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Cunha

Geddel é denunciado por pressionar operador de Cunha a ficar em silêncio

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O Ministério Público Federal denunciou o ex-ministro Geddel Vieira Lima pelo crime de obstrução de Justiça no âmbito das operações Sépsis e Cui Bono?, informou o Estadão desta quarta (16). Segundo o jornal, os procuradores Anselmo Lopes Cordeiro e Sara Moreira afirmaram que Geddel tentou pressionar Lúcio Funaro, operador de propinas de Eduardo Cunha e do PMDB, a não fazer uma delação premiada na Lava Jato.

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Raquel Dodge é distração articulada na suspensão do acordo de Cunha

Há sentido na responsabilização da futura procuradora-geral pelo fracasso do acordo de Eduardo Cunha, sendo este gesto proposital ou não, articulado com os donos do poder ou não?
 
 
Jornal GGN - Mesmo sem ter assumido ou tomado qualquer decisão no posto maior do Ministério Público Federal (MPF), membros da Operação Lava Jato responsabilizam a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo fracasso da delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela atual suspensão do acordo. E grandes jornais que os têm como fontes endossam o coro.
 
Eduardo Cunha estava negociando há quase dois meses o acordo de delação premiada com os procuradores da República da Lava Jato em Brasília. A força-tarefa acabou perdendo a paciência com o peemedebista, pelas informações "inconsistentes e omissas" que o político entregou.
 
O ex-parlamentar teria feito, até agora, acusações genéricas e entregado poucos documentos que sustentassem suas declarações. Diante disso, os investigadores decidiram suspender o acordo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo Valor.
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Ação em que Cunha é chamado de "gângster" é arquivada no STF


Foto: AFP
 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, arquivou a denúncia do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por ser chamado de "gângster" e que sua posição de iniciar a queda de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados fedia a "enxofre". 
 
As palavras foram do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), manifestadas durante o voto da sessão de abertura do impeachment contra Dilma na Câmara. Cunha abriu processo por injúria no Supremo Tribunal Federal (STF), acreditando que o deputado extrapolou os limites da imunidade parlamentar.
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Cunha tem delação premiada rejeitada pela PGR, diz revista

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) teve o acordo de delação premiada encerrado pela Procuradoria Geral da República. A turma de Rodrigo Janot disse que o deputado cassado é "incapaz" de reconhecer desvios na Petrobras, não entrega os companheiros políticos e tampouco tem provas de corrupção praticada por Michel Temer.

No mesmo dia em que a notícia é publicada pela revista Época, a Polícia Federal confirma que Lúcio Funaro voltou para o presídio onde estava detido. Ele havia sido transferido para a carceragem da PF em Brasília, para fechar um acordo de delação.

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Cunha diz que sua situação é "mais favorável" que de Rocha Loures


Foto: Alex Ferreira - Fotos Públicas
 
Jornal GGN - A defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pediu que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) adote a mesma decisão de liberdade que concedeu ao ex-assessor de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures.
 
Cunha encaminhou seu pedido no fim da tarde desta terça-feira (09) ao Supremo. Em 22 páginas, Cunha alega que sua situação é semelhante a de Rocha Loures, do advogado Willer Tomaz  e do procurador da República Ângelo Vilella, que tiveram os mandados de prisão preventiva revogados.
 
"Ora, a partir dos depoimentos dos colaboradores, chegar-se-ia à absurda conclusão de que o hipotético pagamento a Lúcio Funaro, por meio de sua irmã, beneficiaria Eduardo Cunha e faria com que ele permanecesse em silêncio, mesmo sem qualquer comprovação de repasse a alguém indicado por ele. Nada mais fantasioso e incoerente para fundamentar o decreto prisional", argumento a defesa de Cunha.
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"Aécio vai ser o Cunha do governo Temer", diz Marcelo Nobre

