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Para advogados de Lula, Joesley ‘negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história’

Responsável pela defesa do ex-presidente, Zanin avalia que “Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida” | Foto: Felipe Araújo/Tempus Comunicação

do Sul21

Para advogados de Lula, Joesley ‘negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história’

Da Redação

Na entrevista exclusiva que concedeu à revista Época, da Editora Globo, neste final de semana, Joesley Batista, um dos donos do grupo J&S, do qual faz parte a JBS, disse que Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) “institucionalizaram a corrupção”. “Houve essa criação de núcleos, com divisão de tarefas entre os integrantes, em Estados, ministérios, fundos de pensão, bancos, BNDES. O resultado é que hoje o Estado brasileiro está dominado por organizações criminosas. O modelo do PT foi reproduzido por outros partidos”, afirmou ele.

Porém, para os advogados do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, a declaração deve “ser entendida no contexto de um empresário que negocia o mais generoso acordo de delação premiada da história”. Em nota lançada também no final de semana, eles apontam que “Batista foi incapaz de apontar qualquer ilegalidade cometida, conversada ou do conhecimento do ex-presidente Lula”.

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Defesa de Lula mostra todas as polêmicas e irregularidades de Moro em recurso

 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa, dona Marisa Letícia, entrou com um recurso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região contra todo o processo do caso triplex no Guarujá. Os advogados argumentaram que o juiz da primeira instância, Serio Moro, não pode julgar o caso.
 
Cristiano Zanin Martins, Roberto Teixeira, José Roberto Batochio e Juarez Cirino dos Santos recuperaram todos os atos do magistrado do Paraná desde 2016, como o recebimento da denúncia contra Lula e sua postura questionada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em diversos momentos, como na liberação das interceptações telefônicas e a condução coercitiva contra o ex-presidente, no ano passado.
 
Os advogados também lembraram de como foi feita a divulgação da denúncia contra Lula, com a apresentação de power point e a parcialidade dos investigadores. Segundo o Ministério Público Federal, o ex-presidente e dona Marisa esconderam a verdadeira posse do triplex com "artifícios ardilosos", obtendo reformas, decoração e eltrodomésticos da OAS.
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Lava Jato: cheiro de FBI/CIA na “cena de Piti”, por Armando Coelho Neto

Lava Jato: cheiro de FBI/CIA na “cena de Piti”

Por Armando Rodrigues Coelho Neto

Foi estranho saber que o coronelismo eletrônico da mídia golpista resolveu colocar no ar um embate entre a defensoria do ex-Presidente Lula e o juiz Sérgio Moro. Para os admiradores do ex-presidente, foi um lavar de alma ver alguém peitando um magistrado, que prefiro tratar como “encantador de incautos” do que usar a expressão chula que circula nas redes sociais. “Se Vossa Excelência atua aqui como acusador principal, Vossa Excelência perde todo respeito”, disse o advogado, no legítimo interesse de seu cliente.

Para os que alimentam o gratuito ódio ao PT/Lula /motivo de glória. Nada como assistir o “encantador” admoestando e caçando a palavra daquele que defende o inimigo visceral do grupo Globo et caterva, em cadeia nacional. “O senhor está sendo inconveniente, já está indeferida sua questão e o senhor respeite o juízo... o senhor não tem a palavra”, disse o juiz, abandonando o pseudo tom messiânico como conduz suas audiências ou clama pela aceitação de provas ilegais obtidas de boa fé e ou apela por apoio popular para fundamentar para prisões.

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Afonso do triplex, o ex-zelador, não acrescenta nada à acusação de Moro

A testemunha de acusação elencada pelo MPF-PR tentou a sorte na política neste ano, mas não foi eleito
Crédito: Divulgação

Jornal GGN - O ex-zelador do triplex fatídico deu seu testemunho ao juiz de primeira instância Sérgio Moro. No seu texto, além de chamar políticos de "lixo", não apresentou nenhuma prova para sustentar acusação dos promotores contra Lula. Moro negou à defesa o direito de fazer perguntas.

Afonso José Pinheiro, o Afonso do Triplex nas eleições, é ex-zelado do edifício Solaris e seu depoimento aconteceu ontem, dia 16, na Justiça Federal de Curitiba. Ele é testemunha de acusação que afirma que o triplex da OAS é de propriedade do ex-presidente.

O juiz de primeira instância, Sérgio Moro, não permitiu que a defesa fizesse perguntas ao ex-candidato a vereador pelo PP, se ele fizera menção ao ex-presidente em seus discursos de campanha ou ainda se ele apoiara a prefeito alguém de partido de oposição ao PT na última eleição. Moro, juiz de primeira instância, também proibiu que a defesa fizesse perguntas sobre falas públicas do candidato sobre Lula.

