instaurado contra o tucano por causa de delações da Odebrecht fosse distribuído a Gilmar Mendes.
 
Ao STF, o advogado Alberto Toron alegou que "havia conexão entre essa investigação, que trata sobre suspostas irregularidades em obras das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, e outro inquérito que já é relatado por Gilmar Mendes, este sobre Furnas", explicou O Globo.
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Procurador diz que delação da JBS contra Dilma e Lula é "incomprovável"

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Em entrevista ao UOL, o procurador Ivan Cláudio Marx, que cuida do inquérito contra Lula e Dilma por causa da delação de Joesley Batista, da JBS, praticamente deu 3 motivos para o caso ser encerrado.
 
Em troca de imunidade penal, Joesley afirmou à Procuradoria da República que mantinha no exterior duas contas criadas ao longo dos governos Lula e Dilma, onde chegou a acumular 150 milhões de dólares.
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Processo contra Lula com base na delação de Delcídio entra na reta final

Jornal GGN - A ação penal em que Lula é acusado de ser mentor de um plano para comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, está prestes a entrar na reta final. Segundo informações de Época, na segunda (7), o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, definiu as últimas providências e, em breve, deve abrir prazo para que o Ministério Público Federal apresente as alegações finais.

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2 anos depois, PF revela que delações usadas contra Palocci não têm provas

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O delegado Filipe Hille Pace enviou um ofício ao juiz Sergio Moro, em abril passado, reclamando do fato do Ministério Público Federal ter negociado benefícios a 3 delatores que foram usados contra Antonio Palocci e que não provaram nada do que disseram sobre o ex-ministro. O Estadão só revelou a existência do documento nesta segunda, 7 de agosto, tratando o episódio como mais uma "queda de braço" entre PF e procuradores por causa dos acordos.
 
“É temerário que inquérito policial tenha tramitado por quase dois anos em função de três versões de fatos diferentes apresentadas por três criminosos que celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e que a partir disso obtiveram inegáveis benefícios. Em outras palavras, no presente caso, os colaboradores em nada auxiliaram os trabalhos investigativos, muito embora tenham sido beneficiados para tanto. Leia mais »
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Janot sinaliza que delação de Delcídio será anulada

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot admitiu, em entrevista à Folha, que deve pedir a anulação de um acordo de delação premiada da Lava Jato. Ele não quis antecipar o nome do delator, mas citou Sergio Machado e Delcídio do Amaral. Após servirem à derrubada do governo Dilma Rousseff,  as revelações sofreram críticas de membros da força-tarefa da Lava Jato porque não foram vinculadas a provas.
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Marta Suplicy e mais 4 não serão investigados porque têm mais de 70 anos

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Jornal GGN - Marta Suplicy (PMDB) e mais quatro parlamentares não serão investigados a reboque das delações da Odebrecht porque têm mais de 70 anos e, por causa disso, o prazo para investigação cai pela metade, informou a Agência Brasil.

Segundo o portal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu pedir o arquivamento das cinco investigação ao Supremo Tribunal Federal, mas somente após o relator da Lava Jato na Corte, Edson Fachin, apontar a possível prescrição dos crimes.
 
Foram beneficados pela decisão, além de Marta, os deputados Jarbas Vasconcelos (PMDB), Roberto Freite (PPS), Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino (DEM). O PGR pediu inquérito contra os 5 políticos quando divulgou a chamada "lista de Janot 2.0", que incluia um total de 84 pedidos de investigação por causa da delação da Odebrecht.
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Com votos de Gilmar e Lewandowski, procurador e advogado delatados pela JBS são soltos

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (1º) conceder liberdade ao procurador da República Ângelo Goulart Villela e ao advogado Willer Thomaz, presos pela Polícia Federal (PF) em maio a partir de investigações envolvendo as delações da JBS.

Os acusados foram beneficiados pela soltura devido ao empate de dois votos a favor e dois contra a liberdade, ocorrido na votação. Nesses casos, de acordo com norma interna do STF, o empate favorece os acusados.

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Se aprovada por Fachin, delação de Pedro Corrêa será usada contra Lula em 2018

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Depois de um ano e meio de negociações, o ex-deputado Pedro Corrêa concluiu o acordo de delação com a Lava Jato e o documento será analisado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Segundo formações do BuzzFeed, quem acompanhou os trâmites agarante que a operação terá mais gás para atacar Lula em 2018 com a colaboração de Corrêa.

"A homologação será mais um problema para a tentativa do ex-presidente Lula de concorrer à presidência em 2018, uma vez que depoimentos do delator serão usados nos processos que ele responde na Justiça", escreveu Severino Mota.

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Delação sobre "agrado" a Lula foi rejeitada em 2016 por não ter citado o petista

Foto: Reprodução

Lula e Taiguara Rodrigues, em foto anexada na denúncia da Procuradoria do DF

Jornal GGN - A Lava Jato conseguiu o que queria: mais de uma delação premiada que atribuiu a Lula a contratação da empresa Exergia pela Odebrecht em Angola, vinculada a obras com financiamento do BNDES. Em 2016, a Folha de S. Paulo revelou que os procuradores não queriam aceitar a delação de Alexandrino Alencar porque o executivo da Odebrecht dizia não ver irregularidade no caso. Agora, Alencar diz que medidas foram tomadas dentro da empresa para "agradar" o ex-presidente. 

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Bendine encontra Marcelo Odebrecht, seu delator, na sede da PF de Curitiba

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Preso na quinta (27) em nova fase da Lava Jato, ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine deu de cara com seu delator, Marcelo Odebrecht, quando chegou na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR). Segundo relatos da colunista Mônica Bergamo, Marcelo "fazia reunião com seus advogados quando Cobra, apelido de Bendine nas planilhas da Odebrecht, chegou. O ex-presidente do BB olhou duro para o empreiteiro. E passou reto."
 
Bendine foi preso por ordem de Sergio Moro com base em uma delação que diz que o ex-presidente da Petrobras recebeu R$ 3 milhões em dinheiro vivo após "achaquar" Marcelo Odebrecht.
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