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Inviabilizado pela Lava Jato, principalmente após o escândalo da JBS, Aécio Neves virou o principal operador do governo Michel Temer. A rejeição da denúncia contra o presidente na Câmara é só o resultado das articulações do grupo liderado pelo tucano para formar um novo centrão, que dará sustentação a Temer até o final de seu mandato. Em troca, esses políticos conseguirão recursos do governo que serão vitais para a disputa eleitoral de 2018, preenchendo a lacuna deixada pelo financiamento empresarial.
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Janot dá lição à Folha sobre perícia em áudio da JBS contra Temer

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot travou um embate com a reportagem da Folha por causa do aúdio de Joesley Batista, da JBS, contra Michel Temer. Quando o material em que o presidente possivelmente aparece dando aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha veio à tona, Folha ajudou o Planalto a construir uma defesa questionando a validade do áudio por meio de uma perícia independente. Janot, em entrevista publicada nesta segunda (7), ridicularizou o tratamento dado pelo jornal ao assunto.

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Temer evita ser incluído em inquérito mãe da Lava Jato no STF

Ao mesmo tempo que tenta não ser investigado diretamente pelo Supremo em ação envolvendo outros caciques do PMDB, o presidente travaria denúncia exclusiva da JBS por obstrução
 

Foto: Antonio Cruz/ABr
 
Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que faz a defesa de Michel Temer, pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negue incluir o presidente na lista de um dos principais inquéritos da Operação Lava Jato: o que mira os caciques do PMDB.
 
A inclusão de Temer no desdobramento do inquérito-mãe da Lava Jato no Supremo foi solicitada pela Polícia Federal (PF), por considerar nos autos da investigação contra Temer a relação com o caso envolvendo os ilícitos cometidos por peemedebistas na Câmara dos Deputados, incluindo Eduardo Cunha (RJ) e Henrique Eduardo Alves (RN).
 
Segundo o delegado Marlon Oliveira Cajado, "novos relatos" que surgiram nas investigações apontam para o "suposto envolvimento de outras pessoas com foro originário no STF" no esquema de corrupção de membros do PMDB na Câmara dos Deputados, como o próprio presidente Temer, e também seus ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).
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Cunha é acusado de se beneficiar de lucro de fundos de previdência

Danos teriam atingido R$ 2 milhões da Previdência da Companhia de Águas e Esgotos e mais R$ 39 milhões da Cedae do Rio
 

Fotos: Reprodução
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi acusado por fraudes em fundos exclusivos de previdência do Rio de Janeiro, juntamente com o dolero Lúcio Funaro e ex-diretores da Prece (Previdência Complementar dos Funcionários da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do RJ).
 
Os danos causados ao fundo da Companhia de Águas e Esgotos teriam atingido R$ 2 milhões, além de outros R$ 39 milhões estimados no fundo dos funcionários da Cedae (Companhia de Distribuição de Água e Saneamento). Por estes motivos, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ajuizou uma ação civil pública contra Cunha e 11 investigados, solicitando o ressarcimento dos montantes.
 
O ex-deputado, o doleiro e mais 10 investigados são acusados de improbidade administrativa na 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital. De acordo com os investigadores, a previdência da Cadae do Rio era usada como "espécie de seguro para as aplicações".
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Cunha quer se vingar de seus delatores e PGR cobra mais


Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O esperado acordo de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ainda enfrenta obstáculos antes de ser fechado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) exige que o ex-presidente da Câmara entregue aliados e indícios mais certeiros contra o presidente da República, Michel Temer. O acordo já leva mais de dois meses. 
 
O ex-parlamentar, por outro lado, já mostrou que não enfrenta resistências para indicar tudo o que sabe contra Temer, o que não ocorre de igual forma com aliados. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (27), investigadores indicam que Cunha ainda tenta blindar aliados do chamado "centrão", o bloco alimentado por ele mesmo quando ocupava a Câmara dos Deputados.
 
Entretanto, procuradores da República pressionam para que Cunha delate fatos ilícitos contra parlamentares antigos aliados. Preso desde outubro do ano passado, o ex-deputado também precisaria ajudar os investigadores a chegar a uma conta ou trust em paraíso fiscal que teria ligação com recebimentos de propinas e caixa dois por Michel Temer.
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Janot diz que Cunha tem que ficar preso para não "influenciar asseclas"

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Mesmo negociando um acordo de delação com Eduardo Cunha, o procurador-geral da República Rodrigo Janot usou um arsenal de críticas ao passado do ex-deputado federal para sustentar que ele seja mantido preso em Curitiba, contrariando um pedido de habeas corpus da defesa. Um dos principais benefícios de quem faz delação premiada na Lava Jato é obter a liberdade ou a troca do regime fechado para o domiciliar.
 