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Nem sítio nem triplex, o negócio agora é mansão no Uruguai

Jornal GGN – Dando sequência à novela do ‘vamos arranjar um crime para Lula’, a revista IstoÉ soltou uma ‘reportagem’ dando conta de que Lula é dono de um imóvel, mais um, desta vez em Punta Del Este, no Uruguai. A revista afirma que a força-tarefa da Lava Jato apura se a mansão pertence a ele, como investigam o sítio de Atibaia e o triplex da OAS. Segundo o semanário, ‘no modus operandi tradicional, os imóveis ficam registrados em nome de empresários amigos’. No caso em questão, estaria em nome de Alexendre Grendene Bertelle, dono da Grendene e que tem ‘um sem-número de casarões’. Afirma que Bertelle é sócio de empreendimentos bem-sucedidos no Uruguai. Diz ainda, e é textual, que ‘o esquema seria semelhante ao adotado pelo petista para as outras propriedades utilizadas por ele no Brasil’.

A casa está vazia, e a IstoÉ esteve lá para conferir a suntuosidade do local.

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Estadão manipula em editorial e advogados de Lula respondem

Advogados contestam editorial de O Estado de S. Paulo

Ao

Jornal O Estado S.Paulo

Att. Sr. Antônio Carlos Pereira - Editor Responsável


Resposta ao Editorial "Lula quer desmoralizar o Brasil" (20/10/2016)




Senhor Editor,


O editorial publicado nesta data pelo jornal O Estado de S.Paulo chama a atenção por dois aspectos: primeiro, o indevido ataque feito a nós, advogados do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o segundo, a clara tentativa de manipular os fatos.

Diz o editorial, em linguagem propositadamente ambígua - que evidencia reprovável desrespeito aos profissionais envolvidos -, que uma "chusma" de advogados de Lula o estaria auxiliando para "politização dos processos judiciais". A verdade, porém, é que todo o trabalho da defesa está escorado em dois pilares: fatos e técnica jurídica. Não usamos "convicções" - que o jornal confunde com "fortes evidências" - ou simulacros de legalidade.

O denso conteúdo jurídico das defesas que apresentamos em favor de Lula pode ser verificado por qualquer interessado no site  www.abemdaverdade.com.br. Essas peças destroem as frívolas acusações lançadas contra o ex-Presidente, que claramente se utilizam da técnica do lawfare, ou seja, da manipulação da lei e dos procedimentos jurídicos para usá-los como arma de guerra contra um
inimigo. Leia mais »

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Manchete da Folha comprova teses de violação de direitos de Lula

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente, baseado no que estampa a Folha de S.Paulo de hoje, diz estar confirmado o fato de que os procuradores não têm qualquer prova contra o Lula. A manchete "Denúncia contra Lula usa dados de delação cancelada" é parte de uma outra prova, a de que os procuradores violaram as garantias fundamentais e regras do CNMP. Assim, os advogados de Lula e de D. Marisa repudiam o uso de delações inexistentes e a risível desconexão cronológica e lógica dos fatos. 

Em nota, explicam mais uma vez os fatos. Aqueles que estão sendo desconsiderados na ânsia de condenar e inviabilizar politicamente o ex-presidente Lula. E, por fim, dizem o que tantos já tentaram: "Somente a presença de um juiz imparcial poderia reverter esse cenário de absoluta destruição ao Estado Democrático de Direito". Leia a nota a seguir.

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Defesa de Lula explica, mais uma vez, o fatídico triplex que é base da denúncia

Jornal GGN - A defesa de Lula e D. Marisa, mais uma vez, explica toda a novela do triplex do Guarujá. O Ministério Público Federal, na função de acusador da Lava Jato, baseou toda a denúncia contra o ex-presidente no apartamento do Guarujá, que não pertence à família de Lula. Mais uma vez levantam a questão e dão voltas e voltas para tentar provar que a culpa existe, só não conseguimos ver com clareza. 

A coletiva de hoje foi mais um show para a mídia, a grande mídia, e o power point do procurador demonstrou bem a que veio: para condenar não interessa que não tenha crime. 

A defesa de Lula e família, mais uma vez, tenta explicar o que está mais do que evidente, o que já foi exaustivamente explicado e que consta, inclusive, de documentos oficiais, tal como Declarações do Imposto de Renda. Mas não vem ao caso.

Mais uma vez, reproduzimos o comunicado da defesa. Leia a seguir.

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Procurador não pode fazer juízo de valor, só de mérito

Jornal GGN - Os advogados de Lula protocolaram ontem, dia 10 de agosto, uma reclamação contra atos dos Procuradores da República Julio Motta Noronha, Roberson Henrique Pozzobom, Jerusa Burmann Veicili e Athayde Ribeiro Costa por anteciparem juízo de valor em relação a Lula sobre fatos que ainda são objeto de investigação.

Os ditos procuradores deveriam ter se limitado à discussão em torno da competência do juízo, mas resolveram ir mais longe, dizendo que "já há elementos de provas de que Lula participou ativamento do esquema criminoso", além de outras afirmativas fora de competência e contexto.

Causa espanto que procuradores se prestem a este papel quando investigações ainda estão em curso, violando, inclusive, artigo das diretrizes do CNMP, que proíbe expressamente os membros do Ministério Público de "externar juízos de valor a respeito de apurações ainda não concluídas". A atuação desses membros do MP viola também a regra de tratamento que fala, exaustivamente, da presunção de inocência.

No fundo, diz a nota da defesa de Lula, o que os procuradores e Sérgio Moro querem é um trial by media.

Leia a nota na íntegra.

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Defesa de Lula divulga carta aberta ao Estadão

Carta aberta ao jornal O Estado de S.Paulo

por Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira

Em editorial veiculado nesta data (10/08/2016), intitulado “O que resta a Lula”, o jornal “O Estado de S.Paulo” promove um reprovável ataque à defesa do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tentando mascarar o antagonismo político do diário em relação a Lula com questões técnico-jurídicas.

O mote da publicação foi a crítica feita pela defesa de Lula em relação à iniciativa do Delegado Federal Marcio Adriano Anselmo de envolver familiares do ex-Presidente em um inquérito policial destinado a apurar a propriedade de um sítio em Atibaia (SP). No último dia 08/08, Anselmo decidiu convocar a esposa e um dos filhos de Lula para serem ouvidos no âmbito policial e, além disso, determinou — sem ordem judicial — uma nova devassa na vida dos filhos do ex-Presidente. 

A crítica da defesa é plenamente justificável do ponto de vista jurídico. Se a investigação busca saber quem é o proprietário de um bem imóvel, a resposta terá que ser encontrada, necessariamente, no Cartório de Registro de Imóveis onde está situada a propriedade. E, especificamente, no caso desse sítio de Atibaia, a matrícula do imóvel revela, de forma inequívoca, que os proprietários são Fernando Bittar e Jonas Suassuna. Não bastasse, no dia 14/03/2016 — ou seja, há aproximadamente 05 (cinco) meses — a Força Tarefa Lava Jato recebeu de Fernando Bittar cópia da declaração de Imposto de Renda de seu pai, Jacó Bittar, “comprovando que os valores utilizados para a aquisição do sítio tiveram origem exclusiva e lícita da família Bittar”. Na mesma oportunidade Fernando Bittar apresentou cópia de documentos relativos aos gastos que efetuou com reformas na propriedade e, ainda, de sua frequência no local.

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Defesa de Lula estranha a curiosa "certeza" de Merval

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva soltou nota criticando o jornalista Merval Pereira, que solta críticas ao vento sem se informar melhor sobre o que fala. No caso, pedem que Merval faça uma leitura dos argumentos de defesa de Lula com a mesma acuidade que faz a de acusação, peça que os advogados de defesa ainda não tiveram acesso. Para a defesa, Merval se esmera em transformar o jornalismo em algo parcial, com lado e partido.

Os advogados criticam Merval, dizendo que "deveria dedicar à leitura dos argumentos da defesa" de Lula "a mesma acuidade que revela dispor na reprodução de argumentos de cunho político de alguns membros da Lava Jato em relação ao ex-Presidente, inclusive antecipando muitas vezes o juízo difamatório, antes mesmo que os advogados tenham tido acesso à peça oficial de acusação". Na nota, diz-se que isso revela um padrão sistêmico, "o texto de hoje (6/8/2016) assinado por Merval em O Globo, nega a imparcialidade esperada do jornalismo de boas práticas e apenas reafirma seu alinhamento à 'politização da justiça', como sintetiza em seu título — posição já defendida por Merval em coluna publicada em 04/05/2016".

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Defesa de Lula rebate novamente juiz de primeira instância

Jornal GGN – Os advogados do ex-Presidente Lula publicaram nota rebatendo declarações do juiz de primeira instância de Curitiba, Sérgio Moro. Na nota, os advogados afirmam ser inconsistente a defesa de Moro apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que a interceptação telefônica envolvendo o ex-Presidente e parlamentares e outras autoridades com prerrogativa de foro devam ser mantidas por ele.

A defesa de Lula ajuizou reclamação demonstrando que Moro usurpou a competência do STF em três oportunidades e essas ações não foram ainda apreciadas pelo STF na reclamação anterior, pois que só versava contra a interceptação de conversa que Lula manteve com a presidente eleita democraticamente Dilma Rousseff. Aliás, também usurpando da competência da Suprema Corte.

Finalizando a nota, a defesa de Lula afirma que "não cabe a Moro ou a qualquer outra autoridade que atua em primeiro grau, escolher o momento em que essa análise deve ser feita pelo STF". Leia a nota a seguir.

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