Janot disse na manifestação feita ao Supremo Tribunal Federal que, uma vez solto, Cunha pode influenciar "asseclas", pois seu "potencial delitivo" está relacionado ao poder que detinha sobre parlamentares no Congresso.
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Livro com pseudônimo de Eduardo Cunha é liberado pela Justiça

 
Jornal GGN - O livro "Diário da Cadeia", do escritor Ricardo Lísias e que traz o pseudônimo de Eduardo Cunha assinado, poderá ser vendido. A decisão é do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) que entendeu, por unanimidade, tratar-se de uma "obra literária de ficção" que usa como "pano de fundo a realidade política brasileira", mas que não se refere ao ex-deputado peemedebista.
 
A ação havia sido movida pelo ex-parlamentar preso na Operação Lava Jato, que alegou que a obra era ofensiva a sua honra. Tentando impedir a comercialização do livro, entrou com um mandado de segurança na 8ª Câmara Cível do TJRJ.
 
A primeira decisão, da 13ª Vara Cível da Capital, foi de negar à editora Record a comercialização dos exemplares de "Diário da Cadeia - Com Trechos da Obra Inédita Impeachment – Eduardo Cunha (pseudônimo)", sob a pena de uma multa diária de R$ 400 mil em caso de descumprimento.
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Janot corre para fechar delações de Eike, Léo Pinheiro, Cunha e Palocci antes de deixar cargo

 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot está com pressa para fechar delações premiadas de peso para a Lava Jato, como as de Eike Batista, Antonio Palocci, Léo Pinheiro, Eduardo Cunha ou Lúcio Funaro, entre outras. Segundo informações de Mônica Bergamo, a pressa está vinculada à proximidade do fim de mandato de Janot.
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Cunha deve oferecer mais elementos contra Temer em delação

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Se quiser fechar o acordo de delação com a Procuradoria Geral da República, Eduardo Cunha terá de superar a oferta do operador Lúcio Funaro e apresentar mais elementos contra Michel Temer. É o que aponta o Painel desta quinta (20).

Segundo a coluna da Folha, a dificuldade de Cunha em fechar o acordo obriga seus advogados a ter um novo encontro com os procuradores nesta semana.

"Advogados do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fazem nesta semana uma nova rodada de negociações com a Procuradoria-Geral da República na tentativa de selar um acordo de delação para o peemedebista. Os investigadores têm jogado duro com Cunha. Na última reunião, disseram que o material era insuficiente e nem sequer ficaram com os anexos. Preso, ele reorganizou o arsenal, que tem foco no presidente Michel Temer e seus principais aliados no Planalto, para dar novo tiro."

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Temer tenta driblar envolvimento em ilícitos que miram Cunha


Foto: Agência Câmara
 
Jornal GGN - Em mais uma tentativa de encurralar Michel Temer, o ex-deputado Eduardo Cunha conseguiu enviar 22 questões que levantam indicativos de que o mandatário peemedebista teria responsabilidade ou, pelo menos, conhecimento dos ilícitos que recaem hoje apenas contra Cunha. Por sua vez, nas respostas à Justiça Federal, Temer contorna qualquer relação com os ilícitos no Fundo de Investimentos do FGTS.
 
O presidente da República disse "não" à pergunta se ele tinha conhecimento dos pagamentos de vantagens indevidas para a liberação do financiamento do Fundo e outros sete pontos. Também negou conhecer o ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, que comandava o setor conhecido como "departamento de propina".
 
O ex-presidente da Câmara dos Deputados também havia arrolado Moreira Franco, o atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência de Temer, que chegou a ocupar a vice-presidência da Caixa de fundos e loterias, à época dos ilícitos investigados.
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